Sofia, a trans 14 (final)

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Trans
Contém 897 palavras
Data: 20/02/2026 06:23:16
Assuntos: Trans

Capítulo 14: A Noite de Núpcias

O dia do nosso casamento foi simples, perfeito e rápido demais. Trocamos votos numa pequena cerimônia com poucos amigos próximos, num jardim discreto em São Paulo. Eu sentia o olhar de Lucas fixo em mim o tempo todo, os olhos verdes brilhando de uma emoção que eu nunca tinha visto nele. Quando ele colocou a aliança no meu dedo e sussurrou “Você é minha pra sempre”, meu coração quase explodiu. Eu sorri, lágrimas nos olhos, sabendo que a noite de núpcias seria tão intensa quanto toda nossa história — talvez até mais.

Chegamos à suíte do hotel no final da tarde. A cama king-size estava coberta de pétalas vermelhas e brancas, champagne gelando numa balde de prata, luzes douradas do abajur refletindo no espelho do teto. O cheiro de rosas e álcool pairava no ar. Tirei o vestido de noiva devagar, deixando-o cair no chão, ficando só com uma calcinha branca de renda fina que mal continha meu pênis de 23 cm já meio duro. Os seios livres, mamilos rosados duros de expectativa. Lucas tirou o terno com calma, a camisa aberta mostrando o peito peludo, o pau já duro marcando a cueca preta. “Minha esposa,” ele disse, a voz rouca de tesão e emoção, me puxando pra cama com força.

Caí de joelhos no tapete macio, chupando o pau dele com fome, a boca quente engolindo os 18 cm inteiros, a garganta apertando, baba escorrendo pelos cantos e pingando nos seios. Ele agarrou meu cabelo, puxando com força, o couro cabeludo ardendo deliciosamente. Cuspiu na minha cara — cuspe quente, grosso, escorrendo pela bochecha —, e deu um tapa forte, a palma estalando na pele. “Chupa, sua puta,” grunhiu, a voz carregada de posse. Gemi alto, adorando, e chupei mais fundo, a língua girando na cabeça inchada, lambendo cada veia pulsante. “Mais, por favor,” pedi, rouca, e outro tapa estalou, mais forte, fazendo minha bochecha queimar. A baba escorria em fios grossos, manchando os lençóis brancos e as pétalas. Era como sempre, sujo, violento, mas agora com o peso do amor — a aliança brilhando no meu dedo enquanto eu engolia o pau do meu marido.

Ele me levantou pelos cabelos, rasgando a calcinha branca com um puxão bruto, o tecido se desfazendo. Meu pênis de 23 cm pulou livre, duro e brilhante, pingando pré-gozo no tapete. “De quatro, minha vadia,” mandou, jogando-me na cama, pétalas vermelhas voando ao redor. Cuspiu no meu cu, espalhando lubrificante com dois dedos grossos, abrindo sem delicadeza, me fazendo gemer alto. Entrou com força, o pau esticando tudo, cada estocada me arrancando gritos. “Toma, sua esposa puta,” rosnou, tapas na bunda estalando como chicote, a pele ardendo e ficando vermelha. Puxava meu cabelo, o pescoço arqueado, socando bruto, a cama rangendo alto, o espelho no teto mostrando tudo: eu de quatro, ele atrás, o pau entrando e saindo do meu cu. “Fode, Lucas,” gemi, o pênis pulsando forte, batendo no lençol, deixando marcas molhadas. Outro cuspe na cara, o cuspe escorrendo pelo nariz, e mais tapas na bunda, na coxa, na cara, cada um misturando dor e prazer. A aliança brilhava no meu dedo enquanto eu empinava mais, implorando por mais.

Mudou a posição, deitando-me de costas, as pernas no ombro dele, o cu aberto e brilhando de lubrificante. Socava fundo, o pau batendo no ponto certo, enquanto masturbava meu pênis com a mão grande, quente e firme. “Goza pra seu marido, sua safada,” mandou, batendo na cara de novo, o tapa estalando, a pele ardendo. Eu gozei forte, jatos grossos e brancos jorrando farto, acertando meu peito, o pescoço, o queixo, até o cabelo, o gozo quente pingando nos seios e escorrendo pelo abdômen. O cu piscava, apertando o pau dele, me fazendo tremer inteira, gemendo alto, o som ecoando na suíte. “Porra, Sofia, você é perfeita,” ele disse, os olhos brilhando de tesão e amor, socando mais forte, o pau pulsando dentro de mim.

“Minha vez,” grunhiu, saindo do meu cu com um som molhado e ajoelhando na frente da minha cara. Masturbei meu pênis ao lado do dele, nossas cabeças brilhando de lubrificante e pré-gozo, e gozamos juntos. Os jatos dele acertaram minha cara — boca, nariz, bochechas, escorrendo pelo queixo —, o sêmen grosso misturando-se com o meu, que jorrou de novo, farto, manchando meu rosto, pingando nos seios. Lambi os lábios, o gosto salgado dos dois na língua, e ele deu um tapa leve na cara, quase carinhoso, rindo baixo. “Minha esposa vadia,” murmurou, caindo na cama ao meu lado, ofegante.

Deitamos ali, suados, pétalas grudadas na pele, o cheiro de sexo, gozo e champagne dominando o quarto. Ele me puxou pro peito, a mão grande na minha cintura, a aliança fria contra minha pele quente. “Te amo, Sofia,” disse, beijando minha testa, a barba grisalha roçando meu rosto. Chorei, não de tristeza, mas de alívio puro, de gratidão. “Também te amo, Lucas,” respondi, o coração cheio. Passamos a noite transando sem parar: ele me fodendo contra a parede, eu cavalgando ele na cadeira, gozando no cu dele, ele gozando no meu rosto de novo, tapas, cusparadas, palavrões misturados com “te amo” sussurrados. Cada estocada era uma promessa de que, apesar de tudo — dívidas, traições, dor —, éramos um do outro pra sempre.

A vida não seria perfeita, mas com ele, eu sabia que valeria cada segundo. E, pela primeira vez, eu me sentia em casa.

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