Os dias se arrastavam em uma rotina aparente de normalidade, mas por dentro, eu era um furacão contido, um redemoinho de culpa e desejo que me consumia a cada respiração. Acordava cedo, preparava o café para Roman com as mãos trêmulas, sorrindo como a noiva perfeita que ele esperava que eu fosse. Ele saía para suas reuniões, confiante em seu terno impecável, deixando um beijo rápido em meus lábios — um gesto que outrora me derretia, mas agora carregava o peso de uma mentira que eu alimentava sozinha.
Sozinha em casa, eu me trancava no quarto, com o celular na mão como um vício proibido. O vídeo que Keith gravou... Meu Deus, como eu o assistia. Mauro me fodendo contra a parede do banheiro, meu corpo curvilíneo se arqueando, jovem e faminto, enquanto Keith capturava cada gemido abafado, cada estocada ritmada. Eu pausava nos momentos em que meus olhos se perdiam em êxtase, tocando-me devagar, sentindo o calor subir pelo ventre, a umidade traidora entre as coxas. Como eu pude? Com o sobrinho dele, na casa dele? A culpa me apertava o peito como uma garra, mas o desejo era mais forte, uma febre que não cedia. Eu me odiava por isso, por trair Roman de forma tão suja, tão perto dele, mas o vídeo era como um espelho de mim mesma — a Eduarda selvagem que eu mal reconhecia.
Às vezes, quando Mauro aparecia pela casa — ele morava ali com Rodson, afinal — eu o arrastava para um canto escondido.
Eduarda - Rápido, amorzinho.
Sussurrava, ajoelhando-me atrás da porta da lavanderia ou no quarto de hóspedes, enquanto o som distante da TV disfarçava tudo. Meu coração batia descompassado, os lábios envolvendo seu pau jovem e duro, chupando com urgência faminta, lambendo a base até ele gemer baixo, segurando meus cabelos. Boquetes rápidos, perigosos, só para aplacar aquela fome que nos unia em segredo. Ele gozava na minha boca, e eu engolia tudo, limpando os lábios com o dorso da mão, um sorriso culpado nos olhos. Ninguém pode saber. Nem Roman, nem Rodson. Mas o risco só tornava aquilo mais viciante, mais meu.
E Rodson... Ah, meu cunhado. Ele me provocava. Seus olhares demorados quando eu passava pela cozinha de short curto, o jeito como sua barriga proeminente não diminuía aquela presença confiante, dominante. Eu o cutucava de leve: um toque “acidental” no braço ao servir o jantar, uma risada prolongada para suas piadas, inclinando-me um pouco mais do que o necessário para que ele visse o contorno dos meus seios sob a blusa fina.
Rodson - Cunhadinha, você tá cada dia mais linda.
Ele dizia, com aquela voz grave, e eu sentia um arrepio traiçoeiro descer pela espinha. Quase cedia, quase o provocava até o limite, mas parava. Não agora. Não aqui.
Noites com Roman eram meu ritual de expiação. Ele me tomava na cama king size, forte e possessivo, as mãos grandes explorando minhas curvas como se eu fosse dele por direito — e eu era, no papel.
Roman - Você é minha, Amor.
Murmurava ele no meu ouvido, enquanto me penetrava com estocadas profundas, ritmadas, fazendo meu corpo responder apesar de tudo. Eu gemia para ele, cravando as unhas em suas costas, transando com uma intensidade febril para afogar a culpa. É com ele que eu devo querer isso. Só com ele. Mas no clímax, quando seu sêmen quente me enchia, era o rosto de Mauro que piscava na minha mente, o vídeo rodando em loop no fundo da alma. Depois, deitada em seu peito, o suor secando na pele, a culpa se instalava como uma névoa fria. Eu o abraçava mais forte, como se pudesse apagar os pecados com o calor do corpo dele, mas o vazio persiste, um abismo que só crescia.
Foi numa dessas noites, após o jantar — Roman com seu vinho tinto, eu com um chá para disfarçar o nervosismo — que decidi tocar no assunto. Estávamos na sala, o sofá macio nos envolvendo como um casulo falso de normalidade. Ele folheava o celular, postando stories sobre seu dia de negócios, enquanto eu me aninhava ao seu lado, traçando círculos leves em sua coxa com a ponta dos dedos. Meu coração martelava, as palavras vinham borbulhando há dias, inspiradas nas conversas com Keith, no vídeo que eu assistia obsessivamente, na ousadia que me corroía por dentro. E se eu pudesse transformar isso em algo? Algo meu, controlado? Mas o medo de sua reação — ele, tão controlador, tão imagem-perfeita — me fazia hesitar.
Eduarda - Roman…
Comecei, a voz suave, quase um sussurro, erguendo os olhos para encontrar os dele, expressivos e confiantes. — Eu andei pensando numa coisa séria. Sobre mim, sobre nós.
Ele baixou o celular imediatamente, virando-se para mim com aquela atenção plena que sempre me desarma. Seus dedos entrelaçaram os meus, um gesto possessivo e carinhoso ao mesmo tempo.
Roman - Fala, Vida. O que tá passando nessa cabecinha linda?
Respirei fundo, sentindo o rubor subir pelas bochechas. Meu corpo curvilíneo se inclinou um pouco mais para ele, a postura feminina que eu sabia que o atraía.
Eduarda - Eu estava pensando em virar criadora de conteúdo. Tipo, youtuber, influencer... Usar minha beleza natural, minha forma de falar das coisas do dia a dia. Coisas leves, moda, dicas de casa, relacionamentos.
As palavras saíam medidas, mas meu pulso acelerava. Não agora sobre o resto. Devagar. Seus olhos se iluminaram como estrelas, um sorriso largo esticando os lábios elegantes. Ele se endireitou, animado, puxando-me para um abraço apertado.
Roman - Amor! Que ideia genial! Você ia arrasar, Eduarda. Com sua beleza discreta, esse olhar que hipnotiza... Eu agencio você na hora! Tenho contatos, parcerias, posso te colocar no mapa em semanas. Vamos viralizar juntos!
Ele estava eufórico, já gesticulando como se estivéssemos em uma reunião de negócios, os planos jorrando: lives conjuntas, collabs com marcas. Meu estômago revirava de alívio misturado a ansiedade — ele incentivava, super feliz, sem uma sombra de dúvida. Mas eu precisava ir além, testar as águas mais profundas. Coloquei a mão em seu peito, sentindo o coração dele bater forte sob a camisa, e pedi com voz calma, quase vulnerável:
Eduarda - Calma, Bebê... Fico feliz que você goste. Mas se acalma primeiro.
Sorri de leve, inclinando a cabeça, meus seios roçando sutilmente em seu braço para manter a tensão romântica.
Eduarda - E aí, o que você acha das criadoras de conteúdo adulto? Dessas que fazem OF, sabe? Mulheres que mostram o corpo, se expõem de forma sensual... É algo que te incomoda? Ou…
Parei, mordendo o lábio inferior, os olhos fixos nos dele, cheios de uma curiosidade genuína e um desejo velado. Meu corpo formigava só de imaginar — o vídeo com Mauro, os boquetes escondidos, tudo aquilo poderia ser... liberado? Controlado? A culpa pulsava, mas o desejo era uma chama que me impulsionava. Roman piscou, surpreso, mas seu sorriso não vacilou ele me puxou para o colo, as mãos firmes em minha cintura, e eu esperei, o ar entre nós carregado de expectativa e um toque de tensão erótica, meus quadris se acomodando involuntariamente em seu colo, sentindo a firmeza dele crescer sob mim. Roman me segurava com aquelas mãos fortes, mas de repente seu rosto mudou — o entusiasmo deu lugar a uma seriedade calculada. Ele se sentou mais reto no sofá, ajustando-me no colo como se precisasse de espaço para processar, os olhos escuros fixos nos meus com aquela intensidade controladora que eu conhecia tão bem. Meu coração deu um salto, ele vai recusar tudo?
Roman - Vida…
Começou ele, a voz baixa e medida, passando a mão pelo meu cabelo em um gesto afetuoso, mas firme.
