Minha Tia Gostosa Veio Dormir no Meu Apê e Acabamos Fodendo

Um conto erótico de Noite
Categoria: Heterossexual
Contém 5288 palavras
Data: 19/02/2026 10:57:32

Era um sábado preguiçoso de fevereiro, daqueles em que o calor de SP grudava na pele mesmo com o ar-condicionado no máximo. Eu estava na varanda do apê, deitado na espreguiçadeira, livro aberto no colo, um thriller qualquer que eu mal acompanhava porque a mente vagava. A vista da Paulista lá embaixo era o mesmo mar de luzes e trânsito, mas no dia claro parecia mais vivo, quase convidativo. Acendi um cigarro, dei uma tragada longa, soltei a fumaça devagar pro vento levar. O celular vibrou na mesinha ao lado.

Era ela. Tia Denise.

A mensagem abriu com o apelido que só ela usa:

“Oi, Rick! No próximo fds você vai estar em SP? Na sexta vou ter um aniversário de uma amiga e pensei em dormir aí e ficar o sábado. A tia tá com saudades… poderíamos almoçar, sair à noite… No domingo já tenho que voltar. 😘”

Sorri sozinho. Denise, irmã mais nova da minha mãe, sempre foi a “tia diferente”. Só 5 anos de diferença, ela tem 33, eu 28. Cresci chamando ela de prima mais velha, ou quase irmã. Brincadeiras, confidências, viagens em família onde ela me defendia das broncas da mãe. Depois que eu me mudei pra SP e ela ficou em Campinas (trabalha como designer gráfica, vida solteira pós-divórcio recente), a gente se falava mais por mensagem do que pessoalmente. Saudade real.

Respondi rápido:

“Que surpresa boa, tia! Claro, o apê é seu. Vem de carro?”

“Não, avião. Do aeroporto vou direto pra festa na sexta. Chego de madrugada, querido.”

“Sem problema. Deixo seu nome na portaria, passo o endereço certinho. Sexta é só subir direto. Vou arrumar o quarto de hóspedes. A diarista vem amanhã, vai estar tudo impecável.”

“Obrigada, Rick. Tô contando os dias. Beijos!”

Guardei o celular, terminei o cigarro e senti um frio na barriga que não era só de expectativa familiar. Denise sempre foi bonita, morena clara, cabelo longo cacheado, corpo curvilíneo mas atlético (faz pilates, corre), olhos castanhos expressivos, sorriso fácil. Nas fotos recentes do WhatsApp, ela aparecia de biquíni em praia, ou em vestido justo em festa, e eu… bom, notava. Sempre notei, mas guardava pra mim. Era tia, afinal.

A semana passou voando, reuniões no Itaim, planilhas infinitas, academia pra descarregar o estresse. Na quinta, avisei a portaria: “Denise, chega sábado de madrugada, libera acesso pro 1801”. Arrumei o quarto de hóspedes, lençóis limpos, toalha nova, garrafa d’água na mesinha, até um vaso de flor que comprei no mercado.

Sexta à noite cheguei tarde do escritório, tomei banho, pedi uma pizza e fui pra varanda com whisky. O celular vibrou por volta das 22h:

“Cheguei no aeroporto. Indo pra festa. Chego aí umas 3h/4h. Desculpa a hora, Rick. 😅”

“Tranquilo, tia. Porta destrancada (deixei a chave extra na portaria pra você pegar). Dorme bem. Te vejo amanhã.”

Acordei por volta das 4h30 com o som sutil da porta da frente abrindo. Um clique baixo, seguido de passos hesitantes no corredor, bolsa caindo pesada no chão da sala e um suspiro longo, quase um gemido de alívio. Era ela. Denise. O barulho era inconfundível, salto alto batendo no piso frio, depois o silêncio.

Meu corpo pesado de sono nem se mexeu, o whisky da noite anterior ainda pesava nas veias, e os olhos se fecharam de novo antes que eu pudesse pensar em levantar. A casa voltou ao silêncio, só o zumbido distante do ar-condicionado e o ronco leve da cidade lá embaixo.

Às 7h em ponto o despertador interno me acordou, como sempre. Luz filtrando pelas cortinas semiabertas da varanda, calor já subindo. Levantei devagar, estiquei o corpo, vesti uma bermuda e uma camiseta, e fui até a sala pra ver se ela tinha chegado mesmo.

