A maldição de Paris 2

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1229 palavras
Data: 19/02/2026 12:42:27
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 2: A Filha do Fazendeiro

Thiago mal se ajeita na cadeira antes de me cutucar, os olhos brilhando de curiosidade. “E depois daquela deusa, seu Alexandre? O que rolou com o dom?” Eu dou um riso rouco, a voz carregada de memórias que ainda me queimam. “Rapaz, aquele poder me levou pra lugares que nem eu imaginava. Volta comigo pra 73, que te conto como tudo começou de verdade.”

Depois daquela noite com Afrodite no curral, meu corpo não era mais o mesmo. O calor do interior ainda me sufocava, o sol escaldante batendo nos canaviais enquanto eu cortava a cana, as mãos calejadas agarrando a foice com força. Eu tinha 28 anos, o peito largo e bronzeado brilhando de suor, a camisa de algodão colada na pele, o cheiro de terra e vegetação queimada grudado em mim. Minha vida era rotina: acordar antes do galo, trabalhar até o corpo doer, e à noite, uma cachaça no bar pra esquecer. Mas depois daquele encontro, algo mudou. Sentia uma energia pulsando, um fogo que não explicava, e o dom – aquele presente amaldiçoado de Afrodite – me chamava, me provocando a usá-lo.

No dia seguinte, o fazendeiro me chamou pra entregar um relatório na casa-grande. Era uma estrutura simples, paredes de adobe rachadas, o telhado de telhas vermelhas surradas pelo tempo. Entrei com a cabeça baixa, o papel amassado na mão, e foi aí que a vi. Marina, a filha do fazendeiro, 22 anos, uma mulher que parecia tirada de um sonho. Pele clara como leite, curvas cheias esticando um vestido florido que dançava com o vento quente, os cabelos castanhos caindo em ondas soltas. Ela tava na varanda, os olhos verdes me encarando com uma mistura de curiosidade e algo mais. Quando nossos olhares se cruzaram, senti o dom explodir dentro de mim, como um trovão silencioso. O peito dela subia e descia rápido, os lábios entreabertos, e eu soube que ela tava perdida.

“Você… quer me ajudar com algo?” ela perguntou, a voz trêmula, os dedos brincando nervosos com a bainha do vestido. Eu assenti, o coração batendo forte, e ela me guiou pro celeiro, o som dos meus passos ecoando na madeira rangente. Lá dentro, o ar era abafado, o cheiro de feno seco e terra úmida enchendo os pulmões. A luz do sol entrava pelas frestas, desenhando listras douradas no chão, e as sombras das vigas dançavam como se soubessem o que ia acontecer. “Fica aqui,” ela disse, trancando a porta, o clique da fechadura soando como um convite.

“Você me quer, né?” eu rosnei, sentindo o dom me dominar, a voz grossa cortando o silêncio. Ela corou, os olhos brilhando de desejo, e eu não esperei. Agarrei o cabelo dela, puxando com força, fazendo-a gemer de surpresa, o som doce e agudo ecoando nas paredes. “Então vai me dar o que eu quero,” eu disse, dando um tapa seco na bunda, o tecido do vestido amassando sob minha mão, a pele por baixo aquecendo com o impacto.

Ela arquejou, o corpo tremendo, mas não recuou. O vestido subiu nas coxas grossas enquanto eu a empurrava contra uma pilha de feno, a palha cricando sob o peso. Minhas mãos rasgaram o tecido, expondo os seios grandes, os mamilos rosados endurecendo ao ar fresco do celeiro. “Porra, você é minha agora,” eu rosnei, dando outro tapa, dessa vez no rosto, leve, mas o bastante pra deixar uma marca vermelha que contrastava com a pele clara. Ela gemeu alto, a mistura de dor e prazer nos olhos, e eu puxei o cabelo de novo, forçando a cabeça pra trás, expondo o pescoço delicado.

