A estrada de terra era um caminho solitário, daqueles que serpenteiam entre morros e mato alto, longe de qualquer luz de cidade. Carla, com seus 38 anos, dirigia o carro velho do marido, voltando de uma visita rápida à irmã na cidade vizinha. Era tarde, quase meia-noite, e as crianças já deviam estar dormindo em casa, com o pai delas, o Marcos, vigiando tudo. Ela era uma mulher comum, casada há quinze anos, mãe de dois meninos, o corpo ainda bonito depois das gravidezes – seios cheios, quadris largos, uma barriga macia que ela odiava, mas que o marido sempre elogiava. Vestia uma saia simples de algodão até os joelhos e uma blusa folgada, nada chamativo, só confortável para a viagem.
O carro balançava nas pedras e buracos, o farol iluminando poeira e sombras. Carla cantarolava baixinho uma música do rádio para afastar o sono, pensando no jantar frio que a esperava em casa. De repente, luzes azuis e vermelhas piscaram no retrovisor. Uma viatura da polícia militar. Seu coração acelerou um pouco – o que poderia ser? Ela diminuiu a velocidade e parou no acostamento estreito, o mato roçando nas portas.
Dois policiais desceram da viatura, uniformes escuros, botas pesadas pisando na terra seca. Um era alto e forte, barba cerrada, olhos duros como pedra – chamava-se Ricardo, ela descobriria depois. O outro, mais baixo mas musculoso, com um sorriso torto que não chegava aos olhos, era o João. Eles se aproximaram devagar, lanternas nas mãos, iluminando o carro como se procurassem algo escondido.
"Boa noite, senhora. Documentos do veículo e sua habilitação, por favor", disse Ricardo, a voz grossa e autoritária, encostando no vidro aberto. Carla sentiu um frio na espinha, mas sorriu nervosa, pegando a bolsa no banco do passageiro.
"Claro, oficial. Fiz algo errado? A estrada tá tão vazia..."
João, do outro lado, já iluminava o interior do carro, o feixe de luz passando pelas pernas dela, subindo pela saia. "Irregularidade na placa. Parece que tá com problema. Desce do carro pra gente verificar melhor."
Carla hesitou, o coração batendo mais forte. "Mas... eu posso resolver isso amanhã, na delegacia. Meu marido tá me esperando em casa, com as crianças."
Ricardo abriu a porta para ela, a mão grande estendida como se ajudasse, mas o toque no braço foi firme demais. "É rápido, dona. Só uma revista padrão. Regras são regras."
Ela desceu, as pernas tremendo um pouco no chão irregular. A noite estava quente, úmida, o ar cheio de cheiro de terra molhada e cigarro dos policiais. João se posicionou atrás dela, enquanto Ricardo iluminava o corpo dela com a lanterna. "Mãos na capota do carro, pernas afastadas. Pra segurança."
Carla corou, sentindo o absurdo daquilo. "Revista? Eu sou só uma dona de casa, oficial. Não tenho nada de errado."
Mas obedeceu, encostando as palmas no metal quente do capô, as pernas um pouco abertas. Ricardo começou pela frente, as mãos grossas passando pelos ombros, descendo pelos braços. "Tem que ser assim, pra evitar problemas." As palmas dele apertaram os seios por cima da blusa, devagar, como se procurasse algo, mas o toque era demorado, os polegares roçando os mamilos que endureceram contra a vontade dela.
"Ah, por favor... isso não é necessário", ela murmurou, a voz falhando, lágrimas brotando nos olhos. Sentia o corpo traí-la, um calor subindo entre as pernas apesar do medo.
João, atrás, riu baixo. "Calma, gata. A gente sabe o que faz." Suas mãos subiram pelas coxas, erguendo a saia um pouco, os dedos ásperos roçando a pele macia. Ele apertou a bunda dela com força, separando as nádegas por cima da calcinha fina. "Tá limpa aqui? Deixa eu checar direito."
Carla gemeu, um som misturado de choro e algo mais que ela odiava admitir. "Para... meu marido... ele vai ficar preocupado. Por favor, me deixa ir."