Ela estava lá. Jogada no sofá de couro, de lado, uma perna dobrada no encosto, a outra esticada para o chão, joelhos abertos de um jeito relaxado e inconsciente. O vestido preto curto, daqueles justos, de alcinha fina, que mal cobriam as coxas, tinha subido até a virilha, revelando a calcinha minúscula preta, renda fina que mal escondia o contorno da buceta depilada, o tecido grudado levemente na pele úmida de suor e álcool.

As sandálias de salto alto estavam jogadas pelo chão, uma perto do sofá, a outra mais longe, como se ela tivesse chutado uma enquanto tirava a outra. O cheiro forte de bebida invadia o ar, vodca misturada com perfume doce e suor da noite inteira, um porre daqueles que deixam o corpo mole e quente.

Meu olhar subiu devagar. Ela emagreceu mesmo, ou melhor, estava atlética, definida. Barriga lisa com linhas suaves de abdômen marcado no tecido, cintura fina marcada pela roupa apertada, coxas firmes e torneadas, pele morena clara brilhando de suor fino. Os seios, fartos, redondos, pareciam mais cheios do que eu lembrava das fotos antigas, o decote profundo do vestido tinha escorregado um pouco, revelando a curva superior, e dava pra ver o contorno dos mamilos endurecidos pelo ar fresco da manhã roçando o tecido. Silicone? Talvez. Ficavam perfeitos, empinados mesmo deitada de lado, quase pulando pra fora a cada respiração pesada.

Toquei o ombro dela de leve. “Tia… Denise… acorda, vem pro quarto.”

Nada. Só um gemido baixo, ressonante, e o corpo se mexeu um pouco, abrindo mais as pernas sem querer. A calcinha minúscula esticou, revelando um fio de renda que sumia entre as nádegas firmes. O cheiro de álcool era mais forte de perto, misturado ao perfume floral que ela sempre usava, agora quente, animalesco, impregnado na pele suada.

Tentei de novo, sacudindo de leve. Ela murmurou algo incoerente, olhos fechados, lábios entreabertos, respiração lenta e profunda. A coitada tinha bebido demais mesmo. Sozinha? Provavelmente veio de táxi do aeroporto pra festa, depois pra cá. Ninguém a acompanhou até a porta.

Suspirei, decidi carregar. Passei um braço por baixo dos joelhos, outro pelas costas, e levantei ela com cuidado. O corpo dela era quente, mole de sono e álcool, colando no meu peito. Os seios pressionaram contra mim, macios e pesados, o decote abrindo mais, quase deixando um mamilo escapar. Senti o coração dela batendo devagar contra o meu, o calor da pele nua das coxas nas minhas mãos, o cheiro doce-alcoólico subindo do pescoço dela. Caminhei devagar pelo corredor, o vestido subindo ainda mais nas costas, revelando a curva perfeita da bunda, a calcinha fio-dental sumindo entre as nádegas redondas e firmes.

Cheguei no quarto de hóspedes, deitei ela na cama com cuidado. Ela rolou de lado, gemendo baixo, o vestido embolado na cintura agora, coxas abertas de novo, calcinha preta minúscula marcando tudo. Liguei o ar-condicionado no máximo, cobri ela com o lençol leve até a cintura, não queria que pegasse friagem, mas também não conseguia ignorar a visão, corpo atlético, suado, vulnerável, respirando pesado no sono profundo.

Fiquei parado na porta um segundo, olhando. O tesão subiu devagar, quente, inevitável. Denise ali, na minha casa, dormindo como se fosse dela. Saudade antiga misturada com algo novo, proibido, mas inegável.

Fechei a porta devagar, voltei pra cozinha fazer café.

Voltei da academia por volta das 13h, corpo suado, músculos ainda quentes da série pesada de supino e pernas. O elevador subiu devagar, o cheiro de suor misturado ao perfume cítrico que eu usava pós-treino. Mal abri a porta do apê, escutei o som da ducha vindo do banheiro do quarto de hóspedes — água caindo ritmada, vapor escapando pela fresta da porta entreaberta. Ela tinha acabado de acordar. O relógio marcava 13:05. Sorri sozinho: a ressaca não tinha sido forte o suficiente pra derrubá-la o dia inteiro.

Fui pro meu banheiro, tirei a roupa molhada, entrei no chuveiro quente. Água escorrendo pelas costas, lavando o suor, a mente vagando pra cena da manhã: ela jogada no sofá, vestido subindo, calcinha preta minúscula marcando tudo, seios quase escapando. O pau deu um pulo discreto só de lembrar. Fechei a torneira, sequei rápido, vesti uma jeans escura justa e uma camiseta preta básica, manga curta, que marcava os ombros e braços depois da academia. Nada demais, mas confortável pra sair.

