Novinha provocando meu vizinho mais velho e tarado. Parte II

Um conto erótico de Lou
Categoria: Heterossexual
Contém 2794 palavras
Data: 16/01/2026 09:50:43

Oi meus amores, depois do dia que eu brinquei com Cris, fiquei uns dias sem ver ele, e teve um dia que eu encontrei ele quando estava chegando da escola e ele veio comigo.

- Oi Lou, tô precisando de alguém pra limpar a minha casa, vai fazer de novo?

Eu respondi. Se vc pagar igual aquele dia, eu faço. E ele já abriu um sorriso sacana e falou.

- Se vc fizer igual aquele dia eu pago.

Eu pensei por uns cinco segundos e falei. Tá bom. Só vou deixar minhas coisas em casa e já te chamo. Subi em casa, comi alguma coisa, tomei um banho rápido e quando fui te vestir eu pensei, eu tinha comprado umas calcinhas mais sexy com o dinheiro que ganhei dele, como era ainda uma menina, a minha mãe que comprava as minhas calcinhas e eu já estava com vontade de vestir calcinha de mulher adulta, já me sentia uma mulher e aquelas calcinhas de menina me incomodavam, e quando eu fui vestir a roupa eu pensei, de que adianta ter uma baixinha dessas e não mostrar pra ninguém né? Então vesti uma calcinha, a menor que eu tinha comprado, era vermelha só um fio mas laterais, um triângulo mínimo na bunda e na frente completamente transparente, eu doida pra dar, mas na época não era tão simples e pensei, ah que se foda, se ele tentar eu vou dar, vou parar de fazer cu doce. Vesti um shortinho Tactel bem curto e uma camisa de malha sem soutien, chamei ele da varanda, ele apareceu e mandei ele abrir pra mim, ele já abriu um sorrisão e foi correndo abrir, entrei ele falando coisas aleatórias, subi na casa dele e fui na cozinha e falei. Vou começar por aqui. E ele falou.

- Vou fazer um negócio ali no quarto, pode ficar a vontade, bem a vontade, sinta-se em casa. E saiu rindo.

Eu sem me fazer rogada, doida pra ganhar mais um dinheiro que aquele tinha rendido bem, tirei a minha camisa ficando de peitos de fora, tirei meu short ficando só com aquela calcinha minha que estava cheia de orgulho, Cris ia ser o primeiro homem a me ver com uma calcinha daquele estilo. Tava lá limpando a cozinha, lavando louça concentrada no serviço, tinha até esquecido do Cris, quando ele chega me encoxando já peladão de pau duro na minha bunda, agarrando meus peitos, eu tomei um susto, mas tomei um susto. Dei um pulo e falei brigando. Porra Cris quer meu marido do coração? Caralho que susto. E porta vc tá pelado.

Ele me olhando com aqueles olhos cheio de tesão e falou.

- Desculpa Lou, vc tá demais, vc me surpreendeu, eu não esperava te ver assim.

Eu olhei pra ele e falei. Mas não era isso que a gente tinha Combinado? Ele falou.

- Achei que iria te encontrar no máximo de soutien, juro que fiquei surpreso. E essa calcinha tá linda em vc, tá uma delícia, vc tem corpo lindo.

Eu ri e pensei, o coroa taradão em cima de uma ninfetinha de XV aninhos, e falei com ele? Gostou da calcinha? Comprei com o dinheiro que vc me deu. E me olhando com aqueles olhos do lobo mau em cima da chapeuzinho vermelho, e falou.

- Foi o dinheiro mais bem gasto da minha vida. Se eu te pagar vc vai comprar mais dessas? Da uma voltinha pra eu ver.

Eu sem me fazer de rogada, já sentindo a xota formigando fiz igual modelo, coloquei as mãos na cintura e dei uma voltinha e falei. Eu já comprei três, e bem provavelmente com o dinheiro que vc vai me dar eu vou comprar outras. Ele falou.

- E vai me mostrar? Eu mereço!

Eu ri e falei. Quem sabe! E ele falou.

- Nossa vc tá uma mulher já, te vi pequena outro dia.

