A Esposa Virou Puta Para Sustentar O Marido Falido - Parte 3

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 6464 palavras
Data: 02/02/2026 16:59:04

Infelizmente para Camila, parecia que ser dominada e forçada a apresentar seu corpo jovem a homens velhos dominantes que a tratariam como uma puta e que a puniriam a seu bel-prazer estava fazendo com que se sentisse cada vez mais como uma vadia excitada. Ela nunca em sua jovem vida tinha se sentido tão bem e sua boceta nunca tinha estado tão molhada. Submissão era claramente algo que ela gostava. Ela simplesmente ainda não tinha encontrado um homem forte o suficiente para dominá-la como a vadia puta que ela obviamente precisava ser.

— Ah, Ah, Ah... — era tudo que ela conseguia dizer agora enquanto um calor de dor se espalhava por suas nádegas casadas, punidas e indefesas.

— Você é uma boa vadia, você precisa levar palmada, não precisa?

— P-por favor, para.

— Não, não até você admitir pra todos nós que você é uma vadiazinha que precisa levar palmada na bunda.

— N-não, eu não preciso, por favor, para...

— Admite, vadia — e para enfatizar seu ponto, uma enxurrada de palmadas viciosas e cruéis choveu nas nádegas da pobre esposa. — Admite, vadia!

— Sim, sim. Eu sou uma vadia que precisa levar palmada na bunda. Ah! Ah! Ah!

Camila gritou enquanto falava a verdade.

— Me bate mais forte, me bate...

Ela não podia evitar. Não quis que saísse assim, mas as palmadas, a dominância do General e tudo que fluía disso a fez falar a verdade.

Ao ouvir isso, o General parou tão repentinamente quanto havia começado e olhou de volta para Jorge e Fábio. Jorge estava feliz tirando fotos, enquanto Fábio estava congelado no lugar, horrorizado com o que estava acontecendo com sua esposa. Ele sorriu para os dois:

— Acho que estamos fazendo progresso, cavalheiros, acho que estamos fazendo progresso.

Ele pode ter se dirigido aos dois, mas na realidade estava falando apenas com Fábio.

Ele então virou de volta para Camila e, olhando para a bunda inflamada dela, começou a acariciá-la gentilmente, saboreando quão vermelha e quente tinha ficado e então, com a outra mão, alcançou por baixo e começou a apalpar os grandes peitos expostos dela.

— Sim, sim, vadia, você vai fazer o que eu mandar. Você não é mais propriedade do seu marido, entendeu, vadia?

Camila não disse nada além de gemer. Isso era loucura, ela pensou, por que Fábio não parava as coisas? Ela era esposa dele, e ainda assim ele estava permitindo que ela caísse sob o controle desse homem maligno. *Diz alguma coisa! Diz alguma coisa!* Ela gritou para si mesma, enquanto as carícias do General tornavam cada vez mais difícil para ela resistir. Ela estava, com toda certeza, caindo sob o feitiço dele...

Claro que Fábio não podia fazer nada além de assistir enquanto sua esposa era tomada dele. Os eventos tinham espirrado fora de controle e ele estava agora em um lugar onde nenhum homem gostaria de estar. Um lugar onde sua esposa estava sendo abusada sexualmente e ele estava impotente para parar, pois se fizesse, perderia tudo. Mas por que Camila não parava aquilo?

A razão pela qual Camila não parava era que ela estava começando a gostar de ser uma vadia submissa para aqueles homens cruéis e viciosos. Homens que a dominariam e abusariam dela à vontade, e a triste realidade era que isso não tinha nada a ver com a inação de Fábio. Ela agora queria que isso acontecesse e lhe ocorreu que ela sempre tinha sido uma vadia submissa, mas um homem gentil como Fábio nunca poderia trazer isso à tona nela. Mas o General e Jorge podiam.

— Você me entende, Camila? Achei que tinha deixado claro que não toleraria desobediência...

E para enfatizar seu ponto, ele começou a bater nela de novo.

— Ah! Ah! P-por favor, dói... Sim, eu entendo você, vou fazer exatamente o que você mandar. Ah, General, por favor seja gentil com minha pobre bundinha. Ah! Ah! Ah!...

— Bom. Bom.

E então o General parou de bater nela e voltou para onde Jorge estava; pelo menos ele ainda estava tirando fotos. Fábio ainda estava congelado em total descrença com o que estava acontecendo com sua esposa. O General então olhou para Fábio e, bastante presunçoso, perguntou:

— Está gostando até agora? Tudo um pouco chocante, eu sei, mas eu te disse que a vadia tava pronta pra muito mais.

Ele então caminhou até lá e, batendo nas costas dele, disse:

— E tem muito mais por vir. Muito mais. Nem começamos com essa vadia ainda...

O General se deleitava com a forma como falava sobre a esposa de Fábio e a forma como isso o humilhava. Fábio apenas balançou a cabeça, ainda chocado demais para falar.

— Ok, acho que vamos passar para a parte de filmagem dos procedimentos.

