Precisava vender o imóvel....

Um conto erótico de Corretora de Imóveis
Categoria: Heterossexual
Contém 1362 palavras
Data: 16/01/2026 05:48:30

Entrei no ramo de corretor de imóveis bem cedo, até pq meus pais, desde que me entendo por gente, sempre foram da área, era a conversa que predominava na minha casa, independente do horário e o que estávamos fazendo, até em passeios no fim de semana, surgia a tal compra, a tal venda, e alguma forma absorvia a profissão do meus pais, não me via fora do ramo.

Foi uma alegria qdo vendi meu primeiro imóvel, foi um misto de alegria, satisfação e orgulho para meus pais, comemorarmos em uma pizzaria maravilhosa, escolha dos meus mentores.

Sobre o relato que vou estrear reportando nessas entrelinhas, foi um ato de desespero e de tesão tbm, claro que queria fazer o que eu fiz, e confesso que amei e repetiria se pudesse.

Conheci o Marcos e a sua esposa através de um amigo de infância, eles estavam à procura de um imóvel, como retornavam a nossa cidade, depois de dez anos fora, perderam a referência , não sabiam a quem procurar, e esse amigo em comum passou o meu contato, em uma tarde recebi a ligação de um número desconhecido, imaginei que pudesse ser a pessoa que o Anderson tinha comentado e de fato era a Carla, era um final de tarde em plena sexta-feira quando me programava pra um bate e volta no interior de Minas Gerais.

Resenha cancelada, marcamos de nos encontrar no dia seguinte, até porque eles tinham celeridade em adquirir o imóvel, questões pessoais que não quis falar e obviamente eu não quis saber e pra mim o interesse era a venda, pela conversa no telefone e eu tinha exatamente o tipo de residência que eles procuravam.

No sábado bem cedo ficamos por cerca de uma hora vendo tudo, o Marcos, esposo da Carla, era um negro alto, encorpado, e mais calado, mas a Carla, baixa estatura, branca, olhos claros, magra, e na casa e no quintal olhava cada detalhe, não fechamos mas estava certa que iríamos fechar, não pressionei, algo dizia que iria daria certo.

Na quarta-feira, quatro dias depois que eles estiveram na casa, caiu um dilúvio pela manhã, e a tarde com a pausa da chuva o Marcos entrou em contato e pediu pra ir a casa, pq queria ver como o imóvel resistiu a toda aquela chuva, queria ver se tinha goteira, se a chuva molhou a parte interna, já que São Pedro não estava de brincadeira, tinha sido chuva e vento.

Aceitei e com horário ajustado, infelizmente o Marcos chegou atrasado ao nosso encontro por cerca de trinta minutos, eu o esperava com muita ansiedade, precisava vender aquele imóvel, e estava disposta a qualquer coisa, já que estava algum tempo sem vender nada, e deixei a minha loucura fluir, fui vestida com um macaquinho de lycra verde claro, como sou morena, a roupa de academia dava ênfase as minhas curvas, na casa tirei a calcinha, coloquei na bolsa, passei perfume no suor, estava pronta pro crime, pedi desculpas pela roupa e o safado não disfarçava o olhar, parabenizou e disse que a saúde tem que estar em primeiro lugar, perguntou como era a academia onde treinava, e nao disfarçava o olhar pro meus seios, sempre repetitivo dizendo que era importante exercitar.

Aproveitando toda a investida visual perguntei o que faltava depois da visita pra fechar o negócio, e o Marcos disse que nada, estava satisfeito, a esposa tinha gostado, e que a chuva foi o cheque mate pra fechar, e o que ele estava vendo, a casa intacta diante da quantidade de água que tinha caído, era o suficiente, eu ouvindo tudo aquilo, estava louca pra fazer merda, a última merda do ano, era dezembro de 2018, disse que ele teria um brinde, claro que ele entendeu que o brinde era só pra ele, Marcos não parava de me olhar, a casa não era mais a importância, e me aproximei do cliente que não fazia questão de disfarçar os olhares pra minhas tetas volumosas e perguntei se ele aceitaria um boquete, e a mão já apalpando seu piru.

