Parte 2
Eu saí da clínica com as pernas moles, o vestido colando no corpo suado, bucetinha ainda latejando e escorrendo um pouco pela coxa interna. O ar da rua parecia gelado contra minha pele quente, mas eu mal sentia o frio. Caminhei devagar até o carro, entrei, fechei a porta e fiquei parada ali, mãos no volante, respirando pesado. Não liguei o motor logo. Só fiquei olhando pro nada, tentando entender o que tinha acabado de acontecer.
Como aquilo foi possível? Como dois médicos, homens casados, pais de família, fizeram aquilo comigo? No consultório deles, na maca onde eu fui pra fazer um exame de rotina... e eu deixei. Deixei eles me abrirem, me tocarem mais fundo do que qualquer exame precisava, me fazerem gemer, me deixarem molhada escorrendo na maca. Aqueles nojentos... velhos barrigudos, mãos grossas e ásperas, me perguntando se eu quer ser o “pet” deles, “depósito de porra fixo”. Como eu não gritei? Como não empurrei? Como meu corpo traiu daquele jeito, apertando os dedos deles, clitóris inchando, gemendo baixinho como se eu quisesse mais?
Mas ao mesmo tempo... eles foram tão sinceros. Nunca vi homem falar assim, sem vergonha, sem mentira, sem tentar me enrolar com papo bonito. Disseram exatamente o que queriam: me usar, me esticar, me encher de porra quente, me botar de quatro gemendo enquanto eles descarregam o saco cheio. Sem promessa de namoro, sem carinho depois, sem fingir que era amor. Só prazer cru. E eu... gostei de ouvir. Meu corpo gostou. Por que eu tô molhada agora só de lembrar? Por que tô apertando as coxas no banco do carro, sentindo o clitóris pulsar, imaginando os dedos deles de novo?
Cheguei em casa, joguei a bolsa no sofá, fui direto pro banheiro. Tirei o vestido, fiquei nua na frente do espelho. Olhei meu corpo: seios pesados ainda vermelhos onde eles apertaram, mamilos inchados e duros, barriguinha macia marcada de leve pela pressão da mão dele, coxas úmidas da molhada que escorreu. Toquei devagar entre as pernas — bucetinha quente, lábios inchados, clitóris sensível. Gemi sozinha, dedos circulando devagar, lembrando do jeito que eles mexeram, da barriga pesada roçando minha coxa, da voz grave dizendo “você pode ser nossa pet”. Gozei rápido, encostada no espelho, pernas tremendo, lágrimas nos olhos. Depois chorei de culpa, de vergonha, de medo... mas o tesão não ia embora.
Passei três dias tentando esquecer. Tomei banho frio, trabalhei, saí com amigas, tentei me convencer que tinha sido só um momento de loucura. Mas toda vez que eu sentava, sentia o latejar. Toda vez que via um homem grande na rua, lembrava da barriga pesada deles. Toda vez que me tocava à noite, imaginava a aliança brilhando enquanto eles prometiam coleira e uso somente.
Então, no terceiro dia, o telefone tocou. Número desconhecido. Eu sabia quem era. Meu coração disparou. Atendi, voz tremendo.
— Alô?
Franco veio na linha, voz grave e debochada:
— Ei, pet... tudo bem depois do nosso “exame”? A gente pegou seu número na ficha. Tá pronta pra ser usada de verdade? Amanhã à tarde, na clínica. Porta trancada, ninguém vai interromper.
Eu tentei dar desculpa:
— Eu... eu não sei se consigo... tenho minha vida...
Mas o corpo traiu de novo: voz falhando, bucetinha formigando só de ouvir ele. No final, cedi:
— Tá bom... amanhã à tarde.
Eles riram baixo do outro lado.
— Boa menina. A gente chega pontual. Prepara o corpinho... e deixa espaço na maca pra gente esticar tudo.
Desligaram. Eu fiquei olhando pro celular, tremendo. Sabia que amanhã ia acontecer de novo. E uma parte de mim... queria.
Chegada na clínica
Eu cheguei na clínica com o vestido florido que eu tinha escolhido — justo o suficiente pra marcar os seios pesados e o quadril largo, mas ainda parecia “inocente” por fora. Meu coração tava disparado, as pernas tremendo, bucetinha já formigando só de lembrar da proposta. Bati na porta da sala 3, eles abriram, trancaram atrás de mim sem dizer nada. O ar mudou na hora — não era mais exame, era uso.
