O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 6

Um conto erótico de fodocasadas
Categoria: Heterossexual
Contém 3139 palavras
Data: 16/01/2026 02:49:01

Bruna estava em casa, entediada. Havia saído cedo do trabalho naquele dia, e eu estava preso em reuniões até tarde da noite. Ela relembrou as aventuras dos últimos meses. Fazia algumas semanas desde que Osvaldo a gravara. Nós dois assistimos aos vídeos várias vezes juntos, e isso sempre terminava em sexo alucinante. Sentia que estávamos nos aproximando mais, tanto sexual quanto emocionalmente.

Toda vez que pensava no que fizera com Osvaldo, sentia culpa imediata. O que sempre a excitava era a reação do marido. Ela fazia tudo por mim. Era uma pena que Osvaldo também aproveitasse. Pensou no plano que havíamos discutido. Ficava envergonhada só de lembrar, mas sabia que me enlouqueceria se ela realmente o executasse. Osvaldo tentava marcar algo novo todos os dias, ligando e mandando mensagens sem parar, mas ela ignorava tudo.

Agora estava deitada no sofá, usando um shortinho de seda bem curto e uma regata, assistindo TV enquanto esperava eu chegar. Foi quando ouviu uma batida na porta. Espiou pela janela e viu Osvaldo. Escondeu-se rapidamente, pegou o celular e hesitou. Ouviu outra batida.

Tomando coragem, mandou uma mensagem para mim: “O Osvaldo tá aqui querendo um docinho.”

Quase imediatamente respondi: “Melhor deixar ele entrar então. Ligo já já.”

Bruna ficou vermelha como um tomate ao ler minha resposta. O plano que discutimos estava se concretizando.

Semanas antes, quando conversamos sobre como revelar a fantasia ao Osvaldo, era exatamente esse o combinado.

Bruna ouviu mais uma batida. Respirou fundo e abriu a porta.

Osvaldo vestia a camiseta branca de sempre, short preto e chinelos. Bruna novamente não entendia como podia agir de forma tão vadia com ele. Então pensou em mim — no meu olhar enquanto ela fazia aquilo — e sua buceta ficou molhada na hora.

— Demorou, hein. Seu maridinho já chegou?

Bruna não respondeu; apenas balançou a cabeça timidamente, olhando para baixo.

Osvaldo sorriu ao ver a resposta e entrou direto.

— Tô morrendo de saudade de você, sabe? Como você me ignorou esses dias, resolvi vir pessoalmente. — Sentou-se no sofá como se fosse dono da casa.

Bruna revirou os olhos enquanto trancava a porta e o seguia até a sala.

— Você não pode aparecer aqui quando bem entende! Alguém pode ver.

— É, não quero que saibam o quanto você é louca pelo meu pauzão — ele respondeu com um sorriso convencido. — Vem sentar aqui e relaxar.

Bruna ficou parada do outro lado da sala, braços cruzados, encarando-o com raiva. Não acreditava nas coisas que já havia feito — e ainda faria — por ele. A única coisa que Osvaldo tinha a favor era aquele pau monstruoso. A personalidade e a aparência ela detestava. No fundo, sabia que era exatamente isso que alimentava meu tesão. Em outras circunstâncias, Osvaldo nunca teria a menor chance com ela — casada ou não. Pau grande ou não.

Bruna percebeu que, sem eu assistindo ou gravando para eu ver depois, seu entusiasmo era bem menor.

Na noite em que foi gravada, estava tão excitada porque sabia que eu a vira sair de casa e ir até a dele — ele morava ao lado. Agora era diferente: eu estava no trabalho, mas sabia que eu ligaria em breve... e isso era a única coisa que a excitava no momento.

— Vem logo, baby. Tô esperando — Osvaldo bateu no sofá ao lado.

Bruna foi relutante, sentou-se ao lado dele. Encolheu as pernas de lado e encostou nele. Sem perder tempo, colocou uma mão no peito dele e a outra por cima do short, apertando o pau.

— Não sou sua baby... — sussurrou.

— Isso mesmo... — Osvaldo olhou para ela, torceu os lábios e passou a mão por trás, agarrando a bunda dela pelo tecido fino do short. — Você é minha vadia.

