DEBAIXO DA MESA

Um conto erótico de Hoje Já Sou Coroa
Categoria: Gay
Contém 2035 palavras
Data: 15/01/2026 20:37:33

Meu nome é Luiz

Tenho um amigo de infância de nome Cícero. Tudo aconteceu naquele período da vida em que a gente estudava na antiga 6⁰ série do primeiro grau. Escola particular, educação rígida, mas sempre dava-se um jeito para pequenas e inocentes aventuras.

Naquele tempo não existia celulares e nem internet. O vídeogame ATARI tava chegando por aqui, mas era coisa dos riquinhos.

Durante as tardes, depois do almoço, meu amigo Cícero gostava de me ensinar a jogar cartas (baralho) na casa dele, numa mesa no final do quintal em uma área coberta na casa dele. E devido a nossa amizade e estudarmos juntos, então nossos pais permitiam que a gente fosse um pra casa do outro pra brincar, desenhar e fofocar sobre as meninas do colégio.Tinhamos a mesma idade, só que o Cícero era mais baixo e mais cheinho, mas não chegava a ser gordão.

Nós já falavamos sobre sacanagens, revistas eróticas que tínhamos visto dos garotos maiores que levavam pra escola e sobre a quantidade de punhetas que a gente conseguia bater durante um dia inteiro em casa.

Certo dia na casa do Cícero (os pais tinham saído pra comprar material de construção) e a gente brincando com o baralho... o sacana derrubou (acho que foi de propósito) quase todas as cartas debaixo da mesa e me mandou pegar. Então afastei as cadeiras e fui para debaixo da mesa pegar as cartas e já fui organizando.

Eu estava de cabeça baixa e fui pegando as cartas e quando cheguei bem perto das pernas do Cícero, vi que ele estava com o pau do lado de fora do calção, muito duro e massageando bem devagar no ritmo de uma punheta. Aparentemente sua rola era maior que a minha. Fiquei sem palavras e sem entender o motivo daquilo.

O Cícero disse: se você pegar no meu pau, eu também pego no seu e ainda vou lhe ensinar uma jogada infalível pra ganhar todas as vezes que você jogar baralho com alguém.

Na hora me pareceu uma proposta muito boa, pois além dele pegar no meu pau também, eu ainda iria aprender uma super jogada pra ganhar de todos.

Então eu falei pro Cícero: eu só pego se você prometer não ficar olhando.

A cadeira dele estava bem colada na mesa e eu estava debaixo. Não tinha perigo dele ver de jeito nenhum.

A rola do Cícero deveria ter uns 16cm. Era bem rosada e estava bem cheirosa. Parecia que tinha tomado banho.

Eu me aproximei bem e comecei a pegar e a observar os detalhes bem de perto. Realmente era um pau muito bonito e estava muito duro.

A essa altura, minha rola também já estava explodindo e o coração muito acelerado de um inexplicável tesão.

Enquanto eu estava mexendo no seu pau, o Cícero pegou no meu braço e foi movimentando no ritmo de uma punheta.

Confesso que eu estava gostando daquela sensação. Um pau muito duro, cheiroso, quente e dando pulos na minha mão. Que a essa altura, ele já tinha soltado o meu braço e eu já estava involuntariamente batendo uma punheta pra ele. Eu já nem sabia por quanto tempo eu estava debaixo da mesa batendo pra ele. Só sei que em determinado momento eu elogiei o perfume do pau dele. Foi a deixa pro Cícero dizer: "se quiser, pode encostar o nariz pra sentir bem de perto", pois o meu pai tem dois perfumes e posso dar um pra você ficar usando.

Então, fui me aproximando devagar e por um momento eu olhei pra cima e percebi que não tinha como o Cícero me olhar, então fiquei sossegado e mais tranquilo.

E comecei a passar a rola do Cícero no meu nariz, enquanto eu continuava a punheta-lo instintivamente e devagar.

Nisso, eu ouvi o Cícero falar que o pai dele falou que essa colônia tinha uma fragrância adocicada, e sugeriu que eu passasse a língua em seu pau pra saber se realmente era doce.

