Como um voo cancelado pode se transformar em uma aventura erótica? Uma simples provocação de Martha ao comandante foi o suficiente para mudar completamente os nossos planos de viagem.
Este conto é um clássico do nosso acervo, um dos favoritos que separamos especialmente para a Casa dos Contos. É a prova de que, para nós, qualquer imprevisto é apenas um convite para uma nova história. Prepare-se para descobrir como um dia perdido no aeroporto se transformou em uma tarde inesquecível com a tripulação.
______________________________
Mendoza, a capital portenha do vinho, era o destino da primeira viagem do casal para fora do país. Nada mais apropriado para os dois amantes, apreciadores do néctar dos deuses.
A primeira parte da viagem os levaria até o Aeroporto de Guarulhos. De lá, voariam direto para Mendoza. O horário do voo não ajudava: seis da manhã. E como se tratava de um voo com conexão internacional, Freud e Martha chegaram ao aeroporto pouco depois das quatro da manhã. A fila gigantesca, lotando o salão de check in, não foi um bom presságio. No painel, a confirmação: o voo estava atrasado.
Algumas perguntas aqui e acolá e a descoberta: a aeronave estava com defeito mecânico desde a noite anterior, aguardando uma peça para a qual não havia previsão de chegada. Passageiros nervosos e a equipe de atendimento reduzida por causa do horário foi a receita para o caos que se instalou e perdurou a manhã toda, inclusive com a presença de fiscais do PROCON e ávidos membros da imprensa.
Entre um piti e outro, o casal conseguiu uma acomodação em um voo no final da tarde para Guarulhos. O voo para Mendoza ficaria para o dia seguinte. Perderiam um dia da programação original e tentariam uma compensação pelo ocorrido com a companhia aérea em outro momento.
No meio da manhã, quando o casal se preparava para deixar o aeroporto e buscar uma acomodação até o horário do voo, uma surpresa: o voo iria sair em quarenta minutos. Foi aquela correria no saguão e os passageiros seguiram para a sala de embarque.
No portão de embarque, atendendo o convite para despachar a bagagem de mão, Freud estranhou que a equipe de voo estava ali também, ao invés de estarem na aeronave. Perguntou:
-Comandante, desculpe o incômodo, são vocês que nos levarão até Guarulhos?
O comandante não se furtou a responder:
-Sim, seremos nós. Se a manutenção permitir.
O embarque fora autorizado sem que a aeronave estivesse pronta, percebeu Freud. Provavelmente para tirar os passageiros do saguão e reduzir o problema com a equipe do PROCON e com os repórteres.
Como já haviam perdido o voo daquele dia para Mendoza, Freud e Martha decidiram voltar ao plano de pegar o voo do final da tarde. Deixaram a sala de embarque e retornaram ao atendimento, para tratar disso, aproveitando que a notícia ainda não havia se espalhado entre os passageiros no portão de embarque.
Enquanto aguardavam os trâmites, Martha comentou:
-O comandante é um pedaço de mal caminho, Freud.
Freud quis saber mais:
-O que te atraiu nele, Martha?
-Ah, ele é alto, braços fortes, peito definido e pernas grossas. O cabelo curto, bem penteado e a barba por fazer ajudam a compor o personagem. Mas a cara de safado dele foi o que me pegou. Quando você veio me contar o que faríamos, ele ficou olhando para nós. Tenho certeza que é safado!
Martha tem uma capacidade enorme de ler as pessoas e Freud aceitou a análise dela:
-Bem, se eles não decolarem, talvez você tenha a chance de tirar isso à prova.
Meia hora depois, já com os novos cartões de embarque em mãos, o casal se dirigiu para a área externa e viu a equipe de voo deixando o aeroporto rapidamente e se posicionando na calçada, provavelmente para aguardar o transporte para o hotel.
Ao passarem por eles, Freud aproveitou a oportunidade:
-Parece que a manutenção não colaborou, comandante.
Cumprindo o protocolo, o comandante respondeu profissionalmente:
-A segurança do voo está sempre em primeiro lugar. É preferível o dissabor do cancelamento do voo do que o arrependimento tardio por uma pane no ar.
Brincando, Freud quebrou o gelo:
-Até porque a pica do cancelamento não é tua, né, comandante?!