Bruna estremeceu ao sentir o aperto. Ele era sempre tão bruto. Ela sempre impedia que eu apertasse forte demais. Depois descobriu que isso me deixava louco de tesão — ela permitir com Osvaldo o que não permitia comigo. Agora estava começando a gostar. Calou-se, revirou os olhos, olhou para as próprias mãos e apertou o pau dele novamente.

— Você é sempre tão bruto comigo — gemeu baixinho.

Osvaldo apenas admirava o corpo daquela esposa gostosa encostada nele. Ela olhava para baixo, masturbando-o pelo short. Ele via perfeitamente o arco das costas que terminava naquela bunda perfeita, que ele apertava e chacoalhava sem parar.

— Porque eu pego o que quero. Diferente do seu maridinho!

Bruna ergueu os olhos rapidamente para ele.

Osvaldo sorriu de volta.

— Gosto desse olhar. Esse olhar de desafio antes de você se submeter ao meu pauzão. Tira ele. Quero te ouvir falar sobre ele.

“Deus”, pensou Bruna, “que babaca arrogante. Mal posso esperar pra ver a cara dele quando descobrir por que eu faço isso.” Mas respondeu apenas:

— Não fica arrogante — enquanto encostava a cabeça no peito dele e tirava o pau do short.

O pau monstruoso saltou para fora, e Bruna respirou fundo. Toda vez que o via, ficava impressionada. Osvaldo não disse nada, apenas reclinou mais a cabeça e fechou os olhos, esperando.

Bruna manteve a cabeça no peito dele e começou a masturbá-lo. Não conseguia envolver a mão inteira, e isso sempre a chocava. Uma mão esfregava a barriga grande dele, às vezes descendo para pegar o saco peludo, enquanto a outra continuava brincando com o pau.

— Porra... — sussurrou.

— Melhor começar a falar, vadia, antes que eu enfie na sua boca bonita — Osvaldo resmungou, ainda de olhos fechados.

Bruna não queria. Mas pensou que pelo menos poderia contar tudo para mim depois. Imaginar minha reação fez sua buceta jorrar.

— Última chance, vadia — ordenou ele.

O silêncio tomou a sala. Só se ouvia o som dos movimentos dela no pau dele e os tapas ocasionais.

Após um tapa especialmente alto, a voz de Bruna saiu:

— Porra! Tá... é um pauzão do caralho! Te deixa tão arrogante. Se isso não me deixasse molhada toda vez que vejo, eu tinha te chutado daqui há muito tempo.

— A gente sabe que você é só uma vadia pro meu pauzão. Não resiste.

Bruna revirou os olhos.

— Porque eu sou maior que o maridão? — Osvaldo perguntou, olhos ainda fechados, curtindo o toque e a voz dela.

— Cala a boca! — ela saiu do personagem por um segundo.

— É verdade. Você já gemeu isso alto antes, alto o suficiente pra eu nunca esquecer.

Se Osvaldo pudesse ver, o rosto dela estava vermelho de vergonha. Ela lembrou como perdeu o controle. Não foi por ele — foi pelo pensamento de mim vendo ela agir tão diferente, tão vadia.

Bruna voltou ao personagem.

— Você é um babaca. Mas sim, você é muuuito maior. Tão grosso também. Isso me arrebentaria...

Virou a cabeça para finalmente olhar para ele. Osvaldo abriu os olhos.

— Posso chupar já? — perguntou na voz mais sexy que conseguiu. Odiava falar aquelas coisas sem eu estar presente. Era íntimo demais. Pelo menos da última vez estava sendo gravada para mim.

— Não me decepcione, vadia — respondeu com outro tapa.

Bruna revirou os olhos. Virou o corpo, apoiou os dois joelhos no sofá, empinou a bunda bem alto, inclinou-se sobre Osvaldo, pairou sobre o pau e depois encostou o rosto nas coxas dele, olhando para cima. Passou a língua nas bolas peludas e subiu pelo pau, tudo isso encarando Osvaldo com seus olhos azuis grandes. Foi exatamente nesse momento que o celular tocou. Estava na mesinha ao lado, vibrando. Bruna virou o corpo sem sair do sofá, pegou o telefone e mostrou a tela com o nome do chamador para Osvaldo.

A tela mostrava “Marido”.