Saí pro corredor e a encontrei na sala. Já desperta, de pé perto da janela da varanda, olhando a Paulista lá embaixo. Cabelo cacheado ainda úmido, pingando gotas que escorriam pelo pescoço e sumiam no decote. Vestia um vestido de tecido largo, claro, molinho, daqueles de algodão leve, quase transparente contra a luz do sol que batia nas costas dela. Sem sutiã, os seios balançando suaves a cada movimento, mamilos marcando de leve no tecido fino. Short por baixo? Não dava pra ver, mas o vestido caía solto até meio da coxa, deixando as pernas bronzeadas e definidas à mostra.

Ela virou quando me ouviu, sorriso lindo se abrindo inteiro, olhos castanhos brilhando.

“Rick!”

Veio direto, braços abertos, me envolveu num abraço apertado, caloroso. O corpo dela colou no meu, quente do banho recente, cheiro de shampoo floral misturado ao perfume doce que ela usava, pele macia roçando na minha camiseta. Os seios pressionaram contra meu peito, macios e firmes ao mesmo tempo, o tecido molinho do vestido deslizando entre nós. Ela apertou mais forte, rosto no meu ombro.

“Como você está lindo! Que saudades, meu Deus…”

Fiquei com as mãos nas costas dela, sentindo a curva da cintura fina, o calor da pele através do tecido fino. “Eu também, tia. Dormiu bem?”

Ela se afastou um pouco, mas manteve as mãos nos meus braços, olhando de cima a baixo. “Dormi como pedra. Nem lembro de chegar. Acordei agora há pouco, com uma dor de cabeça leve, mas o banho resolveu.”

“Como foi ontem à noite?”

Ela riu, passando a mão no cabelo úmido, jogando os cachos pra trás. “Fomos pra um rooftop aqui perto, com as amigas. Bebi um pouco demais… caipirinha, shot, mais caipirinha. Nem lembro direito como cheguei aqui. Devo ter pego um Uber no automático.”

Eu pensei “eu lembro”. Lembro do cheiro de álcool forte, do vestido subindo, da calcinha preta minúscula, dos seios quase pulando quando te carreguei. Mas só sorri. “Que bom que chegou inteira.”

“E você? Muito trabalho?”

“Muito. Quase não paro em casa. Mas hoje é sábado, livre. Pensei em irmos almoçar num restaurante aqui perto. Tem um jardim bonito, ar livre, comida boa. Topa?”

“Vamos! Tô morrendo de fome.”

Saímos uns 20 minutos depois. O restaurante ficava a duas quadras, um lugar charmoso com mesas no jardim interno, árvores, sombrinhas, música ambiente baixa. Sentamos numa mesa mais reservada, perto de uma fonte. Ela pediu logo uma caipirinha de limão, “pra abrir o apetite”, eu uma cerveja gelada. O garçom trouxe as bebidas, e ela já pediu a segunda antes mesmo do prato principal chegar.

Estava soltinha. Rindo alto das histórias da noite anterior, gesticulando, o vestido largo escorregando um pouco no ombro, revelando a alça fina do top por baixo. “Sabe o que rolou? Tinha uns caras importunando a gente na mesa. Não queria saber de nenhum, só queria curtir com as meninas. Aí a Pâmela, minha amiga de Campinas, brincou: ‘vamos fingir que somos namoradas?’. Acredita que eu topei? Dei até um beijo nela, hahah!”

Eu ergui a sobrancelha, rindo. “Que isso, tia… não sabia desse seu lado.”

“Só de brincadeira, Rick. Não vale nada. Foi pra espantar os caras. Mas… beijo é beijo, né?”

Ela tomou outro gole longo da caipirinha, olhos castanhos fixos nos meus, um brilho travesso. O sol batia no rosto dela, destacando as sardas leves, os lábios úmidos de bebida. O vestido molinho grudava sutilmente nos seios quando ela se inclinava pra frente, mamilos marcando de leve no tecido claro.

“E você sentiu algo?”

Ela deu de ombros, rindo baixo, corando um pouco nas bochechas. “Beijo é beijo, Rick. Sempre tem um calorzinho. Mas foi só isso. Nada sério.”

O garçom trouxe os pratos, salmão grelhado pra ela, filé pra mim. Ela pediu a terceira caipirinha. O almoço seguiu leve, mas o ar entre nós estava mais denso: olhares demorados, toques casuais no braço, risadas que duravam um segundo a mais.