Ricardo se inclinou mais perto, o hálito quente no pescoço dela. "Seu marido? Ele não tá aqui agora, né? Relaxa, a gente só quer ter certeza." Uma mão dele desceu pela barriga, enfiando por baixo da saia, os dedos grossos pressionando a calcinha úmida. Ele riu ao sentir a umidade. "Olha só, João. Ela tá molhada. Acho que gosta da revista."
"Não... eu não... por favor", Carla implorou, as lágrimas escorrendo pelo rosto, mas o corpo arqueava contra os dedos dele, traidor. João, atrás, puxou a calcinha para o lado, um dedo enfiando devagar na buceta dela, sentindo o calor apertado.
"Tá vendo? Apertadinha, mas já escorrendo. Dona de casa safada", João provocou, movendo o dedo para dentro e para fora, devagar, enquanto Ricardo apertava os seios com mais força, puxando a blusa para cima, expondo a pele.
Carla soluçava, as pernas fracas. "Meu Deus... para... eu tenho filhos... marido..." Mas o prazer crescia, um fogo que ela não controlava, os dedos dos dois explorando, apertando, invadindo.
Eles a viraram de costas, encostando-a no capô. Ricardo abriu o cinto, o pau já duro saltando para fora – grosso, veias pulsando, maior do que o do marido. "Agora a revista de verdade. Abre a boca, dona."
Ela negou com a cabeça, mas João segurou o queixo dela, forçando. "Obedece, ou vai ser pior." Carla abriu, lágrimas misturadas com saliva, enquanto Ricardo enfiava devagar, o gosto salgado enchendo a boca. Ela chupou contra a vontade, a língua rodando na cabeça inchada, sentindo o pau crescer mais.
João, atrás, ergueu a saia toda, calcinha no chão. "Minha vez aqui." Ele se ajoelhou, a boca quente lambendo a buceta dela, a língua enfiando fundo, chupando o clitóris com força. Carla gemeu em torno do pau de Ricardo, o corpo tremendo, o prazer traindo o choro.
Eles a levaram para o mato ao lado da estrada, o chão úmido de orvalho, folhas grudando nas pernas. "De quatro, no capô", Ricardo mandou, empurrando-a contra o carro. Carla obedeceu, de bruços no metal frio, a bunda empinada.
João foi o primeiro, o pau duro enfiando na buceta molhada com uma estocada só, esticando as paredes apertadas. "Ah, caralho... que buceta quente. Seu marido não deve foder direito." Ele metia forte, as bolas batendo na pele, as mãos apertando a bunda.
Carla gritava, mistura de dor e gozo. "Não... por favor... vai devagar..." Mas arqueava as costas, empurrando para trás, o corpo querendo mais.
Ricardo assistia, masturbando devagar. "Minha vez agora." Trocou de lugar, o pau maior esticando ainda mais, entrando até o fundo, batendo no colo do útero. "Toma, safada. Goza no meu pau."
Eles revezavam, um metendo enquanto o outro segurava os braços dela, os gemidos ecoando na noite vazia. Carla gozou primeiro, o corpo convulsionando, apertando o pau de João, gritando alto. "Ah... não aguento... sim..."
Ricardo gozou dentro, jatos quentes enchendo a buceta, escorrendo pelas coxas. João veio logo depois, no cu dela sem aviso, enfiando devagar no anel apertado, esticando até doer. "Relaxa, puta. Toma no rabo." Ele meteu forte, gozando fundo, o sêmen vazando.
Eles a deixaram ali, ofegante, a roupa bagunçada, porra escorrendo pelas pernas. "Vai pra casa, dona. E não conta nada, ou a gente volta." Riram, entrando na viatura, sumindo na escuridão.
Carla dirigiu de volta, as mãos tremendo no volante, o corpo dolorido e satisfeito de um jeito que a envergonhava. Chegou em casa, Marcos acordado na sala, esperando.
"Cadê você demorou tanto, amor?" Ele perguntou, olhando as marcas vermelhas no pescoço, a saia amassada.
