Fodida pelo Médico Velho

Um conto erótico de Cat
Categoria: Heterossexual
Contém 1958 palavras
Data: 15/01/2026 22:09:19

Eu sempre fui uma mulher confiante, sabe? Tipo, eu me sinto bem no meu corpo, gosto de explorar meus desejos e não tenho vergonha de admitir que o sexo é uma parte gigante da minha vida. Meu nome é Cat, tenho 25 anos, sou solteira e adoro uma aventura. Naquele dia, eu tinha marcado uma consulta de rotina no ginecologista para checar o meu DIU. Eu uso há um ano, e tudo sempre correu bem, mas dessa vez... ah, dessa vez foi diferente. Muito diferente. Eu cheguei no consultório pontual, como sempre, e a recepcionista me levou direto para a sala de exame. "Tire a roupa e deite na mesa, doutor já vem", ela disse, com aquele tom profissional de sempre. Eu obedeci, claro. Tirei tudo: calcinha, sutiã, vestido. Fiquei pelada, deitada na mesa ginecológica, com as pernas abertas nos estribos, coberta só por um lençol fino que mal escondia nada. O ar condicionado estava ligado, e meus mamilos endureceram no frio, mas eu me sentia excitada, sabe? Aquela vulnerabilidade me deixa quente.

Esperei uns minutos, ouvindo o tique-taque do relógio na parede. A porta se abriu, e entrou o doutor. Era um senhor de 60 anos, grisalho, com óculos finos e um ar de autoridade que me fez sentir um arrepio. Ele se apresentou como Dr. Silva, mas eu já sabia disso das outras vezes. Só que dessa vez, ele não era o mesmo médico de sempre, o antigo tinha se aposentado, e esse era o substituto. Assim que ele entrou, seus olhos se fixaram em mim. Eu estava ali, nua, pernas abertas, e ele parou na porta, me encarando de cima a baixo. Seus olhos desceram pelo meu corpo, parando nos meus peitos, na minha barriga, e depois... bem, entre as minhas pernas. Eu senti meu coração acelerar. Ele não disse nada no começo, só ficou ali, e eu vi claramente: ele ajeitou o pau na calça. Foi sutil, mas óbvio, uma mão descendo rápido para rearrumar o volume que estava crescendo ali. Meu Deus, aquilo me deixou molhada na hora. Eu não esperava isso, mas caramba, foi excitante.

Ele fechou a porta e se aproximou, sorrindo de leve. "Bom dia, Cat. Tudo bem?" Sua voz era rouca, profunda, com um sotaque que me lembrava velhos filmes. Eu assenti, tentando soar casual. "Sim, doutor. Só vim checar o DIU." Ele pegou a prancheta e começou a puxar assunto, mas não era o papo médico de sempre. "Você é uma mulher bonita, Cat. Deve ter muitos admiradores, né?" Eu ri, nervosa, mas excitada. "Ah, doutor, eu me viro. E o senhor? Como vai a vida?" Ele se aproximou mais, colocando luvas, mas seus olhos não saíam do meu corpo. "Eu? Bem, na minha idade, a vida é mais calma. Mas ver uma mulher como você... acorda coisas antigas."

Ele começou o exame. Pegou o espéculo e o lubrificante, e eu senti o frio do gel na minha boceta. Ele inseriu devagar, abrindo-me, e eu respirei fundo. Mas aí... ele não foi direto ao ponto. Em vez de só checar o DIU, ele começou a mover o aparelho de um jeito estranho. Não era o movimento clínico de sempre, era mais lento, mais profundo, como se estivesse simulando uma penetração. Eu senti o espéculo deslizando para dentro e para fora, devagar, ritmado. "Ah... doutor, o que o senhor está fazendo?" perguntei, minha voz saindo mais ofegante do que eu queria. Ele sorriu, seus olhos fixos nos meus. "Só verificando tudo, Cat. Você está bem apertadinha aqui embaixo. Relaxa, vai."

Enquanto fazia isso, sua outra mão, a que não estava segurando o espéculo, começou a tocar minhas coxas. Primeiro leve, só roçando a pele, mas depois mais firme. Ele subiu pelas minhas pernas, apertando a carne macia das coxas internas, chegando perto da minha boceta. Eu estava ficando louca. Meu clitóris pulsava, e eu sentia o calor subindo. "Doutor... isso é normal?" Ele riu baixo. "Normal? Depende do que você chama de normal. Você gosta, não gosta? Conta pra mim da sua vida sexual. Quantos parceiros você teve? Quantas vezes por semana você fode?"

