Pra quem leu os últimos contos, sabe o que aconteceu nas últimas férias, não vou retomar o assunto, este segue uma linha cronológica direta, apesar de ter ocorrido um bom tempo após.
Depois da nossa viagem, não houve grandes diálogos sobre o ocorrido, no máximo uma vez ou outra durante o sexo, apesar de que, AN se mostrou mais safada, mais disposta, mais sexualmente ativa, o que pra mim estava ótimo, não havia do que reclamar, nossa vida sexual estava muito melhor. E assim foi durante um bom tempo, no ambiente de trabalho da AN sempre haviam as fofocas, que ela adorava me contar, traições, romances, flertes, etc., e nenhuma das histórias a envolvia, sempre sobre terceiros.
Um dia fomos a uma festa com os amigos dela, 3 das amigas de trabalho estavam lá, e delas, duas namoravam mas não estavam com os seus namorados, e as três já haviam histórico de se envolver com pessoas do trabalho, inclusive as que namoravam, AN já havia me contado histórias sobre elas, já haviam traído em casinhos esporádicos, até que uma delas comenta de um tal de "fulano" que já havia dado em cima de todas, a AN como estava do meu lado, se avermelhou, e ficou quieta, detalhe ela é morena, e deu pra ver a pele avermelhar, na hora saquei algo, todas disfarçaram e mudaram o foco do assunto, mas aquilo ficou na minha cabeça.
Chegando em casa, questionei ela sobre esse cara, se ele havia dado em cima dela, pois ela nunca havia me dito, ela somente desconversou, disse que nada haver, que todo mundo sabia que ela tinha um relacionamento e por ai ficou, nao criei caso, segui a vida. Semanas depois, comecei ficar incomodado com a AN no celular, ela perdia atenção, começava digitar rápido e bloquear a tela em seguida, mexia disfarçando e trazendo a tela pra perto, abaixando o brilho. Sinais claros de que algo estava rolando. Nunca havia mexido no celular dela, apesar dela ja ter conferido meu instagram. Até que um dia ela foi tomar banho, e o celular ficou, mensagens chegando, eu desbloqueei pra ver, e a surpresa, uma conversa vazia somente com as mensagens de um homem respondendo algo sem contexto, saquei na hora que ela havia apagado a conversa, abri meu whatsapp web no notebook e espelhei o celular dela, devolvi ele pra escrivaninha e fiquei quieto.
Fomos jantar essa noite, e eu super ansioso, quase passando mal mesmo, parece que me deu um gelo na espinha e a barriga doía de ansiedade, mas seguimos plenos, voltamos, fomos dormir, pois o próximo ia seria uma segunda feira, no trabalho abri o note e fui acompanhar as conversas, no geral, estavam marcando plantões de trabalho, pra coincidirem e não ficarem com parceiros ruins, nada demais, fiquei quieto e no dia seguinte, terça feira seria o plantão combinado, era plantão noturno, então cheguei do trabalho, jantamos e ela foi, conferi a conversa deles e nada demais.
No outro dia fui trabalhar antes que ela chegasse do plantão, passei o dia ocupado, e por volta das 16h fui conferir o notebook, e ver as conversas, ai vem o gelo, ele avisando que havia zerado as fichas, ela disse que estava acabando, ele avisando que ia pro descanso, ela dizendo que já subia, ate ai tudo muito suspeito, e depois, mensagens recentes, após o almoço quando ela ja estava em casa, elogiando ela, dizendo que era gostosa, que tinha adorado a noite e queria mais plantões assim, até que o prego no caixão foi "da próxima quero no motel com mais tempo".
Liguei pra AN, mesmo sabendo que provavelmente ela estaria dormindo, como ela não atendeu, fechei tudo no trabalho e fui pra casa, chegando lá ela estava dormindo de fato, fui no cesto de roupa suja e procurei a roupa de trabalho, e lá estava com uma das calcinhas sexy dela, fui até a cama e acordei ela, dizendo que sabia de tudo, pra ela se explicar, como sempre primeiro vem a negação, quando viu que não adiantava veio a confissão, que realmente fez, mas me amava, era só uma aventura e toda aquela história de sempre. Nesse dia sai de casa, fui dormir num hotel, desliguei o celular, só sumi. Ela não sabia que eu havia espelhado o whatsapp então vi ela conversando com as amigas, desesperada, e realmente vi arrependimento, sofrimento, tristeza.
