Achei a foto de uma piroca grossa e suculenta no celular do meu tio

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 3972 palavras
Data: 16/01/2026 11:02:42
Última revisão: 16/01/2026 13:05:56

Depois que minha madrasta pegou mensagens do meu pai com um monte de vagabunda no celular, a coisa ficou feia e até comigo ela se irritou, pois desconfiou que eu acobertava as puladas de cerca dele, assim como meu irmão fazia. Tipo, não vou mentir: eu sabia que meu coroa era adúltero viciado em cu e que ele comia a empregada, porém não tava ligado nesse lance das conversas no telefone, então achei injusto a briga sobrar pra mim.

O resultado da treta é que meu pai e Geise precisaram de umas semanas pra se resolver, ele achou melhor me mandar pra casa do tio Edvaldo durante esse tempo e foi assim que eu saí de Ramos pra Olaria, me sentindo uma mala sem alça sendo trocado de lugar toda hora. Bom, pelo menos tio Ed não se incomodou de me hospedar lá. Se ele tivesse se negado, eu provavelmente teria dormido na rua.

- Fala, Betinho. Tudo certo, moleque? – ele me recebeu de braços abertos no portão.

- E aí, tio? Antes de tudo, brigado por deixar eu ficar. A coisa não tá boa lá em Ramos, os dois não param de discutir.

- É, é, tô ligado. Teu pai falou que não aguenta mais tuas viadagens, aí te mandou pra cá pra eu ensinar a ser macho, não foi? – tio Ed viu minha cara fechada e tentou fazer graça, na intenção de quebrar aquele clima de briga que tava rolando lá na casa do meu pai.

- Ah, pronto. Mal cheguei e já vou ser zoado, tio? Pelo visto, todos os homens dessa família são iguais. Um bando de zoeiro da porra. Hahaha.

- Nada, garoto, só brincando contigo. Sou igual ao Aloízio não. Aquele lá é homem das cavernas, eu já sou mais pra frente. Sou mente aberta. Nem vou implicar com a tua unha pintada de preto, pode ficar tranquilo. Hehehe. – me abraçou, passou o braço por trás dos meus ombros e foi andando lado a lado comigo pra dentro de casa.

Não fazia nem um minuto que eu tava ali e já fui soterrado pelo cheiro de suor e gasolina que o uniforme do meu tio exalou.

- “Tá pensando que me engana, Aloízio? Sei muito bem o que você e o tarado do teu irmão Edvaldo aprontam quando tão juntos, ninguém me faz de boba, não. Homem não presta! Eu vi as conversinhas de vocês no celular!” – mesmo depois que fui pra casa do irmão do meu coroa, as falas da minha madrasta permaneceram na minha mente e algo dizia que meu tio não valia nada.

Conforme andamos abraçados, a axila suada dele tocou no meu ombro, eu me esforcei pra ignorar, mas logo em seguida veio aquele perfume familiar de cafeína entranhada na pele morena dele, aí sim ficou difícil não pensar em testosterona e macharia.

- “Tô fudido do lado desse cara...” – tive certeza.

Tio Edvaldo era irmão mais novo do meu pai, tinha 37 anos, trabalhava de frentista de posto de combustível e não perdia o jeitão de moleque que só cresceu no tamanho, por dentro ainda era garotão. Até seus hábitos permaneciam os mesmos dos tempos de juventude. Se a mulher não reclamasse, ele ainda frequentaria o baile da Penha todo fim de semana, empinaria de moto na pista e só voltaria pra casa dois dias depois, de cara amassada e saco vazio.

Enquanto meu pai era pardo da pele café com leite, tio Ed tava mais puxado pro achocolatado, algo entre o latte e o cappuccino. Sua pele era mais melaninada, ele era mais alto e todo parrudão, dos pés largos, coxas grossas e ombros bem espaçados. Barriga de beberrão, 1,83m, não exatamente peludo igual meu coroa, mas tinha pelos em regiões específicas do corpo, tipo nos antebraços, pés, nas pernas, no peitoral, no púbis, nas axilas e numa trilha descendo o abdome.