Roman - Se é algo que você quer de verdade, eu não vou te impedir. Você é adulta, talentosa, e eu te apoio em tudo que te faz feliz. Mas... criadoras de conteúdo adulto? Não concordo, Amor. Não é pra você. Você merece algo limpo, elegante, como nós somos. Aquilo é vulgar, explorador. Pode manchar sua imagem, nossa imagem. E se der errado? Eu cuido de você, não preciso disso.
Suas palavras me acertaram como um soco suave, cheio de proteção possessiva. Ele não gritava, não proibia — era pior: era o Roman racional, o empresário visionário que via o futuro e decidia o melhor caminho. Meu peito apertou com uma mistura de frustração e desejo ele me quer só dele, intocada pelo mundo lá fora. A culpa pelo que eu já havia feito com Mauro queimava mais forte, mas o fogo da ideia — de me expor, de ganhar controle — não se apagava. Pensei rápido, o cérebro girando em pânico criativo enquanto eu traçava os dedos pelo colarinho de sua camisa, inclinando-me para roçar os lábios em sua orelha, exalando um perfume sutil de baunilha que eu sabia que o enlouquecia.
Eduarda - E se…
Sussurrei, a voz rouca de tensão, meu corpo arqueando levemente contra o dele para reacender a faísca.
Eduarda - E se o parceiro dos vídeos fosse você? Imagina só, Roman: a gente juntos, mostrando nossa química, nosso amor. As pessoas iam pirar assistindo — você, tão confiante e sexy, eu toda sua, completamente entregue. A gente ganha dinheiro, constrói um império, e no fim das contas... eu continuo sendo só tua. Ninguém mais te toca, ninguém me tem. Só nós dois, no controle de tudo.
Eu o olhei nos olhos, o olhar expressivo implorando, cheio de desejo e vulnerabilidade. Meu coração trovejava, os seios arfando contra seu peito, sentindo o calor dele me envolver. Por favor, diz sim. Transforma isso em algo nosso, antes que eu exploda sozinha nesse segredo. Ele ficou em silêncio por um segundo eterno, as mãos apertando minha cintura com mais força, os lábios entreabertos como se avaliasse o terreno proibido que eu acabara de abrir. O ar entre nós vibrou, carregado de possibilidade, e eu esperei, o corpo inteiro formigando de antecipação.
Roman me fitava com aqueles olhos penetrantes, o maxilar travado em uma análise silenciosa que me deixava à beira do desespero — era como se ele estivesse pensando o mundo inteiro em sua mente afiada, calculando riscos, retornos, o brilho de uma nova oportunidade disfarçada de fantasia. Meu corpo ainda pulsava contra o dele, a fricção sutil dos nossos quadris me recordando o quanto eu ansiava por sua aprovação, por transformarmos esse segredo sujo em algo nosso, puro em sua posse. Ele está tentado, eu sinto. Mas precisa de mais... algo que desperte o predador nele, o homem que conquista tudo.
Então, a ideia me acertou como um raio, ousada e perigosa, inflamando minhas veias com um misto de ciúme antecipado e excitação voyeurista. Eu me inclinei mais perto, os lábios roçando sua barba rala, minha mão descendo devagar pelo seu peito firme, sentindo o coração dele acelerar sob meus dedos. Fiz uma pausa dramática, o ar entre nós carregado, meus seios pressionando contra ele enquanto eu sussurrava, a voz baixa e trêmula de desejo contido:
Eduarda - Roman... e se a gente entrasse nesse nicho de verdade?
Pausa, meu olhar travado no dele, os cílios baixando devagar para intensificar o mistério.
Eduarda - Não só nós dois... quem sabe um trisal com outras criadoras de conteúdo? Imagina, amor: você no centro de tudo, tendo duas mulheres ao mesmo tempo. Eu, a que você ama, entregue pra você... e outra qualquer, só um corpo pra te satisfazer enquanto eu assisto, te provoco. Você fodendo nós duas, marcando território, provando pro mundo que é o homem que domina. Eu toda tua, gemendo seu nome, e ela só um acessório pro seu prazer. A gente fatura alto, vira lenda... e no fim, sou eu quem te tem de volta, só pra mim.
As palavras saíram como um veneno doce, meu corpo traindo a excitação da imagem — o calor subindo pelo meu ventre, os mamilos endurecendo contra o tecido fino da blusa, mesmo enquanto uma pontada de insegurança me corroía por dentro. E se ele gostar demais? E se isso abrir portas que eu não controle? Mas o risco só tornava tudo mais intenso, meus quadris se mexendo involuntariamente em seu colo, roçando na ereção crescente dele. Ele inspirou fundo, os olhos escurecendo com um fogo primal, as mãos subindo pelas minhas coxas em um aperto possessivo. Meu pulso martelava, esperando sua reação, o ar denso com a promessa de um abismo erótico que poderíamos pular juntos — ou que me engoliria sozinha.
Roman demorou mais um instante, o silêncio entre nós esticando-se como uma corda prestes a romper, seus olhos cravados nos meus com aquela intensidade que me desarmava por completo — uma mistura de ceticismo calculado e desejo latente, como se ele estivesse medindo o preço da minha ousadia. Senti o calor de seu corpo irradiando contra o meu, minhas coxas ainda apertadas ao redor de suas, o tecido úmido entre minhas pernas traindo o quanto essa negociação me excitava, mesmo com o nó de ansiedade no estômago. Ele vai ceder. Eu vejo nas pupilas dilatadas, na forma como suas mãos hesitam em me soltar. Finalmente, ele soltou o ar em um suspiro rouco, a voz grave e controladora ecoando no quarto abafado:
Roman - Tudo bem, Amor... a gente pode tentar. Mas de início, sem divulgação. Só nós dois, pra ter certeza de que isso não vai nos foder no futuro. Na ideia, no papel, é uma coisa... mas quando vira público de verdade, não tem mais volta. Entendeu?
Meu coração deu um salto, uma onda de alívio misturada a um formigamento elétrico percorrendo minha espinha — era um sim, condicionado, mas real, o primeiro passo para libertarmos esse fogo que queimava em mim há semanas. Eu assenti devagar, mordendo o lábio inferior para conter o sorriso trêmulo, minhas unhas traçando linhas leves em seu pescoço, sentindo os tendões tensos sob a pele. Sem divulgação... perfeito. Tempo pra eu me acostumar, pra ele me possuir sem plateia ainda. Mas e se isso nos mudar? E se eu não quiser voltar?
Antes que eu pudesse responder, ele inclinou a cabeça, os olhos estreitando com uma sombra de suspeita que me gelou por dentro, a mão subindo para enquadrar meu queixo, forçando-me a encará-lo de frente.
Roman - Agora me diz, Bebê... por que você quer isso tanto? Foi a Keith que te incentivou? Ela botou essa ideia na sua cabeça?
A pergunta caiu como um tapa velado, o nome dele pairando no ar como uma acusação sutil, despertando um turbilhão em mim — ciúme dele próprio? Insegurança disfarçada de controle? Meu peito apertou, o desejo momentaneamente ofuscado por um conflito interno: Keith só plantou a semente, mas o fogo é meu. Como eu explico sem trair a confiança, sem entregar o quanto isso me consome sozinha? Eu me mexi em seu colo, o atrito deliberado para reconquistar o terreno, minha voz saindo baixa e sincera, os olhos implorando enquanto eu pressionava os seios contra ele.
Eduarda - Não, amor... Keith só comentou o mercado, mas isso é nosso. Eu quero porque... porque te vejo tão forte, tão dominante, e imagino nós dois livres nisso, sem amarras. Quero te sentir me possuindo de formas que a gente nem sonha ainda. É desejo puro, Roman. Só nosso.
Meu pulso acelerava, o ar entre nós carregado novamente, esperando que ele engolisse a verdade pela metade, que o toque meu o convencesse onde as palavras hesitavam. O quarto parecia menor, o cheiro de nós dois impregnando tudo, e eu me perguntei se esse era o começo de algo irreversível — ou o teste final da nossa entrega.
