A semana que se seguiu ao "batismo" de Ana Beatriz foi um exercício de tortura psicológica. No momento em que a porta do quarto se abriu naquele sábado, a fêmea insaciável que implorava por leite desapareceu como se nunca tivesse existido. Ana ergueu muros ainda mais altos e gelados. Sempre que eu tentava uma aproximação no corredor ou um comentário sobre o que tínhamos vivido, ela me cortava com um olhar de desprezo ou uma frase técnica sobre Direito. Era como se ela estivesse tentando apagar a própria "depravação" me tratando como um estranho.
Enquanto isso, o apartamento na Tijuca tornara-se uma panela de pressão. As brigas entre as duas irmãs escalaram por motivos fúteis — uma louça mal lavada, um atraso no banho — e as farpas voavam como navalhas. Mariana, sentindo que Ana estava mais "estranha" que o normal, redobrou a marcação sobre mim. Camila precisou intervir várias vezes, gritando que não aguentava mais aquele clima de guerra. Para Mariana, o caos era o combustível perfeito. Sempre que Ana e minha mãe saíam para o trabalho, ela me arrastava para todos os cantos da casa. Transamos na mesa de jantar, na lavanderia e até no sofá da sala, com Mariana fazendo questão de deixar o rastro do nosso prazer pela casa inteira, como se estivesse marcando território.
Tudo mudou na tarde de quinta-feira. Ana Beatriz chegou do escritório com aquela postura impecável, o coque sem um fio fora do lugar. Ela mal me cumprimentou, mas, ao passar por mim, disse com uma voz metálica: — "Meu quarto. Dez minutos. Temos que fechar a parte de obrigações."
Quando entrei, ela já estava trancando a porta. Ela não abriu o livro. Ela apenas me encarou, e eu vi o conflito nos olhos verdes dela: o ódio por si mesma lutando contra uma fome animal que a consumia. Sem dizer uma palavra, ela caminhou até mim e abriu o meu cinto com uma urgência agressiva.
— "Não fala nada, João. Só faz o que eu mandar," — ela sibilou, ajoelhando-se e abocanhando o meu pau com uma força que me fez arquear as costas contra a porta.
Dali para frente, a "mentoria" virou uma cena de selvageria absoluta. Eu a joguei por cima da mesa de mogno, espalhando pilhas de processos pelo chão. Levantei a saia dela e a possuí por trás com estocadas violentas e secas, sentindo o impacto da minha carne contra a bunda dela ecoar no escritório. Ana não era mais a advogada; era uma mulher possuída, gritando palavras sujas que fariam um marinheiro corar.
— "Me fode, seu animal! Me rasga com esse pau!" — ela gritava entre dentes, as unhas cravadas no tampo da mesa enquanto eu a esfolava sem piedade.
A cena era obscena. Eu a virei de frente, puxando suas pernas para cima dos meus ombros e entrando até o talo, vendo o rosto dela se contorcer em um êxtase depravado. O sexo era sujo, suado e sem qualquer traço de carinho. Fizemos um 69 agressivo ali mesmo na cadeira de couro, com ela se engasgando no meu membro enquanto eu devorava a intimidade dela, que já estava ensopada e latejante. Eu a levei para o chão, por cima dos tapetes caros, e a possuí em uma sequência de posições que desafiavam a lógica, ouvindo-a gozar sucessivas vezes, jorrando o próprio suco enquanto me chamava de "seu bicho" e implorava por mais porra na cara.
Quando eu estava no auge, prestes a explodir, eu a puxei pelos cabelos e descarreguei tudo na boca dela. Ana engoliu cada gota com uma satisfação diabólica, mas, assim que o último espasmo terminou, a máscara de gelo voltou instantaneamente.
Ela se levantou, limpou o canto da boca com as costas da mão e começou a ajeitar a saia e o cabelo com uma calma assustadora.
— "Acabou. Limpa essa bagunça e sai. Tenho prazos para cumprir," — disse ela, sem nem me olhar nos olhos, com a mesma voz seca de uma juíza.
Saí do escritório sentindo um nó no estômago. O prazer tinha sido imenso, mas a forma como ela me descartava, me usando apenas como um objeto sexual para aliviar o estresse e depois me chutando para fora como um incômodo, começou a me corroer. Eu estava sendo usado pela minha própria irmã.