A essa altura meu pau já estava babando e eu também já massageava em movimentos de vai e vem.

Enquanto eu passava a língua e já babava naquele pau pulsante, em certo momento, ele foi segurando discretamente a minha cabeça e direcionando aquela rola suculenta para dentro da minha boca. Fui aceitando aos poucos e gostando muito. Ele passava as mãos carinhosamente nos meus cabelos e me puxava delicadamente e controlava a profundidade e a velocidade daquele boquete maravilhoso. Às vezes eu sentia que saía um pouco de babinha do pau e se misturava com minha saliva, mas eu já nem ligava.

Acho que a gente tenha passado mais de 20 minutos nesse chamego (não sei ao certo), mas ele começou a respirar ofegante e a fazer pequenos movimentos na cadeira e começou a encostar a cabeça do pau na minha garganta.

Nisso eu senti bastante líquido quente descendo na minha garganta e já sabia que ele tava gozando. Não tive forças pra recuar nesse momento, pois por coincidência eu comecei a gozar também e não tirei a boca, pois eu senti como se aquele esperma na minha boca, fosse o meu que estava saindo. Foi uma sensação esquisita, mas muito gostosa de verdade.

Quando ele acabou de gozar, relaxou e soltou minha cabeça, aí eu saí rápido de debaixo da mesa e fui apressadamente no banheiro do quintal; dando a entender que eu fosse cuspir e lavar a boca, mas chegando lá, me olhei no espelho da pia e abri a boca. Ainda dava pra ver o resto do leitinho dele. Engoli com gosto e ainda lambi os lábios. Passei apenas uma mão molhada na boca e limpei com papel higiênico, um pouco de esperma que tinha sujado meu calção e voltei pra mesa onde estávamos brincando com as cartas de baralho.

Quando voltei, ficamos em silêncio e a gente mal se olhava. Nada foi dito sobre o que aconteceu alí debaixo da mesa. Depois de uns 15 minutos após o ocorrido, eu falei que ia pra casa, pois meus pais tinham marcado hora pra eu voltar.

O Cícero me acompanhou até o portão e abriu com a chave e fui embora meio apressado (minha casa ficava a uns 30 metros apenas da dele).

Passamos uns 3 dias sem se ver (era um feriadão prolongado). Nesse período, quase morro de tantas punhetas. Não conseguia parar de pensar na rola do Cícero e gozei várias vezes imaginando ele nú e deitado em cima de mim. Exatamente nessa posição que eu tinha visto certa vez numa revista. Eu sempre tive uma certa atração pelo Cícero (acho até que ele já tinha desconfiado), mas depois desse contato, eu tive a certeza que queria fazer tudo aquilo mais vezes e até algo mais.

Na nossa cidade tem uma grande barragem e uma grande área de vegetação, onde muitos casais vão namorar a noite, mas pelo dia era quase difícil encontrar alguém.

O Cícero foi lá em casa pela manhã e me chamou pra andar de bicicleta uma 4 horas da tarde, justamente nessa área de matagal, onde tinha uma trilha que dava para a beira da barragem e tinha até umas construções antigas abandonadas, onde ninguém ia lá.

Pois bem, fomos pedalar e entramos na trilha e na metade do caminho (nem era tão longe assim, talvez uns 4km) paramos pra beber água. Ficamos em baixo de uma grande árvore. Depois de beber água, o Cícero disse que ia mijar e colocou o pau pra fora bem ao lado e mijou bastante com as duas mãos na cintura. Quando parou a urina, olhou pra mim e disse: ei Luis... porfavor balance aqui o meu pau, pois estou com preguiça hoje". Eu nem pensei em recusar e de imediato, já peguei e balancei devagar.

O sacana me mandou pegar mais forte pra balançar melhor.

Eu entrei no clima da gozação e disse: se for assim, então você tá querendo é uma punheta... (risos...).