"Nada... buraco na estrada, parei pra consertar." Ela mentiu, beijando ele rápido, indo pro banho. Mas no espelho, via as marcas, sentia a porra ainda vazando, e um arrepio de medo misturado com desejo. Mal sabia que aquilo era só o começo. Os dias seguintes ao incidente na estrada foram um inferno disfarçado de rotina para Carla. Acordava cedo, como sempre, preparando o café para os meninos antes da escola, arrumando a casa simples de tijolos aparentes no bairro afastado da cidadezinha. Mas tudo parecia diferente agora. Seu corpo carregava marcas secretas: hematomas leves nas coxas onde as mãos grossas dos policiais haviam apertado, uma dorzinha gostosa entre as pernas que a lembrava do pau deles esticando tudo. Ela se olhava no espelho do banheiro, tocando os seios ainda sensíveis, e sentia um calor subir, misturado com vergonha. "O que eu fiz?", murmurava para si mesma, os olhos cheios d'água, enquanto o chuveiro lavava o suor da noite agitada.
Marcos, o marido, era o mesmo de sempre: trabalhador da construção, chegava cansado à noite, beijava ela na testa e sentava para jantar. Ele notava algo estranho – os olhares distantes dela, o jeito como ela se encolhia quando ele tentava abraçar na cama. "Tá tudo bem, amor? Você parece preocupada desde aquela noite que demorou pra voltar", ele perguntou uma vez, durante o almoço de domingo, os meninos brincando no quintal.
Carla engoliu em seco, forçando um sorriso. "Nada, Marcos. Foi só cansaço da viagem. A estrada tava ruim, parei pra descansar um pouco." Mentia olhando para o prato de arroz e feijão, sentindo a calcinha úmida só de lembrar dos gemidos que escaparam da sua boca no mato escuro. À noite, quando Marcos dormia ao lado, ela se tocava devagar debaixo do lençol, imaginando as mãos daqueles dois policiais – Ricardo com sua barba roçando a pele dela, João enfiando os dedos sem dó. Gozava em silêncio, mordendo o travesseiro, odiando o prazer que aquilo trazia.
A tensão crescia devagar, como uma nuvem escura se formando no céu. Carla evitava sair de carro à noite, mas precisava ir à cidade para comprar remédios para o filho mais novo, que tava com febre. Era uma tarde quente, o sol batendo forte no para-brisa, quando viu a viatura no retrovisor de novo. O coração dela disparou, um frio na barriga misturado com um formigamento entre as pernas. "Não pode ser eles", pensou, diminuindo a velocidade. Mas era. Ricardo e João desceram, os uniformes suados grudando nos corpos fortes, os olhares famintos que ela reconhecia.
"Boa tarde, dona Carla. Lembra da gente?", Ricardo disse, encostando na janela, o sorriso malicioso. João, do outro lado, já olhava para as pernas dela expostas pela saia que subira um pouco.
Ela tremeu, as mãos apertando o volante. "Por favor... me deixa em paz. Aquilo foi um erro, eu tenho família."
João riu baixo, abrindo a porta do passageiro. "Entra na viatura, gata. A gente precisa conversar. Seu carro tá com problema de novo."
Carla quis fugir, ligar para Marcos, gritar por ajuda, mas o corpo não obedecia. Desceu devagar, sentindo os olhos deles devorando cada curva. Eles a levaram para um canto mais isolado da estrada, um matagal denso onde ninguém passava. "De joelhos, dona. Hora de pagar a multa direito", Ricardo mandou, abrindo o zíper da calça, o pau já meia-bomba saltando para fora.
"Não... eu imploro... meu marido...", ela choramingou, mas já se ajoelhava no chão de terra seca, as pedrinhas machucando os joelhos. João segurou o cabelo dela, puxando para trás, enquanto Ricardo enfiava o pau na boca aberta. O gosto salgado, o cheiro de suor masculino encheu os sentidos dela. Ela chupou devagar no começo, a língua rodando na cabeça grossa, sentindo ele crescer e pulsar.
"Ah, isso... chupa como a puta que você é", Ricardo gemeu, empurrando mais fundo, batendo na garganta. João, atrás, ergueu a saia dela, rasgando a calcinha com um puxão. "Olha só, Ricardo. Tá molhada de novo. Essa casadinha adora pau de PM."