Pego de surpresa com o comentário, sem saber se Freud estava bravo ou bem humorado, o comandante ficou sem resposta. Martha que ouvia a conversa, aproveitou a deixa:
-Alguém falou em pica?
Ato contínuo, ela encarou o comandante enquanto mordia o canto dos lábios. Se ele fosse safado como ela imaginava, agora era a hora dele mostrar do que era capaz.
E ele não decepcionou:
-A que seu marido mencionou ficou lá dentro. Há outras, mas certamente a senhora já está bem servida, imagino.
-Somos namorados, capitão. Martha, ao seu dispor.
Ela estendeu a mão e cumprimentou o comandante que retribuiu, ainda que o nome bordado na camisa tornasse isso desnecessário:
-Prazer, Martha. Sou o Comandante Almeida, também ao seu dispor.
Os dois se encaravam e mantinham as mãos unidas. Observando o transporte do grupo chegar, Freud deu o próximo passo:
-Martha, deixe o Comandante Almeida ir. Eles precisam descansar pois têm um avião para levarem até Guarulhos mais tarde.
Soltando as mãos dela, Almeida interviu:
-Com a espera aqui, já excedemos nossas horas hoje. Só voaremos amanhã. Outra equipe levará esse avião. Isso se ele ficar pronto.
Martha aproveitou:
-Então vocês ganharam uma folga?! Que delícia, comandante. E o que fará com ela?
-Bem, descansar principalmente. Mas certamente a equipe vai pensar em alguma coisa no hotel.
Vendo a equipe embarcando na van, Almeida se despediu:
-Bem, foi um prazer falar com vocês. Em nome da companhia, peço desculpas pelo transtorno. Espero que tenham um bom dia.
Martha deu o xeque mate, entregando seu cartão de visitas ao comandante:
-Comandante, eu só aceito desculpas por escrito. Pode ser pelo WhatsApp.
Ele pegou o cartão e a troca de olhares com Martha foi ainda mais intensa. Almeida entrou na van, enquanto Freud sinaliza para o Uber, que também estava chegando. A caminho de uma padaria, onde pretendiam passar o resto da manhã e almoçar, o casal comentava do ocorrido, quando o celular de Martha apitou com a mensagem do comandante:
-Cara Martha, mais uma vez peço desculpas em nome da companhia pelo desconforto que causamos. Espero que fiquem bem. Comandante Almeida.
Incentivada por Freud, Martha não deixou barato:
-Caro Almeida, quanta gentileza. Muito obrigado. Desculpas aceitas. Aproveito para desejar um bom descanso e que a sua equipe pense em algo divertido para fazerem aqui na cidade. Aliás, se essa diversão comportar mais gente, eu e meu namorado adoraríamos participar.
A resposta demorou cerca de três minutos e deixou o casal apreensivo, imaginando que teriam sido diretos demais. Mas logo ela chegou:
-Cara Martha, a maior parte da equipe optou pela piscina do hotel. Eu e a chefe de cabine vamos assistir um filme no quarto. Ainda que o quarto seja apertado, acho que poderíamos nos acomodar todos aqui e assistirmos o filme juntos.
-Que filme tem em mente, Almeida?
-Ela escolheu “De Olhos Bem Fechados”, conhece?
-Conheço e adoro. Nós vamos. Qual o hotel?
Com o nome do hotel em mãos, Freud alterou o roteiro do Uber, com uma parada no meio do caminho para comprar duas garrafas de vinho. Meia hora depois, o casal chegou ao hotel.
Após as burocracias na recepção, subiram para o quarto indicado pelo Comandante Almeida. Martha estava animada:
-Freud, eu te falei que ele era safado, não falei?!
-Sim, Martha, você estava certa. Só espero que a chefe de cabine também seja.
-Ah, é sim. Ele não a incluiria se não fosse.
Chegaram ao quarto, bateram na porta e foram recebidos pela chefe de cabine, que se apresentou:
-Olá, eu sou a Roberta. Entrem, o Almeida está no banho.
Ela estava com um pijama e com os cabelos molhados, mostrando o banho recém tomado. O casal a olhou com desejo. Morena, um pouco mais baixa que Martha e com seios enormes e livres debaixo da camisetinha do pijama. Se cumprimentaram com os beijinhos de praxe e ela foi direta ao ponto:
-Bem que o Almeida falou que vocês eram gostosos.