O Cícero então apontou pra uma construção abandonada que tinha a poucos metros e me chamou pra lá. Fomos bem para os fundos e encostamos as bicicletas e o Cícero já tirou completamente a bermuda e ficou com aquela pauzão completamente duro, apontando pra cima e disse: "agora eu quero a punheta que você falou". Nisso, ele já se encostou na pilastra e eu já fui ficando de joelhos e pegando naquela rola (parece que tinha ficado maior). Quando peguei no pau dele, a poucos centímetros do meu rosto, senti o mesmo perfume do outro dia, quando estava embaixo da mesa. Não resisti e comentei: "você sempre coloca perfume assim na rola?" O sacana respondeu: " SEMPRE NÃO. SÓ PRA VOCÊ!"

Nesse fração de segundo, ao ouvir essa resposta, eu me descontrolei e enfiei o pau dele na minha boca e dessa vez chupei com força.

Eu chupava, babava, punhetava...

Ele me mandou lamber as bolas dele enquanto eu punhetava aquele pau enorme. Nossa... foi muito bom!

Eu já estava preparado pra receber uma enorme carga de esperma na boca, quando pra minha surpresa, o Cícero me pegou pelos braços e me colocou de pé. Me mandou tirar a toda roupa de baixo e disse pra eu colocar as duas mãos na parede e abrir bem as pernas. Eu tava com muito medo, pois sabia que ele ia me comer. Nisso, ele colocou o pau bem no meio da minha bunda e me abraçou. Como o pau dele estava muito babado da minha saliva, ficou deslizando muito gostoso pra cima e pra baixo.

Na verdade eu tava era querendo que entrasse e tava demorando muito.

A essa altura, eu só estava com uma mão na parede e a outra estava batendo uma gostosa punheta, enquanto ele ralava na minha bunda.

Tomei a iniciativa e resolvi encaixar a cabeça da rola dele bem na entrada do meu cuzinho e falei: "é aí... vai, com cuidado... força..."

Ele se abaixou um pouco e foi subindo... a cabeça do pau dele foi forçando minhas preguinhas e rompendo a entrada devagar. A essa altura, eu já estava na ponta dos pés pra facilitar e comecei a forçar a bunda para trás. Realmente ajudou muito! Entrou quase o pau todo. Não senti dor em nenhum momento, apenas um leve desconforto que foi coberto pelo tesão.

Ele me abraçando com força e sua rola deslizava forte dentro de mim. Gozei tanto que escorreu na parede daquela construção velha.

Em seguida ele gemeu alto e repetiu umas 3 vezes assim: vou gozar... vou gozar... vou gozar... aaahhhhh....

E me espremeu contra a parede. Até parece que ele estava gozando várias vezes seguidas, pois seu pau não parava de latejar e soltar jatadas de porra dentro da minha bunda.

No final ele tirou do bolso um lenço de seda da mãe dele e molhou com a água de beber da garrafa e limpou todo o pau e aproveitou e passou no meu rabinho também.

Saímos sem falar nada e voltamos pra casa, pois já estava anoitecendo aos poucos.

Na volta pra casa, percebi que a cada pedalada, vazava esperma da minha bunda. No trajeto pra casa eu pensava: "ele já faz parte de mim pra sempre, pois o leitinho dele já está no meu estômago e agora está dentro da minha bunda."

Eu estava feliz e realizado!

Paramos na frente da casa dele e ele falou baixinho: "você é muito gostoso! Eu quero você de novo."

No outro dia, o Cícero foi cedo em minha casa e disse que os pais dele iam visitar uma tia que estava doente numa cidade vizinha (média de 50 km de distância) e que iam depois do almoço e só voltariam a noite.

Como ele não ia por causa do colégio, então me perguntou se eu não queria ficar fazendo companhia a ele depois da escola na casa dele, enquanto os pais não chegavam.

Agora imaginem vocês, caros leitores...

Eu ainda tava com a bunda toda dolorida. Nem aguentava sentar direito.

O Cícero acabou comigo. Meu cuzinho ficou numa situação de dar pena. Mas valeu a pena demais.

Os detalhes talvez eu conte depois pra vocês.

Luiz Ferreira & Cícero da Silva

Cidade de Ribeira do Pombal - BA

O ano foi 1984.

"Muitos de vocês nem eram nascidos ainda."

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