Camila ainda tinha permanecido em sua posição e não tinha mexido um músculo.

— Camila, pode se levantar agora e virar.

Camila fez como instruído. Ao virar, sua camisa ainda estava aberta e seus grandes peitos ainda estavam expostos, pendurados para fora do sutiã, vermelhos com o tratamento rude que tinham recebido. Sua saia caiu sobre suas nádegas inflamadas, mas fazia um trabalho inútil em cobri-las. Enquanto juntava as mãos na frente e olhava para baixo com modéstia, ela tomou sua decisão. Na ausência de qualquer intervenção de seu marido, ela iria ter que fazer exatamente o que o General ordenasse. Ela não estava em posição de resistir. O General estava dominando-a de uma forma que tornava impossível recusar seus pedidos. Ela teria apenas que se tornar a vadia dele...

O General se sentou em uma poltrona de couro, a alguns metros de Camila, que agora estava de pé na frente dele. Ele acendeu um charuto e estava servindo um copo de conhaque. Parecia que o trabalho duro de domar a vadia estava feito e agora ele podia desfrutar das coisas adequadamente. Jorge, enquanto isso, havia trocado sua câmera por uma filmadora portátil e começou a filmar Camila.

O General falou mais uma vez e adotou uma abordagem de tio gentil em vez do dominante agressivo de alguns minutos antes.

— Minha querida, até agora você se saiu bem. Melhor do que eu pensava, pra ser honesto. E você já ganhou R$Nada mal por alguns minutos de trabalho, se é que posso dizer. Mas como você pode ver, vamos aumentar o nível agora. Veja bem, o Jorge e eu queremos fazer um pequeno filme seu e por isso, vamos te pagar uma grande soma de dinheiro. Você topa?

— O quê, que filme? O que eu vou fazer?

— Vai ser um filme de você se tocando. Você vai ser uma colegialzinha safada, que é forçada pelo diretor malvado dela (ou seja, eu) a brincar com ela mesma usando alguns consolos.

Camila não disse nada além de olhar para o chão. Ainda assim, seu marido não havia intervindo e isso só podia significar uma coisa — ele queria que ela fizesse isso. E ainda assim, apesar da revulsão óbvia que deveria ter sentido, ela também queria fazer! Ela queria fazer esses atos nojentos para aqueles homens perversos, independentemente das opiniões do marido. Na verdade, ele estava rapidamente se tornando uma irrelevância no processo. Os únicos homens de interesse eram o General e Jorge. Pois eles eram seus Mestres agora...

Olhando para cima, toda vermelha, ela respondeu, inocente e baixinho:

— Eu nunca usei uma dessas coisas antes...

— Que coisas, Camila? O que você nunca usou antes?

O General estava tendo grande prazer em abusar mentalmente da jovem esposa.

Olhando para baixo em completa humilhação, ela respondeu:

— Um consolo. Eu nunca usei um consolo antes, senhor.

O General riu; isso estava fazendo uma ótima visualização, ele pensou. Jorge estava filmando isso e eles já tinham um feed ao vivo para todos os membros que, sem dúvida, estavam grudados nos procedimentos de hoje.

— Bom, você vai usar um pra gente, não vai?

— Sim — ela sussurrou. Ela não tinha escolha, pensou.

— Bom, e não se preocupe, por esse filme você vai ganhar R$mil reais, Camila, por se comportar como uma puta! E você quer se comportar como uma puta pra mim, não quer?

— Sim, General, eu quero ser sua puta.

— Excelente, minha querida! Excelente! Nossa, acho que em todos os meus anos fazendo isso, nunca encontrei uma vadia como você.

— Bom, não tem tempo a perder, então podemos começar. Agora abotoe-se. Não se preocupe, você vai estar expondo seus peitos de novo muito em breve. Eu sei o quanto você quer expô-los pra mim. Isso aí, arruma a gravata. Bom. Eu só vou colocar esse paletó e gravata. Preciso parecer um diretor velho. Pronto...

Depois que o General colocou um paletó e gravata, que tinham sido convenientemente deixados para ele nas costas da cadeira, ele estava pronto para prosseguir.

— Agora, para os propósitos desse filme, é um enredo muito simples. Como eu disse, vou interpretar o papel do seu diretor e você é uma colegial safada que entrou no meu escritório depois de ser pega se tocando. Você vai fazer exatamente o que eu mandar. Quando eu fizer perguntas, vai ser como se você fosse uma colegial e espero que suas respostas sejam adequadas. Você sempre vai me chamar de "Senhor" para os propósitos do filme. Entendeu?

— Sim, Senhor.

— Bom. Agora, quando eu gritar "ação", quero que você entre e sente no sofá. Você pode improvisar suas falas, mas lembre-se, você vai fazer exatamente o que eu disser e que você está interpretando o papel de uma colegial. Entendeu?

— Sim, Senhor, entendo. Vou fazer exatamente o que você ordenar e vou me comportar como uma colegial safada se comportaria.