Ela estava solta, falante, o álcool soltando a língua e o corpo. Eu sentia o tesão subindo devagar, quente, inevitável, o vestido largo escorregando, as coxas roçando na minha por baixo da mesa, o cheiro dela misturado ao limão da bebida.

Quando saímos, o sol já baixava um pouco. Ela tropeçou de leve na calçada, rindo. Segurei pela cintura, mão firme na curva da lateral do corpo. Ela se encostou em mim, braço no meu ombro.

“Vamos voltar pra casa, Rick? Tô ficando mole…”

“Vamos.”

Caminhamos devagar, o braço dela na minha cintura, o meu na dela. O vestido molinho balançava com o vento, colando nas curvas. O dia ainda estava só começando.

Voltamos de Uber, ela abraçada em mim no banco de trás, cabeça no meu ombro, mão descansando na minha coxa. O trânsito lento, o ar-condicionado gelado contrastando com o calor do corpo dela. Ficamos em silêncio a maior parte do caminho, só o som da respiração dela e o ronco baixo do motor.

Chegamos no prédio, subimos no elevador sem falar muito. Ela tirou as sandálias na entrada, descalça, e foi direto pra sala.

“Vamos ver um filme quando chegarmos?”, perguntou, voz ainda soltinha da bebida.

“Claro. Qual?”

“Aquele que ganhou um monte de Oscar… Anora. Quero relaxar.”

“Beleza.”

Acendi a TV, procurei o filme no streaming, coloquei pra rodar com luz baixa. Sentamos no sofá, ela de lado, pernas sobre as minhas, cabeça encostada no meu peito. O vestido molinho subiu um pouco nas coxas, mas nada além disso. Assistimos quietos, o filme rolando devagar, o álcool dela fazendo efeito — olhos pesados, respiração lenta.

Eu passei o braço pelos ombros dela, mão na cintura, só segurando. Ela apertou de leve meu braço.

Os primeiros 20 minutos de Anora passaram num ritmo acelerado e cru: a protagonista, uma stripper jovem e confiante chamada Ani, dançava no pole em um clube lotado, corpo brilhando de óleo e luz neon, seios fartos balançando no top minúsculo enquanto rebolava pra clientes que jogavam notas. Logo veio a pegação, ela levava um cara rico pro camarim, beijava, mão dele subindo por baixo da saia curta, dedos explorando sem pudor, gemidos abafados misturados ao som da música alta. Depois, cena de sexo explícita no sofá, ela montando nele, quadris girando ritmados, seios balançando livres, close no pau entrando e saindo, suor escorrendo, gemidos altos e sem filtro. O filme não poupava detalhes.

Ela virou o rosto pra mim, olhos castanhos brilhando na luz fraca da TV.

“Que filme é esse, tia?”

“Não sabia que era de pegação assim… mas tô gostando.”

“Hahaha. Dá até um calor, né?”

“Olha, dá mesmo. Ainda mais ao lado de um sobrinho gato desses.”

“Que isso, tia? Sou seu sobrinho, lembra.”

“Para, brincadeira. Não posso falar que você é um gostoso?”

“Ai ó, tô falando. Hahah. Obrigado… você é gostosa também?”

“Sério?”

“Sério. Sempre achei. Mas agora, tá incrível.”

“Assim fico com vergonha…”

“Por que agora tô incrível? Notou algo diferente?”

“Não sei… tá malhando, e acho que colocou silicone.”

“Que isso, Rick, tá me secando assim?”

O filme continuava rolando ao fundo, mais cenas de sexo explícito pipocando na tela.

“Não tem como não reparar, tia. Sempre foi minha tia gostosa. Todos os meus amigos queriam ir em casa só por causa de você, ficavam inventando desculpa pra aparecer, e eu ficava doido de ciúmes. Não aguentava ver eles olhando, comentando.”

Ela riu baixo, um riso rouco e lento, virando o rosto pra mim com os olhos semicerrados, o filme ainda rolando ao fundo com gemidos abafados.

“Quando você ficou mais velho, Rick… passou a ser uma delícia. Corpo definido, esse jeito sério de homem, esse sorriso safado que você acha que esconde. Eu via e pensava, caralho, o moleque cresceu. Mas sabe… irmã da sua mãe. Não pode rolar nada. É proibido.”

“Esse assunto tá me dando tesão”, murmurou ela, voz baixa, quase um sussurro, mordendo o lábio inferior. “Melhor a gente parar antes que piore.”

“Não tem problema nenhum falar, tia. Vamos terminar o filme então.”