O casal riu, o gelo foi quebrado e a conversa engatou, com elogios de parte a parte e provocações de parte a parte. Foi isso que o Almeida encontrou quando saiu do banho enrolado em uma toalha.
-Que bom que vieram.
-Eles trouxeram vinho, Almeida.
-Ah, que delícia. Mas não vamos exagerar, afinal amanhã temos que voar. Vou pedir as taças.
Enquanto se dirigia para o telefone, deixou o casal à vontade:
-Podem deixar as malas ali no canto. Eu pedi toalhas para vocês. Estão no banheiro, se quiserem se refrescar.
Acomodaram as malas e Freud foi para o banho, enquanto Martha ficou no quarto. A conversa entre os três continuou animada e as taças chegaram bem na hora que Freud saiu do banho, também enrolado na toalha.
O vinho foi servido e Freud propôs um brinde:
-Que os nossos olhos fiquem bem abertos!
Riram, brindaram e beberam. Segurando sua taça, Martha anunciou:
-Vou tomar meu vinho no chuveiro. Adoro banho com vinho.
Almeida estava colocando o filme na TV do quarto e Roberta conversava com Freud:
-Vocês são namorados há quanto tempo?
-Há pouco menos de um ano. E vocês? Há quanto tempo trabalham juntos?
Freud foi sutil, mas Roberta entendeu a mensagem:
-Eu estou na companhia há quase dez anos. O Almeida já passou dos vinte. E ele foi o comandante do meu primeiro voo. Mas só me convidou para assistir um filme no ano passado.
-E qual foi o filme?
-50 Tons de Cinza. Ele jogou baixo. Não chegamos nem na metade do filme.
Almeida interviu:
-Isso que eu ainda insisti. Por ela, o filme nem teria começado, Freud.
Roberta deu um tapa no ombro do parceiro, repreendendo-o pela inconfidência:
-Assim ele vai achar que eu sou uma puta, Almeida.
-E não somos? Os quatro?
Rindo com as conversas, o grupo nem viu quando Martha chegou, vestida apenas com a lingerie e o salto alto:
-Espero que não se importem, mas eu não tenho um pijama. Almeida, pode me servir mais vinho.
Impactado pela visão daquela bela mulher em um conjunto de renda vermelha, Almeida demorou a entender o pedido, até que Roberta interviu:
-Almeida, acorde e sirva mais vinho para ela.
Ele se desculpou e logo estava servindo mais vinho à Martha. E puxou conversa:
-Escolheram bem. Esse vinho passa dezoito meses em barris de carvalho.
Martha aproveitou a deixa e mostrou porque estava ali:
-Sim, o vinho é bom. O carvalho o deixa bem intenso. Mas particularmente eu prefiro a intensidade de um bom caralho.
Almeida riu, deixou a toalha cair e disparou:
-Fique à vontade.
Martha sentou-se na cama, tomou um bom gole do vinho, deixou a taça na mesinha de cabeceira e puxou o comandante para perto de si, pelo cacete.
-Que belo exemplar temos aqui. Vamos ver se o sabor é tão bom quanto a aparência.
Assistindo o boquete que Martha fazia, Freud sentiu sua toalha ser puxada por Roberta, que também não perdeu tempo, iniciando um boquete ajoelhada no carpete do quarto. Com uma mão ela segurava o cacete e com a outra a taça de vinho. Freud a ajudou com a taça e ela então pode se dedicar com mais afinco, acariciando e caprichando. Freud reconheceu o esmero da nova parceira:
-Uau, você é muito boa nisso. Que delícia!
Ela parou, com o pinto dentro da boca, olhou para ele, sorriu em agradecimento, e continuou, com a mesma animação. Na cama, Martha estava escorada na cabeceira da cama, sentada com as pernas sobre o colchão, enquanto Almeida tirava sua calcinha, se preparando para devolver a chupada maravilhosa que recebera. Saboreando o vinho, Martha curtiu a desenvoltura no comandante na arte do sexo oral.
-Que delícia, Almeida. Eles ensinam isso na academia de aviação, é?!
Martha falou alto e os quatro riram. O clima de cumplicidade estava no ar. Roberta se levantou e puxando Freud pelo pinto o levou para a outra ponta da cama:
-Vem que só falta eu receber uma chupada.