Enquanto o General dava ordens para a pobre garota, Jorge havia colocado uma caixa de sapatos branca no sofá. Ele então voltou para ficar atrás da poltrona do General e continuou filmando.

— Agora, "ação!"

Camila caminhou até o sofá e sentou. Ela parecia completamente apavorada ao fazer isso, mas isso só a fazia parecer ainda mais convincente como uma colegial safada. Ao afundar no sofá de couro profundo, sua saia minúscula subiu pelas pernas para mais uma vez revelar o topo das coxas acima das meias e as ligas pretas. Ela olhou nervosamente para baixo, lambendo os lábios em antecipação e aguardou nervosamente a próxima ordem do "Diretor".

O General esperou alguns momentos antes de falar.

— Camila, você foi uma menina muito levada, não foi?

Camila olhou para o General, seu rosto doce parecendo extremamente nervoso.

— Sim, Senhor, eu fui uma menina levada.

— Por que você foi levada, Camila? Por que você está aqui no meu gabinete hoje?

— Porque fui pega me tocando, Senhor.

Ao proferir as palavras, o rosto da pobre Camila ficou vermelho de vergonha.

— Sim, Camila, você foi pega se tocando. Foi pega abusando do seu corpo jovem e inocente. E como você estava se tocando, Camila? Me diga!

Ainda olhando para baixo e se recusando a olhar para o General, ela respondeu:

— Eu estava usando um consolo pra brincar comigo mesma, Senhor.

O General permitiu que isso ficasse no ar por vários momentos; isso aumentava a tensão na sala e ficava lindamente registrado na câmera.

— Sim, Camila, você foi pega abusando da sua virgindade e da sua bundinha com um consolo. Comportamento inaceitável em uma escola como a nossa. Temos orgulho de produzir alunas que se tornarão membros exemplares da sociedade. Não putas sujas que sentem prazer em se abusar. Receio, minha querida, que você precisará ser punida. E precisará ser punida com força. Caso contrário, terei que expulsá-la.

— Sim, Senhor, eu preciso ser punida — Camila sussurrou, quase acreditando nisso ela mesma.

— E como você acha que uma colegial levada como você deveria ser punida?

Camila sabia exatamente como o General queria puni-la. E ela não iria decepcioná-lo. Olhando para cima pela primeira vez desde que a filmagem começou, ela lambeu os lábios vermelhos e respondeu:

— Senhor, acho que uma colegial levada deveria levar palmadas na bunda.

O General sorriu.

— Sim, Camila, uma colegial levada deveria levar palmadas na bunda. Agora venha até mim, se posicione sobre meu colo e então vou dar palmadas na sua bundinha levada.

Camila se levantou e caminhou lentamente até o General. Sua sainha balançava para cima e para baixo. Seus grandes peitos saltavam na camisa branca justa. Ela estava alheia a tudo, incluindo seu marido patético, e estava focada apenas no colo do General e na inevitável surra que se seguiria. Quando chegou até ele, parou e olhou para baixo. Ela já podia distinguir os contornos do que parecia ser uma ereção enorme. Ela se perguntou se uma colegial levada também seria forçada a servir o pau do diretor. Ela lambeu os lábios com a perspectiva.

Então se posicionou cuidadosamente como o General havia ordenado. Ela se abaixou sobre a virilha do General, fazendo com que sua bundinha adorável ficasse perfeitamente posicionada onde ele pudesse administrar algumas palmadas bem merecidas. Ela também imediatamente sentiu a dureza do pau do General. Parecia muito duro e muito grande. Seu corpo era a causa disso e, por dentro, ela percebeu que, com toda probabilidade, seu corpo teria que aliviá-lo dessa dureza.

O General olhou para a bundinha adorável que estava sendo apresentada a ele. Ainda estava praticamente coberta pela micro mini xadrez vermelha e preta, embora o topo das ligas estivesse à mostra. Ele estava ofegante de excitação; raramente tinha encontrado uma vadia tão complacente. Ele estava atordoado com a disposição dela de se submeter às suas demandas, apesar da presença do marido ou do fato de que ela tinha acabado de conhecê-lo. Essas vadias eram uma raça rara de fato e deveriam ser saboreadas e apreciadas sem qualquer demora.

Então, sem mais delongas, ele calmamente levantou a sainha dela para revelar a bunda. Camila ainda usava o fio-dental, que era inútil em proteger suas nádegas vulneráveis. O General olhou para baixo e então colocou sua mão velha e gasta em uma das nádegas tenras e nuas dela. Com uma ternura inadequada para a ocasião, ele gentilmente acariciou cada nádega, saboreando quão firmes, empinadas e macias eram. Apenas uma garota tão jovem quanto Camila poderia ter nádegas de tal firmeza flexível e beleza, ele refletiu.

— Você tem uma bunda linda, minha querida — o General rosnou. Ele realmente estava encantado com a beleza dela.

— Obrigada, Senhor.

— Você não deveria permitir que sua bunda fosse abusada por ninguém que não a aprecia.

— Não, Senhor. Não vou.