Sobrancelhas grossas, braços fortes, um deles fechado em tatuagens, cabeça raspada e barbão, esse era meu tio. Vou ser sincero aqui pra você: naquela época eu era mais novo, via muita pornografia e só achava bonito homem magro, malhado e bombadão, então tio Edvaldo não fazia muito meu perfil. Não que ele fosse gordo ou fraco, acho que o lance é que eu não tinha olhos pros parrudos e estava habituado com os padrões, tá entendendo? Mas aí...

- Ó, rapá, fica à vontade. A casa é tua, se acanha não. Já falei, não sou teu pai. – ele me levou pro quintal dos fundos, removeu a blusa do uniforme e começou a se despir na minha frente. – Tu já conhece a Valéria, aqui é tudo nosso. É sem frescura, se ligou?

- Oi, Beto. Seu tio contou das brigas lá em Ramos, uma pena... Mas não liga pra isso, não, logo logo as coisas se ajeitam. A água tá fresquinha, bota a mochila no sofá e vem pra cá. – Valéria acenou, da piscina.

Mas pouco escutei o que a mulher do tio Edvaldo falou, porque minha única atenção naquele quintal foi no macho frentista tirando a roupa. Eu soube disfarçar as olhadas, óbvio, porém foi complicado dar um beijo no rosto da Valéria sem manjar o peitoral suado e cabeludo do morenão. Ele removeu as botinas, depois as meias, daí tirou a calça e eu não acreditei quando o filho da puta ficou só de cueca, com a jeba tombada de lado na boxer, o tecido super puxado pra baixo e pingos de mijo umedecendo o pano.

- V-Valeu por me receberem, Valéria. – tentei retornar à realidade.

- Imagina, meu bem. Vai lá, se ajeita e vem pra piscininha.

- É, Beto. Faz que nem eu, ó. – Edvaldo jogou o uniforme na pilastra da varandinha, se molhou no chuveirão e eu travei com a visão da cueca branca se tornando praticamente transparente.

Vou repetir: eu vivia vendo pornografia de machos malhados e ignorava completamente os parrudos, até tinha o pensamento escroto de que gordinhos tinham pau pequeno, dá pra acreditar no meu preconceito? Pois é, eu era meio sequelado. E tô trazendo esse assunto à tona porque foi tio Ed que me fez repensar as ideias, justamente nesse dia do banho de piscina no quintal dos fundos.

- Brota, Beto. Água tá gostosinha, pô, quentinha... – ele bateu na água, fez um olhar cínico, com o rosto meio de lado, e me chamou.

Abriu as pernas, ajeitou a pica na cueca, deu um risinho de canto de boca e eu vi a covinha no lado direito do sorriso. Eu não sabia se olhava pro volume pesado entre as coxas dele, se tirava a mochila das costas ou se dava atenção à Valéria, a única coisa que sei é que aquele ali tinha a maior cara de macho 171, malandro nato, do tipo que tinha um monte de piranha na rua. Só pelo sorriso de garanhão, já dava pra perceber.

- Vai lá, bonitão. Põe tua sunga e brota na piscina. Ou vai dizer que tu trouxe biquíni? Hehehe. – ele resolveu me zoar.

- Para, amor. Assim ele vai ficar com vergonha, coitado. Hahaha. – a mulher dele também riu.

- Posso mesmo? – perguntei.

- Já era pra ter trocado de roupa, porra. Aproveita e traz um latão pro teu tio, fazendo favor. Tô seco num gelo, fiquei o dia inteiro mofando naquela porra. – tio Ed desabafou.

Ele pôs as mãos atrás da cabeça, mostrou os sovacões, esticou as pernas, apoiou os pés na borda da piscina e ficou numa posição de relaxamento que custou mais trinta segundos da minha atenção. Só eu sei como me senti extasiado ao ver as solas claras, largas e massudas de um frentista morenão, parrudo e maludo feito meu tio.

O pior é que o safado ficou me olhando quando voltei com as cervejas e trajado na sunga fina. Pra completar, Valéria marcou de fazer as unhas na vizinha, saiu da piscina e deixou eu e meu tio bebendo a sós.

- Mas fala tu, moleque. Pegando vários novinhos lá em Ramos? – ele bancou o tio descolado.