Ela assentiu devagar, se ajeitou no sofá e deitou de lado, esticando as pernas sobre o meu colo. O vestido molinho subiu um pouco mais, coxas bronzeadas e firmes descansando pesadas nas minhas. O clima ficou tenso, pesado, sem uma palavra entre nós. Só o som do filme, que passou a ficar menos explícito.

Vi que ela apertava as coxas com força, uma mão deslizando devagar pro meio das pernas, dedos pressionando por cima do tecido do vestido, como se tentasse aliviar algo sem admitir. O movimento era discreto, mas inconfundível.

“Que isso, tia?”

Ela corou, mas não tirou a mão, só apertou mais forte, um gemido baixinho escapando.

“Tia… que isso?”

“Nem vem, Rick… você tá de pau duro aí que eu também tô sentindo.” E, sem aviso, ela esticou o pé descalço e passou por cima da minha calça, planta delicada pressionando direto no volume duro da jeans. O pé era macio, pele lisa e quente do banho recente, arco perfeito, unhas vermelhas bem pintadas brilhando na luz fraca da TV, dedinhos alinhados e curvos, pressionando com precisão contra o pau latejando por baixo do tecido. Ela moveu devagar, esfregando a sola pra cima e pra baixo, sentindo cada centímetro do comprimento endurecido, o calcanhar roçando as bolas de leve.

Ela se mexeu devagar no sofá, olhos fixos nos meus, voz baixa e rouca, quase um sussurro entre os gemidos distantes do filme.

“A gente não pode ficar, Rick… mas estamos os dois com tesão demais. Podemos só aliviar agora e depois fingimos que não rolou nada. Só isso. Sem cruzar a linha.”

“O que você quer dizer com aliviar?”

Ela abriu as pernas devagar, joelhos se afastando, o vestido molinho subindo até a cintura. A calcinha branca, minúscula e rendada, já estava úmida no centro, o tecido ficando transparente, marcando os lábios inchados e o contorno do clitóris. Ela levou a mão ali, dedos deslizando por cima da renda, circulando devagar, pressionando o ponto mais sensível. Um gemidinho escapou dela, quadris se mexendo sutilmente contra a própria mão.

“Vai, Rick… pode se aliviar também. Ninguém vai ficar sabendo. Só a gente aqui, aliviando esse fogo. Depois a gente apaga da memória.”

Ela juntou as pernas por um segundo, ergueu o quadril e deslizou a calcinha devagar pelas coxas, deixando-a cair no chão. A buceta apareceu inteira, raspada, lisinha, lábios rosados e melados brilhando de lubrificação, clitóris inchado pulsando visível, um fio fino de tesão escorrendo pela entrada. Ela abriu as pernas de novo, devagar, expondo tudo, dedos voltando a circular o clitóris com movimentos lentos e ritmados.

Eu não aguentei. O pau latejava forte dentro da jeans, dolorido de tanto tesão acumulado. Abri o zíper devagar, tirei pra fora, duro, veias marcadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Comecei a me masturbar devagar, punho subindo e descendo no comprimento inteiro, olhos fixos na buceta dela se abrindo e fechando com cada movimento dos dedos.

Passei a mão livre nas coxas dela, subindo devagar pela pele quente e macia, sentindo os músculos tremerem de leve.

Ela afastou minha mão com gentileza, mas firme, voz sussurrada e carregada:

“Cada um do seu lado, Rick… é só pra passar esse tesão. Não toca. Olha só. Me olha enquanto a gente goza.”

Ela acelerou os dedos, dois agora circulando o clitóris rápido, depois descendo pra entrada, penetrando devagar, gemendo baixo enquanto eu batia punheta mais forte, o som molhado das nossas mãos preenchendo a sala junto com os gemidos do filme. Olhares travados, respiração pesada, corpos tremendo no limite, sem se tocar, mas tão perto que o ar parecia queimar.

Ela acelerou os dedos, dois agora mergulhando fundo na buceta melada, entrando e saindo ritmados enquanto o polegar circulava o clitóris inchado com pressão crescente. Os gemidos dela viraram suspiros roucos, quadris se erguendo do sofá, coxas tremendo, o líquido escorrendo pelos dedos e pingando no couro. “Rick… tô quase… olha pra mim… olha…”

Eu batia punheta mais forte, punho apertado subindo e descendo no pau inteiro, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, veias pulsando visíveis. Os olhos dela fixos no meu pau, depois no meu rosto, boca entreaberta, respiração entrecortada.