A rotina de "objeto" da Ana Beatriz tornou-se um vício amargo. Durante os dias seguintes, o padrão se repetia com uma precisão cruel. Ela me convocava com um olhar ou uma ordem curta, sempre que a casa estava vazia ou quando a minha mãe estava distraída no banho. Fui usado na despensa, entre latas de mantimentos, onde ela me fez possuí-la de pé, em silêncio absoluto, apenas para me empurrar para longe assim que gozava. Fui usado na área de serviço, contra a máquina de lavar, com ela mantendo aquela expressão de "superioridade" enquanto o corpo dela me apertava com um desespero que contradizia sua face de gelo. No momento em que o prazer cessava, ela voltava a ser a Dra. Ana Beatriz, e eu voltava a ser o caçula invisível.
Aquela frieza começou a me queimar o sangue. Eu não ia ser o brinquedinho de luxo da "General". O limite estourou em uma tarde de chuva torrencial. Eu a vi entrar no quarto e me lançar aquele olhar de superioridade, fazendo um gesto de descaso antes de fechar a porta.
O rebelde que meu pai tentou matar em Curitiba despertou com um ódio tesudo. Eu não bati. Simplesmente girei a maçaneta e invadi, trancando a porta atrás de mim com um estalo seco.
— Eu mandei você sair, João. Não estou disponível para as suas carências de calouro — disse ela, sem tirar os olhos do notebook, com aquela voz que parecia um chicote.
Caminhei até ela e fechei a tampa do computador com um baque ensurdecedor. — Chega desse teatrinho de tribunal, Ana. Você acha que me usa e me descarta como se eu fosse um consolo? Você acha que dita as regras desse jogo porque é a advogada da casa?
— Me solta! Você ficou louco? — ela sibilou, mas eu a segurei pelos ombros e a joguei na cama com toda a minha força.
Ela tentou levantar, o rosto vermelho de indignação, mas eu a montei, prendendo seus pulsos acima da cabeça com uma mão só, esmagando-a contra o colchão. — A partir de agora, quem manda nessa porra aqui sou eu. Você quer pau? Então vai ter que aprender a respeitar quem te arromba.
Rasguei a blusa dela, fazendo os botões voarem pelo quarto, expondo aqueles seios fartos com as aréolas escuras já latejando. Eu a penetrei sem um pingo de delicadeza, uma estocada seca que a fez soltar um grito de dor misturado com um tesão absurdo. Eu a comi com uma selvageria que ela nunca tinha visto. Eu a virei de quatro, enfiei meu pau até o talo e a puxei pelos cabelos, forçando-a a olhar para o espelho do guarda-roupa enquanto eu a esfolava.
— Olha pra essa bunda branca balançando, Ana! Olha o seu irmão te rasgando toda! Quem é que manda agora, sua cadela? — eu rosnei no ouvido dela, enquanto desferia golpes violentos que faziam o som da carne batendo ecoar pelo quarto todo.
Ela tentou resistir, mas acabou se entregando à minha dominação, choramingando obscenidades, implorando para que eu não parasse. Eu a joguei de costas de novo, dobrei as pernas dela até os joelhos tocarem as orelhas e enterrei meu pau com tudo, sentindo a buceta dela me apertar como se estivesse morrendo. O sexo era sujo, ensopado de suor e de uma agressividade visceral. Eu a usei em todas as posições, fazendo-a gozar até as pernas tremerem e ela perder a voz de tanto gritar.
No auge, quando eu sentia que ia explodir, eu a puxei pelo pescoço, encostei meu rosto no dela e descarreguei um jato quente e interminável de porra dentro dela, sentindo-a contrair em espasmos de puro terror e prazer. Não saí correndo. Fiquei ali, em cima dela, sentindo o calor do nosso suor misturado.
— Amanhã, quando você sentar à mesa com aquela cara de santa, lembre-se de cada estocada que eu te dei hoje. As regras mudaram, Ana. E o dono da sua buceta sou eu — sussurrei, antes de sair do quarto, deixando a sentinela em frangalhos, finalmente ciente de que o jogo duplo agora tinha um único mestre.