— Eu, no entanto, a aprecio e, como tal, estou na melhor posição para puni-la. Também sou capaz de domar meninas levadas que claramente têm desejos incontroláveis que precisam ser saciados por aqueles que sabem melhor.

— Sim, Senhor. P-por favor puna minha bunda. Eu sou uma menina levada e mereço ser punida.

— Sim, vadia, você merece. Você merece.

O General agora estava falando em uma voz baixa e rouca. Ele obviamente estava afetado pela beleza de Camila e por sua inegável disposição de participar de sua fantasia sórdida. E agora ele queria tirar total vantagem disso. Ele puxou a mão para trás e então cruelmente deu uma palmada em uma das nádegas jovens de Camila.

— Ai, ah Senhor!

— Quieta, vadia, aceita sua punição!

O General então bateu na outra nádega.

— Você merece, não é, vadia? Você é uma colegialzinha levada que precisa levar palmadas na bunda, não é?

— Ah, Senhor, sim, Senhor. Bate na minha bunda! Me pune! Ooh, Senhor, isso dói...

Mais uma vez, Camila sentiu uma estranha onda de sentimentos percorrendo seu corpo jovem enquanto começava a gostar de ser punida. Ela nunca, em suas fantasias mais loucas, pensou que a sensação da mão grande de um homem velho em sua bundinha delicada pudesse despertar nela emoções sexuais tão fortes. O que isso fazia dela, ela se perguntou? E, mais pertinente, o que seu marido achava dela se submetendo tão voluntariamente ao General?

— Ah, Senhor, minha bunda tá tão dolorida, você tá punindo forte demais. Ah, Senhor, por favor seja gentil, eu sou só uma colegial. Não sei se você deveria estar fazendo isso... ooh, Senhor!

— Quieta, minha querida. Um diretor precisa punir a bundinha de uma garota teimosa quando ela é levada. Sim! Sim! Sua bunda tá ficando num tom delicioso de vermelho. Ah, nossa, tá tão quentinha...

O General tinha parado de bater nela e agora estava apenas acariciando a carne inflamada que tinha ficado vermelho vivo. Ele estava maravilhado com quão quente e abusada estava a carne dela. Então, muito sutilmente, a mão dele encontrou o caminho até a boceta dela. A boceta de casada dela. Estava mal coberta pelo fio-dental, então não demorou muito esforço para chegar lá. E quando chegou, descobriu que estava encharcada.

— Ah, minha querida, parece que você tem gostado das minhas palmadas um pouco demais.

Camila deveria estar horrorizada por essa invasão em sua pessoa. Mas ela estava além de se importar. Esse homem podia fazer o que quisesse com ela e ela não o impediria, mesmo se pudesse.

— Ah, Senhor, você não deveria estar fazendo isso. Não deveria estar brincando com a minha buceta. Ooh, Senhor, isso é errado, para, ooh, Senhor...

O General agora estava gentilmente massageando o clitóris dela. Ela estava encharcada como resultado e sua bunda estava se esfregando nas calças dele de desejo. Ela estava perto de gozar, isso estava claro. Mas o General não queria que a vadia gozasse, pelo menos não ainda.

— Camila, quero que você agora se levante e vá até o sofá. Depois quero que você, de costas pra mim, tire seu fio-dental e então pegue o menor dos dois consolos que estão na caixa branca. Então vou te dar mais instruções.

Camila não disse nada, apenas se removeu do colo do General e se levantou, desapontada por ele ter parado de brincar com sua boceta molhada.

Camila então virou para olhar para o General e, parecendo tímida e nervosa (tudo uma reação genuína), disse:

— Senhor, eu não deveria estar fazendo isso, sou só uma colegial. Isso não é certo...

Ela então olhou para seu marido patético, que não disse nada. A boca dele estava aberta em choque e perplexidade com o pesadelo se desenrolando na frente dele. Ela concluiu que ele tinha deixado para ela decidir o que era melhor. Nesse caso, Camila felizmente se colocou nas mãos do General e suas maquinações malignas.

— Camila, você vai fazer o que eu mandar. Você agora sabe o que acontece com colegiais levadas. A menos, é claro, que você queira que eu use a vara pra te convencer ainda mais?

Camila estremeceu ao pensar em uma vara sendo aplicada sem piedade em sua bunda agora em carne viva. No entanto, ela também tinha um estranho desejo de descobrir como seria ser punida de tal forma. Isso, porém, podia esperar. Por enquanto, ela precisava se foder com um consolo.

Então, lambendo os lábios, ela respondeu:

— Sim, Senhor, vou fazer o que você mandar.

De fato, tanto o General quanto Camila não estavam mais realmente em personagem. Estavam falando como se realmente significassem, especialmente a pobre Camila, que estava falando a verdade, em vez do que sua suposta personagem diria. Ela queria ser dominada pelo General e nada que ela, ou mais importante, seu marido, pudesse fazer impediria o inevitável de acontecer.