Eu olhando aquilo e pensando, não precisa querer ficar me impressionando não, eu já resolvi que vou te dar. E ele me puxou pra perto dele, pegou nos meus peitos, com a outra mão na bunda, me olhou no olho e falou.

- Vamos lá pro quarto?

Eu olhei no olho dele e perguntei. Vc tem camisinha? Caralho ele fez uma cara de espanto, acho que ele jamais acreditaria que iria falar um negócio desses, ele com um sorriso estalado no rosto falou.

- Claro que eu tenho.

E eu falei. Então vamos. Ele já me puxou pro quarto dele, já foi no guara roupas e pegou a camisinha deixando ela do lado, eu já me deitei na cama, ele já veio pra cima de mim, já chupa do meus peitos, mas chupando com vontade, o cara parecia que tava com fome, na verdade devia fazer tempo que ele não via um corpinho novinho com tudo em cima igual o meu. Ficou me chupando uns minutos, e foi descendo na barriga, chegou na minha buceta e ficou olhando, e falou.

- Que lindo, toda transparente.

Nisso ele começou meio que chupar a minha buceta por cima da calcinha, eu sentindo meu mel já escorrendo, e quando ele foi tirar a minha calcinha eu falei. Espera! Na hora ele tomou até um susto. Acho que ele pensou que talvez eu fosse desistir, e perguntou.

- O quê? Tô rápido demais?

E eu falei, tá. Ele me olhando com aquela cara de apreensão pensando que não seria possível chegar até ali comigo e eu desistir, e eu falei. Vc tá muito rápido, deixa eu te chupar primeiro. Eu tava decidida, que iria parar de fazer frescura, eu queria ser uma mulher decidida, e era a primeira vez que estava tomando a iniciativa com um homem, ele me olhou com uma cara de alívio e felicidade e falou.

- Claro, fica a vontade.

Eu já fui pra cima dele peguei no pau dele e chupei, fiz o melhor que eu podia na época, claro que aprendi muito com o tempo, mas na época eu fiz o melhor que eu podia, chupei com vontade e ele adorando me elogiando, eu me achando o máximo, já tirei a minha calcinha, peguei a camisinha, eu mesma coloquei a camisinha nele, não tinha muita prática, era tbm a primeira vez que eu mesma colocava a camisinha, então eu coloquei a camisinha nele e sentei, não sabia cavalgar direito, mas eu adorava dançar funk na época e sabia rebolar gostoso, e fiquei mais rebolando no pau dele do que cavalgando em si, até que eu levantei, fiquei de quatro e falei com ele. Agora vem aqui. Ele já levantou afoito, e veio pra trás de mim, quando eu esperava ele enfiar a rola em mim, ele foi com a boca me deu uma chupada que soltei até um gemido que eu nem sabia que sabia fazer, e falei. Nossa gostoso, não estava esperando. Ele me olhando com aquela cara de felicidade e falou.

- É linda, gostou?

Eu falei. Sim, foi gostoso. Então ele voltou a me chupar comigo de quatro, chupava com vontade. Até que teve uma hora que ele levou a língua até no meu cu, aquilo me deu um arrepio na espinha, mas eu tomei um susto e até tranquei a bunda, e falei. Não aí não. Nisso ele foi me chupar de novo e eu falei. Não chega, me come. Ele sem responder foi guiando o pau dele na entrada da minha bucetinha e enfiou, o safado sabia meter, metia gostosinho, metia e eu lembrando daquelas mulheres noa filmes gemendo igual umas louças com os caras metendo nelas de quatro, lógico que não gemi daquele jeito, mas tava tentando me soltar, então eu dava uns gemidinhos, ele ficou me fudendo de quatro um bom tempo, tava gostoso, até que ele pediu pra ué ficar de frente e veio num papai e mamãe tbm gostoso e meteu até gozar, na hora que ele gozou, caiu de lado, eu ainda não sabia o que era orgasmo, não gozei mas tinha sido bem gostoso, a minha melhor transa até então, fiquei uns minutos ali respirando, tentando me acalmar, então eu me levantei fui vestir a minha roupa, quando eu voltei pra falar com ele que eu não iria limpar a casa dele, ele já estava me esperando com um dinheiro na mão e falou.