De repente ela arqueou as costas, um gemido longo e baixo escapando, corpo convulsionando: as paredes da buceta apertando os próprios dedos em espasmos violentos, clitóris pulsando sob o polegar, um jorro quente de lubrificação escorrendo pela mão e pelo sofá. “Ahhh… tô gozando… porra, Rick… tô gozando forte…”

O tesão me levou junto, o pau latejou forte na minha mão, jatos quentes e grossos explodindo, espirrando no abdômen dela, na coxa, no vestido molinho. Gozei gemendo rouco, corpo tremendo, olhando pra buceta dela ainda se contraindo em réplicas, dedos molhados saindo devagar.

Ela caiu de volta no sofá, ofegante, rindo baixo, um riso nervoso e liberador, passando a mão no cabelo úmido.

“Nós somos loucos… que que foi isso?”

Eu ri também, ainda ofegante, limpando a mão na camiseta, o pau amolecendo devagar. “Não sei, tia… mas foi foda.”

Antes que ela pudesse responder, a campainha tocou, um som agudo e insistente que cortou o ar pesado da sala como uma faca. O clima evaporou na hora.

Ela arregalou os olhos, puxou o vestido pra baixo rápido, pegou a calcinha do chão e enfiou no bolso. Eu guardei o pau na calça, subi o zíper, limpei o gozo do abdômen dela com a ponta da minha camiseta. “Merda… quem é?”

Fui até a porta, olhei pelo olho mágico. Paula. A vizinha ruiva do 1802, de short jeans curto e top cropped, cabelo solto, sorriso casual.

Abri a porta, tentando soar normal. “Oi, Paula.”

“Oi, Henrique! Desculpa invadir sábado à tarde… vim pedir emprestada sua parafusadeira. Tô montando um tripé novo aqui do lado e a minha quebrou. Você tem?”

“Claro, entra um segundo.”

Ela entrou, notando Denise no sofá, agora sentada, pernas cruzadas, tentando arrumar o cabelo e o vestido, rosto ainda corado, um sorriso educado forçado.

“Paula, essa é minha tia Denise, de Campinas. Veio passar o fim de semana.”

Denise acenou, voz um pouco rouca ainda. “Oi, Paula. Prazer.”

“Oi, tia! Prazer é meu. Desculpa a bagunça… Rick, a parafusadeira?”

Fui na gaveta da cozinha, peguei a ferramenta e entreguei. Paula agradeceu, deu um beijo no ar pra Denise e saiu rápido, porta fechando atrás dela.

Voltamos a olhar um pro outro. Denise riu baixo de novo, cobrindo o rosto com as mãos.

Eu sorri, sentando-se ao lado dela de novo. O filme havia acabado, ignorado. O clima tinha mudado.

Ela se mexeu no sofá, ainda ofegante, o rosto corado e o sorriso lento voltando. Passou a mão no cabelo úmido, olhando pra mim com uma mistura de cumplicidade e leve arrependimento.

“Meu voo é amanhã às 14h, Rick… ainda teremos a manhã juntos.”

“Então vamos aproveitar. Que tal tomar uma cerveja no barzinho do outro lado da rua? Pra relaxar de vez.”

Ela riu baixo, assentindo. “Boa ideia. Mas sem exagerar, hein?”

Saímos do apê, atravessamos a rua. O barzinho era simples, mesas na calçada, luz amarelada, música baixa. Pedimos um chope pra cada um. Ela tomou um gole longo, olhando pro copo gelado.

“O bom do álcool é que desinibe, né?”, falei, casual.

Ela ergueu a sobrancelha, sorriso travesso. “O que você quer dizer com isso, Rick?”

“Nada, nada não.”

Ela riu, inclinando o corpo pra frente, voz baixa. “Mais desinibida que me masturbar na sua frente?”

“Para com isso, tia… cheio de gente aqui.”

“Ninguém nos conhece aqui, Rick.” Ela tomou outro gole, olhos fixos nos meus. “Tomamos outro chope?”

Pedimos mais um. O segundo chope desceu rápido. Ela ficou mais solta, rindo de qualquer coisa, mas de repente bocejou, passando a mão no rosto.

“Vamos voltar pra casa? Tô morta. Quero dormir.”

Chegamos no prédio, subimos no elevador em silêncio. Ela foi direto pro quarto de hóspedes, fechou a porta e eu escutei o clique da tranca. Fiquei parado no corredor um segundo, pensando, ela realmente não quer nada além. O tesão da tarde tinha sido só um momento, agora acabou.

Fui pro meu quarto, tirei a roupa, deitei na cama. O silêncio do apê era pesado, só o ronco distante da avenida. Fechei os olhos, tentando dormir.