Fui stalkear o cara no instagram, e pensa no arrependimento, um médico bonito, rico, alto, negro, forte, fotos com 4mil curtidas, isso realmente quebra a nós homens por dentro. A mulher que eu amava, afinal, havia cedido a desejos, não me contou, quantas vezes havia feito isso? com quantas pessoas? todas as questões acabam com a gente. Passei uma semana dormindo nesse hotelzinho, mal respondia a AN, exceto pra dizer que estava vivo e estava bem, e que iriamos nos separar. Até que ela foi até meu trabalho um dia, e lá conseguimos conversar, ficamos a sós na minha sala, e ela pediu perdão, admitiu tudo, e pediu pra reatar, eu disse que não havia mais vontade, de que a confiança tinha sido quebrada, marcamos de voltar a nos falar fim de semana, e voltei a dar gelo nela, acompanhava o sofrimento dela por whatsapp, ate que um dia esse homem mandou mensagem, dizendo que sabia o que estava acontecendo, que as meninas do trabalho haviam dito, pediu desculpas e ela disse que ele não tinha culpa, tinha sido erro dela pois "ELA HAVIA PROCURADO ELE" outra vez o gelo na barriga.
Chegou fim de semana seguinte, fui conversar com ela sábado pela manhã, e novamente, não havia o que ser dito, mas ficava a sensação de nó na garganta, até que perguntei o que havia rolado, quantas vezes, com quem, pra ver se ela seria sincera. E ela foi, mais do que eu esperava, disse que havia ficado com o medico e um enfermeiro, que o médico havia sido duas vezes, e ambas as vezes fizeram sexo, e que o enfermeiro havia sido durante um mês quase todo dia, mas somente beijos, e que na ultima semana chegou a chupar ele, e uma única vez fizeram sexo de fato. Isso me deixou maluco, era o mesmo enfermeiro a conversa entre as amigas, um maconheiro safado que havia pegado quase toda a equipe, das novinhas até as coroas. Já o médico, todo mundo queria pegar, mas quem pegou foi AN, entre lagrimas ela me dava detalhes sórdidos a medida que eu perguntava.
Me levantei, fui ao banheiro espairecer, lavei o rosto, apesar da dor, o tesão, disse a ela que já havíamos feito coisas diferentes, que trair era o maior vacilo, que não deveria ter agido assim. Ela não havia como se explicar, só pedia desculpas e dizia que queria tentar de novo, sem errar. Conversamos melhor, e passamos quase 1 mês nessa situação, até que decidi voltar e dar uma segunda chance.
Não sei se já ocorreu com vocês, mas mesmo reatando, perdi todo o interesse, nossa vida sexual desandou, não conseguia beijar aquela morena linda, me vinha ela chupando o pau de um maconheiro vagabundo na mente, não conseguia transar, imaginava um homem negro e forte comendo ela, foquei em mim, voltei a treinar com intensidade, AN andava triste, ganhou peso, estava infeliz. Até que um dia discutimos, e ela perguntou se eu ainda gostava dela, a resposta era óbvia pra mim, eu amava aquela mulher, mas não conseguia tocá-la, então ela trouxe a aventura da praia (contos anteriores) dizendo "é a mesma coisa", teoricamente sim, mas na prática não, havia consentimento! Era um desconhecido fora do nosso ciclo social, todo mundo sabia que eu havia sido traído e aceitado, eu tinha vergonha das amigas dela, novamente AN chorou, e fomos dormir. Nessa mesma noite acordei de madrugada, e me veio a vontade de acordar AN e brigar novamente, mas preferi olhar pra ela ali deitada, de camisola, então a acordei e transamos, transamos intensamente, eu comia ela e humilhava, dizia que ela era uma puta, piranha, traidora, e ela so aceitava e gemia, ate que gozei dentro dela, me deitei e voltei a dormir.