O sol de domingo entrou pelas frestas da persiana, mas o clima no café da manhã era de um inverno polar. Sentamos à mesa e a cena era um estudo sobre hipocrisia. Minha mãe, Camila, comentava sobre a escala de plantão da imobiliária, enquanto Mariana me lançava olhares predatórios, claramente sentindo que a "tensão" no ar tinha mudado de voltagem. Ana Beatriz, por outro lado, era um monumento ao autocontrole. Ela mantinha os olhos fixos no jornal, a coluna tão reta que parecia prestes a quebrar, e não me dirigiu uma única sílaba.
Sempre que meus olhos encontravam os dela, ela desviava com uma rapidez que beirava o pânico. Ela estava tentando desesperadamente reconstruir a máscara de Dra. Ana Beatriz, mas eu via o tremor leve nos dedos dela ao segurar a xícara. O corpo dela ainda se lembrava de cada estocada, de cada ordem que eu rosnei no seu ouvido na tarde anterior.
A oportunidade surgiu à tarde. Camila e Mariana estavam na sala assistindo a um filme, mergulhadas no som alto do Home Theater. Ana Beatriz tinha se recolhido para o quarto com a desculpa de uma "enxaqueca". Eu sabia que era mentira. Era o refúgio dela, o lugar onde ela tentava se convencer de que ainda era a dona da própria vida.
Girei a maçaneta sem cerimônia. Ela estava deitada, com um braço sobre os olhos. Quando me viu, saltou da cama, o rosto passando do pálido para um vermelho de puro ódio.
— "Você enlouqueceu, João? Minha mãe está a dois metros daqui! Sai agora!" — ela sibilou, a voz carregada de uma autoridade que já não surtia efeito em mim.
Caminhei em direção a ela, fechando a porta e girando a tranca com um clique deliberado. — "Eu avisei que as regras tinham mudado, Ana. Você achou que eu estava brincando?"
— "Eu sou sua irmã, seu animal! Me respeita!" — Ela tentou me empurrar, mas eu a segurei pelos braços, prensando-a contra a parede com uma força que a deixou sem fôlego.
— "O respeito morreu quando você me usou como objeto. Agora, você vai me dar o que eu quero, do jeito que eu quero," — sussurrei, sentindo o perfume floral dela se misturar ao cheiro do medo e do desejo que emanava da sua pele.
Eu a joguei na cama e comecei a despi-la com uma brutalidade possessiva. Ana tentou relutar, tentou fechar as pernas e empurrar meu peito, mas cada movimento de resistência dela morria em um gemido de entrega. Eu a dominei por completo, explorando cada curva do seu corpo atlético com uma agressividade que a deixava trêmula.
— "Pede, Ana. Eu quero ouvir. Implora pelo seu irmão," — ordenei, segurando seu queixo com força enquanto a penetrava com uma estocada profunda que a fez arquear as costas.
— "Não... João... por favor..." — ela balbuciou, tentando manter um resto de dignidade.
— "Pede! Diz o que você quer que eu faça com essa buceta de advogada!" — aumentei o ritmo, esfolando-a sem piedade, ouvindo o som da carne batendo ecoar no quarto abafado.
A sentinela desmoronou. Ela se agarrou ao meu pescoço, as unhas cravadas nas minhas costas, e choramingou com uma voz que eu nunca tinha ouvido: — "Me fode, João... por favor, acaba comigo... me rasga, seu animal! Eu quero o seu pau, eu imploro!"
A visão daquela mulher imponente, reduzida a uma fêmea implorando por prazer sob o meu comando, foi o ápice do meu triunfo. Eu a comi com uma selvageria absoluta, usando-a até que ela não conseguisse mais sequer manter os olhos abertos. Gozei dentro dela com uma fúria avassaladora, deixando-a estirada nos lençóis, marcada e vencida.
Nos dias seguintes, a mudança foi surreal. A Dra. Ana Beatriz, a mulher de gelo que me tratava como um incômodo, deu lugar a algo que eu não esperava. Ela começou a me tratar com uma doçura quase submissa. À mesa, ela me servia o café com um sorriso discreto; no corredor, ela não desviava mais o olhar, mas abaixava a cabeça levemente, como se reconhecesse o seu dono.
A surpresa foi total. A "General" tinha se tornado a minha seguidora mais fiel, e o olhar que ela me lançava agora não era de desprezo, mas de uma devoção pecaminosa que me deixava ainda mais viciado naquela loucura. Eu tinha o império nas mãos: a paixão da Mariana e a submissão da Ana. O calouro de 18 anos tinha, finalmente, tomado o controle total da Casa das Três.