- Com um pai escroto tipo o meu? Duvido. – me fiz de inocente.

- Ah, para... Já tive tua idade, Beto. O que eu mais fazia era enrolar meu pai pra fugir pra rua.

- Você também pegava os novinhos, tio? Hahahaha.

- Moleque, moleque... – o safado virou o rosto de lado, deu o risinho sonso de antes e foi aí que eu entendi que essa era sua marca registrada.

O combo perfeito pra descrever um cafajeste: sorriso torto, olhar atravessado e covinha. O sorriso torto e o olhar atravessado já entregam que o sujeito não vale nada, mas aí você se depara com a covinha de um moreno barbudo e fica na dúvida se ele é pilantra mesmo, porque covinha geralmente dá impressão de timidez, não é verdade?

No caso do meu tio, o risinho de covinha só confirmava ainda mais o quão putão ele era. Tudo bem que eu não tinha como provar, mas tava na cara dele. Literalmente na cara.

- Quis dizer que eu fugia pra rua pra pegar as novinhas, Beto, não os novinhos. Sou hétero, tu me conhece. Sabe o tio que tem. – ele se explicou.

- Eu sei, cara, tô zoando.

- É, pois é. Tô te achando muito zoeiro pro meu gosto... – e mais uma vez esboçou o riso sonso.

- Você falou pra eu ficar à vontade, lembra?

- E é pra ficar mesmo. Só tem nós dois em casa. – Edvaldo ficou de pé na piscininha de plástico, foi buscar mais cerveja no congelador e eu fiz um esforço tremendo pra não manjar a rola dele o tempo todo.

Foda é que o filho da puta tava com a cueca branca molhada, o pano grudado no corpo e a piroca desenhada, 100% visível pra mim e quem mais quisesse ver. Um maluco comum se importaria e trocaria de roupa, mas meu tio não deu a mínima. Voltou com as cervas, entrou na piscina de novo e sentou do meu lado, seu pauzão uncut apontado na minha cara.

Era imenso na espessura, tão largo, parrudo e peludo quanto o resto do corpo dele, com veias grossas na parte superior e o prepúcio delgado cobrindo a cabeça, mas ainda assim a glande se destacava para além da silhueta, tipo um capacete.

- Posso fazer uma pergunta, tio Ed?

- Iiih, lá vem. Manda. – ele encheu meu copo.

- Você e meu pai... Vocês comem mulher na rua, não comem? – mandei na lata, sem cerimônia. – Pode falar a verdade, somos homens.

- Tua madrasta deve ter falado poucas e boas a meu respeito, hein? Teheheh...

- Então... Não vou mentir, ela jogou umas paradas na cara dele na hora da briga. Mas eu não sei do que se trata, daí fiquei curioso e resolvi perguntar pessoalmente. Agora conta, você e meu pai tão comendo alguma vagaba na rua, não tão?

- Ah, moleque... Esse papo sempre acaba mal, tu viu a confusão que deu pro teu pai. Deixa quieto, é melhor. Tô cansado do trabalho, só quero como, relaxar, tomar um gelo e ficar tranquilão, se ligou? Esquece esse assunto, Beto. – levantou, enxugou a mão na toalha e me deu o celular. – Toma, põe um pagodinho pra nós. Vou lá buscar a caixa de som, guenta aí.

E saiu pra dentro de casa, me deixou sozinho no quintal. Aliás, sozinho não, tava eu e o telefone dele na minha mão. Abri o Spotify, meu dedo perambulou em qualquer playlist de pagode e botei uma música do Exaltasamba pra tocar. Tio Edvaldo não voltou, a voz da minha madrasta ecoou na minha mente e eu pensei em putaria.

- “Tá pensando que me engana, Aloízio? Sei muito bem o que você e o tarado do teu irmão Edvaldo aprontam quando tão juntos. Eu vi as conversinhas de vocês no celular!”