No dia seguinte conversando comigo sobre a noite ela perguntou se eu estava com saudades das transas, se tinha curtido, eu até cedi, e falei que estava com saudade de comer ela e fui pro quarto, abri o note e fui conferir o whatsapp dela, nada de mensagem com homens, só com as amigas, todas dando forças pra ela voltar, então chamei ela, abri o coração, mostrei o whatsapp clonado, ela ficou brava, mas entendeu, e voltamos a tomar nossa rotina, ela voltou a se animar, voltamos a nos beijar, ela voltou pra academia, e nossa vida foi retornando ao eixo.
Alguns meses depois, quase tudo estava estável, mas eu nunca mais havia visto o grupo de amigos dela, ate que teve uma festinha e chamaram a gente, eu fui relutante mas AN insistiu que eu fosse, chegamos lá, fomos super bem recebidos, estavam as meninas do trabalho, voltamos a conversar, elas me tratavam super bem mas havia um sentimento de dó no ar, em relação a mim, de qualquer forma voltamos pra casa, e AN ficou super feliz de eu ter ido, cedido, desencanado um pouco disso tudo. Chegamos em casa e o assunto traição voltou, então sentamos e eu pedi os detalhes, novamente ela relutante admitiu, disse que tinha feito, disse quem sabia, fiquei excitado e transamos, durante o sexo eu perguntava mais e mais e ela desinibida dizia, cada ponto que eu perguntava. Gozamos, nos deitamos e eu perguntei se ela havia gostado de trair, se havia gozado, se tinha sido bom, e ela respondia friamente.
Me dava um misto de raiva, tesão, alívio pela verdade, o peso do ombro saia, mais tesão, são sentimentos demais envolvidos. Até que comecei a provocar ela de um jeito passivo agressivo, com raiva e tesão "o médico negão te fez de puta", "o enfermeiro maconheiro comeu sua buceta", ela admitia, e ficava triste, e eu excitado, transamos de novo, e ela perguntou se aquilo me excitava eu disse que estranhamente sim, mas dava raiva, e por ai ficamos. Ela começou a se abrir mais em relação a isso, e eu ficava mais leve por falar sobre, apesar de frustrado. Depois do ocorrido ela me contava tudo, caso alguém desse em cima dela, se ocorresse algo, até que ela vem com o celular e me mostra, o médico mandando mensagem, agendando plantão com ela, perguntando se estaria tudo bem fazerem juntos. Na hora eu gelei, raiva, rancor, mas não demonstrei, perguntei pra ela o que ela achava, ela disse que passaria o plantão, eu disse pra ela ir, que uma hora ou outra aconteceria de coincidir, ela concordou, ficou receosa e veio ser carinhosa comigo. Mas de que adiantava, o cara conhecia a buceta dela, a bunda, os peitos, falei exatamente isso para ela, ela so concordava, novamente fiquei excitado, tirei a roupa dela e comecei a comer, mas não transar, só estava usando ela, e perguntava se o pau preto dele era bom, se ela tinha gozado, se ele arrombava ela, e todas as respostas eram sim, sim e sim, então olhei no olho dela e falei "ele vai meter nessa buceta de novo". Gozei e fui tomar banho, ela entrou, ainda não tinha gozado, veio me perguntar "como assim", e eu disse "igual na praia" ela negou falou que não, que não queria, que nosso relacionamento estava abalado, mas eu não tinha muito a perder.
Passei a semana toda enchendo o saco dela com isso, falando que o cara que comeu ela devia ter falado pra todo mundo, que ele ia ver ela de novo, isso acabou deixando ela brava, disse que se fosse pra continuar assim era melhor terminar mesmo, que isso não levaria a lugar nenhum, ficamos sem nos falar mais um dia, até que chegou o dia do plantão, acordamos cedo pra trabalhar, dei um beijo nela e fui pro trabalho, e ela pro dela. Trocamos mensagens aquele dia, tudo normal fui buscar ela no trabalho esse dia, e a levei pra um barzinho, um happy hour que estava tendo, não fazíamos isso a muito tempo, Bebemos e abri meu coração novamente, sobre a frustração de ser traído, a tristeza, o peso, o medo de perder, ela entendeu, pediu perdão, e disse que foi um vacilo, saímos de lá felizes, fomos pra casa e nos beijamos, de verdade, depois de um bom tempo eu quis beijar ela de forma sincera, transamos, deitamos e eu falei que nunca mais jogaria a traição na cara dela, mas precisaria de tempo pra ficar 100% em relação a isso e disse "não ter visto foi a pior parte, sentir que podia te perder foi terrível", e acrescentei, "achei excitante tudo isso, apesar da dor", que a tristeza foi por tudo ter sido escondido, AN arregalou o olho e disse que devia ter conversado comigo.