- Aqui seu dinheiro que eu te prometi.

Eu olhei pra ele e falei. Não, eu não limpei a sua casa, e nem vou limpar, tô indo embora, e ele falou.

- Não, pode pegar, é seu.

E eu falei. Não, não quero ganhar dinheiro por isso. E ele falou.

- Isso o que?

Eu falei. Ah Cris, não quero dinheiro pq eu transei com vc, não te dei por dinheiro, eu te dei pq eu quis. E ele abriu um sorrisão e falou.

- Não linda, não pensa isso não. Pensa como um presente, vc é uma menina que eu gosto, e tô vendo que vc já tá querendo ter as suas coisas, querendo correr atrás do seu, pode pegar, compra umas roupas pra vc, compra mais calcinhas lindas dessa e depois vc me mostra, vai, pode pegar.

E eu peguei e falei. Tá bom, vc é um lindo, obrigada. Dei um selinho nele e saí, só quando eu cheguei em casa que eu fui ver o dinheiro e tinha duzentos reais, aquilo na época era muito dinheiro pra mim, era quase um salário mínimo, era como se hj ele me desse uns mil e duzentos reais mais ou menos, imagina uma menina de XV anos com esse dinheiro, é uma fortuna. E depois desse dia eu pensei, poxa, hj eu tomei a iniciativa e foi bem legal, esse negócio de ficar fazendo doce não está com nada, e ele não sabe, mas a partir daquele dia que eu me tornei a safada que eu sou hj. Nunca mais fiz cu doce, se me desse vontade de dar eu dava, as vezes dava até sem vontade mas pela circunstância, eu dava tbm.

Só que depois desse dia, fiquei um tempo sem vê o Cris, conheci meu primeiro namorado, comecei a namorar, ele tbm já começou a namorar. Então até então não rolaria maisDepois de um tempo que eu mal falava com o Cris, minha vida tava corrida entre escola, procurar casa dos parentes e amigas da minha mãe pra fazer faxina pra conseguir meu dinheirinho, e namorado. Encontrei com o Cris na porta de casa, eu estava voltando da casa de uma tia depois de uma faxina, e ele veio puxar papo comigo.

- Oi Lou, quanto tempo, vc sumiu, o que vc tá fazendo da vida? Poxa tô precisando de uma faxina lá em casa.

Nisso ele me deu um abraço. Eu olhei pra aquela cara de safado e falei. Oi Cris, tudo bem, a minha vida tá um pouco corrida, como vc mesmo disse, tô correndo atrás do meu né! E ele falou.

- Fico feliz de ver vc assim, vc é uma menina especial. Parabéns, mas já que vc tá querendo ganhar dinheiro, que dia vc vai lá em casa fazer aquela faxina.

Eu pensando, que cara de pau. E falei com ele, ah Cris, melhor não né! Tô namorando. E ele falou.

- Tá doida menina, eu tô falando de fazer faxina,

E eu rindo falei. Larga de ser cara de pau Cris, vc é safado, eu sei que vc não quer faxina, vc não vai se controlar, e eu não quero pq estou namorando. Não quero fazer isso.

Claro que isso foi antes da primeira traição né, depois que eu trai meu primeiro namorado a primeira vez, eu nunca mais me importei, trai em todos meus relacionamentos, mas na época ainda era um pouco inocente. E ele com uma carinha de safado falou.

- Poxa vc me falou que iria me mostrar as calcinhas que vc comprou e não mostrou.

E eu falei. Eu não falei que iria te mostrar, falei quem sabe, mas estou namorando. E ele falou.

- Tudo bem que vc tá namorando, eu só queria ver, acho que eu mereço.

Eu sabia do que ele estava me falando, ele tinha me dado uma boa grana na época, e pensei, poxa ele merece mesmo, só mostrar não tem nada demais, e falei. Tá bom, vai lá na sua varanda que eu te mostro. Ele arregalou um sorrisão e falou.

- Sério?

Falei. Sim, só vou tomar um banho e te mostro. E ele falou.

- Beleza, já tô entrando.