Bruna levou o dedo aos lábios num gesto de silêncio. Osvaldo ficou boquiaberto. Ela ia atender mesmo? O pau dele pulsou ainda mais, bem na frente do rosto dela. Bruna viu isso ao baixar os olhos, depois ergueu o olhar para Osvaldo. Inclinou-se devagar e lambeu o pau dele bem devagar. O celular continuou vibrando. Exatamente quando Osvaldo achou que ela não ia atender:

— Alô? Oi, amor.

———————————————————-

Eu estava preso no trabalho, em reuniões o dia inteiro. Claro que tinha que cair tudo numa sexta-feira. Mal podia esperar para passar o fim de semana com minha esposa. Lembrei do plano que ela me contara semanas antes.

Pelo combinado, na próxima vez que ela ficasse com Osvaldo, eu precisava estar no trabalho. Ela me mandaria uma mensagem avisando que ele estava lá, e eu ligaria no meio da coisa, interrompendo. Depois, daria pistas sutis de que sabia deles. A partir daí, convidaríamos Osvaldo para sair, tomar uns drinks à noite e contaríamos tudo sobre a fantasia. Quando ela me falou disso pela primeira vez, fiquei duro na hora só de imaginar algo tão safado.

Já fazia algumas semanas e nada. Na primeira semana, o trabalho foi um inferno — eu ficava o tempo todo esperando a mensagem fatal dizendo que Osvaldo estava lá. Depois os nervos acalmaram e eu até esquecia do tal plano.

A reunião em que eu estava quase terminando quando senti o celular vibrar. Sem chamar atenção, dei uma olhada.

Bruna. “O Osvaldo tá aqui querendo um docinho.”

Meu coração quase saltou do peito.

Respondi na hora: “Melhor deixar ele entrar então. Ligo já já.”

O resto da reunião não acabava nunca. Mais tarde, corri para minha sala, tranquei a porta, sentei e respirei fundo. Abri a gaveta da direita, peguei uma garrafa boa de uísque e um copo de dose. Guardo isso pra quando fechamos um bom negócio. Acho que dá pra chamar isso de ocasião especial. Tomei uma dose e peguei o celular. Fiquei olhando pra tela, respirando fundo pra entrar no personagem.

Disquei pra minha esposa.

Pareceu tocar uma eternidade e eu já estava começando a preocupar que algo tivesse acontecido. Até que ela atendeu.

— Alô? Oi, amor.

— Hm... oi. Você tá ocupada? — perguntei, meio desajeitado, sabendo exatamente o que ela estava fazendo.

— Nãooo, não muito. O Osvaldo tá aqui. Veio pegar um pouco de açúcar emprestado — Bruna deu uma risadinha.

*Slurp. Slurp.*

Ouvi ela se mexendo e uns barulhos de sucção. Saber que ela estava chupando Osvaldo com mim no telefone me deixava louco.

— Acho que eu posso falar com o Osvaldo? — perguntei, tentando manter a compostura.

— Hã? O quê, amor? — Bruna parou de chupar.

— Deixa eu falar com ele — repeti.

Osvaldo estava sentado ali, confuso com o que estava rolando. Ficou chocado que aquela esposa inocente estivesse chupando ele com o marido no telefone. Não acreditava que ela tinha contado que ele estava lá. Isso fez Osvaldo se perguntar o que mais eu sabia. Ele tinha uma cara de pura confusão quando Bruna entregou o celular e disse:

— Meu marido quer falar com você.

Ela voltou a chupar o pau dele, ainda mais apaixonada. Fez questão de ser o mais barulhenta possível. Osvaldo olhou pro celular na mão dele e depois pra loira gostosa entre suas pernas, com o pau nos lábios dela, olhando pra cima.

— Hm... alô? — Osvaldo finalmente falou.

— E aí, Osvaldo? Minha esposa me contou que você tem passado lá em casa ultimamente.

Os olhos de Osvaldo começaram a ficar desesperados, mas vendo que Bruna não estava preocupada, resolveu bancar o ousado.

— É... sua esposa tem sido bem receptiva ultimamente.

Bruna ficou vermelha ao ouvir isso, mas continuou chupando.

— É, foi o que eu ouvi. No meu aniversário, eu pedi pra ela garantir que você chegasse em casa direitinho. Espero que ela tenha feito um bom trabalho pra você naquela noite — disse com voz firme, sem recuar.