As palavras saíram de mim em um fluxo urgente, minha respiração entrecortada enquanto eu me inclinava mais para ele, os lábios roçando os dele em um beijo leve, provocante, para suavizar a confissão que eu sabia que viria. Não posso mentir pra ele agora, não quando estamos tão perto. Keith foi o estopim, mas o fogo é meu... e Roman precisa saber que isso nos une, não nos separa. Minhas mãos deslizaram por seu peito, sentindo o coração dele martelar sob a palma, um eco do meu próprio caos interno — desejo cru, culpa fugidia, e uma ânsia desesperada de que ele me aceitasse inteira, com todas as brasas acesas.
Eduarda - Na verdade... tem um pouco de influência do Keith, sim.
Admiti, a voz baixa e trêmula, os olhos fixos nos dele para não deixar espaço para dúvidas.
Eduarda - Não que ela tenha me dado essa ideia, amor. Ela só comentou sobre o mundo dela, me mostrou como as pessoas adoram, veneram casais assim... como se fossem deuses intocáveis. E isso... isso acendeu algo em mim. Meu fogo voyeur, Roman. Aquela parte que quer ser vista, desejada, mas só através dos seus olhos me fodendo sem piedade.
Parei por um segundo, o rubor subindo pelas minhas bochechas, o calor entre minhas coxas se intensificando com a memória que eu invocava agora, deliberada, para reacender o dele.
Eduarda - Lembra, amor. Lembra como eu gemia alto naquela noite, sabendo que não estávamos sozinhos.
Inclinei-me para trás no colo dele, arqueando as costas de leve para expor a curva dos seios sob a blusa fina, minha mão guiando a dele até minha cintura, pressionando para que sentisse o tremor do meu corpo.
Eduarda - Me lembra daquela vez no parque escuro?
Sussurrei, a voz rouca de excitação revivida, os quadris se movendo em um círculo lento, friccional, contra o volume endurecido dele.
Eduarda - Você me encostou na árvore, me abriu toda pra você, e fodeu com força... e teve aquele cara, assistindo de longe. Eu vi os olhos dele na sombra, brilhando enquanto você me possuía, me fazia gritar seu nome. Eu fiquei tão molhada, tão louca de tesão sabendo que ele via você me destruindo. Foi o começo, Roman. Quero mais disso... com você no controle, sempre.
Meu peito arfava agora, o ar denso com o perfume da minha excitação misturada à dele, o conflito moral se dissolvendo no desejo puro que nos unia — E se ele odiar a ideia de dividir os olhares? Mas e se isso o excitar tanto quanto a mim? Esperei, o corpo tenso em seu colo, implorando com o olhar que ele mergulhasse nessa chama comigo, que transformasse a suspeita em posse feroz.
Roman parou de repente, o ritmo dos seus quadris se interrompendo como se uma barreira invisível tivesse se erguido entre nós. Seus olhos, aqueles olhos escuros e magnéticos que sempre me desarmaram, baixaram por um instante, as bochechas tingidas de um rubor sutil — não de raiva, mas de uma vergonha crua, vulnerável, que o tornava ainda mais irresistível. Meu Deus, ele está envergonhado... como se confessar isso o fizesse menor aos meus olhos. Mas é o oposto, amor. É você se abrindo pra mim, cru e real. Meu coração acelerou, uma onda de ternura misturada a desejo me invadindo, e eu segurei o rosto dele com delicadeza, os polegares traçando as linhas tensas de sua mandíbula, implorando em silêncio que ele continuasse.
Roman - Eu... também gostei, Amor.
Murmurou ele, a voz grave e hesitante no início, mas ganhando força enquanto me olhava de novo, o verde-escuro das íris faiscando com uma fome renovada.
Roman - A ideia de alguém se excitar vendo eu te foder... isso me deixa louco também. Me deixa duro como pedra, sabendo que você é tão gostosa que até estranhos perdem o controle por causa de nós.
As palavras dele me atingiram como um choque elétrico, o ar preso na garganta enquanto eu processava — Ele sente o mesmo. Não é só meu segredo sujo, é nosso. Meu corpo reagiu antes da mente, os mamilos endurecendo contra o tecido fino da blusa, o calor úmido entre minhas pernas pulsando em resposta à honestidade dele. Apertei as coxas ao redor dele, um gemido baixo escapando dos meus lábios, mas ele continuou, a confissão fluindo agora como um rio represado.
Roman - Naquela noite no parque... eu vi o cara, sabe?
Confessou, a mão grande subindo pelas minhas costas, me puxando mais contra ele, o volume de seu pau latejando sob mim como prova viva de suas palavras.
Roman - Ele estava se masturbando na sombra, olhando pra gente. E aquilo... aquilo me incendiou. Eu comecei a te foder como nunca, mais fundo, mais forte, querendo dar o melhor show que aquele filho da puta poderia ter. Queria que ele visse como eu te possuo, como você goza pra mim.
Oh, Roman... você se transformou naquilo pra mim, pra nós. A revelação me deixou tonta de excitação, o conflito interno se evaporando em uma torrente de desejo compartilhado — estabilidade, expectativas sociais, tudo isso parecia distante agora, eclipsado pela intimidade brutal dessa verdade. Eu me inclinei para frente, capturando sua boca em um beijo faminto, profundo, a língua dançando com a dele enquanto minhas unhas cravavam levemente em seus ombros.
Isso é perfeito, pensei, o corpo se contorcendo devagar no colo dele, construindo a tensão que implorava por liberação.
Eduarda - Então me mostra de novo, amor.
Sussurrei contra seus lábios, os olhos semicerrados de puro tesão. — Me fode como se estivéssemos sendo assistidos agora. Me faz tua de um jeito que ninguém esqueça.
Roman ergueu o olhar para a escada escura que levava ao andar de cima, o silêncio da casa noturna quebrado apenas pelo nosso ofegar acelerado e pelo tique-taque distante do relógio na cozinha. Seus olhos se estreitaram ligeiramente, uma faísca de risco dançando neles, e ele apertou minhas nádegas com mais força, me mantendo ancorada em seu colo. Ele está pensando neles... Rodson e Mauro, dormindo ali em cima, tão perto. O risco de serem pegos, de vozes ecoarem, de passos na escada... isso o excita ainda mais. Meu pulso disparou, uma mistura de pavor e êxtase me percorrendo a espinha — a casa dos Joyner, nosso refúgio, agora um palco proibido.
Roman - Rodson e Mauro estão dormindo lá em cima, Vida.
Murmurou ele, a voz rouca e baixa, como se as palavras em si fossem um afrodisíaco, os lábios roçando minha orelha.
Roman - Podem descer a qualquer momento. Imagina se o Rodson ouve um gemido teu e vem ver... ou o Mauro, acordando no meio da noite.
Meu corpo tremeu involuntariamente, o calor entre nós se intensificou com a ameaça velada, mas Roman não hesitou — ao contrário, seus olhos brilharam com uma determinação feroz, predatória. Ele se inclinou para trás no sofá, me erguendo ligeiramente para que eu sentisse todo o comprimento dele pressionando contra mim, e esticou o braço até a mesa de centro. Pegou o celular com um movimento fluido, desbloqueando a tela e abrindo o app da câmera sem sombra de dúvida.
Roman - Vamos gravar o primeiro vídeo aqui e agora.
Ordenou, o tom autoritário me fazendo derreter por dentro, uma onda de submissão doce me invadindo. Ele posicionou o aparelho sobre a mesa, inclinando-o com precisão para enquadrar o sofá inteiro — nós dois, entrelaçados, o tecido do sofá amassado sob nosso peso, a luz suave da luminária lançando sombras íntimas sobre nossas formas. — Sem enrolação, Amor. Quero registrar cada segundo de você se entregando pra mim, sabendo que eles podem aparecer a qualquer hora.
Meu Deus, gravar... aqui, com eles tão perto. O som da minha voz ecoando, o risco de um grito escapar... e Roman quer isso eternizado. O pavor me apertou o estômago, mas o desejo era mais forte, uma umidade traiçoeira escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu assenti, mordendo o lábio inferior para conter um gemido. Meus seios arfam contra o peito dele, os mamilos sensíveis roçando o tecido de sua camisa, e eu me movi devagar, deliberadamente, rebolando no colo dele para testar os limites — para acender aquela chama que nos consumia. A câmera piscava em vermelho, um olho voyeurista testemunhando tudo, e o ar parecia carregado, elétrico, prometendo um prazer que beirava o perigoso. Eu queria isso tanto quanto ele, mesmo que meu coração batesse como um tambor de guerra.