Aquilo me pegou de surpresa, mas eu estava tão excitada que respondi. "Ah, doutor... eu gosto de variar. Tive uns dez parceiros no último ano, talvez. Faço sexo duas ou três vezes por semana, às vezes mais. Gosto de homens experientes, como o senhor." Ele gemeu baixo, e seus movimentos com o espéculo se tornaram mais intensos. Ele o empurrava mais fundo, girando, como se estivesse fodendo minha boceta com aquilo. Minha respiração acelerou, e eu senti minha xana ficando encharcada. "E você, doutor? Como é a sua vida sexual? Deve ser bom, né? Com toda essa experiência."

Ele parou por um segundo, tirando o espéculo, mas não terminou o exame. Em vez disso, ele colocou a mão diretamente na minha boceta, os dedos deslizando pelos lábios molhados. "Minha vida sexual? Bem, Cat, na minha idade, eu aprecio o que vem. Mas ver uma boceta como a sua... me deixa duro como pedra." Ele mostrou, abrindo o zíper da calça e tirando o pau para fora. Era grande, grosso, veias saltadas, e já estava duro, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Eu engoli em seco, excitada demais para pensar em parar. Ele voltou a me tocar, agora com a mão livre, enquanto a outra continuava explorando minha boceta. Seus dedos entravam e saíam, simulando penetração, e ele apertava minhas coxas, espalhando-as mais ainda.

"Conta mais, Cat. Você gosta de chupar pau? De ser fodida com força?" Eu gemi, arqueando as costas. "Sim, doutor... eu adoro chupar. Gosto de sentir o gosto, de engolir tudo. E ser fodida... ah, eu amo quando um homem me come com vontade, me deixa gozar gritando." Ele acelerou os movimentos, os dedos agora focando no meu clitóris, esfregando em círculos rápidos. Eu estava pingando, o som molhado ecoando na sala. "E você, doutor? O que você gosta? De foder pacientes como eu?"

Ele riu, rouco. "Gosto de tudo, menina. Mas hoje... hoje eu vou te mostrar." Ele terminou o "exame" oficial, dizendo que o DIU estava tudo bem, mas não parou. Em vez disso, ele tirou as luvas e colocou a mão diretamente na minha boceta, masturbando-me com força. Seus dedos entravam fundo, três deles agora, esticando-me, fodendo-me como se fosse um pau. Eu gemia alto, minhas pernas tremendo nos estribos. "Ah, doutor... porra, isso é bom... continua..." Ele apertava minhas coxas com a outra mão, deixando marcas vermelhas na pele, e falava sujo no meu ouvido. "Sua boceta é tão apertada, Cat. Você está molhada pra caralho. Goza pra mim, vai. Mostra como você geme."

Eu não aguentei. Seus dedos me fodiam sem parar, o polegar esfregando o clitóris, e eu senti o orgasmo chegando como uma onda. Meu corpo se contorceu, e eu gemi alto, "Ahhhh, doutor... eu vou gozar... porra, sim!" Ele não parou, prolongando o prazer, me fazendo tremer toda. Quando eu finalmente parei de convulsionar, ele tirou os dedos, lambendo-os devagar, seus olhos nos meus. "Deliciosa. Agora, Cat, é a sua vez de me agradar."

Ele se aproximou mais, o pau duro na minha cara. Eu estava ainda ofegante, mas levantei a cabeça, abrindo a boca. Ele guiou o pau para dentro, e eu chupei com vontade. Era grosso, salgado, e eu senti o gosto forte de homem maduro. Eu lambi a cabeça, girando a língua em volta, depois engoli mais, sentindo-o bater no fundo da minha garganta. "Isso, menina... chupa bem. Mostra como você é boa nisso." Ele gemeu, segurando minha cabeça, fodendo minha boca devagar no começo, depois mais rápido. Eu babava, saliva escorrendo pelo queixo, e usava a mão para acariciar as bolas dele, apertando leve. Ele era experiente, sabia controlar, mas eu via que estava no limite.