Osvaldo agora tinha uma suspeita do que estava acontecendo, mas não acreditava. Não sabia o que dizer.

Então continuei:

— Eu e a Bruna vamos sair pra jantar hoje à noite e tomar uns drinks depois. Encontra a gente no restaurante. Temos umas coisas pra conversar.

— Tá — respondeu ele, forçando a cabeça de Bruna mais fundo no pau com uma mão. — Parece que temos mesmo.

— Coloca no viva-voz.

— Tá... pronto.

— Bruna — chamei. Os barulhos de sucção pararam.

Continuei:

— Dá pro Osvaldo o açúcar bom. Me liga quando terminar. — Desliguei.

————————————————-

Fiquei esperando pacientemente na minha mesa por uns vinte minutos até que chegou um vídeo. Havíamos conversado sobre ela gravar, mas eu não tinha certeza se ela conseguiria.

O vídeo começou com Bruna de joelhos na frente de Osvaldo. Estava de sutiã e um shortinho que parecia estar enfiado na bunda. Olhava direto pra câmera com aqueles olhos azuis, lambendo as laterais do pau dele.

— Então você tava fazendo isso pro seu marido? — ouvi Osvaldo perguntar.

Bruna não respondeu, mas deu um sorriso safado pra ele e mergulhou no pauzão sem tirar os olhos da câmera.

— Acho que essa é a resposta — Osvaldo disse.

Foi como se um interruptor tivesse ligado naquela esposa. Assim que ele começou a gravar — provavelmente pro marido —, ela virou uma cadela no cio. Era difícil pro Osvaldo ficar decepcionado com a linda Bruna chupando o pau dele, mas no fundo ele sonhava que aquilo tudo fosse realmente por ela. Antes desse giro inesperado, Osvaldo já pensava em aparecer em casa e foder Bruna do jeito que achava que ela queria. Mas não ia estragar o que quer que estivesse rolando. Resolveu entrar no jogo e ver no que dava.

— Qualquer pergunta que você quiser fazer, pode perguntar pro meu marido hoje à noite no jantar — Bruna parou um segundo e disse. — Só curte isso e goza logo, porra.

Ela pegou o pau com as duas mãos e começou a chupar com força. Osvaldo não falou nada, só aproximou um pouco a câmera e ficou olhando Bruna trabalhar. Depois de cinco minutos sem parar, Bruna começou a cansar um pouco. De repente ouviu Osvaldo fazer uma pergunta grossa.

— É maior, né?

— Hã? — Bruna fez uma cara estranha.

— Meu pau. É maior que o do seu marido. Né?

Bruna não respondeu, só ficou olhando pra câmera enquanto lambia brincalhona a lateral do pau dele.

— Você vai mandar esse vídeo pro seu marido, né?

Bruna assentiu.

— Então fala. Confia em mim. Ele provavelmente quer te ouvir dizendo isso.

Bruna ficou envergonhada — mesmo já tendo dito antes, era no personagem. Ela e eu sabíamos que era verdade, mas nunca tinha dito assim. Como uma admissão pra nós dois de que aquele homem inferior era muito mais dotado que o homem que ela amava. Sabia que isso me deixava louco. Respirou fundo, olhou pra câmera e disse:

— É maior.

— O que é maior? — Osvaldo insistiu.

— Seu pau... — sussurrou.

— Imagina como seria bom te sentir?

Ela balançou a cabeça.

— É grande demais. Ia doer muito...

Osvaldo riu.

— Talvez no começo... mas depois você ia sentir um prazer que seu marido nunca poderia te dar.

Bruna não respondeu, só lambeu as laterais do pau, sentindo cada centímetro.

— Caralho, que delícia — Osvaldo grunhiu.

Ela respondeu engolindo a cabeça toda e quase a base inteira até o nariz encostar nos pelos pubianos dele.

— Isso. Meu pauzão tá na sua boca. O que seu marido ainda sonha em sentir, eu já senti várias vezes. E com certeza vou sentir mais no futuro.

Ele agarrou o cabelo dela e começou a foder a cara dela enquanto ela olhava pra câmera.

— Seu marido é um cara de sorte casado com uma mulher como você. Respeito ele por dividir você comigo. Então vou dar pra você e pra ele o que vocês precisam.

Bruna só o encarou enquanto ele gravava. A mão dele finalmente relaxou no sofá e deixou ela trabalhar.