Meu coração martelava no peito como um sino de alarme, o risco da escada rangendo acima de nós me fazendo tremer inteira, mas era exatamente isso que incendiava cada nervo do meu corpo — o perigo, a urgência, a entrega total a Roman. Inclinei-me para ele, capturando seus lábios em um beijo faminto, lento no início, como se estivesse saboreando o veneno doce da tentação. Minha língua dançou com a dele, explorando, reivindicando, enquanto minhas mãos, trêmulas de desejo e adrenalina, desceram pelo seu peito firme até a fivela do cinto. Ele está tão duro... sinto ele pulsando contra mim, implorando por isso. E a câmera vê tudo, grava meu descontrole, minha rendição. Com um puxão deliberado, abri o zíper da calça dele, o som metálico ecoando baixo na sala silenciosa, alto demais no vazio da casa adormecida. Meus dedos roçaram a protuberância rígida por baixo do tecido da cueca, traçando seu contorno com uma carícia provocante, sentindo-o inchar ainda mais sob meu toque.
Roman gemeu baixinho contra minha boca, um som gutural que vibrou em mim como uma promessa, e suas mãos grandes subiram pela minha saia justa, erguendo o tecido devagar, centímetro por centímetro, expondo minhas coxas macias à lente impiedosa da câmera. Ele quer que ela veja... que capture cada detalhe da minha vulnerabilidade. O ar fresco roçou minha pele arrepiada, e então seus dedos fortes deslizaram por cima da calcinha fina, pressionando o tecido úmido contra meu sexo latejante. Ele circulou o clitóris com maestria, devagar, torturante, sentindo o calor e a umidade que eu não conseguia mais conter. Cada roçar era uma faísca, me fazendo arquear as costas, rompendo o beijo para soltar um suspiro abafado contra seu pescoço. É demais... tão exposta, com eles dormindo ali em cima, e eu me abrindo pra ele como uma flor noturna. Meu corpo o trai, implorando por mais, mesmo que a mente grite o risco.
Seus olhos encontraram os meus por um instante, escuros de posse, e ele apertou mais, esfregando com uma pressão que me fez rebolar involuntariamente, o atrito da calcinha contra minha carne sensível me levando ao limite. O sofá rangeu levemente sob nós, e eu prendi a respiração, imaginando Rodson ou Mauro descendo as escadas nesse exato momento — o pensamento só intensificou o fogo, transformando o medo em combustível puro para o prazer que se avolumava entre nós.
Meu corpo inteiro pulsava em sincronia com o dele, o beijo se aprofundando em uma dança febril de línguas e respirações entrecortadas, enquanto eu enfiava a mão dentro da cueca dele, envolvendo seu pau grosso e quente com os dedos. Tão rígido, latejando na minha palma como se fosse uma extensão do meu próprio desejo. Comecei a masturbá-lo devagar, subindo e descendo com uma pressão firme, o polegar roçando a cabeça úmida de pré-gozo a cada ida e volta, sentindo-o inchar ainda mais, pulsar contra minha pele. Ele gemeu na minha boca, o som abafado pelo beijo, e eu acelerei o ritmo, apertando na base e deslizando até a glande, perdida no ritmo hipnótico que nos consumia. O cheiro dele — almíscar masculino misturado ao perfume amadeirado — invadia minhas narinas, me embriagando, enquanto minha outra mão se cravava no ombro dele, unhas marcando a carne por cima da camisa. Não consigo parar... é como se meu corpo soubesse exatamente o que ele precisa, e eu adoro dar isso a ele, me sentir poderosa nesse controle efêmero.
Pouco tempo depois, o fogo interno já nos devorava vivos, uma brasa que se transformara em incêndio incontrolável. Roman se mexeu com urgência, ajustando a posição no sofá, virando meu corpo de lado para a câmera com uma mão possessiva na minha nuca, garantindo que a lente captasse cada ângulo da nossa entrega. Seus olhos brilhavam com aquela intensidade predatória que me desarmava, e ele ergueu minha saia ainda mais, expondo completamente minhas nádegas redondas. Ele me manobra como se eu fosse dele para exibir... e eu permito, porque o olhar dele me faz derreter. Com um puxão hábil, desviou a calcinha para o lado, o tecido esticando contra minha pele sensível, revelando minha buceta inchada e reluzente de excitação. Senti o ar fresco roçar ali, um contraste delicioso com o calor que emanava de mim, e então a cabeça grossa do pau dele pressionou minha entrada, escorregadia e pronta.
Ele agarrou minhas nádegas com força, levantando minha bunda bem alto, arqueando minhas costas em um ângulo perfeito para a câmera — a visão que ele queria, obscena e íntima, com minhas coxas tremendo de antecipação. Exposta assim, como uma oferenda... o risco de serem descobertos só torna isso mais insuportável. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, esticando-me deliciosamente ao redor da sua grossura, o atrito me fazendo morder o lábio para não gritar. Ele deslizou para dentro, preenchendo-me até o fundo em um movimento fluido, meu interior se contraindo em espasmos ao redor dele, sugando-o como se nunca mais quisesse soltá-lo. Um gemido rouco escapou de mim apesar de tudo, abafado contra o encosto do sofá, enquanto ele começava a se mover, devagar no início, cada estocada profunda enviando ondas de prazer que reverberam pelo meu corpo inteiro. Cheio dele... perfeito, dolorosamente bom. Meu coração grita que isso é loucura, mas minha alma implora por mais. Seus dedos se cravaram na minha carne, guiando o ritmo, e o som úmido dos nossos corpos se chocando ecoava baixo, misturado ao zumbido distante da câmera, gravando nossa queda no abismo.
Ele acelerou o ritmo, cada investida mais profunda e possessiva, seu pau me arrombando com uma precisão que me deixava sem fôlego, roçando exatamente no ponto que me fazia arquear ainda mais as costas. Meu Deus, como ele me conhece... cada movimento é calculado para me desfazer, para me fazer esquecer de tudo além dele. Suas mãos grandes seguravam minhas nádegas abertas, mantendo a bunda erguida em ângulo perfeito para a câmera, o flash sutil da lente piscando como um voyeur silencioso, capturando o brilho da minha excitação escorrendo pelas coxas, o contraste da pele dele contra a minha. Eu me sentia exposta, vulnerável, mas o prazer era tão avassalador que transformava a vergonha em combustível — minhas paredes internas pulsavam ao redor dele, apertando com força a cada recuo, como se implorasse para que ele não saísse nunca. Um gemido gutural escapou de Roman, vibrando contra minha nuca enquanto ele se inclinava sobre mim, seu peito colado às minhas costas, o suor dele pingando na minha pele e se misturando ao meu.
Roman - Assim, Amor... olha pra câmera, mostra como você goza no meu pau.
Murmurou ele rouco no meu ouvido, a voz carregada de comando e desejo, mordiscando o lóbulo enquanto uma das mãos subia para apertar meu seio por cima do vestido, o mamilo endurecido latejando sob o tecido fino. Obedeci instintivamente, virando o rosto o suficiente para que meus olhos vidrados encontrassem a lente, lágrimas de prazer embaçando minha visão, a expressão de êxtase puro traída nos meus lábios entreabertos. Ele me transforma nisso... uma versão de mim que só existe para ele, e eu me odeio e me amo por ansiar tanto. O atrito se intensificava, seus quadris batendo contra os meus com um som molhado e ritmado, o pau deslizando todo para fora só para mergulhar de novo até o talo, esticando-me ao limite, roçando o colo do útero em estocadas que me faziam tremer inteira. Meu clitóris latejava ignorado, mas o preenchimento total bastava para construir o orgasmo como uma onda inevitável, meu corpo se contraindo, unhas cravadas no sofá enquanto eu ofegava seu nome baixinho.