E com isso, Camila, conforme ordenado, caminhou até o sofá que ainda tinha sobre ele a caixa de sapatos branca que ela agora sabia conter os consolos. Ela então, muito lentamente, começou a tirar o fio-dental. Ela imaginou que a melhor maneira de agradar o General seria manter as pernas retas enquanto deslizava o fio-dental pelas pernas lindas e esbeltas. Isso daria a ele uma visão perfeita de sua bunda e boceta. Quando o tirou, deixou no chão; não tinha sido dito o que fazer com ele, então achou melhor deixá-lo lá. Ela então pegou a caixa branca e a abriu. Dentro estavam dois consolos, um grande, com pelo menos 25 centímetros de comprimento, e outro relativamente pequeno. O pequeno tinha uma base redonda e então um instrumento em forma de cone saindo dele. Era, de fato, um plug anal. Ela o pegou e virou para mais uma vez encarar o General e as câmeras.

— Você sabe o que é isso, Camila?

— Não, Senhor.

— É um plug anal, projetado especificamente para sua bundinha. Veja bem, você vai abusar da sua bundinha pra mim, mocinha. Quero você punida adequadamente e só sentindo algo subindo pela sua bunda você vai entender o verdadeiro significado de dor.

Camila estava verdadeiramente horrorizada. Ela nunca tinha permitido que nada subisse pela sua bunda antes. Fábio tinha uma vez perguntado se ele podia foder ela lá, mas ela tinha dado um fora nele. Mas agora o General estava pedindo que ela fizesse esse ato nojento. Na câmera ainda por cima. Era loucura, mas ela sabia que era inútil discutir. Ela era a vadia dele, e ele o Mestre dela...

— Sim, Senhor.

— Bom, por que você não dá uma boa lambida primeiro? Isso aí, chupa ele todo até o fundo da sua boca, sua vadia suja! Dá uma boa chupada. Com o tempo, você vai aprender a chupar outras coisas, e posso ver que você vai ser uma boa chupadora.

Camila estava babando por todo o consolo, certificando-se de que estava bem lubrificado se isso ia subir pela sua bunda.

— Bom. Agora que você deixou ele todo molhado, quero que você suba no sofá, fique de quatro e empine sua bunda pra mim. Vou ter o privilégio de colocar o consolo no seu cu.

Uma vez que Camila tinha se posicionado como requerido, o General se levantou e caminhou até ela.

— Chupa o consolo, sua vadiazinha levada. Deixa ele bem molhado pra mim.

Jorge então caminhou para ficar na frente de Camila e filmou ela chupando o consolo. O pobre Fábio permaneceu onde estava no fundo da sala. Ele sentiu que era inapropriado estar com esses homens enquanto eles abusavam de sua esposa.

— Isso aí, agora me dá o consolo. Agora, isso vai doer, mas você precisa aguentar. Pronto, vou só inserir a pontinha na sua bundinha. Ah nossa, tá apertado, claramente nada nunca entrou aí antes.

— Ai! Ah, Senhor, por favor tira. Dói, ah dói...

O General em resposta apenas inseriu mais alguns centímetros enquanto Jorge vinha por trás e começava a filmar a bunda dela.

— Pronto, minha querida, você tá levando um consolo no cu — enquanto o General conseguia colocar todo o plug anal na bundinha apertada da garota.

Uma vez dentro, o General saiu do caminho para permitir a Jorge uma visão clara da bunda redonda e perfeita de Camila, lindamente emoldurada pelas ligas pretas e com um consolo firmemente inserido dentro. Estoicamente, Camila permaneceu onde estava, apesar dos sentimentos de dor intensa. Ela sabia que era seu dever garantir que sua bunda estivesse empinada para aqueles homens, apesar do abuso que estava recebendo. Enquanto Jorge filmava, ambos os homens sabiam que espetáculo maravilhoso isso fazia para os membros do Clube Platinum que estavam tendo um feed ao vivo dos eventos online. Como o General e Jorge, todos teriam ficado impressionados com a facilidade e velocidade com que essa vadia tinha se submetido. A maioria das garotas levava pelo menos duas visitas antes de permitir que seus corpos fossem dominados. Mas essa vadia tinha sucumbido em uma hora. E tudo na frente do marido. Notável.

Um minuto se passou quando só havia silêncio. A única atividade era Jorge filmando a bunda dela e a respiração pesada vindo de Camila enquanto tentava conter o consolo no cu. Finalmente, o General falou:

— Ainda acho que as coisas não estão exatamente certas.

E com isso, ele se moveu até Camila e ficou bem atrás da bunda dela. Então ele se inclinou e agarrou as abas da camisa dela e, com um pouco de violência, rasgou ela aberta, fazendo com que os lindos peitos jovens da pobre garota fossem mais uma vez liberados.

— Ah, Senhor, o que você tá fazendo?

— Tô libertando seus peitos deliciosos de colegial, minha querida. Você não acha que uma colegial levada deveria mostrar ao diretor dela seus lindos peitos?