Durante essa semana, conversamos incontáveis vezes sobre tudo, arrependimentos e angústias, até que as conversas começaram a ter cunho sexual. Então estávamos vendo um filme, onde um homem negro transava com uma mulher casada, e eu perguntei "pau de negão é realmente maior?" AN quase enfartou e disse que o do fulano era, e ela acrescentou, "grande e grosso", eu gelei, virei pra ela e perguntei "e você aguentou?" AN riu muito, virou pra mim e falou "foi rápido, mas consegui", realmente havia sido uma rapidinha, mas quando tempo leva pra um homem deixar sua mulher mais larga? Fique em choque e não falei mais nada, terminamos o filme, fomos dormir. Dali em diante comecei uma saga perigosa, de sempre trazer a tona o assunto de paus pretos, provocava ela e relação a isso, brincava de forma ácida as vezes, até que um dia, comprei um consolo de 22cmx4cm preto, com saco, nesse dia comecei a provocar ela logo cedo, até que a noite apresentei a nova aquisição pra ela, ela desembalou e levou um susto enorme ao se deparar com aquilo, antes dela questionar eu intervi "isso é pra você não sentir saudade", e nesse dia transamos usando o brinquedo, fiz questão de arrombar ela com aquele pau preto, e perguntava com frequência se lembrava o dela, e ela dizia que sim, e gemia enquanto eu enfiava aquilo nela.
Após alguns dias com essas brincadeiras, eu propus a ela que fizéssemos aquilo de novo, a famigerada brincadeira da praia, mas dessa vez seria diferente, pedi pra que ela fizesse sozinha, e me contasse depois, tirasse fotos, filmasse, que eu não participaria, ela por espanto disse que precisávamos pensar nisso, que seria perigoso, mas que topava. Durante nossas fodas cogitávamos pessoas, situações, nossa intimidade voltou, a confiança voltou, nosso relacionamento voltou ao eixo, havia companheirismo novamente! Ao ponto dela contar quando alguém dava em cima, de contar situações, e um dia, chegou em casa dizendo que o médico havia dado em cima dela, que ele havia tentado um relacionamento com uma pessoa e não deu certo, e estava atirando pra todo lado. Combinamos que ela cederia as investidas, porém, que me avisasse em tempo integral e que marcassem fora do ambiente de trabalho, demoraram algumas semanas até que realmente rolasse algo, mas sabíamos que não demoraria.
Em um plantão noturno, começou, era por volta das 23h quando ela me avisou que ele tinha tentado investidas, e que ela aceitou bem, e retribuiu, e por ai foi, por volta das 00:00 ela disse que marcaria com ele de saírem direto pro motel, eu topei, por volta de 1am eu fui dormir, e quando acordei as 10:30 eu vi as mensagens dela, avisando que se beijaram por volta das 03am que era horário de descanso, e as 09:00 que iam pro motel, as 10am chegaram fotos dele no banho e ela na cama, estavam se preparando pra começar, ela disse a ele que seria a ultima vez e queria tirar fotos pra recordação, e daí em diante nenhuma mensagem mais, eu respondi tudo super empolgado, de pau duro, e a hora passava, nenhum contato dela. Por volta das 11h ela me enviou um vídeo de 1min de um pau preto e realmente grosso comendo aquela buceta lisinha, depilada a lazer, ela já estava molhada e suando, o pau deslizava pra dentro com facilidade, e logo em seguida gozava, não deu pra ver escorrendo, somente um pau pulsando forte e gemidos do cara.