Eduarda - Roman... por favor…
Ele grunhiu em resposta, uma das mãos descendo para esfregar meu clitóris em círculos rápidos, o toque elétrico me empurrando para o precipício. O prazer explodiu em mim como um raio, ondas convulsivas apertando seu pau em espasmos ritmados, meu gemido se transformando em um grito abafado contra o braço, o corpo convulsionando enquanto gozava forte, jorrando umidade ao redor dele, escorrendo pelas minhas pernas. É isso... o êxtase que me quebra e me reconstrói toda para ele. Roman não parou, prolongando meu clímax com estocadas implacáveis, até que senti ele inchar ainda mais dentro de mim, os gemidos dele se tornando urgentes, o corpo tenso como corda esticada. Com um último impulso profundo, ele gozou, jatos quentes inundando meu interior, me enchendo até transbordar, seu peso caindo sobre mim enquanto ofegávamos juntos, colados em um emaranhado suado e satisfeito. Perfeito... pecaminosamente perfeito. Mas e agora, com isso gravado para sempre? Ele me beijou a nuca devagar, ainda semi-duro dentro de mim, e o mundo pareceu pausar nesse instante de calmaria pós-tempestade.
Roman se retirou de mim devagar, com um suspiro satisfeito que ecoou no quarto ainda carregado de nossos cheiros misturados, o sêmen dele escorrendo quente e pegajoso pela minha coxa interna enquanto eu tremia nos resquícios do orgasmo. Ouvi o clique familiar do celular sendo desligado, a tela escurecendo, e ele riu baixo, uma risada rouca e confiante que me arrepiou a espinha. Ele está radiante, como se tivesse conquistado o mundo... e eu sou o troféu. Antes que eu pudesse me recompor, virando o rosto para encará-lo com aqueles olhos castanhos cheios de posse, ele limpou o suor da testa e disse, do nada, como se fosse a coisa mais natural do mundo:
Roman - O que achou do show, Mauro?
Meu coração parou. Mauro? Aqui? O nome me atingiu como um soco no estômago, o sangue gelou nas veias apesar do calor que ainda me consumia. Virei-me devagar, o corpo pesado e exposto, o vestido amarrotado subindo pelas coxas, e lá estava ele — Mauro, encostado na parede da escada, os olhos escuros fixos em nós com uma mistura de choque e fascínio mal disfarçado. Seu rosto slim e urbano, com aquela expressão curiosa de quem ainda navega as águas da juventude, estava corado, a respiração acelerada traindo que ele não era um espectador casual. Ele nos viu o tempo todo. Meu Deus, o tempo todo... assistindo, calado, enquanto Roman me fodia como uma vadia na frente da câmera. Quando ele desceu? Por que Roman deixou? Uma onda de humilhação queimou meu peito, misturando-se ao prazer residual que pulsava entre minhas pernas, tornando tudo confuso, sujo, irresistivelmente errado. Meu olhar encontrou o dele por um segundo eterno — ele piscou devagar, os lábios entreabertos como se quisesse dizer algo, mas só engoliu em seco, o volume sutil na calça jeans denunciando o que aquelas cenas haviam provocado nele.
Roman, ainda nu e sem uma gota de arrependimento, riu de novo, passando o braço possessivo pela minha cintura e me puxando contra seu peito suado, como se eu fosse parte do espetáculo.
Roman - Ele estava na sala, Amor, e ouviu tudo. Achei que seria... educativo. Né, garoto? Mostra como se faz com uma mulher de verdade.
Sua voz era puro controle, um tom brincalhão que mascarava a manipulação afiada, e eu senti o estômago revirar. Ele sabia. Deixou acontecer de propósito, me expôs pro próprio sobrinho sem me avisar. É isso que ele quer? Me marcar como dele de todas as formas possíveis? Meu rosto ardia, as bochechas em chamas enquanto eu puxava o vestido para baixo instintivamente, cobrindo a bagunça entre minhas pernas, mas o olhar de Mauro já havia gravado tudo — a curva das minhas nádegas, o brilho da excitação, meus gemidos ecoando na memória dele. Uma parte de mim queria gritar, fugir para o banheiro e trancar a porta, lavar essa vulnerabilidade outra, mais sombria e traiçoeira, sentia um formigamento proibido no ventre, o peso daquele olhar jovem me deixando exposta de um jeito novo, cru.
Eduarda - Roman…
Murmurei, a voz fraca e trêmula, virando-me contra ele, mas ele só me beijou a testa, ignorando o conflito que devorava minhas entranhas. Mauro finalmente se mexeu, coçando a nuca com um sorriso nervoso e extrovertido, murmurando algo como.
Mauro - Foi... intenso, tio. Caralho.
Antes de desviar o olhar, mas não antes de eu captar o brilho de curiosidade insaciável nos olhos dele. E agora? Como eu olho pra ele amanhã, sabendo que ele me viu gozar assim? O quarto parecia menor, o ar mais denso, sufocante, e eu me debati internamente entre o desejo de me esconder e aquela faísca traiçoeira que acendia mais fundo, alimentada pelo olhar dele. Roman, com sua confiança inabalável, inclinou a cabeça para Mauro, os músculos do braço flexionando enquanto me segurava firme.
Roman - E aí, garoto, assinaria um OF nosso? Eu e a Eduarda, conteúdos exclusivos assim... Tipo, o que você viu agora mesmo, mas com mais ângulos, mais detalhes. Hein?
Ele virou o rosto para mim então, aqueles olhos penetrantes me estudando como se pudesse ler cada tremor no meu corpo. Eu sentia o rubor subindo pelo pescoço, o coração martelando com uma vergonha que me fazia querer sumir — Meu sobrinho me viu nua, gemendo como uma puta no pau do tio dele, e agora isso?
Mas debaixo daquela camada de humilhação, havia algo pior, algo quente e pulsante que se avivou, um fogo que lambia minhas entranhas e fazia minha boceta latejar de novo, molhada e faminta apesar de tudo. Roman viu. Ele sempre via. Seu sorriso se alargou, predatório e carinhoso ao mesmo tempo, e ele gesticulou para Mauro com um aceno casual.
Eduarda - Vem mais pra perto, moleque. Assiste melhor, de pertinho, pra ter certeza se valeria o investimento. Não mordo... ela, talvez.
Mauro hesitou por um segundo, os olhos indo de Roman para mim, aquela curiosidade jovem brilhando mais forte que o constrangimento, e então deu um passo, depois outro, aproximando-se da cama com as mãos nos bolsos da calça, o peito subindo e descendo rápido. Ele parou a uns dois metros, perto o suficiente para que eu sentisse o calor do seu corpo, o cheiro leve de colônia misturado ao suor nervoso. Tão perto... ele vai ver tudo, cada detalhe, e Roman sabe que isso me está incendiando por dentro. Meu corpo traidor se arqueou levemente, os mamilos endurecendo contra o tecido fino do vestido, e Roman riu baixo, satisfeito com minha rendição silenciosa.
Sem pressa, ele me posicionou de joelhos no sofá, virando-me de lado para expor tudo a Mauro — minhas curvas suadas, a bunda empinada, as coxas tremendo. Suas mãos fortes agarraram minhas nádegas, abrindo-as devagar, deliberadamente, arreganhando a carne macia para revelar minha boceta inchada e reluzente, ainda escorrendo o gozo dele.
Roman - Olha só isso, garoto…
Murmurou Roman, a voz grave e provocadora, enquanto guiava a cabecinha grossa do pau de volta para mim, roçando devagar na entrada escorregadia. Ele empurrou centímetro por centímetro, esticando-me de novo com uma lentidão torturante que me fez soltar um gemido rouco, involuntário, os olhos semicerrados encontrando os de Mauro por acidente. Ele estava hipnotizado, os lábios entreabertos, o volume na calça agora inegável, e eu senti uma pontada de desejo culpado, o conflito me rasgando — Isso é errado, tão errado, mas por que meu corpo quer mais? Por que o olhar dele me faz apertar Roman assim? Roman gemeu baixo ao se enterrar até o fundo, preenchendo-me completamente enquanto mantinha minhas nádegas escancaradas, dando a Mauro uma visão perfeita: o pau grosso entrando e saindo devagar, a boceta rosada se abrindo gulosa ao redor dele, os sons úmidos ecoando no quarto. O prazer me invadiu em ondas, misturado à vergonha que só amplificou tudo, e eu mordi o lábio, arqueando as costas para... o quê? Para ele ver melhor? Para Roman me foder mais fundo? Meu mundo se reduzia àquela fricção lenta, ao peso daqueles olhares, e ao turbilhão emocional que me deixava à beira do abismo.