Franco se aproximou primeiro, mão grande já no meu peito por cima do vestido. Apertou forte, sentiu o peso, balançou de leve como se estivesse pesando.
— Olha os peitos dessa puta... pesados, cheios, balançando gostoso na mão — disse ele pro Carlos, voz rouca e debochada. — Que delícia... maduros pra caralho, feitos pra ser apertados enquanto a gente descarrega nela.
Carlos riu baixo, veio por trás, mãos subindo pelas minhas coxas, levantando o vestido devagar até a cintura. O tecido florido amassou na barriga, expondo a calcinha preta já úmida. Ele passou a mão na buceta por cima da calcinha, esfregou devagar, sentindo o calor e a umidade.
— Olha só essa bucetinha... já tá pingando pra gente — disse ele, apertando os lábios por cima do tecido, dedo médio roçando o clitóris inchado. — Tá encharcada, vadia... molhada pra caralho só de ver a gente. Essa puta vai ser ótima pra gente descarregar, pra aliviar o estresse depois do plantão.
Eles me viraram de frente de novo, Franco apertando os seios por cima do vestido, torcendo os mamilos até eu gemer.
— Olha como endurece... mamilos duros roçando minha mão. Essa vadia veio pronta pra ser usada — disse ele pro Carlos. — Vamos ver o resto.
Carlos levantou o vestido mais alto, expondo a bunda inteira. Agarrou as nádegas com força, abriu elas, apertou a carne cheia, dedos cravando.
— Bundinha grande, redonda... cheia pra caralho — disse ele, rindo. — Dá vontade de abrir e ver o cuzinho piscando. — Ele roçou a ponta do dedo médio na entrada do cu por cima da calcinha, pressionando de leve, só a pontinha entrando, sentindo o anel se contrair.
Eu gemi, corpo tremendo, e falei, voz fraca:
— Não... eu não tenho costume... não sei fazer anal...
Franco riu baixo, mão ainda apertando meu seio:
— Calma, cadelinha... no futuro você vai aprender. A gente ensina devagar. Hoje é só pra deixar você pronta pro uso real. Mas esse cuzinho... vai abrir lindo pra gente quando chegar a hora.
Eles me abaixaram de joelhos no chão do consultório. Franco abriu a calça primeiro, pau grande e grosso saiu, veias marcadas, saco caído enorme balançando pesado.
— Abre a boquinha, vadia... engole meu pau — disse ele, segurando minha nuca. — Olha o tamanho desse pau... e esse saco cheio de leitinho pra você. Chupa gostoso, engasga pra gente ver.
Eu abri a boca, ele enfiou devagar, depois mais fundo, segurando minha cabeça. Engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando.
— Isso... engasga na rola do velho... garganta apertadinha, perfeita pra descarregar — debochou ele, empurrando mais fundo. — Olha como ela engole... puta boa.
Carlos abriu a calça também, pau grosso, reto, cabeça inchada, saco cheio mas mais firme.
— Minha vez, pet. Chupa o meu agora — disse ele, puxando minha cabeça. — Engasga gostoso... olha como ela abre a boca pra dois paus. Boa vadia.
Eles se revezaram na minha boca, empurrando fundo, rindo baixo enquanto eu engasgava, saliva escorrendo, olhos lacrimejando.
Depois me levantaram, me jogaram de costas na maca, pernas abertas nos estribos. Carlos entrou na buceta, devagar, batendo fundo:
— Bucetinha quente... engole meu pau inteiro — gemeu ele, barriga pesada roçando minha barriga. — Tá apertando gostoso... molhada pra caralho.
Franco ficou na boca de novo, segurando minha cabeça:
— Chupa enquanto ele fode você... boa pet... vai ser ótima pra gente descarregar o estresse do dia.
Eles foram devagar, alternando, gemendo, descrevendo tudo: “olha como ela rebola”, “buceta gostosa”, “seios balançando gostoso”. Gozaram dentro da buceta, encheram de esperma quente, escorrendo pela maca. Eu gozei junto, tremendo, culpada e excitada.
No final, Franco me passou uma pílula pra não engravidar.
— Pra não engravidar, pet. A gente cuida de você... mas a partir de agora, nada de clínica. Não queremos chamar atenção. Próxima vez é no carro, hotel, sua casa, qualquer outro lugar. E fica atenta e sempre disponível, pode ser qualquer hora.
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