Acordei de madrugada,umas 3h, talvez. Senti um peso na cama, o colchão afundando devagar do meu lado. Abri os olhos. Era ela.

Denise, deitada ao meu lado, se aninhando contra mim. Estava de camisola de seda curta, preta, fina como papel, o tecido escorregando pelas coxas, revelando a curva da bunda e o contorno dos seios livres por baixo. O cheiro dela, shampoo, perfume doce e um leve calor de sono, invadiu o ar.

“Não tô conseguindo dormir… posso ficar aqui? Dormir com você?”

“O que aconteceu, tia?”

“Nada… só fiquei ansiosa. Quero ficar perto. Pra ajudar a acalmar.”

Ela se aninhou mais, cabeça no meu peito, perna jogada sobre a minha, camisola subindo até a cintura, pele quente colando na minha. A seda era tão fina que sentia cada curva do corpo dela, seios macios pressionando meu braço, mamilos endurecidos roçando a camiseta fina que eu usava, coxa macia e quente na minha virilha. O pau deu um pulo imediato, endurecendo contra a perna dela.

Ela sentiu, mas não se mexeu. Só respirou fundo, sussurrando:

“Boa noite, Rick…”

Fiquei quieto, mão nas costas dela, sentindo a seda escorregar devagar. O tesão voltou devagar, quente, inevitável, mas ninguém se mexeu mais. Só o som da respiração dela ficando lenta, o peso do corpo dela me ancorando na cama, e a certeza de que a manhã ia ser longa.

Ela se aninhou mais contra mim, o corpo quente colando no meu de conchinha, a camisola de seda curta subindo até a cintura, deixando a bunda firme e nua roçando na minha cueca. O pau já estava duro, pressionando contra a curva dela, latejando com o calor da pele. Ela sentiu na hora, mexeu o quadril devagar, esfregando de leve, um gemidinho baixo escapando.

Virei o rosto dela com a mão, devagar, e colei a boca na dela. O beijo começou suave, lábios se tocando, depois língua invadindo devagar, quente e molhada. Ela gemeu na minha boca, mão descendo pelas minhas costas, depois pela barriga, até parar por cima da cueca. Apertou de leve o volume rígido, dedos traçando o contorno por cima do tecido.

“Por que tá assim, Rick?”, perguntou malandra, voz rouca e sussurrada, olhos castanhos brilhando no escuro, mão apertando mais forte, subindo e descendo devagar.

“Porque você tá aqui, tia… colada em mim, cheirando gostoso, roçando essa bunda perfeita. Não dá pra controlar.”

Ela riu baixo, safada, continuou o carinho ritmado, polegar circulando a cabeça por cima da cueca, sentindo o pré-gozo molhar o tecido. Depois, com um movimento lento, enfiou a mão por dentro da cintura elástica, afastou o elástico e tirou o pau pra fora. O comprimento quente pulou na palma dela, veias pulsando, cabeça inchada brilhando.

“Que pau gostoso… grosso, quente… olha só isso”, murmurou, mão fechando devagar ao redor, subindo e descendo em punheta lenta e firme. “Tá latejando na minha mão, Rick…”

Eu não aguentei. Passei a mão por baixo da camisola, subindo pela barriga lisa, até os seios. Apertei um de leve, mamilo duro roçando na palma, depois o outro, dedilhando os bicos enquanto ela gemia baixo. Desci a mão pela cintura fina, pela coxa macia, e descobri que ela estava sem calcinha. Os dedos encontraram a buceta melada, lábios inchados e lisos, clitóris pulsando sob o toque. Comecei a masturbar devagar, dois dedos circulando o clitóris, depois descendo pra entrada úmida, entrando e saindo ritmado.

“Rick… me come… me come agora”, sussurrou ela, voz tremendo de tesão. “Porque nunca mais vamos fazer nada… só hoje… me fode, por favor.”

Me ajeitei atrás dela, de conchinha, pau duro colado na bunda. Ela pegou o pau com a mão, guiou a cabeça pra entrada da buceta, roçando devagar, molhando a glande com o tesão dela. “Vai… devagar no começo…”

Entrei centímetro por centímetro, o aperto quente e molhado me envolvendo inteiro. Gememos juntos, baixo. Passei uma mão pra frente, apertando o seio, dedilhando o mamilo, a outra mão descendo pra masturbar o clitóris enquanto eu entrava e saía devagar.

“Fode a tia, Rick… que pau gostoso… tá me abrindo toda… sente como eu tô apertando você?”