Minha calça caiu, o pau duro latejando contra o ar quente, e eu a virei de costas, empurrando-a contra o feno. A buceta dela já tava molhada, os lábios inchados e rosados visíveis quando abri as coxas com um tapa firme. “Abre pra mim,” ordenei, e ela obedeceu, as pernas tremendo, o cheiro doce do desejo dela subindo até mim. Eu entrei de uma vez, o calor úmido engolindo meu pau, e ela gritou, as mãos agarrando a palha, arrancando feixes com os dedos. “Porra, Páris!” ela gemeu, o corpo se arqueando, e eu comecei a foder, os quadris batendo contra a bunda dela, o som dos corpos colidindo preenchendo o celeiro.

Puxei o cabelo com uma mão, a outra cravando nas coxas, deixando marcas vermelhas na pele macia. “Você gosta disso, hein?” rosnei, acelerando, sentindo a buceta apertar meu pau como um vício. Ela gemia alto, os seios balançando a cada estocada, e eu dei outro tapa, dessa vez no peito, vendo o mamilo ficar ainda mais duro. O prazer subia, bruto e selvagem, e eu a dominei, forçando-a a se curvar mais, o feno arranhando a pele dela, misturando-se ao suor que escorria.

De repente, o corpo dela tremeu violentamente, um gemido longo e agudo escapando enquanto ela gozava, a buceta pulsando em volta do meu pau, o líquido quente escorrendo pelas coxas dela e pingando na palha. “Ai, meu Deus!” ela gritou, o orgasmo a fazendo estremecer, os olhos revirando de prazer. Eu não parei, metendo mais fundo, sentindo o aperto dela me levar à beira. Ela gozou de novo, o corpo convulsionando, um grito abafado escapando enquanto as pernas fraquejavam, o segundo orgasmo mais intenso, o suco dela encharcando minha virilha.

“Mais, por favor!” ela implorou, a voz rouca, e eu obedeci, cravando as unhas nas coxas, puxando-a contra mim com força. O celeiro parecia vibrar com os gemidos dela, e eu senti o terceiro orgasmo vindo, o corpo dela se contorcendo, os músculos da buceta apertando meu pau num ritmo frenético. “Páris, eu… ai!” ela gritou, o orgasmo explodindo, o líquido jorrando, molhando o feno e minhas pernas, o cheiro forte de sexo preenchendo o ar. Ela caiu de joelhos, ofegante, o rosto vermelho, os olhos vidrados de êxtase.

Eu a levantei, virando-a de frente, e a empurrei contra a parede de madeira, as tábuas rangendo. “Ainda não acabou,” rosnei, entrando de novo, a buceta dela ainda pulsando do último gozo. Ela agarrou meus ombros, as unhas cravando, e gemeu alto enquanto eu metia, o ritmo brutal. O quarto orgasmo veio rápido, o corpo dela tremendo descontroladamente, um grito rouco escapando enquanto ela gozava de novo, o líquido escorrendo pelas pernas, o prazer a fazendo desabar contra mim.

O gozo me pegou de surpresa, um rugido rasgando minha garganta enquanto eu gozava dentro dela, o esperma misturando-se ao suco dela, enchendo-a até transbordar. Soltei o cabelo, deixando-a cair no feno, ofegante, o corpo marcado por mim, o rosto suado e os olhos fechados em êxtase. “Você é minha,” eu disse, o dom me enchendo de uma satisfação cruel, o peito subindo e descendo rápido.

Mas então ouvi passos. O capataz tava lá, os olhos arregalados, a boca aberta como se tivesse visto um fantasma. “Seu desgraçado!” ele gritou, e eu soube que o inferno ia começar. Levantei a calça rápido, o coração disparado, enquanto ele corria pra chamar o fazendeiro. O dom me dera prazer, mas também um inimigo mortal.

*2025, Asilo São Lucas*

Thiago engoliu em seco, o rosto vermelho. “Seu Alexandre, isso… é demais.” Eu ri, os olhos distantes. “Demais é pouco, rapaz. O dom me deu poder, mas também me jogou no fogo. Quer saber o que o capataz fez?” Ele assentiu, e eu sorri. “Amanhã te conto.”

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