Meu corpo ainda tremia com a lentidão hipnótica de Roman me preenchendo, cada estocada devagar e profunda esticando minhas paredes sensíveis, enquanto ele mantinha minhas nádegas arreganhadas como um troféu exposto. A sala parecia pulsar com o ar denso de desejo proibido, o som úmido da nossa união ecoando como um segredo sujo, e Mauro ali, tão perto, respirando pesado, os olhos cravados em nós. Roman, com aquela voz rouca de comando disfarçado de convite, inclinou a cabeça para o garoto, sem parar o ritmo suave que me fazia morder o travesseiro para conter os gemidos.
Roman - Vai fundo, Mauro. Pode se masturbar assistindo a gente.
Deixa o pau sair, curte o show de verdade... ela adora ser o centro das atenções.
Meu coração disparou com as palavras dele, uma mistura de choque e excitação me inundando — Ele está incentivando isso? Meu cunhado se tocando por mim? — Mas Roman não parou, não vacilou, ao contrário, ajustou o ângulo, fodendo-me devagar com empurrões ritmados, circulares, abrindo mais minha bunda para Mauro ter a visão perfeita: o pau grosso dele brilhando com meus sucos, entrando e saindo da minha boceta gulosa, os lábios inchados se contraindo ao redor de cada centímetro. Eu gemi baixinho, o prazer se acumulando em camadas quentes, o conflito moral me corroendo por dentro — estabilidade, lealdade, e agora isso, esse fogo que me consumia viva. Mauro não hesitou por muito tempo. Ouvi o farfalhar do shorts, o zíper, e então ele sacou o pau para fora — jovem, rígido, latejando com veias salientes, maior do que eu imaginava para seu corpo magro e urbano. Meus olhos se fixaram nele por segundos eternos, vidrados na cabecinha vermelha, no comprimento que pulsava com urgência, um desejo instintivo me traindo enquanto eu ofegava sob Roman. Meu Deus, é tão... vivo, tão perto. Sacudi a cabeça internamente, culpada, e ergui o olhar para Roman, suplicante e confuso, buscando nele a âncora que sempre me guiava.
Ele viu. Claro que viu. Seus olhos se estreitaram com um brilho possessivo, malicioso, e do nada, sem uma palavra, ele fez um gesto sutil com a cabeça — um aceno breve, permissivo, direcionado a Mauro. Como se doesse me dar assim, mas o prazer de controlar tudo fosse maior. Meu estômago revirou, o coração na garganta, mas antes que eu pudesse protestar ou me debater no vórtice de emoções, senti algo novo, quente e insistente pressionando contra meu cu.
Lá estava Mauro, aproximando-se por trás, a respiração dele quente no meu ombro enquanto posicionava a cabecinha do pau bem na entrada apertada do meu ânus, roçando devagar, testando. Ele empurrou com uma lentidão torturante, milímetro por milímetro, esticando o anel sensível que nunca havia sido invadido assim — não por ele, não por ninguém além de Roman em nossas fantasias mais selvagens. A pressão era avassaladora, uma queimação doce que se misturava ao prazer da boceta cheia, me fazendo arquear as costas e soltar um gemido agudo, entre dor e êxtase. Dois ao mesmo tempo? Isso é loucura, é errado, mas por que meu corpo está se abrindo para ele? Por que Roman sorri assim? Roman gemeu em resposta, acelerando levemente suas estocadas para sincronizar, suas mãos ainda firmes nas minhas nádegas, abrindo-me mais para acomodar Mauro, o quarto se enchendo de grunhidos e da sinfonia molhada de corpos se unindo em uma dança proibida que me levava ao limite do colapso emocional.
Meu corpo era um campo de batalha de sensações avassaladoras — a boceta esticada ao máximo pelo pau grosso de Roman, que agora pulsava com uma urgência renovada dentro de mim, e o cu se abrindo devagar, dolorosamente delicioso, para o pau jovem e insistente de Mauro, que escorregava centímetro por centímetro, lubrificado apenas pelo suor e pela excitação que escorria de mim. Cada respiração era um gemido abafado, minhas unhas cravadas no lençol, o prazer se entrelaçando com uma culpa lancinante que me fazia questionar tudo: a estabilidade que eu tanto prezava, o anel de noivado brilhando na minha mão como um lembrete cruel, e agora isso, essa entrega total sob o olhar dele. Mas então, ergui os olhos para Roman, ofegante, e vi. Meu Deus, eu vi. Um lado dele que nunca, jamais, havia se revelado antes — não em nossas noites mais quentes, não nas discussões possessivas sobre meu corpo ser só dele. Seus olhos ardiam com uma fome primal, um controle sádico disfarçado de generosidade, os lábios curvados num sorriso torto, quase cruel, enquanto ele me fodia com estocadas lentas e profundas, guiando Mauro como se eu fosse o brinquedo perfeito para compartilhar. Não era ciúme, não era raiva, era poder puro, o prazer de orquestrar minha rendição, de me ver me dissolvendo entre dois paus, gemendo como uma vadia em êxtase. Meu coração apertou, uma pontada de medo misturada a uma atração doentia — Quem é você agora, Roman? Esse homem que me dá assim, que sorri vendo outro me invadir? — e eu me odiei por sentir o calor subir ainda mais, meu corpo traindo a mente em espasmos involuntários.
Ele percebeu meu olhar, inclinou-se sobre mim sem perder o ritmo, seu peito colado nas minhas costas suadas, a respiração quente no meu ouvido enquanto Mauro gemia baixinho, enterrando-se mais fundo no meu cu apertado. Roman riu baixo, rouco, uma risada que vibrou através de mim como eletricidade.
Roman - E aí, Mauro? O que você tá achando do cu da sua tia? Tá gostoso, hein? Apertadinho assim, engolindo teu pau... fala pra ela ouvir.
As palavras dele me atingiram como um tapa velado, cruas e provocativas, e Mauro, com a voz trêmula de garoto extasiado, grunhiu em resposta, empurrando mais fundo, as bolas dele agora batendo de leve contra mim.
Mauro - T-tá incrível, Roman... tão quentinho, tão apertado... tia, você é uma delícia, porra... nunca imaginei que seria assim.
Meu rosto queimou de humilhação e desejo, lágrimas de emoção pinicando os olhos enquanto os dois se moviam em uníssono agora, Roman na boceta, Mauro no cu, um vaivém sincronizado que me preenchia completamente, me esticando ao limite. Eu gemi alto, o conflito interno rugindo — Estabilidade? Isso é caos, é o fim do que eu conhecia, mas por que parece tão certo nesse inferno de prazer? — e arqueei as costas, me entregando ao ritmo deles, ao novo Roman que eu descobri, pedaço por pedaço, gemendo seu nome entre súplicas mudas.
As palavras de Mauro ecoaram no quarto como um eco sujo e irresistível, infiltrando-se na névoa de prazer e vergonha que nublou minha mente. Tia, você é uma delícia... Meu corpo reagiu antes da razão, um tremor involuntário percorrendo minha espinha enquanto o pau dele latejava no meu cu, esticando-me com uma pressão que beirava a dor perfeita. Por algum motivo insondável — talvez a rendição total, o desejo de me afundar mais nesse abismo que Roman havia aberto, ou simplesmente a fome crua que ele despertara em mim —, as palavras saíram da minha boca num sussurro rouco, entre gemidos entrecortados.
Eduarda - Obrigada, Mauro... pelas palavras tão... doces. Vai mais fundo, amor... por favor, me fode mais fundo no cu…
Eu me ouvi dizendo aquilo e quis morrer de vergonha, mas o prazer era maior, uma onda que me fazia arquear as costas, empinando o rabo para ele, convidando-o a me possuir por completo. Meu coração martelava, dividido entre o noivado que eu jurara honrar e essa entrega lasciva, esse novo eu que emergia das cinzas das minhas inibições. Roman riu de novo, aquele som grave e dominante vibrando contra minha pele, seus quadris batendo com força na minha boceta encharcada, o pau dele inchando ainda mais dentro de mim como se minhas súplicas o excitassem além do limite. Ele se inclinou, mordiscando minha orelha, a voz um rosnado possessivo e encorajador.