— Ah, Senhor, sim, Senhor. É tão safado. Mas eu realmente não deveria estar fazendo isso. Realmente não deveria te deixar bater na minha bunda, enfiar um consolo no meu cu e soltar meus peitões de adolescente. Ah, Senhor, é tão safado. Você é tão perverso!

— Sim, minha querida, mas é o que você quer, não é? — o General perguntou, enquanto segurava os grandes peitos dela em suas mãos velhas e ásperas e começava a manuseá-los rudemente e beliscar seus grandes mamilos eretos.

— Senhor, sim, Senhor. Eu sou uma colegial levada e vou fazer o que você mandar. Mesmo sabendo que você tá se aproveitando cruelmente do meu corpo jovem.

— Mas Senhor, por favor me deixa tirar esse consolo da minha pobre bundinha. Dói, Senhor. Dói muito. Nunca tive nada enfiado no meu cu...

— Claro que não teve, mas não quero que você tire ainda. Com o tempo você vai apreciar as delícias de ter coisas enfiadas no seu cu apertado. Uma garota jovem precisa apreciar o prazer que uma bundinha apertada pode dar a um homem.

— Mas antes de chegarmos nisso, quero que você se foda com o consolo. Então, seja uma boa menina, alcance atrás de você e se foda.

Obedientemente e sem qualquer hesitação, a mão esquerda de Camila alcançou muito lentamente sua bunda abusada. Apesar da dor pulsando através de seu corpo jovem, ela agora também começava a sentir uma nova sensação: prazer. Ela nunca teria pensado que fosse possível, mas algo grande em sua bunda estava fazendo com que ela se sentisse como uma puta excitada. O pensamento de que estava permitindo que sua bunda fosse abusada por um par de homens velhos a estava levando perto de um orgasmo.

Ofegante, tanto de medo quanto de desejo, ela alcançou para trás com sua mão trêmula e agarrou a base que se projetava de sua bunda. Muito lentamente, ela removeu o consolo do cu até que apenas a ponta permanecesse dentro e então lentamente o reiseriu.

— Oooh, Senhor, isso parece tão grande. Ooh, minha bunda parece tão cheia. Oooh, Senhor...

E Camila mais uma vez moveu o consolo para fora de sua bunda e depois o reiseriu. Mas desta vez, ela fez um pouco mais rápido.

— Me diz, Camila, como é se foder no cu com um consolo?

— Ah! Ah! Ah Senhor, parece tão sujo. Parece tão safado. Eu não deveria estar fazendo isso, Senhor. Você não deveria me fazer fazer isso. Ah Senhor!

— Camila, se fode com mais força. Quero que você se foda até doer.

— Sim, Senhor. Ah Senhor, isso dói, dói, ah Senhor, tô me fodendo com um consolo grande. Tô me fodendo na minha bundinha. Ah! Ah! Ah! É gostoso, é gostoso...

O General então permitiu a Camila alguns momentos para foder sua bunda. Os gemidos estavam ficando cada vez mais altos e estava claro que a vadia estava se divertindo.

Mas não demorou muito para que o General quisesse elevar o nível de depravação.

— Camila, quero que agora você tire o consolo da bunda. Eu sei que você está gostando, mas quero que dê uma boa lambida longa no consolo. Quero que você prove sua bunda, sua vadia levada.

— Ah Senhor, isso é tão safado. Não sei se consigo fazer algo tão sujo — Camila respondeu, mas tudo isso era apenas atuação, pois, enquanto fingia relutância, ela havia removido o consolo de sua bunda e o estava movendo em direção à sua boca aberta e ofegante.

Ela então parou e olhou longamente para o consolo. Percebeu que estava prestes a provar sua bunda. Era nojento. Mas isso não iria impedi-la. Enquanto contemplava o que estava prestes a fazer, isso deu oportunidade para o General e Jorge se moverem para ficar na frente dela e olharem para baixo para seu rosto ofegante. Eles não disseram nada. Ela apenas olhou para eles. Nenhuma palavra era necessária; ela sabia o que era esperado. Ela abriu a boca o máximo possível e permitiu que o consolo sujo entrasse em sua boca outrora inocente. Ela chupou longa e fortemente, saboreando o gosto picante de sua bunda. Chupou tudo, certificando-se de que cada pedacinho do consolo fosse limpo por sua boca babada.

Uma vez satisfeita de ter chupado o suficiente, sem qualquer incentivo, ela o colocou de volta em sua bunda apertada, mas desta vez entrou muito mais fácil do que antes e, à medida que subia seu canal apertado, Camila gemia de prazer.

— Ah! Ah! Ah, isso é tão bom! Parece tão grande na minha bunda de colegial.

Os homens olhavam encantados para a vadia complacente. A boca dela estava aberta, ofegante de desejo, e seus grandes peitos balançavam toda vez que ela movia o consolo para dentro e para fora. Ela olhou para os homens, seus olhos nunca pararam de olhar para o rosto sorridente do General. O General viu que ela tinha aquele olhar submisso e obediente que eles tinham visto em muitas vadias antes. E então, mais uma vez sem qualquer incentivo, Camila tirou o consolo da bunda e deu uma boa lambida longa. O General olhou para ela e sorriu; a vadia estava felizmente se submetendo a todos os seus desejos. Ela estava pronta. Estava pronta para ser fodida.