Não precisei pensar duas vezes, o impulso veio automático. Saí do aplicativo de música, abri o Whatsapp do tio Ed e fui direto na conversa com Aloízio, mais conhecido como meu pai. O que eu descobri não era nada que já não imaginava: às vezes eles mentiam que iam ver jogo no Maracanã, mas na verdade estavam comendo putas no mesmo quarto de motel em São Cristóvão, eles e mais uns amigos. Tinham até grupo secreto específico pra marcar os encontros, com direito a código e tudo mais, pra ninguém entender do que se tratava.

- Ah, eu sabia. Dois safados, é de família. Mas tem que ter mais, não é possível que seja só isso... Será que... – corri na galeria, abri as imagens da câmera do meu tio e não desci muito pra encontrar o que tanto queria.

Cheguei a ficar gelado, duro, depois mole e quente, tudo junto e ao mesmo tempo. Meu coração acelerou, parou, voltou a bater e tive que olhar de novo pra ficha cair.

- CARALHO! Tá de sacanagem!? Não é possível um bagulho desse!

- Qual foi, Beto? – ele surgiu de repente atrás de mim e me deu um susto.

Virei pra trás, olhei na cara dele, encarei a tela do celular e fiquei sem palavras, boquiaberto, meu queixo despencou no chão. Na verdade, o que me assustou não foi a chegada do meu tio, mas sim a foto da piroca grossa, graúda e quiluda que achei na galeria dele. Acho que o pior de tudo é que ele apareceu no quintal no instante exato em que eu vi a imagem, e aí não consegui disfarçar ou fingir, minha reação foi espontânea e muito sincera.

- Desembucha, rapá. Parece até que viu um monstro, porra.

- MAS EU VI UM MONSTRO! PUTA QUE ME PARIU...

- Para de caô. Viu o quê?! – ele não entendeu.

- Eu vi... N-Nada, tio. Toma. – bloqueei o celular e tentei ficar na minha, mas o estrago já estava feito.

Nada me fez esquecer os detalhes daquela piroca obesa, curvada e escura. O couro era delgado e parecia borrachudo, daqueles pauzões uncut que você brinca no prepúcio antes de cair de boca. A glande rosa contrastava com a cor marrom da pica e era feita num formato achatado na ponta, mas larga toda vida. Ela era soltinha igual à pele do freio, a largura exagerada encheu minha boca d’água e eu fiquei sedento com o ângulo da foto, pois foi tirada de cima e dava pra ver os pezões 44 do meu tio, tão veiúdos quanto sua caceta.

- Tu tava mexendo em quê, rapá? – ele se preocupou.

- Nada, eu só... Fui botar a música, só isso. – menti.

Descobrir que tio Edvaldo era caralhudo me deixou tão impactado que eu nem lembrei de fechar a galeria antes de devolver o celular. Quando dei por mim, ele já havia desbloqueado a tela e se deparado com a foto aberta, a mesma imagem que me deixou boquiaberto e desacreditado na piscina.

- Botar música agora é na galeria, Beto? Essa é novidade pra mim.

- Foi mal, tio, eu não resisti. Fiquei MUITO curioso, eu tinha que ver nem que fosse por nude. – meu rosto avermelhou de vergonha.

- TEU PAI NÃO ENSINOU QUE É ERRADO BISBILHOTAR AS COISAS DOS OUTROS, MOLEQUE!? – ele engrossou a voz, segurou meu braço e deu esporro, só então eu vi que a coisa era séria.

- Desculpa, tio! Juro que não foi maldade, eu fiquei curioso! Foi curiosidade, só isso!

- TU TÁ PRECISANDO DE UM CORRETIVO, ISSO SIM! – aí me sacudiu e me tirou da piscina à força.

- O que você vai fazer? Não conta pro meu pai, por favor!

- Por que, agora tá com medo de mim!?

- Um pouco. Eu só queria ver sua pica, tô falando sério. Não tô nem aí se você e meu pai comem piranha na rua, minha única intenção era ver essa piroca.

Ele forçou a mão grossa de frentista na minha nuca, mostrou os dentões afiados e fez o que nunca imaginei que faria: deu aquele sorrisão torto e a olhada atravessada que tanto faziam meu cuzinho piscar.

- Tu tinha que ter pensado nisso antes de dar uma de enxerido no meu telefone, rapá. Agora não adianta ficar com medo. Tua sorte é que eu sou tranquilão e entendo.