Carla gemeu em torno do pau, as lágrimas escorrendo, mas os quadris se movendo sozinhos quando João enfiou dois dedos na buceta escorregadia. "Para... ah, não...", murmurou, mas o corpo traía, apertando os dedos dele, querendo mais. Eles a deitaram no chão, folhas grudando nas costas suadas. Ricardo montou no peito dela, enfiando o pau entre os seios que ele apertava com força, metendo devagar enquanto João lambia a buceta dela, a língua grossa chupando o clitóris inchado.
"Você goza rápido, né? Safada casada", João provocou, enfiando a língua fundo, sentindo o gosto doce e salgado. Carla arqueou as costas, as mãos agarrando a terra, e gozou gritando, o corpo tremendo todo.
Eles riram, trocando de lugar. João enfiou o pau na buceta molhada, esticando as paredes com estocadas fortes, as bolas batendo na bunda dela. "Toma, puta. Seu marido deve ser brocha pra você molhar assim pra gente." Ricardo, ajoelhado ao lado, enfiava o pau na boca dela de novo, sufocando os gemidos.
Carla se sentia suja, quebrada, mas o prazer era como uma onda que não parava. "Mais... devagar...", pedia, mas empurrava os quadris para cima, querendo o pau mais fundo. Eles aceleraram, metendo em ritmo, um na boca, outro na buceta, os corpos suados colidindo. João gozou primeiro, enchendo a buceta com jatos quentes, o sêmen vazando pelas coxas. Ricardo veio logo depois, gozando na cara dela, a porra grossa cobrindo os lábios e o queixo.
Eles a deixaram ali, ofegante, a roupa toda bagunçada. "Volta pra casa, dona. E diz pro Marcos que a gente mandou um abraço", Ricardo disse, piscando, antes de entrar na viatura.
Carla congelou. "Marcos? Como vocês sabem o nome dele?"
João riu do banco do motorista. "Ah, gata. A gente é amigo dele há anos. Trabalha com a gente na construção às vezes. Ele sabe de tudo desde o começo. Foi ideia dele, pra apimentar as coisas."
As palavras bateram como um soco. Carla dirigiu para casa em choque, o corpo ainda latejando de prazer, a mente girando. Marcos sabia? Desde o início? Chegou em casa, as pernas fracas, e encontrou ele na cozinha, sorrindo como se nada tivesse acontecido.
"Demorou de novo, amor? Tudo bem?", ele perguntou, os olhos brilhando de um jeito que agora a assustava.
Ela assentiu, mentindo mais uma vez, mas o desejo e a raiva misturados a deixavam confusa. Aquela noite, na cama, Marcos a abraçou por trás, o pau duro pressionando a bunda dela. "Me conta o que rolou hoje", sussurrou, a mão descendo entre as pernas dela, sentindo a umidade restante.
Carla gemeu, virando para ele, os olhos cheios de lágrimas e fogo. "Você sabia... o tempo todo?"
Ele sorriu, beijando o pescoço dela. "Sabia, sim. E adorei imaginar. Agora me mostra como eles te foderam."
A confissão abriu as portas para algo novo, mas a tensão ainda pairava, prometendo mais na próxima vez que as luzes piscassem na estrada. A casa parecia menor depois da revelação, como se as paredes guardassem segredos que Carla nunca imaginara. Os dias se arrastavam em uma rotina pesada, o ar úmido do interior carregado de um silêncio que pesava nos ombros dela. Marcos saía cedo para o trabalho, beijando sua bochecha com um sorriso que agora parecia carregado de algo mais sombrio, e voltava à noite com as roupas sujas de poeira e tinta, cheirando a suor e cimento. Ele trabalhava na reforma da delegacia local há meses – um projeto grande, daqueles que envolviam pedreiros, pintores e eletricistas da cidade toda. Era lá que ele tinha conhecido Ricardo e João, os dois policiais que patrulhavam a área durante o dia e, nas pausas do almoço, contavam piadas grossas com os operários, incluindo Marcos. Ele nunca mencionara isso para Carla, claro. Por quê? Porque, como ela descobrira da pior forma, tudo fazia parte de um plano torcido que ele arquitetara para "apimentar" o casamento, para ver a mulher dele se quebrar e se entregar a outros homens. Amigos dele. Colegas de obra que usavam farda.