Camila mais uma vez colocou o consolo de volta em sua bunda e se fodeu. Os sons vindos de sua boca começaram a se tornar mais guturais e animalescos; estava ficando rapidamente claro para todos que essa vadia excitada estava perto de gozar.

Mas os homens queriam adiar isso o máximo possível. Queriam que a vadia ficasse o mais excitada possível, para que ela os fodesse felizmente sempre que quisessem. Então o General ordenou que ela parasse.

— Camila, já chega, por enquanto. Acho que devemos fazer uma pausa. Só deixa o consolo na bunda e respira um pouco. Nós só estamos começando, minha vadiazinha levada!

Além disso, tinha chegado a hora de dispensar o marido inútil dela que, apenas parado no fundo da sala em total horror, não estava acrescentando valor algum aos procedimentos. Estava claro que o General havia vencido e tomado sua esposa sem precisar disparar um tiro. Mas se ele quisesse foder a vadia, talvez fosse mais fácil dispensar o marido para que ela fosse ainda mais complacente. No entanto, o General queria continuar a humilhá-lo. Sem problema, pensou o General, isso também poderia ser arranjado.

Enquanto Camila permanecia de quatro, frustrada por não conseguir foder sua bunda até um clímax longo e forte, Jorge colocou a câmera de lado enquanto o General caminhava até Fábio.

— Fábio, acho que precisamos de um lanche. Por que você não vai até a cidade e compra comida pra gente, hein? Passa no centro e pega uma comida chinesa pra todos nós, você só deve demorar uma hora e quando voltar podemos rever as coisas.

Fábio permaneceu parado. As coisas poderiam ficar piores, ele se perguntou? Ele não queria deixar sua esposa sozinha com aqueles homens sabendo muito bem o que eles provavelmente fariam com ela. Eles não se satisfariam apenas permitindo que ela se fodesse. Eles iriam fodê-la também, disso não havia dúvida, e ele temia que ela deixasse. Mais uma vez aquele dilema passou por ele: salvar seu casamento ou sua carreira? Claro que sua esposa poderia facilitar as coisas pedindo para ir embora. Ela teria ouvido o que o General acabara de dizer e saberia, como ele, quais eram as implicações.

Mas ela permaneceu de quatro, com o consolo na bunda, esperando o General e Jorge fazerem seu próximo movimento. Claramente, ela não ia a lugar nenhum.

Assim, mais uma vez, o caminho mútuo de inação do casal estava levando ao desastre.

Quando o General estava perto de Fábio, sussurrou, baixinho para ter certeza absoluta de que Camila não pudesse ouvir:

— Escuta, meu caro, não se preocupe, você não vai perder nada. É só que eu acho que, para a próxima etapa, pode ser melhor se você não estiver aqui. Ela vai estar mais disposta a colaborar se não tiver tanta gente por perto. Essas vadias podem ficar tímidas, sabe como é.

Fábio achou que não havia timidez alguma com Camila no momento, então não tinha certeza do que o General estava falando.

— Quando você sair, não saia pela porta da frente, entre naquela sala ali. Ela não vai te ver.

O General então apontou para a direção da sala onde Jorge sempre entrava quando os outros homens preparavam o estúdio, ou seja, a sala de controle que fornecia a transmissão ao vivo dos eventos para todos os membros Platinum.

— Quando você entrar, vai conseguir ver tudo, confia em mim. Só não toque em nada, ok? E não se preocupe, com o tempo você vai poder provar dessa vadia.

*Essa "vadia" é sua esposa, faça alguma coisa, seu idiota*, Fábio gritou para si mesmo. Mas ainda assim não conseguia. Talvez a curiosidade de ver sua esposa sendo tomada por outro homem estivesse começando a levar a melhor sobre ele...

— Pode ir, meu filho. E tente não demorar muito, isso dá um trabalho danado — o General disse alto para que Camila pudesse ouvir.

Ele então guiou Fábio em direção à sala de controle, abriu a porta para ele e garantiu que ela fechasse ruidosamente atrás dele. Ele queria que a esposa tivesse certeza de que seu marido havia saído e que ela estava sozinha com o General e Jorge...

Camila não tinha visto nada. Ela apenas ouviu seu marido sendo dispensado e uma porta se fechando. Assumiu que ele tinha ido embora e a deixado sozinha com aqueles homens. A princípio, ficou com raiva e chocada com o comportamento dele. Como ele pôde fazer isso? Ele era sua única garantia de que os homens não levariam as coisas um passo adiante. Ela suspeitava (corretamente) que eles tentariam fodê-la como uma cadela e, sem o marido para protegê-la, não teria escolha a não ser se submeter e permitir que seu corpo fosse abusado de qualquer maneira que aqueles homens cruéis quisessem. Mas muito rapidamente esses sentimentos de raiva e choque deram lugar a sentimentos de excitação e desejo. Por qualquer motivo, seu marido tinha decidido deixá-la sozinha com aqueles homens e agora eles a tomariam, e a tomariam com força. Era o que seu corpo queria e se Fábio não estava lá para impedir, ela não estava em posição de parar o deslize inevitável para se tornar uma puta para aqueles homens...