- Você... Entende? – fui pego de surpresa.

- Entendo, pô. Tô ligado na tua. Queria ver a pica do tio, num queria?

Fiz que sim com a cabeça e confirmei, ainda meio acuado.

- Precisa mexer no celular não, viado. Quer ver, é só pedir.

Não acreditei que ele era tão de boa assim.

- P-Posso ver? – não segurei a euforia.

- Pode. Mas primeiro põe a mão nela pra tu sentir. – com a mão esquerda ainda na minha nuca, ele estendeu a direita, pegou minha mão e levou diretamente no meio das coxas, em cheio no picão molenga. – Pega nela, sente o peso.

Minha pele chegou a arrepiar nessa hora do contato físico. Apesar do banho de piscina, ainda dava pra sentir o cheiro natural de macho que passou o dia suando no posto de combustível antes de chegar em casa, bem como a fragrância cafeinada que era característica dos homens da minha família. Fechei os dedos no volume da cueca, senti peso, textura grosseira e quentura, daí a saliva veio no canto da boca e bateu uma adrenalina fudida, por medo da Valéria voltar da vizinha e flagrar nós dois no quintal. Mas você acha que eu parei de patolar? Nunca.

- Caralho, tio Ed!

- E põe caralho nisso, moleque. Tehehe! – o safado riu, ciente de que era inegavelmente bem servido.

- Rola grossa, né? – meus olhos cresceram no pacotão.

- Tu achou, Beto?

- Porra, tio, é grossa sim. Cê não acha?

- Se tu tá dizendo, boto fé. Tá acostumado a ver muita rola, não tá?

- Tô. Mas igual à sua, poucas. Isso não é piru, é um mastro! Tá doido!

- Se tu, que é viadinho, tá garantindo, eu acredito. Gehehe! Pica do tio é grandona, é? – ele tinha uma coisa de exibicionista, sabia que era dotado e gostava de ouvir falarem do tamanho da tora.

- Demais! Valéria nunca comentou que é grossa?

- Ela e mais umas outras aí, hehehe. Pega nela, sente como é forte. – apertou minha mão e eu danei a amassar a rola do tio Edvaldo, meu pau endureceu na hora.

- Tô sentindo. Se disserem que essa vara faz musculação, eu acredito. Hahahah. – zoei.

- Vê se o sacão também é pesado, dá um confere. – aí desceu minha mão rumo à virilha, lá dentro da cueca, e deixou eu sentir o peso das batatonas obesas, que mais pareciam almofadas.

Não sei o que era melhor, mexer naquele pirocão ou ver meu tio mexer. Em alguns momentos, parecia que ele próprio não conseguia controlar totalmente o caralho, de tão graúdo, pulsante e vivo que era. Ainda tava molenga e já era imenso, sendo que eu patolei à beça e ele foi aumentando de tamanho aos poucos, o peso idem. Até cuspiu babão no meu dedo e foi aí que eu me soltei.

- Posso ver fora da cueca? Desde que você entrou na piscina que eu tô seco pra ver ao vivo, posso?

- Deixo nada. Que se eu deixar, ela vai endurecer e querer atenção. E aí, como é que nós resolve? – ele mal terminou de dar o recado e a chibata pesou na minha mão.

- Se endurecer, eu faço ficar molinha de novo. – abaixei, arriei a sunga dele nos joelhos e fui pra mamar, mas ele impediu e recusou o boquete.

- Aí não, rapá. Comigo é sem viadagem. Tu pediu pra ver e eu liberei, só isso. Já deu, chega. – e guardou o pau de volta na cueca.

- Só isso? Mas é que eu vi mole, pô. Queria ver dura, tio. – apelei.

- Verdura é no hortifruti, moleque. Tenho cara de sacolão?

- Bom, olhando pro tamanho do seu saco... Pior que tem. Hahaha. Foi mal, não deu pra evitar.

- Beheheh! Tá com a língua afiada, né, seu filho da puta? – tio Ed se deixou levar pela piadinha sem graça, pensou por alguns instantes e liberou pelo menos de eu tocar na peça.