E entrou, meio que com pressa, e eu fui entrando lentamente viajando nos meus pensamentos. Vou me exibir pro Cris, tava com um frio na barriga, xerequinha já formigando. Eu pensei, que se foda, vou brincar com ele, ele é confiável, posso brincar com ele, e eu estava adorando atrair os olhares dos homens, então entrei em casa, quando eu cheguei no meu quarto, ele já estava na varanda. Só pra lembrar que a varanda da casa do Cris da de frente pra janela do meu quarto e para o nosso terraço. Eu entrei no quarto, olhei pra ele, mas não nos comunicamos, eu então tirei minha camisa, tirei o soutien, só olhava pra ele de canto de olho, abaixei meu short, fiquei só de calcinha, ele ali me olhando atentamente, eu já estava com uma calcinha fio dental porém mais simples, um pouco mais comportada, dei uma volta pelo quarto, aquela sensação de eu estar ali semi nua só ora ele me ver tava me dando um tesão absurdo, eu estava quase gozando sem sequer me tocar, foi ali naquele momento que eu virei a exibicionista safada que sou hj, aquela sensação estava muito gostosa, então peguei a minha toalha e saí, entrei no chuveiro deixei a água cair no meu corpo, aliviando o calor e o tesão, nessa época eu ainda nem me masturbava direito, passei na mão na xota um tempo, sensação gostosa eu lembrando dele me vendo, e pensei, caramba já estou aqui um tempão, ele deve até ter desistido já, e fechei o chuveiro, eu queria mais daquilo. Então me enxaguei rápido e voltei pro quarto enrolada na toalha torcendo pra ele ainda estar lá, e claro que estava, com a mesma carinha de safado dele. Entrei olhando ele nos olhos, e ele fazendo caras e bocas pra mim, deu até vontade de rir, só não ri pq o tesão era maior, então eu entrei olhando nos olhos dele, e depois que eu tirei os olhos dele, fingi que ele não estava ali mais, eu enrolada na toalha, abri a toalha lentamente, deixando meu corpo todo nu ali para meu admirador, bucetinha já melando, terminei de me enxugar, bem lentamente, depois enrolei a toalha na cabeça, me virei de costas pra ele, a gaveta de calcinha era a primeira de baixo, então abaixei sem dobrar os joelhos, deixando meu rabo e talvez até minha bucetinha ali, toda a mostra pra ele, já sentia ela querendo escorrer de tesão, fiquei procurando uma calcinha bem safada pra mostra pra ele, então achei uma rosa bem clarinha, de renda, bem cavada, deixando o rabo todo de fora, me vesti de costas pra ele, e dei umas voltas pelo quarto como se estivesse numa passarela, mas sem olhar diretamente pra ele, só olhava de canto de olho, dei uma voltas para que ele apreciasse bastante do meu corpinho, fiquei desfilando ali só de calcinha e peito de fora, ele com um sorriso estalado no rosto, e depois eu fiquei pensando, se não tiver ninguém na casa da mãe dele que era embaixo, ele poderia até bater uma punheta ali que ninguém iria ver, nem eu já que tem um meio muro, eu só enxergava dos ombros pra cima. Então fiquei ali desfilando pra ele, até que eu olhei ele nos olhos, fui andando em direção da janela, ele me olhando com aquela cara de safado com aquele sorriso estampado no rosto, eu então abri um sorriso, mandei um beijo e fechei a cortina.

Nossa aquilo tinha sido muito gostoso, depois eu deitei na cama e fiquei esfregando o travesseiro na minha buceta um bom tempo, eu queria gozar, mas na época eu não sabia como fazer, e fiquei esfregando o travesseiro na minha buceta tanto que até tive que trocar a fronha de tanto tesão que eu estava.

Depois disso, aconteceu várias vezes, mas várias vezes, o Cris virou meu vouyer favorito, meu vouyer de confiança, até depois de velha, eu saí da casa da minha mãe com trinta anos, até essa época, se eu visse ele parado na varanda, olhando pra mim, e se eu tivesse como me mostrar pra ele, eu sempre dava uma alegria pro dia dele, isso foi nossa diversão por muito tempo.

Mas eu vou contar no próximo conto que sse já ficou longo demais.

Beijo meus amores, espero que estejam gostando das minhas primeiras experiências sexuais.

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