Ao entrar na sala, Fábio parou em choque com o que viu. Lá dentro havia inúmeras telas de TV filmando os eventos ao lado de todos os ângulos possíveis. Que operação era aquela, ele pensou. Olhou para uma das telas que estava focando na bunda de Camila e viu que o General tinha se aproximado mais uma vez. Ele se sentou em uma cadeira perto dos controles e olhou para cima, assistindo seu casamento sendo destruído por sua covardia e pela habilidade de sedução do General.

Enquanto o General se aproximava de Camila, ela permanecia obedientemente de quatro, empinando sua bunda cheia de consolo para o prazer dos homens.

— Acho que devemos fazer uma pequena pausa, minha querida. Mas você se importa em ficar de quatro pra mim? Eu gosto tanto da sua bunda empinada.

— Sim, sim Senhor. Eu entendo.

Embora supostamente não estivessem mais interpretando papéis, Camila não conseguia evitar chamar o General de "Senhor". Parecia apropriado.

— Bom. Bom. Só por curiosidade, minha querida, você já mostrou pra algum homem que não fosse seu marido, sua buceta, peitos ou bunda?

Com o marido fora, Camila não sentiu vergonha em responder à pergunta do General. Eles estavam no controle dela agora e ela diria e faria qualquer coisa que quisessem. Ela era a vadia deles.

— Não, Senhor, nunca mostrei minha buceta, peitos ou bunda pra ninguém além do Fábio. Senhor, ele é o único homem com quem já transei. Senhor, eu era virgem quando casei!

— Nesse caso, como você acha que seu marido se sentiria se soubesse que estava casado com uma piranha tão excitada... uma mulher que, com muito pouca persuasão, está preparada para se revelar e se foder no cu com um consolo?

O General estava ansioso para humilhar a vadia o máximo possível antes de tomá-la. Ele a queria derrotada, física e mentalmente, para que ela realmente soubesse que era dele.

— Ele não ficaria muito feliz, Senhor. Suspeito que ficaria com raiva que a esposa dele estivesse fazendo isso... — Camila respondeu com sinceridade, mas sem nenhum sinal de arrependimento sobre qualquer coisa que tivesse acontecido hoje.

— Sim, suspeito que ficaria. Mas por que você está fazendo isso pra mim? Não é só pelo dinheiro, é, Camila?

— Não, Senhor, suponho que não. Não tenho certeza por que, Senhor...

— Eu sei por que, Camila. É porque você gosta que te digam o que fazer, não é?

Era verdade, Camila precisava ser dominada. Embora seu marido a tivesse persuadido a vir aqui hoje contra seu melhor julgamento, ele nunca a dominara na cama como ela precisava ser dominada. Ela nunca tinha sido tratada como uma puta ou um pedaço de carne como o General estava fazendo agora.

— Sim, Senhor — Camila sussurrou. — É porque eu quero que me digam o que fazer. A-acho que gosto bastante disso, Senhor...

— Você não vai parar, vai? Na verdade, você vai me deixar levar isso até onde eu quiser, não vai, vadia?

Camila ainda não conseguia se obrigar a responder honestamente a essa pergunta. Assim que o fizesse, sabia que não haveria volta. Sabia que a resposta era um retumbante "sim", mas ainda não conseguia admitir que estava preparada para ser uma puta para aqueles senhores. Em vez disso, Camila gemeu. Foi um gemido de desejo e de medo.

O General agora pegou o segundo dos consolos de Camila. Era um modelo rosa canelado de 25 centímetros. Sem comentar, ele o colocou na entrada da boceta dela e empurrou para dentro. Camila ficou mais uma vez chocada com essa intrusão, embora soubesse que deveria esperar por isso, já que aqueles homens claramente gostavam do lado mais sombrio do sexo.

O General estava agora efetivamente fodendo-a duplamente, já que ela agora tinha um consolo em seu cu casado e outro em sua boceta casada. E ainda assim, a sensação de estar completamente cheia foi inesperada e prazerosa. Ela se perguntou como seria ter um par de paus lá em cima em vez de plástico... Esse pensamento a fez gemer.

— Ooh, Senhor, p-por favor, isso é tão errado, é tão safado, ooh que sensação boa...

Foi tudo o que a vadia excitada conseguiu dizer enquanto sua boceta era preenchida até a borda com outro consolo. Ela estava com medo do que aconteceria com ela a seguir e estava aterrorizada por estar inexoravelmente se movendo para um lugar onde permitiria que outro homem entrasse em sua boceta casada. Uma boceta que ela sempre pensou que pertenceria a Fábio. Mas Fábio a tinha abandonado em sua hora de necessidade e cruelmente a deixado à sua sorte.

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CONTINUA?!

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