Igual estava fazendo minutos atrás, ele apertou meus dedos no caralho, se patolou e me botou pra patolar junto, até o ponto onde a carne cresceu em formato roliço, os estímulos incentivaram e logo eu estava frente a frente com uma senhora estaca de matar buceta e cu. 19cm de berimbau grosso, mas não um grosso rígido, era aquele grosso macio, denso e gostoso de apertar, sabe? Por isso que eu digo que a rola era gordinha e rechonchuda. Ela pulsava quente, viva, e não parou de inchar, bateu facilmente a casa dos 20cm.

- Pronto, tá aí. Tô durão. Satisfeito, Beto?

- Ainda não. Certeza que não quer uma mamada gostosa? Eu teria o maior prazer de engasgar nesse pau grosso seu, tio Ed. Engulo até o saco, se deixar. Não quer?

- Quero nada, moleque, não viaja. Sou teu tio, porra, tá me estranhando? Já fui legal contigo e deixei tu brincar, sou nem de dar confiança pra viado.

- E por que deu confiança pra mim?

- Porque tu tava curioso e insistiu. Agora chega. – ele guardou a pica na cueca, mas nada disfarçou a ereção grotesca.

- Ah, não! Só mais um pouco, vai? Não vou mamar, então deixa pelo menos eu curtir o momento.

- Curtir o momento... – Edvaldo cruzou os braços e não respondeu, mas não me impediu de segurar no caralho e ensaiar uma punha.

Vi que ele ficou de boa na mão amiga, parei de disfarçar e iniciei o vai e vem acelerado, pegando desde a base da madeira até a ponta.

- Meu Deus! Olha só pro tamanhão disso, que piada!

- Fecha a boca, viado. Olha lá. Hehehe. – ele me zoou.

- Relaxa, não vou chupar. Já entendi que você é hétero machão e que não quer mamada de viado, fica tranquilo. Aliás, vem cá. Senta aqui. – dei dois tapas no murinho da varanda, ele sentou, abriu as pernas e ficou à vontade pra ser masturbado.

Eu já tinha visto o irmão do meu pai nu, estava com a vareta dele na palma da minha mão e até no babão quentinho tive o deleite de tocar, então me senti completo e não achei que algum outro detalhe pudesse me seduzir. Ah, como fui tolo... Quando o frentista dotadão abriu a boca, fechou os olhos e gemeu, aí sim eu descobri o que era tesão e sedução de verdade.

- SSSS! Mão tá quentinha, hein, filhote. Porra... – suas expressões de prazer foram as mais sinceras, com os olhos arregalados, sobrancelhas erguidas, o corpo esticado e os dedos dos pés se afastando.

- Tá gostando, safado?

- Até que tá gostoso. Dá uma cuspida na mão pra ficar melhor. Isso! FFFF! Agora bate, solta o dedo. Fica com pena não, descasca essa pica. VAI, PORRA!

- Você é muito gostoso, cara, puta merda! – tive que dizer.

- Tu acha? Valeu, moleque. Dizem que elogio de viado vale o dobro. Tehehe.

- Não acho, tenho certeza que você é gostoso. E não tô falando só da pica, não, é no geral. Seu jeito, seu corpo, teu cheiro de café... Fico maluco. – uma mão minha subiu pro bico do peito dele, a outra investiu na bronha e meus ouvidos se deliciaram com o estalo babado dos dedos engraxando a glande do meu tio.

Embora sentado no murinho, ele fez força pra fuder minha mão enquanto eu o punhetava. Tio Edvaldo mexeu o quadril e transformou a sessão de bronha numa transa, a diferença é que, em vez de comer buceta ou cuzinho, ele comeu minha mão e encheu meus dedos de babosa pegajosa, viscosa e com cheiro forte de café achocolatado.

- Rola grossa demais, não canso de dizer! – eu tentava fechar os dedos ao redor dela e era impossível eles darem a volta completa, pra você ter noção da espessura.

- Bate, moleque, para não! SSSS! Amassa essa porra, anda! Não queria curtir o momento? Cospe de novo, não deixa secar.

- Não é melhor uma mamada pra encher de saliva?

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