Chegou outro vídeo logo em seguida, um pouco mais curto, um boquete sendo filmado por ele enquanto ela tentava por aquele pau todo na boca sem nem chegar a 1/3 da extensão. Em seguida outro vídeo, dessa vez ela de quatro e ele chupando a buceta e cuzinho dela. Logo após uma mensagem "devo ir embora jajá", se passaram das 13h e nada dela, fui almoçar só, mandei mensagem e ela respondeu com "animou aqui jaja vou".
Quando era por volta das 15h ela chegou, toda cansada, com cara de satisfação, de quem havia aprontado e gostado, me beijou, me abraçou, e agradeceu falando "nossa eu precisava disso", fomos pro quarto, e ela me contou tudo que aconteceu, meu estomago estava fundo de ansiedade, ela contando como foi chegar lá, que assim que entraram no quarto ele ja tirou a roupa, ja fez ela mamar o pau dele, de como ele jogou ela na cama arrancou a roupa dela com força, expondo a bunda dela, deixando ela de quatro, inclusive a primeira posição foi de quatro e ela dizia que mal aguentava. Enquanto fava ela pegou meu pau, e começou massagear, fomos nos animando.
Mais do que a forma que ela descrevia o sexo, mais que os vídeos, o que me dava tesão era a forma que ela expunha seus desejos íntimos, falando que aproveitou cada bombada do pau preto, de como ela se sentia arrombada, como ela tinha saudade de alguém comer ela com tanta força. Ela disse que de quatro ela tentou sair quando estava sentindo uma dorzinha, e ele puxou de volta metendo mais forte e mais fundo, e de como ela gozou sentindo dor.
Nisso eu tirei a roupa dela, e enquanto eu puxava a calcinha eu via que a buceta dela estava molhada, mas também tinha resto de porra, a calcinha estava manchada de porra seca, ela me puxou falando "amor ta gozada" e eu chupei mesmo assim ignorando o aviso, ela só se entregou e gemeu. O cheiro de sexo, a buceta melada, completamente inchada, e ela segurando minha cabeça enquanto esfregava aquela buceta na minha boca, como se tivesse se deleitando, e continuou a contar, depois que ela gozou de quatro ele foi por cima dela de bruços e comeu ela devagarinho, beijando a nuca, o pescoço de forma apaixonada, deixando ela super safada de novo, e então ela foi por cima, disse que nesse momento foi quando ela sentiu que ja tinha acostumado com o pau dele, porque era imenso e já estava socado ate o talo enquanto ela rebolava e quicava, e disse que se empenhou pra fazer ele gozar rebolando, e que quando ele tentou tirar ela sentou com força e ele urrou gozando dentro dela, então se beijaram e ficaram conversando.
E depois da primeira foda que começaram a filmar com a desculpa de que "era pra ela ver depois", ela contava enquanto eu chupava, até que botei ela de ladinho e comecei a comer, enquanto ela gemia eu sentia aquela buceta larga e melada, estava mais quente que o habitual, e ela surpreendentemente falou "ele também me comeu assim, mas ele bombou meu cuzinho". Como nao percebi? de imediato tirei o pau da buceta e coloquei na bunda dela, e pela primeira vez na vida não houve resistência, entrou fácil, e ela disse "ele ja estava quase gozando quando deixei comer o cu, dei pouquinho amor, e doeu muito, mas ele gozou fora", já eu, só de ouvir gozei e gozei dentro, nos beijamos, conversamos mais um pouco, e dormimos, quando acordei ela ja havia levantado e tomado banho.
Estava na sala de roupinha de dormir, toda fofa, e ela mesma puxou o assunto, perguntando se estava tudo bem, eu confortei ela disse que sim e pedimos pizza, foi uma noite incrível, afinal, havia tido companheirismo. E assim foi o início de uma era de putaria na nossa relação, com companheirismo de fato. O negão viciou em comer ela, eu viciei em ver ela sendo puta, e ela, ah ela adorou ser a mulher padrão, com o relacionamento saudável padrão, e no off ser a maior piranha que ja conheci.
Seu trabalho nunca mais foi o mesmo, ia até mais feliz e sempre que rolava algo me contava e enviava foto do estrago quando dava, dai em diante mais coisas aconteceram, um dia conto