Roman - Isso, garoto, obedece a titia. Vai fundo, estoura esse cu gostoso. E quando cê não aguentar mais, goza tudo dentro... enche o cu da minha noiva de porra quentinha. Mostra pra ela como você quer ela.
Mauro gemeu alto, as mãos grandes e jovens apertando minhas nádegas, abrindo-me mais enquanto obedecia, empurrando com uma estocada profunda que me fez gritar, o pau dele agora todo enterrado, roçando lugares que me faziam ver estrelas. O atrito duplo era insano — Roman me arrombando a boceta com estocadas ritmadas, Mauro me fodendo o cu com uma urgência adolescente, os dois se alternando em um compasso que me levava ao delírio. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, não de dor, mas de uma liberação emocional que eu não esperava: gratidão misturada a culpa, desejo colidindo com o medo de nunca mais ser a mesma. Roman, você me quebrou e me reconstruiu assim... e eu amo isso, mesmo que me destrua. Meu corpo convulsionou num orgasmo iminente, apertando-os com força, implorando em silêncio pelo clímax que nos uniria nesse caos perfeito.
Roman, sempre o maestro dessa sinfonia obscena que ele orquestrava com maestria cruel, agarrou meus quadris com mãos firmes, como se eu fosse uma extensão do seu desejo. Ele parou de me deixar quicar livremente no pau dele, assumindo o controle total, guiando meus movimentos para cima e para baixo com uma precisão calculada que me fazia descer devagar, depois cair com força, empalando-me na boceta dele a cada investida. Mas o pior — ou o melhor, nesse vórtice de prazer que me consumia — era como ele sincronizava aquilo com Mauro: cada quicada descendente forçava meu corpo para frente, pressionando meu rabo contra o pau do garoto, fazendo as estocadas dele irem cada vez mais fundo, roçando o limite do suportável, esticando-me até eu sentir cada veia pulsando no meu cu apertado. Meu Deus, Roman... você sabe exatamente como me quebrar, como me fazer implorar por mais sem palavras, pensei, o ar escapando em gemidos abafados enquanto ondas de prazer irradiavam do meu centro, misturando-se a uma dor lancinante que só aumentava o êxtase.
Mauro ofegava atrás de mim, os olhos vidrados de tesão juvenil, obedecendo ao ritmo imposto pelo meu noivo sem questionar, enterrando-se mais a cada descida que Roman ditava. Meu corpo tremia inteiro, suor escorrendo pelas curvas, o cheiro de sexo preenchendo a sala como um perfume proibido. Mas então Roman, com aquele olhar predatório que me derretia e me aterrorizava, inclinou-se para Mauro, a voz baixa e autoritária, um sussurro que cortou o ar como uma ordem inquestionável.
Roman - Vai, garoto, tapa a boca dela agora. Faz ela calar essa boquinha gulosa pra não gemer alto e acordar o teu pai. Rodson tá logo ali no quarto ao lado... imagina se ele abre a porta e vê o filho fodendo a titia dele assim?
Mauro hesitou por um segundo, os olhos encontrando os meus num lampejo de cumplicidade nervosa, mas o comando de Roman era lei. Ele esticou a mão grande e trêmula, cobrindo minha boca com a palma quente e úmida de suor, os dedos pressionando contra meus lábios carnudos enquanto eu gemia contra sua pele, o som abafado virando um ronronar desesperado. Tentei morder de leve, num ato de rebeldia instintiva, mas aquilo só o fez apertar mais, me silenciando enquanto Roman acelerava o ritmo das quicadas, forçando o pau de Mauro a me foder até o fundo do cu, centímetro por centímetro, num vaivém que me levava ao limite. Lágrimas quentes escorriam pelos meus cantos dos olhos, o prazer sufocado explodindo em silêncio, meu corpo convulsionando em espasmos controlados, preso entre o controle absoluto de Roman e a posse inexperiente, mas voraz, de Mauro. Não aguento mais... mas não quero que pare, o pensamento ecoava na minha mente em chamas, o orgasmo se aproximando como uma tempestade inevitável, enquanto o risco de Rodson acordar só tornava tudo mais intensamente vivo, mais perigosamente meu.
De repente, as mãos de Mauro se cravaram na minha cintura como garras famintas, os dedos afundando na carne macia dos meus quadris com uma força que me pegou de surpresa, arrancando um gemido abafado contra a palma da sua mão. Ele perdeu o ritmo hesitante de antes, transformando-se num animal instintivo, socando forte e selvagem no meu rabo, cada estocada ritmada e profunda me fazendo arquear as costas, o corpo inteiro vibrando com o impacto. Tremia todo ele, o peito colado nas minhas costas suadas, o pau latejando e inchando dentro de mim, esticando minhas paredes ao limite enquanto me fodia com uma urgência primal que eu não esperava de um garoto como ele. Meu Deus, Mauro... você tá me rasgando por dentro, mas é tão bom, tão errado, pensei, as lágrimas escorrendo livres agora, o prazer misturado a uma dor aguda que me fazia querer gritar, mas sua mão tapava tudo, transformando meus sons em vibrações mudas contra sua pele salgada.
Roman, para minha surpresa — e uma pontada de confusão no peito — ficou em silêncio, os olhos semicerrados fixos na cena, as mãos ainda nos meus quadris mas imóveis agora, como se estivesse saboreando o espetáculo sem interferir. Seu pau ainda duro dentro da minha boceta, pulsando com o movimento, mas ele não ditava mais o ritmo, deixava Mauro tomar as rédeas, socando ritmado bem no fundo do meu cu, o som molhado e obsceno das nossas peles se chocando ecoando baixo no quarto escuro. Cada investida era mais funda, mais possessiva, roçando pontos que me faziam tremer descontrolada, o gozo dele se aproximando como uma onda inevitável. Até que ele enfiou tudo — o máximo que meu corpo permitia, sentindo a cabeça do pau beijar as profundezas do meu intestino — e parou ali, enterrado até a base, o corpo todo convulsionando contra o meu enquanto gozava. Jatos quentes e grossos inundaram meu rabo, enchendo-me com sua porra farta, escorrendo devagar pelas minhas coxas enquanto ele gemia baixo contra meu ombro, a mão finalmente afrouxando na minha boca, mas eu mal conseguia respirar, perdida no êxtase que me consumia.
Meu corpo reagiu por instinto, contraindo-se ao redor dele, sugando cada gota como se fosse minha salvação, enquanto Roman observava tudo com um sorriso sutil nos lábios, o silêncio dele um mistério que só aumentava o turbilhão na minha alma — desejo, culpa, rendição total. Ele permitiu isso... por quê? Pra me punir? Pra me mostrar o quanto eu sou dele, mesmo assim? O pensamento girava na minha mente enevoada, o orgasmo me atingindo em cheio, ondas de prazer rasgando-me por dentro enquanto a porra de Mauro escorria, quente e pegajosa, marcando-me de forma indelével nessa noite de pecados entrelaçados.
Roman ergueu o olhar para mim, aqueles olhos castanhos penetrantes brilhando com uma mistura de posse e algo mais sombrio, mais voyeurístico, enquanto Mauro ainda ofegava contra minhas costas, seu pau amolecendo devagar dentro do meu cu, a porra dele escorrendo quente e lenta pelas minhas coxas internas.
Roman - Ele te preencheu direito, amor?
Perguntou Roman, a voz baixa e rouca, carregada de uma curiosidade que me arrepiou a espinha — não era ciúme, era controle, como se estivesse testando os limites do meu corpo e da minha entrega, as mãos dele ainda firmes nos meus quadris, sentindo os tremores residuais do meu orgasmo.
Meu coração martelava, o corpo exausto mas vivo de desejo, e eu não resisti ao impulso safado que subiu pelo peito. Virei o rosto devagar para Mauro, mordendo o lábio inferior com um olhar que prometia mais — olhos semicerrados, cheios de luxúria crua, traçando o contorno do seu maxilar suado, o cabelo bagunçado caindo na testa —, sentindo um arrepio de poder ao ver como ele engoliu em seco, ainda enterrado em mim. Você me fodeu como um homem, garoto... e Roman sabe disso agora, pensei, o calor da porra dele me lembrando de cada estocada, uma marca íntima que me fazia pulsar de novo.