O cliente ficou completamente sem ação, os homens são assim, alguns, nos atacam, nos cobiçam com os olhos, mas retraem quando atacados, já bem próximo a ele, com minha mão direita apalpando seu pau que crescia de forma célere e volumosa, nos encaramos e o olhar do Sr Marcos era penetrante , me sentia nua, quando ele tentou me beijar na boca, me agachei e coloquei pra fora com dificuldade a sua piroca, na minha frente, passei a masturba -lo e a lamber as bolas, além de depilada estava cheirosa, era grossa e grande, o cliente me olhou, eu olhando pra ele e agachada chupando seu pau, o telefone celular dele tocou, eu peguei no bolso da calça, o entreguei, ele atendeu, era a esposa perguntando como estava a visita, e eu chupando aquela piroca, afinal, brinde é brinde.

Passei a chupar com mais vontade, a ligação me dava mais tesão para chupar aquela tromba, e eu passei a engolir até onde dava, lágrimas desciam pelo meu rosto, chupei, lambi, e ele na ligação respondendo a esposa que fazia várias perguntas, o pobre coitado tentando controlar o gemido, eu assistindo suas reações não parei, queria levar uma gozada na cara, até que ele me passou o telefone e a Dona Carla passou a falar comigo e enquanto ouvia seus questionamentos, mantinha a chupada e pausava pra responde-la, ela falava eu voltava a chupar, suas dúvidas não findavam, eu sustentando no agachamento, passei a balbuciar pro Marcos que queria leite na boca, e o provocava ouvindo a Carla perguntando sobre indicações de profissionais para reformar a casa, qdo comecei a falar veio o jato de porra na minha cara, fechei os olhos, e disse que tinha boas indicações, caiu esperma no aparelho telefônico, e veio mais um jato de porra, desta vez na boca, engasguei, me recompus, pedi desculpas, e disse que enviaria os números pelo whatsapp, e mais um jato de porra desta vez fraco que caiu nos meus seios, e a Carla pediu pra falar com esposo novamente, o pobre coitado com a mão na boca pra prender o gemido, se contorcendo, entreguei o telefone e passei o dedo na porra caída na minha teta, chupei os dedos, e passei a limpar a piroca do Marcos com a boca,ele tem uma porra doce e viscosa.

Dona Carla desligou a ligação, o Marcos visivelmente aliviado por conta da gozada, se ajeitou, me chamou pra lanchar, agradeci e disse que precisava colocar os papéis pra correr na imobiliária, já de pé, precisei recusar mais uma vez o convite, alegando não estar com a roupa apropriada, mas aceitaria em outro momento.

Ele se foi na esperança de conseguir mais um encontro a sós comigo, e eu deixei claro que aceitaria.

A venda foi concluída, passei a usar a estratégia de dar brindes para os clientes, impressionantemente a venda concretizava mais rápido adiantando os brindes, claro, somado a bons imóveis.

Saí mais umas cinco vezes com o Marcos que passou a indicar clientes, acredito que a esposa dele sabia dos nossos encontros , eu tinha essa sensação, ela mantinha contato comigo pelo telefone.

Marcos parecia mendigo, cheio de fome, sempre muito afoito qdo me comia, acredito que não fodia em casa, e obviamente que cobrava qdo rolava sexo anal, boquete e buceta não, mas o meu cuzinho eu pedia Pix, piroca dele me machucava muito,.

Eu estava matando dois coelhos com um tiro só, como diz o ditado popular.

Até mulher já chupei pra dar o brinde pra fechar aquisição do imóvel, e o inusitado que aconteceu em cima da pia da cozinha, foi excitante vê a cliente se contorcendo toda, saia ajudou e a calcinha pro lado, e a minha boca na sua xana pequena e rosada, isso se deu na casa que eu vendi ao lado da minha, nunca tinha chupado buceta, acho que fui bem, já que a venda aconteceu.

É isso, meu segredo de venda é dar o brinde no momento certo.

Estou pra fechar uma venda para um casal de homens, torço pra conseguir dar o brinde, não custa tentar, torcem por mim.

Bjs até a próxima

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