Enquanto eu chupava, ele estendeu as mãos para os meus peitos. Meus peitos são cheios, com mamilos grandes e sensíveis, e ele os apertou com força, beliscando os bicos. "Seus peitos são perfeitos, Cat. Tão macios... eu quero morder eles." Ele se inclinou, mordendo um mamilo, chupando forte, enquanto a outra mão apertava o outro peito, amassando como se fosse massa. Eu gemia em volta do pau, o prazer misturado com a dor deliciosa. "Ah, doutor... morde mais... eu gosto assim." Ele obedeceu, alternando entre os peitos, deixando marcas de dente na pele clara. Meu corpo inteiro estava em fogo, e eu chupava mais rápido, querendo fazê-lo gozar.

Mas ele parou antes. "Não ainda, menina. Eu quero foder você de verdade." Ele tirou o pau da minha boca, com um pop molhado, e eu vi o fio de saliva ligando nós dois. Ele me ajudou a descer da mesa, me virando de costas, com a bunda para cima. Eu apoiei as mãos na mesa, pernas abertas, e senti ele se posicionar atrás. Primeiro, ele esfregou o pau na minha boceta, deslizando pela entrada molhada, provocando. "Você quer isso, Cat? Quer meu pau velho te fodendo?" "Sim, doutor... por favor, me fode. Me come com força."

Ele entrou devagar no começo, o pau grosso esticando minha boceta apertada. Eu gemi alto, sentindo cada centímetro. "Porra, você é tão grande... ahhh, sim..." Ele segurou meus quadris, as mãos fortes apertando a carne, e começou a empurrar mais fundo. Era gostoso pra caralho, ele sabia o que fazia, alternando entre estocadas profundas e rápidas, e outras mais lentas, girando o quadril para bater em pontos que me faziam ver estrelas. Eu sentia o pau latejando dentro de mim, as bolas batendo na minha bunda a cada investida. "Sua boceta é incrível, Cat. Tão quente, tão molhada. Você gosta de ser fodida assim, né? Como uma puta safada."

Eu respondia gemendo, empurrando para trás para encontrá-lo. "Sim, doutor... me fode mais forte... ah, porra, eu amo seu pau..." Ele acelerou, o som de pele batendo em pele ecoando na sala. Suas mãos subiram para os meus peitos novamente, apertando-os enquanto me fodia, beliscando os mamilos. Eu estava no céu, o prazer crescendo, meu clitóris roçando na mesa a cada estocada. Ele se inclinou, mordendo meu pescoço, chupando a pele, deixando chupões. "Você é minha agora, menina. Goza no meu pau."

Eu não consegui segurar. O orgasmo veio forte, minha boceta apertando em volta dele, ondas de prazer me sacudindo. "Ahhhh, doutor... eu vou gozar... sim, porra!" Ele gemeu, sentindo minhas contrações, e fodeu mais rápido, prolongando meu gozo. Mas ele não parou. Virou-me de frente, me deitando de costas na mesa, pernas nos estribos novamente. Entrou de novo, agora olhando nos meus olhos, o pau deslizando fácil na minha boceta encharcada. "Olha pra mim, Cat. Vê como eu te fodo."

Ele me comeu assim por minutos, estocadas profundas, uma mão no meu clitóris, esfregando, a outra apertando meus peitos. Eu gemia sem parar, meu corpo todo sensível. "Doutor... você é tão bom... continua, me faz gozar de novo..." Ele sorriu, suado, o rosto vermelho de esforço. "Você é uma delícia, menina. Vou te encher de porra." Ele acelerou, o pau batendo fundo, e eu senti outro orgasmo chegando. Quando gozei de novo, gritando, ele não aguentou. Com um gemido rouco, ele tirou o pau e gozou nos meus peitos, jatos quentes cobrindo minha pele, escorrendo pelos mamilos.

Ficamos ali, ofegantes, ele ainda duro, eu tremendo. Ele limpou-me com uma toalha, sorrindo. "Consulta terminada, Cat. Volte quando quiser." Eu saí do consultório com as pernas bambas, o corpo satisfeito, pensando que aquela tinha sido a melhor "consulta" da minha vida. Quem diria que um ginecologista de 60 anos me faria gozar tanto? Eu voltei em 45 dias, claro. Mas essa é outra história.

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