Então, voltei o olhar para Roman, sustentando o dele com uma ousadia que me surpreendeu, a voz saiu rouca e provocante, carregada de safadeza:
Eduarda - Agora tô com o cu cheio de porra dele, amor... quente e escorrendo por dentro de mim.
As palavras saíram como um sussurro pecaminoso, meu corpo se mexendo levemente para enfatizar, sentindo a umidade se espalhar, o cheiro almiscarado do sexo preenchendo o ar. Roman sorriu devagar, os dedos apertando mais fundo na minha pele, e Mauro soltou um gemido baixo atrás de mim, como se minhas palavras o incendiassem de novo. O que você vai fazer agora, Roman? Me punir ou me recompensar por ser tão sua... tão puta pra você?, o conflito rodopiava na minha mente, desejo e rendição se entrelaçando, deixando-me ofegante e exposta entre os dois.
Roman soltou uma risada baixa, grave, que reverberou pelo quarto como um selo de aprovação, os olhos fixos em Mauro por trás de mim, ainda com o pau dele dentro, escorregadio de porra e suor.
Roman - Bom trabalho, garoto. Você encheu ela direitinho, como um homem de verdade. Agora vai dormir, que amanhã você tem aula cedo na faculdade.
Disse ele, a voz firme mas com um tom de cumplicidade paternal, batendo levemente no ombro de Mauro enquanto se afastava um passo, me deixando exposta no ar úmido do quarto. Mauro piscou, atordoado, o rosto corado de prazer e exaustão, murmurando um.
Mauro - Sim, tio.
Rouco antes de se retirar devagar de mim — senti o vazio repentino, a porra dele escorrendo mais livre agora, quente pelas minhas pernas, um lembrete pegajoso e deliciosamente sujo. Ele pegou a roupa espalhada pelo chão e saiu cambaleando, a porta clicando atrás dele, deixando só nós dois, o silêncio pesado de expectativa.
Meu corpo ainda tremia, sensível e latejante, o cu piscando vazio, o coração acelerado com uma mistura de alívio e fome insaciável. Ele me usou pra isso... para moldar o garoto, pra me marcar como dele. E eu deixei. Deus, como eu deixei..., o pensamento me invadiu, uma onda de culpa erótica me fazendo morder o lábio, o desejo se reavivando só com o olhar possessivo de Roman.
Sem aviso, ele se abaixou e me pegou no colo com facilidade, os braços fortes me envolvendo como se eu fosse leve como pluma, meu corpo nu pressionado contra o peito dele, os seios roçando a camisa desabotoada, sentindo o calor da pele dele, o cheiro de colônia misturado ao nosso suor. Levei os braços ao redor do pescoço dele instintivamente, as coxas escorregadias se abrindo um pouco contra a calça dele, e ele me carregou pelo corredor escuro da casa, a cada passo enviando vibrações pelo meu centro dolorido e satisfeito.
Chegando ao nosso quarto, a luz suave do abajur iluminando a cama king size com lençóis brancos imaculados, ele me jogou sobre ela com uma força controlada — caí de costas, as pernas se abrindo naturalmente, a porra de Mauro manchando os lençóis frescos, meu corpo quicando uma vez antes de se acomodar, peitos arfando, o cabelo espalhado como um halo bagunçado. Olhei pra ele deitada ali, vulnerável e faminta, o olhar safado voltando, esperando o próximo movimento dele, o ar entre nós carregado de tensão, de promessas não ditas. Vem me foder agora, amor... me faz esquecer tudo menos você, supliquei em silêncio, o corpo se arqueando levemente, implorando.
Roman parou na beira da cama, os olhos devorando meu corpo exposto — as coxas abertas, a porra de Mauro ainda brilhando úmida entre elas, escorrendo devagar para os lençóis, meu peito subindo e descendo em respirações curtas, os mamilos endurecidos pelo ar fresco e pela expectativa. Ele se inclinou ligeiramente, a camisa entreaberta revelando o peito definido, o volume na calça denunciando o quanto aquilo o excitava, e perguntou com aquela voz grave, carregada de intimidade possessiva:
Roman - O que achou dessa noite, amor? De ser usada por outro homem... além do seu próprio marido?
As palavras pairam no ar como uma provocação doce, os olhos dele cravados nos meus, sondando não só o prazer físico, mas o abismo emocional que aquilo abria em mim, testando minha lealdade, meu desejo, minha rendição total.
Meu coração deu um salto, uma onda de calor subindo pelo ventre, misturando vergonha ardente com um tesão incontrolável. Além do meu marido... ele disse isso como se já fôssemos casados, como se eu fosse eternamente dele pra moldar, pra compartilhar, pensei, mordendo o lábio inferior enquanto me apoiava nos cotovelos, o corpo se contorcendo devagar na cama, sentindo o latejar no cu ainda sensível, a umidade traidora se acumulando de novo no meu sexo. Olhei pra ele com os olhos semicerrados, safados e honestos, a voz saindo baixa e trêmula, carregada de emoção crua:
Eduarda - Foi... intenso, amor. Me senti tão cheia, tão suja e desejada... usada como você queria, pulsando em volta dele enquanto pensava em você o tempo todo. Me fez gozar gostoso, mas agora eu quero você pra me completar de verdade.
Cada sílaba era uma confissão, o conflito interno rodopiando — lealdade ao homem que eu amava, ao noivo que me controlava com maestria, misturado ao fogo proibido de ser partilhada. Meu corpo se arqueou um pouco mais, convidando-o, o cheiro do sexo recente impregnando o quarto, deixando-me exposta, ansiosa pelo toque dele, pelo veredicto nos olhos possessivos que me devoravam.
Roman se aproximou devagar, sentando na beira da cama com um movimento fluido, a mão grande deslizando pela minha coxa interna, os dedos traçando preguiçosamente a trilha pegajosa da porra de Mauro, sem penetrar, só possessivamente marcando território. Seus olhos, aqueles olhos escuros e intensos que sempre me desarmavam, fixaram-se nos meus enquanto ele falava, a voz baixa e calculada, como um mentor moldando sua criação:
Roman - Essa é a questão, amor. Quero que fique na tua mente a última coisa da noite... que foi o Mauro enchendo teu rabinho de porra quentinha. Uma carreira na criação de conteúdo não é só com mulheres, não. Todos vamos precisar fazer sacrifícios. Inclusive eu, tendo que compartilhar a própria mulher. Pensa bem nisso durante a noite. Me dá tua resposta pela manhã, porque depois... não tem mais volta.
As palavras dele caíram sobre mim como um manto pesado de sedução e poder, cada sílaba ecoando no meu peito acelerado, reacendendo o latejar entre as pernas. Sacrifícios... compartilhar eu? Ele tá falando sério? Isso é o preço do império que eu quero construir? O pensamento me invadiu como uma tempestade, uma mistura de medo delicioso e desejo voraz — medo de me perder nele, de virar objeto no jogo dele, mas desejo de me entregar, de ser a mulher que sustenta seus sonhos, mesmo que signifique noites como essa, cheia de porra alheia, pulsando com o eco de outro pau no meu cu. Meu corpo reagiu apesar de tudo, um gemido suave escapando dos lábios enquanto os dedos dele roçavam mais perto do meu sexo inchado, sensível, a umidade fresca se misturando à bagunça anterior. Eu me contorci na cama, os lençóis colando na pele suada, os olhos implorando pelos dele:
Eduarda - Amor... você sabe que eu faria qualquer coisa por nós. Mas isso... me deixa pensar, sim. Boa noite?
Sussurrei rouca, a voz trêmula de tensão não resolvida, virando de lado devagar para expor a curva do quadril, o rabinho ainda doloridamente cheio da lembrança de Mauro, convidando-o a se deitar ao meu lado — ou a me punir mais. Ele sorriu de lado, aquele sorriso de predador satisfeito, e apagou o abajur, o quarto mergulhado na penumbra, deixando-me sozinha com meus pensamentos ferventes, o corpo ardendo em conflito, o sono vindo aos poucos, carregado de visões eróticas e dilemas que me fariam suar a noite toda.