Carla se sentia traída, o peito apertado de raiva e confusão, mas o corpo... ah, o corpo traía tudo. À noite, quando Marcos a tocava, ela fechava os olhos e via os rostos daqueles dois, as mãos grossas, os paus latejando. "Você gostou, né? Me conta os detalhes", ele sussurrava no ouvido dela, a voz rouca de excitação, enquanto enfiava devagar na buceta ainda sensível. Ela odiava admitir, mas contava – os gemidos escapando entre os dentes cerrados, o prazer crescendo apesar da vergonha. Marcos gozava rápido, ofegante, imaginando a cena, e depois a abraçava como se nada tivesse mudado. Mas tudo mudara. Ela via o desejo nos olhos dele agora, uma mistura de amor possessivo e algo mais doentio, como se ele quisesse vê-la ser usada de novo.
A tensão explodiu numa sexta-feira chuvosa. Carla estava na cozinha, lavando a louça do jantar, os meninos já dormindo nos quartos. Marcos sentou à mesa, uma cerveja na mão, os olhos fixos nas curvas dela sob o vestido simples que grudava na pele úmida do calor. "Eles vão vir aqui hoje", ele disse de repente, a voz baixa, como se testasse as águas.
Ela congelou, a esponja escorrendo água na pia. "O quê? Quem?"
"Ricardo e João. Meus amigos da obra. Da delegacia." Ele tomou um gole, os olhos brilhando. "Eu chamei eles pra uma cerveja. Pra... conversar sobre o que rolou."
Carla virou devagar, o rosto pálido, o coração martelando no peito. "Você tá louco? Aqui em casa? Com as crianças dormindo? Marcos, isso é doentio. Eu não quero."
Mas ele se levantou, aproximando-se por trás, as mãos na cintura dela, pressionando o corpo contra o dela. "Você quer, sim. Eu vi como você gozou contando. E eu... eu preciso ver. Por favor, amor. É só uma vez. Pra nós."
Ela quis empurrá-lo, gritar, mas o toque dele despertava memórias – o medo misturado com o fogo que aqueles policiais haviam acendido. Lágrimas brotaram, mas ela assentiu devagar, a voz tremendo. "Só... não machuque mais meu coração com isso."
A campainha tocou meia hora depois, o som ecoando como um sino fúnebre na casa quieta. Marcos abriu a porta, rindo como se fossem velhos amigos chegando para um churrasco. Ricardo e João entraram, uniformes trocados por camisetas apertadas e jeans, mas o ar de autoridade ainda ali, nos ombros largos, nos olhares que varreram a sala e pararam em Carla. "Boa noite, dona Carla. Que casa acolhedora", Ricardo disse, o sorriso torto, estendendo a mão como se nada tivesse acontecido.
João piscou, sentando no sofá. "É, e que anfitriã linda. Trouxemos cerveja pra esquentar a noite."
A conversa começou banal: o trabalho na reforma da delegacia, como Marcos tinha ajudado a pintar as paredes das celas, as piadas sobre os presos que passavam por lá. Carla servia as bebidas, as mãos tremendo, sentindo os olhos deles na bunda dela cada vez que se inclinava. Marcos ria, mas havia uma tensão no ar, um cheiro de desejo que se misturava ao da chuva lá fora. "Então, Marcos, você contou pra ela como a gente se conheceu?", João perguntou, os olhos fixos em Carla.
Ele assentiu, puxando ela para o colo dele no sofá. "Contei. E ela sabe que foi ideia minha. Pra dar um up no casamento."
Carla corou, tentando se soltar, mas Marcos segurou firme. "Para com isso... por favor."
Ricardo se inclinou para frente, a mão grande tocando o joelho dela devagar. "Relaxa, gata. Seu marido quer ver. E a gente sabe que você também quer. Lembra da estrada? Como você molhou pra gente?"
O toque subiu pela coxa, erguendo o vestido um pouco, e Carla sentiu o calor traiçoeiro entre as pernas. "Não... aqui não... as crianças..."
João riu, levantando e trancando a porta da sala. "Eles tão dormindo. E a gente vai ser quietinho... no começo."
