Reunião de condomínio é um saco e o perigo de confusão muita vezes é real. A partir de agora, entretanto, mudei minha opinião e não vou perder mais nenhuma, pelo menos no prédio em que trabalho.
Tenho uma sala num prédio comercial de 6 andares, um condomínio pequeno e ainda bem que organizado. A síndica é profissional, ou seja, alguém que recebe para cuidar dessa bronca que é condomínio; no caso desse prédio, isso vem funcionando com sucesso há muito tempo. As reuniões, por escolha do pessoal, sempre são às 18h, para que todos possam comparecer.
Certo dia, cheguei um pouco atrasado e, se já não tinha muito condômino, como sempre, muitos dos que foram já tinham ido embora, só restavam três pessoas e mais eu, numa pauta ordinária sem dificuldades. A reunião acabou pouco depois e resolvi esperar um condômino que parecia um ENEM de tanta pergunta que fazia a MARTA, a síndica. MARTA tem quase quarenta anos de idade, loira, meio gordinha, tem duas crias, divorciada, cara simpática mas um estilo de mulher brava, sempre risonha e ao mesmo tempo responde tudo de forma enfática.
Esperei com paciência o mala em alça ir embora e, enquanto o ajudante da síndica arrumava as coisas, computador, projetor, etc, pedi um resumo a MARTA sobre a reunião, só por desencargo de consciência. Ele resumiu tudo em um minuto e eu já ia agradecer quando falei:
- MARTA, e sobre a questão do problema na cobertura?
- Que problema?
- O pessoal do sexto andar falou sobre um barulho que fica ouvindo e suspeita de vazamento
- Ninguém falou, se bem que ninguém do sexto veio para a reunião. Como é o problema?
- Pelo que entendi, eles ouvem como se algo estivesse batendo com o vento lá em cima e tem uma sala que acha que está com infiltração
- O servente foi olhar na cobertura?
- Não sei
Ela disse ao ajudante que terminasse de arrumar as coisas, colocasse tudo no carro que ela ia lá em cima comigo, dar uma olhada. Eu não tinha me voluntariado para ir na cobertura (tem uma passagem do sexto andar com porta, que dá para o teto), mas não neguei. No elevador, a conversa:
- Às vezes eu me pergunto por que gosto de ser síndica, MARTA falou
- Porque você é competente
- Ah, obrigada, mas é muita bronca. Muita reunião
- Pois eu pensei que você com esse vestido já iria para uma festa depois daqui
- Esse vestido? Tão batido, botei na carreira para sair de casa (o vestido era de estampa coral, destacava os seios médios dela, sem nada de sensual, bem como a barriguinha do excesso de peso era notada, porém ela ficou bonita nele).
- Pois está linda!, elogiei sem maiores pretensões
- Só você mesmo para me fazer rir numa hora dessas
Subimos na cobertura e, sem dificuldades, descobrimos que o barulho era uma telha de metal que estava se soltando e o vazamento somente quando a sala apontasse o local. Isso não levou 3 minutos. A noite estava encantadora e eu e MARTA notamos isso e começamos a falar sobre isso, que aquele local poderia ser melhor aproveitado (a rigor, não, era melhor colocar placa solar, como estava no plano do condomínio) e que tomar um vinho ali seria maravilhoso.
- Se quiser, fique aí que eu vou comprar um vinho para a gente. A minha síndica merece demais a homenagem, disse eu brincando
- Ah ah ah, RAMON, você de novo. Bem que eu gostaria, mas não posso, vou deixar HARLEY (o ajudante) em casa e depois ir cuidar do meu "cafofo"
- Você fala e não combina com você, toda cheia de energia
- É verdade, acho que é o dia. Um abraço, porém, eu aceito
Tomei um susto na hora, jamais imaginaria que MARTA iria me pedir um abraço naquele local, porém não me fiz de rogado e na hora mandei um abraço caloroso, dizendo palavras positivas e elogiosas para MARTA. Ela se aninhou no meu peito, como se estivesse precisando daquele carinho. Eu dei um cheiro na cabeça dela e ficamos abraçados.
- Muito obrigada, RAMON, eu estava precisando disso, falou MARTA
- Que bom, eu também curti demais
- Eu não posso deixar de fazer algo, espero que você entenda, completou MARTA
Antes de eu perguntar o que era, ela me deu um beijo na boca. Eu estava com aquela cheinha, bonitinha, sob um luar maravilhoso e claro que respondi com um beijo de língua "pesado". Daí já foi para os amassos, meti logo a mão na bunda dela, puxava a calcinha dela por cima do vestido e, como ela não reclamou, fui botar os peitos dela para fora e cair de boca.
- Aqui não, seu doido. Quem está nos prédios ao redor vão ver (era cedo e realmente tem muitos prédios por perto)
Ela se recompôs e fomos descer os degraus da cobertura para o sexto andar (tem uma grade no sexto andar e lá em cima uma porta). Não deixei MARTA descer tudo, "ataquei-a" na escada e voltamos aos beijos e abraços. E aí o negócio pegou fogo, pois levantei o vestido dela, fiquei sarrando na calcinha e em pouco botei o pau para fora. Os nossos cheiros - dia todo de trabalho - subiram e aí que o tesão da safadeza aumentou. Tirei a calcinha dela, levantei o vestido, coloquei-a de costas e fui de rola dura fazer a penetração. MARTA abriu as pernas e ajeitamos a posição para facilitar a penetração. A xoxota estava bem cabeluda (ela iria depilar no dia seguinte), a bunda dela virada para mim. Enfiei devagar e fiquei me contendo para não gozar logo, esperando MARTA gozar. Isso demoraria mais do que a nossa rapidinha precisava.
- Se quiser, goza logo, eu vou demorar, MARTA falou
Aumentei a velocidade, o barulho do vai e vem era uma delícia e cuspi muito leite na xoxota dela. Gozei e fiquei dando tapas e enfiando mais a rola, como não quisesse sair.
- Que loucura, RAMON. Eu estou precisando disso, mas fizemos sem proteção. Há muito tempo não sentia ser mulher desse jeito
- Eu quero mais. Vamos sair depois de você deixar o ajudante
- Hoje não dá mais, a gente marca
Dei meu lenço para ela colocar na xoxota e aparar a porra que iria escorrer, tirei o grosso do gozo do meu pau com a mão mesmo, e descemos. Eu fiquei na minha sala e MARTA desceu direto. "Depois eu devolvo o lenço lavadinho", ela falou.
Voltamos a sair só que não foi na mesma semana, demorou para isso, o que conto depois, porém houve um estresse nesse meio tempo.
Nada a ver com alguém desconfiar, tudo foi muito rápido e já não tinha quase ninguém no edifício. MARTA desceu, foi ao banheiro geral, limpou-se melhor e foi embora. O que acontece é que MARTA estava no período fértil e minha gozada dentro... bom, ela tomou a pílula do dia seguinte e só conseguimos sair depois da menstruação dela.
Ela ficou encucada demais, eu mais ainda. Ela voltou a tomar pílulas e a brincadeira ficou tranquila de novo. MARTA entrou na dieta, voltou a malhar e, como ela mesmo me diz, nosso condomínio na cama é muito bom.