“Sinto sim… buceta quente, molhada… apertando meu pau inteiro… que delícia, tia…”

Ela arqueou as costas, virou o rosto e me beijou com desejo, língua dançando na minha enquanto o quadril dela rebolava contra mim. A transa ficou cadenciada, forte, eu entrava fundo a cada estocada, pau batendo no fundo, saindo quase todo antes de voltar, o som molhado ecoando baixo no quarto. Mão no seio apertando firme, dedos no clitóris circulando rápido, ela gemendo na minha boca.

“Me fode mais forte… assim… porra, Rick… tá me arrombando gostoso… goza dentro da tia… me enche…”

Acelerei, batendo fundo, sentindo as paredes dela apertarem em espasmos, o corpo tremendo. Ela gozou primeiro, arqueando forte, gemido abafado na minha boca, buceta pulsando ao redor do pau, lubrificação escorrendo pelas coxas. Eu segui mais umas estocadas fortes, até explodir dentro dela, jatos quentes enchendo tudo, gemendo rouco no pescoço dela.

Caímos abraçados, ofegantes, suor misturado, corpos colados. Ela riu baixo, voz rouca:

“Nunca mais, hein? Só hoje…”

“Só hoje, tia…”

Mas o abraço não se soltou. O sono veio devagar, com ela ainda aninhada em mim, o pau amolecendo dentro dela, o cheiro de sexo pairando no quarto escuro.

Acordamos tarde, o sol já alto filtrando pelas cortinas da varanda, por volta das 11h30. O quarto estava quente, cheiro de sexo e sono misturado ao perfume dela ainda grudado nos lençóis. Eu abri os olhos primeiro, sentindo o peso leve do braço dela sobre meu peito, a camisola de seda embolada na cintura, corpo nu colado no meu de conchinha. Ela dormia profunda, respiração lenta, cabelo cacheado espalhado no travesseiro.

Toquei de leve no ombro dela. “Tia… Denise… tá na hora.”

Ela murmurou algo incoerente, se espreguiçou devagar, o corpo se esticando como gato, seios se erguendo sob a seda fina, depois rolou pra fora da cama. Ficou de pé ao lado, nua por baixo da camisola curta que mal cobria a bunda, olhando pra mim com um sorriso preguiçoso e distante.

“Bom dia, Rick… dormi como nunca.”

Levantou, foi pro banheiro sem dizer mais nada. Ouvi o chuveiro ligar, água correndo por uns 15 minutos. Quando saiu, já estava vestida e impecável, parecia atriz de Hollywood saindo de set, calça jeans preta justa marcando as coxas e a bunda perfeita, blusa branca de seda solta mas elegante, decote sutil revelando o colo bronzeado, cabelo cacheado solto e ainda úmido, óculos escuros grandes e escuros cobrindo os olhos, batom vermelho discreto nos lábios carnudos. Bolsa de ombro, mala pequena já arrumada na porta do quarto.

Veio até a cama, sentou na beirada, me deu um beijo leve na testa, quase maternal, quase nada.

“Obrigada por tudo, sobrinho. Foi um fim de semana… especial.”

Não tocou no assunto. Nem uma palavra sobre a noite, sobre o que rolou no sofá, sobre o sexo de madrugada. Só o sorriso calmo, os óculos escuros escondendo qualquer traço de arrependimento ou desejo residual.

“Vai com cuidado no aeroporto. Me manda mensagem quando chegar em Campinas.”

“Claro. E você cuida desse apê lindo. Qualquer coisa, me liga.”

Levantou, pegou a mala, deu um último olhar pra mim, rápido, neutro, e saiu. A porta fechou com um clique suave. O silêncio voltou pesado.

Fiquei na cama mais um tempo, olhando pro teto, o cheiro dela ainda no travesseiro. O voo dela saía às 14h. Ela já devia estar no Uber, fingindo que nada tinha acontecido.

Mas eu sabia. E ela sabia.

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Comentários

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Pena que foi só 1 vez

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Obrigado, pela leitura.

Caso goste, há também algumas séries em construção no meu perfil:

1. A gerente séria rebolou gostoso no hotel após a semana de viagem a trabalho - https://www.casadoscontos.com.br/serie/3202

2. Trabalho de Faculdade na Casa das Colegas Alternativas - https://www.casadoscontos.com.br/serie/3205

3. A Fotógrafa do Apartamento ao Lado - https://www.casadoscontos.com.br/serie/3220

Na última, inclusive, conta quando Henrique conheceu (e bem) a fotógrafa Paula, vizinha que aparece nesse conto pedindo a parafusadeira emprestada.

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