Marcos beijou o pescoço dela, as mãos subindo para os seios por cima do vestido, apertando devagar. "Deixa, amor. Mostra pra eles como você é minha... e deles agora."
A resistência dela quebrou como um galho seco. Ricardo puxou ela para o chão, ajoelhando entre as pernas abertas, enquanto João sentava ao lado de Marcos no sofá, assistindo com um sorriso. "Tira a roupa dela, Marcos. Deixa a gente ver direito."
Marcos obedeceu, as mãos tremendo de excitação, rasgando o vestido para expor os seios fartos, a barriga macia, a calcinha já úmida. Carla gemeu, cobrindo o rosto com as mãos, lágrimas escorrendo, mas os quadris se mexeram sozinhos quando Ricardo puxou a calcinha para o lado, a boca quente descendo para lamber a buceta inchada. A língua dele era áspera, circulando o clitóris com fome, enfiando fundo nos lábios molhados, sugando o mel que escorria.
"Ah... não... Marcos, me ajuda...", ela implorou, mas o marido só assistia, o pau duro na calça, os olhos vidrados. "Você tá linda assim, amor. Goza pra ele."
João se juntou, ajoelhando ao lado, as mãos apertando os seios dela, os dedos pinçando os mamilos duros até doerem de prazer. "Chupa aqui, puta casada." Ele abriu o zíper, o pau grosso saltando para fora, e enfiou na boca dela, sufocando os gemidos enquanto Ricardo chupava mais forte, dois dedos enfiando na buceta escorregadia, metendo devagar, sentindo as paredes apertarem.
Carla se contorcia no chão, o tapete áspero roçando as costas, o corpo em chamas. O pau de João pulsava na boca dela, o gosto salgado enchendo a garganta, enquanto ela chupava com força, a língua rodando na cabeça inchada. Ricardo acelerou os dedos, curvando para acertar aquele ponto dentro dela, e ela gozou gritando em torno do pau, o corpo tremendo, jatos de prazer molhando a mão dele.
Eles a viraram de quatro, a bunda empinada para Marcos ver tudo. "Olha só, corno. Sua mulher tá pronta pra gente", Ricardo provocou, posicionando o pau na entrada da buceta, enfiando devagar, centímetro por centímetro, esticando as paredes quentes. Carla arqueou as costas, gemendo alto, sentindo o pau grosso preencher tudo, batendo fundo.
João, na frente, enfiou de novo na boca, metendo no ritmo de Ricardo, os dois usando ela como um brinquedo. "Toma no cu agora, safada", João disse, cuspindo na mão e lubrificando o anel apertado dela. Ele trocou de lugar com Ricardo, a cabeça do pau pressionando o cuzinho virgem, enfiando devagar, a dor queimando como fogo no começo.
"Ah... dói... para... devagar...", ela choramingou, lágrimas misturadas com saliva, mas o corpo relaxava, o prazer crescendo enquanto João entrava até o fundo, o cu apertando o pau como um vício. Ricardo metia na buceta agora, os dois paus separados só por uma parede fina, sentindo um ao outro através dela, estocadas sincronizadas que a faziam gritar.
Marcos assistia, as mãos nos joelhos, lágrimas nos olhos de humilhação e tesão. "Ela é minha... mas gozem nela... encham minha mulher."
Eles aceleraram, batendo forte, o som da pele contra pele enchendo a sala, suor escorrendo pelos corpos. Carla gozou de novo, o cu e a buceta pulsando ao redor dos paus, apertando tanto que João gozou primeiro, jatos quentes inundando o cu, vazando pelas nádegas. Ricardo veio logo depois, enchendo a buceta, o sêmen transbordando e pingando no chão.
Eles caíram exaustos, Carla ofegante entre eles, o corpo marcado, o coração partido mas satisfeito de um jeito sombrio. Marcos se aproximou, beijando a testa dela, sussurrando "Eu te amo" enquanto limpava as lágrimas. A chuva batia na janela, lavando a noite, mas o elo entre eles – torcido, proibido – se fortalecera. Não haveria mais segredos, só desejo compartilhado, e Carla soube que aquilo era o novo normal, uma família quebrada e reconstruída no fogo da traição.