— Fala pra ele que você vai engolir minha porra de novo. Algo que você nunca fez pra ele.

Ela respondeu olhando direto pra câmera com aqueles olhos grandes. Imaginou eu assistindo isso no trabalho, precisando me aliviar enquanto o vizinho gozava na boca da minha esposa.

— Fala! — Osvaldo rosnou de novo.

Bruna só masturbou o pau com as duas mãos enquanto chupava com paixão. Olhando pra ele e pra câmera.

— É tão grande... tô começando a viciar no gosto. Porra! Você e esse pauzão me deixam louca! Goza pra mim! Deixa eu engolir toda a sua porra. Por favor!! Eu quero!!

Bruna implorou. Estava perdida no personagem. Realmente começava a amar o pauzão do Osvaldo. Só não suportava o homem que vinha junto. Isso não impedia de fazer um show pro marido. Ele tinha despertado uma paixão lasciva que ela nem sabia que tinha. Adorava se sentir safada. Mas tinha certeza que era porque o marido a fazia se sentir tão segura. Sabia que era uma aventura e queria vivê-la com ele.

Osvaldo não aguentou e finalmente gozou tudo na boca de Bruna. Ela engoliu goles inteiros enquanto olhava pra câmera com os olhos azuis. Depois de algumas engolidas, abriu a boca pra mostrar quanto ainda tinha antes de dar o gole final.

— Hmmmm... seu safado, tem um gosto tão bom! — Bruna deu risadinhas.

Limpou ele e depois passou a boca no travesseiro do sofá. O vídeo acabou.

Fiquei ali, atônito com o quão quente tinha sido aquele encontro entre Osvaldo e Bruna. Mandei mensagem pra ela que estava indo pra casa logo.

Bruna mandou Osvaldo embora logo depois que terminaram. Disse que mandaria mensagem com o lugar e o horário para ele aparecer.

Osvaldo não discutiu e saiu com um sorriso no rosto.

————————-

Bruna subiu imediatamente e tomou um banho. Percebeu que toda vez que ficava com Osvaldo precisava se limpar depois. Principalmente antes de beijar o marido! Sentia que aquilo lavava a culpa, como se fosse necessário. O principal era que também não queria desrespeitar o casamento. O marido não a achava suja e não se importava, mas mesmo assim ela sentia que era algo que devia fazer.

Depois de um banho longo e quente, Bruna estava enrolada numa toalha curta, com o cabelo molhado, pensando no que vestir à noite. Algo elegante, mas sexy. Encontrou um vestido cinza decotado que abraçava o corpo perfeitamente. Eu já tinha dito que ele fazia a bunda dela parecer ainda mais incrível do que já era.

Enquanto escolhia joias para combinar, ouviu quando eu cheguei em casa.

Entrei no quarto e vi a silhueta linda dela ainda se arrumando.

— Não acredito que a gente vai fazer isso — foi a primeira coisa que eu disse, com uma expressão de puro desejo no rosto.

— Fiz direitinho pra você? — perguntou ela, me dando um beijo só de toalha.

Deslizei as mãos pelas costas dela e tentei passar por baixo da toalha para pegar a bunda, mas ela segurou minha mão e me parou.

— Anda, toma banho logo. Não temos tempo pra bagunça agora. A gente brinca... depois — Bruna disse com um sorrisinho malicioso. Deu risadinhas ao ver minha cara de decepção.

Eu fiquei arrasado depois de passar o dia inteiro excitado. Precisava de um alívio com ela. No banho, fiquei pensando como tudo isso era loucura. A situação inteira... o que estávamos prestes a fazer. Acabei me masturbando ali mesmo. No fundo eu estava furioso! Osvaldo ganhou um boquete antes de sairmos e eu ali, batendo uma? Porra! Me deixava louco de ciúmes, mas... por que isso também me excitava tanto ao mesmo tempo?

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Comentários

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Embora esteja no sexto capítulo e foi só chupação até agora,o autor está sabendo levar a história. Não vejo humilhação,a esposa faz isso combinado em ser suja e o marido está de acordo.

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Espero que ele tenha um pingo de hombridade e tome as redias dessa situações que, pra mim, está patética!!!

Em breve ele terá que pedir autorização ao dono da esposa para encostar nela, !!

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