Meu último conto, me fez lembrar de algumas loucuras que já fiz por sexo.
Uma delas foi no meu último ano de faculdade, tinha uns 23 anos e eu estava muito preocupada com o que viria a seguir, se conseguiria arrumar emprego na minha área. Eu me candidatava a várias vagas mas nunca era chamada nem pra entrevistas.
Um dia, um professor meu me disse que um empresário o tinha procurado pra ele indicar alguém para um estágio com possibilidade de contratação depois de 6 meses.
O empresário era um descendente de libanês que vou chamar aqui de Armando. Armando tinha uns 50 anos, por volta de 1,70, usava barba aparada, um pouco acima do peso, sempre estava bem perfumado e era casado.
Normalmente quando eu ia a entrevistas de emprego eu procurava usar algo mais sóbrio, mas dessa vez decidi apelar para a sedução. Usei uma calça preta de cintura bem baixa que valorizava bem o meu bumbum, uma blusa decotada que deixava meu umbigo de fora, um paletó secretária e um saltinho.
O Senhor Armando me recebeu em seu escritório, conversamos sobre a vaga, ele me disse que fui bem recomendada pelo meu professor, o salário era baixo, mas se eu fosse efetivada passaria a ganhar o dobro (que mesmo assim não era grande coisa).
Com o passar do tempo Sr. Armando e eu fomos ficando mais amigos, mas aquela amizade normal de trabalho, depois fui percebendo que ele passou a me dar alguns presentes. Ganhava chocolates finos, perfumes, bolsas. Ele passou a me chamar pra almoçar junto com ele. Eu entendi rápido o que ele pretendia e comecei a provoca-lo. As vezes eu ia trabalhar com uma blusa mais decotada, uma saia bem curta, ou um vestido. Entrava em sua sala e sentava na mesa pra falar com ele, ele babava feito bobo quando eu fazia isso.
Comecei a pedir pra ele me levar em restaurantes caros para almoçar.
Ele tentava manter o respeito entre funcionária e patrão, mas era visível que ele não ia conseguir por muito tempo.
Foi quando numa dessas vezes que saímos pra almoçar, ele parou o carro e tocou na minha perna. Ele ganhou confiança e passou a tocar várias vezes na minha perna, aumentando o tempo que sua mão ficava sobre ela.
No restaurante, ele não tirava os olhos dos meus peitos e eu provocava inclinando o corpo para frente, já que estava sem sutiã por baixo.
Passei minha mão sobre a dele, dizendo que ele era um ótimo patrão, que estava muito feliz em trabalhar pra ele.
Na volta para o trabalho ele voltou a colocar sua mão da minha coxa, mas dessa vez ele não tirou por boa parte do caminho. Eu então abri um pouco mais minhas pernas fazendo sua mão deslizar para parte interna da minha coxa. Nesse momento minha buceta tava pegando fogo já!
Ele com um certo nervosismo me perguntou se eu me importasse se fossemos a outro lugar antes de voltar para o escritório.
Eu respondi que claro que não me importava que ele me levasse a um motel.
Ele gaguejou. Eu retruquei se não é isso que ele tava querendo. Eu apenas balançou a cabeça e apertou minha coxa.
Chegando ao motel ele pegou uma suíte das mais top. Entramos na garagem e ele desceu pra fechar o portão.
Dentro do quarto começou a me beijar, passando a mão pelo meu corpo. Não parecia nem um pouco daquele cara inseguro. Cheguei a cama e ele já tinha tirado toda a minha roupa. Eu deitei e ele ficou me olhando por um tempo estava sem os sapatos e sem camisa. Ele tirou a roupa, tinha um bom cacete com um pouco de pelos em volta, alguns grisalhos.
Ele deitou sobre mim e me beijou dos pés a cabeça enquanto brincava com os dedos com a minha bucetinha q estava molhada implorando por pau.
Uma delícia sentir sua barba enquanto ele chupava minha buceta, eu não resisti e gozei na boca dele.
Ele então se levanta e abre bem as minhas pernas e me come naquele papai mamãe que ele deve fazer todos os dias com a mulher dele.
Tava gostoso receber aquela pica grossa na minha buceta, mas durou menos tempo que eu gostaria e ele encheu minha buceta de porra, gozou muito que me escorria pela perna sujando o colchão.
Fui tomar banho ele ficou observando pelo vidro do banheiro que dava pra ver da cama. Dizendo eu era muito gostosa e que ele queria me comer sempre.
Quando você quiser chefe!