Freud deixou as taças em cima da mesa, enquanto Roberta se livrava do pijama, revelando a ausência de roupas de baixo. Ela se deitou na cama, abriu as pernas e trocou olhares com Martha, que lhe estendeu a mão. As duas se encaravam enquanto os meninos caprichavam.
Minutos depois, Martha ousou:
-Almeida, sua chupada está ótima, mas eu quero saber se todos os alunos da academia aprendem isso.
Falou isso olhando para Roberta, que não se fez de rogada. Ela se levantou, engatinhou pela cama, deu um beijo delicioso em Martha e assumiu a posição do Almeida. Freud aproveitou a chance, encapou o cacete e enfiou naquela buceta molhadinha que se oferecia para ele. Almeida, para não sobrar, levou seu cacete ao alcance de Martha, enquanto apreciava a cena deliciosa e sensual que rolava na cama.
Martha tentou caprichar na chupada, mas Roberta sabia o que estava fazendo e ela não resistiu. Em poucos minutos, chegou ao orgasmo:
-Roberta, vou gozar na sua boca! Que delícia! Vou gozar! Tô gozando!!!
Roberta se levantou, deu mais um beijão em Martha, uma chupada rápida no Almeida e virando-se para Freud, comandou:
-Sente ali no sofá que eu vou te mostrar outro truque que aprendi na academia.
Freud obedeceu e sorriu feliz quando viu Roberta abrir sua bolsa e tirar um tubo de gel lá de dentro. Ela lambuzou o rabo e depois o cacete de Freud, que apenas assistia à cena.
Roberta virou-se de costas para ele, segurou no cacete e o direcionou para seu rabo. Por cima do ombro, olhou Freud e pediu:
-Bate na minha bunda?
Freud sorriu, quase sem acreditar. E obedeceu com maestria. Em pouco tempo, Roberta gemia com intensidade cada vez maior, subindo e descendo o rabo no cacete duríssimo de Freud, segurando nos joelhos dele e sentindo o ardor tomar conta de sua bunda.
-Que delícia de tapas! Você sabe o que faz, hein!?
Na cama, Martha estava de quatro e Almeida a comia com vontade, segurando com firmeza a cintura dela, que estava com o rosto no colchão e as mãos esticadas na cama. Rebolando, Martha dava o seu show:
-Mete com força! Mete, sem dozinha! Mais forte! Eu aguento! Mais forte!
Almeida mantinha o ritmo, acompanhando os comandos de Martha, que não tardou a chegar a mais um ruidoso orgasmo:
-Isso, continua! Assim! Mais forte! Eu vou gozar! Eu vou gozar!! Tô gozando!!!!
Almeida veio junto:
-Que buceta gostosa, caralho! Eu vou gozar também! Ahhhh!!!
Martha se jogou na cama com Almeida por cima dela. No sofá, a bunda da Roberta já estava vermelha e ela também chegou ao orgasmo:
-Ai, minha bunda! Tá ardendo! Que pau gostoso no meu rabo! Tá gostoso! Bate, pode bater. Não para! Ai, vou gozar! Ai, tô gozando!!!
Roberta saiu de cima do Freud, suando:
-Nossa, Freud, você não goza, é?!
-Eu demoro, mas não se preocupe comigo…
-Ah, que bom. Então vem comer minha buceta!
Enquanto Freud trocava a camisinha, Roberta se posicionou de quatro na cama, onde o outro casal estava repousando. Freud, se aproximou, Roberta abaixou os peitos na cama e deixou a buceta aberta.
-Vem, Freud! Como disse a Martha: sem dó! Pode meter que eu aguento!
Os quatro riem e Freud atendeu ao pedido de Roberta. Logo a transa ganhou ritmo e começou a animar o outro casal. Martha se movimentou e se posicionou embaixo da Roberta, com acesso para chupar sua buceta enquanto acariciava o saco de Freud com uma das mãos.
A ajuda é poderosa para os dois. Roberta anunciou mais um orgasmo, acompanhado de Freud:
-Que língua gostosa! Que cacete gostoso! Me fodam, seus putos! Me comam! Eu vou gozar! Não parem! Vou gozar! Tô gozando!!
-Que buceta gostosa! Vou gozar!! Ah, que gostoso!
Almeida bateu palmas para o orgasmo ruidoso do casal. Martha se serviu de mais uma taça de vinho. Roberta caiu na cama. