Meu nome é Luca, tenho 24 anos, sou de uma cidadezinha do interior de São Paulo, mas vim pra Serra do Rio de Janeiro atrás de faculdade e, principalmente, atrás de uma vida mais livre. Sempre curti ficar pelado em casa desde moleque. Quando morava com meus pais, eu já trancava a porta do quarto e ficava de boa sem roupas, mas sozinho. Quando vim pra cá e comecei a dividir apartamento com outros caras da república, aí complicou um pouco, mas eu ainda dava um jeito de ficar só de cueca ou peladão quando ninguém tava por perto.
Aí conheci a Gabi. Ela tinha 19 na época, eu 22. A gente se pegou na festa de integração da faculdade, rolou química na hora. Ela é baixinha, mas tem um corpo que não deixa ninguém indiferente: peitos grandes que balançam gostoso quando ela anda, barriguinha saliente macia, bunda redonda e empinada, coxas grossas e uns pezinhos pequenos e macios que eu adoro pegar e beijar. O cabelo cacheado castanho-claro vai até metade das costas, e o sorriso dela é daqueles que desarma qualquer um.
A gente começou a namorar rápido e, uns seis meses depois, já estávamos morando juntos num apê pequeno mas aconchegante. Foi aí que descobri que a Gabi cresceu numa casa completamente sem frescura com nudez. Os pais dela, Miriam e Carlos, são tipo nudistas. Desde pequena ela via o pai e a mãe pelados o tempo todo: tomando café da manhã, assistindo TV, cozinhando, até recebendo visita de amigo íntimo da família. O irmão mais novo dela, o Pedro, também entrou nessa vibe desde cedo. Pra eles, roupa em casa era opcional, quase um estorvo. Gabi me contou isso rindo, sem nenhum pudor, e falou que achava o máximo porque nunca teve trauma nem vergonha do corpo.
Quando a passamos a morar junto, a gente se provocava o dia inteiro: eu chegava por trás enquanto ela lavava louça e esfregava o pau duro na bunda dela, ela sentava no meu colo pelada e rebolava devagar só pra me deixar louco, eu chupava os peitos dela enquanto a gente via Netflix… era natural, sem drama, sem precisar “combinar” nada. Se rolasse tesão, a gente resolvia na hora. Se não rolasse, ficava só curtindo a companhia um do outro peladinhos.
Eu sou atlético, treino musculação umas três vezes por semana, tenho ombro largo, peito definido, abdômen e braços fortes e uma bunda durinha. Meu pau é grande, uns 19 cm duro, grosso, cabeça bem marcada, veias saltadas. A Gabi sempre fala que “esse pauzão é o melhor investimento que eu fiz na vida”. Ela ri quando diz isso, mas eu sei que ela gosta de verdade.
Agora é recesso de meio de ano e a mãe dela, Dona Miriam, 46 anos, resolveu dar um pulo aqui pra passar uns dias com a gente. Ela é tipo a Gabi com upgrade de volume. Mesma estrutura de corpo curvilíneo, mas tudo mais… apetitoso. Os peitos dela são maiores que os da filha, um pouco mais caídos, as coxas são grossas, bundona redonda e empinada e os pés… caralho, os pés dela são lindos, dedinhos delicados que parecem pedir para serem chupados. O cabelo é liso, castanho-escuro, um pouco mais curto que o da Gabi, e ela tem um jeito de falar e rir alto, daquelas coroas que não tem filtro e que todo mundo gosta de ter por perto.
Eu já tinha visto ela uma vez, numa visita rápida com o marido uns meses antes. Ela chegou de short jeans curtinho e blusinha decotada, abraçou a filha forte, me deu um beijo no rosto e falou “agora eu conheço o famoso Luca que faz minha filha sorrir tanto”. Na hora eu já percebi que ela era sem vergonha na medida certa, mas não imaginei que fosse rolar o nível que rolou.
Primeiro dia dela aqui foi tranquilo. Fomos buscar ela, passamos do mercado, arrumamos o colchão na sala pra ela dormir (o apê é pequeno, não tem quarto extra), pedimos pizza, conversamos sobre a faculdade, o trabalho do Carlos (pai da Gabi), as fofocas da família. Tudo normal. Dormimos cedo.
Na manhã seguinte a gente acordou meio cedo pra tomar café. A Gabi tava com um conjuntinho de pijama fininho, quase transparente, socado na bunda e marcando os peitos. Eu de regata e um short folgado sem cueca por baixo, já com aquela meia-bomba matinal. Dona Miriam estava usando um shortinho de algodão bem curtinho que mal cobria metade da bunda e uma regatinha cavada que mostrava o lado dos peitos e deixava o mamilo marcando. A gente sentou pra tomar café, conversamos, atualizando as novidades, zoando um ao outro.
Depois do café as duas insistiram pra eu ficar sentado enquanto elas lavavam a louça. Fiquei lá só admirando as duas bundas enormes socadas naquela roupa, balançando enquanto lavavam a louça. De vez em quando uma delas virava pra me perguntar alguma coisa e eu tinha que subir o olhar rapidinho, fingindo que não tava comendo as duas com os olhos.
Toda vez que Dona Miriam se distraída na pia, Gabi empinava a aquela bunda gorda pra trás na minha direção e levantava um pezinho mostrando a sola enrugadinha e macia. Ela sabe que isso faz meu pau pulsar na hora. Eu já tava duro que nem pedra debaixo da mesa, armando barraca no tecido fino, tentando não me mexer muito.
Terminaram a louça e viraram. As duas blusas tavam encharcadas de respingo, completamente transparentes agora. As aréolas grandes e escuras da Dona Miriam claramente à mostra, bicos durinhos por causa da água fria. A blusa da Gabi também grudada nos peitos, marcando tudo. Nem dava mais pra disfarçar que eu tava olhando.
Dona Miriam passou a mão na testa. “Ufa, louça do café em dia! Agora só arrumar as camas e a gente começa o dia direito!”
Foram pra sala. Eu fiquei parado um minuto, esperando meu pau acalmar. Quando tava só meio duro eu finalmente fui pra lá e dei de cara com Dona Miriam de quatro arrumando o lençol do colchão, bunda empinada, costas arqueadas, as solas dos pés apontando direto pra mim. O short tinha subido tanto que já deixava metade da bunda aparecendo e um pedacinho da bucetona escapando pela lateral.
Eu só olhando, quando ela finalmente se levantou, virou e abriu um sorriso enorme.
“Pronto! Agora sim a gente pode começar o dia de verdade”, disse ela, batendo as mãos uma na outra.
Eu resmunguei um “tá bonito” qualquer enquanto tentava virar o corpo pra ela não ver a barraca armada. Nisso, a Gabi voltou do nosso quarto, o pijama colado no corpo de suor, bicos duros.
“Nossa, mainha, a gente precisa de um banho urgente, né? Tô derretendo.”
“Nem me fala, filha. Esse calor tá de matar.”
As duas começaram a andar pro banheiro, conversando tranquilamente. Nem fecharam a porta. Do sofá da sala eu tinha uma visão em linha reta pro banheiro, só não dava pra ver o box do chuveiro. Fiquei olhando elas tirarem a roupa.
Primeiro a Gabi levantou o cropped encharcado por cima da cabeça, os peitos lindos balançaram livres. Desceu o short, chutou pro lado. Pelada, brilhando de suor. Depois Dona Miriam. Tirou a regatinha, os peitos pesados caíram um pouco, balançaram, bicos grandes e escuros. Aí enfiou os polegares na cintura do short, se curvou um pouco pra descer pelas coxas grossas. A bunda se abriu bem na minha direção, os lábios da buceta apareceram por um segundo antes dela se endireitar de novo. As duas completamente nuas agora, rindo de alguma coisa, entrando no box.
Fiquei na sala só me concentrando pra não bater uma ali mesmo, depois desse teste de fogo que eu tinha passado.
Dona Miriam termina o banho primeiro. Sai descalça, só com a toalha na cabeça, completamente pelada. O corpo é de enlouquecer. Mesma silhueta gostosa da Gabi, só que ainda mais delicioso. Peitões balançando levemente enquanto andava, quadril largo rebolando, bunda redonda enorme. Ela entra na sala assim mesmo, zero vergonha na cara. Logo em seguida vem a Gabi, aquele corpão que eu conheço de cor, todo cheiroso de sabonete, pele macia brilhando, vindo na minha direção. Igualzinha à mãe: peladinha total, segurando a toalha numa das mãos.
Eu fiquei ali plantado no sofá, sem saber o que falar, só olhando pras duas. Até que a Gabi quebra o gelo, me lançando aquele sorrisinho safado: “Mainha, o Luca tá acostumado comigo andando pelada aqui o tempo todo, mas não sei se ele curte você fazendo o mesmo…”
Engoli seco e consegui falar:
“Não, tá de boa. Fica como você quiser, sério. Fica à vontade.”
Ela me olha direto, sobrancelha levantada.
“Tem certeza, Luca? Porque em casa eu fico pelada 24 horas por dia. Me dá até estranho vestir roupa só pra sentar no sofá.”
“Juro que tá tranquilo”, falei, tentando soar de boa enquanto meu pau pulsava na bermuda. “Tô acostumado com a Gabi peladinha o dia inteiro. Vocês duas fiquem como quiserem.”
Dona Miriam coloca as mãos na cintura, peitos balançando, e solta:
“Então você vai ficar sendo o único vestido da casa enquanto a gente tá peladinha aqui?”
Meu cérebro pifou. Meu pau duro pra caralho, 19 cm esticando o short, a cabeça quase saindo pela perna.
“Quer dizer… eu fico pelado também, é que… agora não dá.”
Ela olha direto pro meu volume, sem vergonha nenhuma, sorrisão:
“O quê, por causa dessa rola enorme dura? Relaxa, menino. Eu não ligo. Você liga, Gabi?”
Gabi dá de ombros, sorrindo:
“Eu? Não, mainha. Tô acostumada com o pauzão do Luca andando duro metade do dia. Cresci vendo o do meu pai balançando solto, nunca me incomodou.”
Tento um último protesto:
“Olha, Dona Miriam, não é que eu não queira… só fico meio sem graça de ficar de pau duro na sua frente.”
Ela solta uma gargalhada:
“Sem graça? Tá brincando. Gabi, te incomoda?”
Gabi chega mais perto de mim, olhos brilhando:
“Incomodar? Eu adoro quando ele fica assim duro. É uma delícia.”
Dona Miriam bate palmas uma vez:
“Então tá resolvido. Tira essa roupa, Luca. Não seja mal-educado com a visita. Gabi, ajuda teu menino aí.”
Fico em pé. Gabi já na minha frente, pega a barra da regata, puxa devagar, arranhando de leve meu abdomen enquanto tira. Peito e barriga de fora agora, as duas olhando. Depois ela agacha bem na minha frente, rosto a centímetros do meu pau. Coloca os dedos na cintura do short… e desce devagarinho. Meu pau pula pra fora, grosso, veioso, duro pra caralho, bate na barriga e depois aponta direto pra cara dela.
Ela fica agachada uns segundos a mais que o necessário, sopro quente batendo no meu pau, olhando pra cima com pura malícia.
“Olha o estado do menino, mainha. Tá parecendo que vai explodir.”
Dona Miriam virou a cabeça, olhando direto para o meu pau duro como se estivesse analisando uma fruta no mercado.
“Caramba, menina… você aguenta isso tudo todo dia mesmo?”
Gabi deu uma risadinha safada e passou a mão de leve na minha barriga, bem pertinho da base do pau, sem encostar.
“Todo dia, mainha. Às vezes duas, três vezes. Ele é guloso.”
Eu só conseguia ficar ali parado, respirando pesado, tentando não gemer só com o jeito que elas tavam falando de mim como se eu fosse um brinquedo caro.
“Vocês duas são foda, sabia? Tão me zoando e eu aqui quase gozando sem nem encostar.”
Dona Miriam jogou o cabelo pra trás e riu alto, os peitos balançando gostoso.
“Relaxa, Luca. Aqui ninguém julga pau duro. Na minha casa o Carlos vive assim o tempo todo. Eu e a Gabi crescemos vendo rola balançando na cozinha, na sala, no quintal… virou paisagem.”
Gabi se aproximou mais, roçando de leve a barriguinha macia na cabeça do meu pau por um segundo, só pra me torturar.
“Quer saber? Acho que ele tá precisando de um banho gelado pra dar uma acalmada. Vai lá, amor. Toma um banho rápido que a gente te espera.”
Eu concordei na hora, qualquer coisa pra sair dali antes que eu fizesse papel de trouxa e gozasse no chão sem ninguém encostar.
“Tá bom… já volto.”
Entrei no banheiro deixando a porta aberta—nem pensei em fechar, já que ninguém ali se importava com privacidade mesmo. Liguei o chuveiro no frio, deixei a água bater forte na nuca, no peito, descendo pelo abdômen até chegar no pau ainda duro pra caralho. Ensaboei o corpo devagar, sentindo a espuma escorrer, e inevitavelmente minha mão foi parar ali. Comecei a me punhetar bem devagar, só pra aliviar a pressão, sem pressa de gozar. A imagem das duas bundas ainda tava grudada na minha cabeça, junto com os peitões da Miriam balançando e os pezinhos delas.
De repente ouvi passos. Olhei pelo vidro embaçado e vi Dona Miriam entrando no banheiro, completamente pelada, sem a menor cerimônia.
“Não liga pra mim, menino. Tô apertadíssima pra fazer xixi.”
Ela sentou na privada bem na frente do box, pernas abertas, sem fechar nem um pouquinho. Eu via tudo: a buceta, os lábios grossos entreabertos, e logo em seguida veio o barulho forte do jato batendo na água. Um xixi longo, barulhento, quente. Ela suspirou aliviada, balançando o corpo de leve enquanto soltava tudo.
“Ahh que alívio… acho que bebi muito café.”
Eu tava com a mão parada no pau, apertando a base com força pra não gozar ali na hora. Meu coração batendo na garganta. Ela terminou, pegou o papel, limpou devagar, bem na minha frente, depois jogou no lixo.
Levantou, olhou pra mim com aquele sorrisinho tranquilo.
“Pronto. Pode continuar seu banho em paz agora.”
E saiu rebolando, a bunda enorme mexendo gostoso, como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei ali uns segundos, respirando fundo, pau ainda meia-bomba mas pelo menos não tava mais na iminência de explodir. Terminei de enxaguar, desliguei o chuveiro, peguei a toalha só pra secar o rosto e o peito—nem me dei ao trabalho de enrolar na cintura. Saí do banheiro do mesmo jeito que entrei: pelado, pau balançando meio mole agora, mas ainda grosso e pesado.
Voltei pra sala e lá estavam elas. Gabi deitada de bruços no sofá, bundinha empinada, pernas dobradas balançando os pezinhos no ar. Dona Miriam sentada no colchão dela, pernas cruzadas, mexendo no celular.
Gabi olhou pra mim e abriu um sorriso malicioso.
“Melhorou, amor? Conseguiu acalmar esse bicho?”
Eu ri, meio sem graça, mas já entrando na vibe delas.
“Mais ou menos. Ainda tá meio nervoso, mas sobrevivi.”
Dona Miriam levantou os olhos do celular e deu uma piscada.
“Que bom. Porque o dia tá só começando, menino. Senta aqui com a gente que a gente vai decidir o que fazer agora...”
CONTINUA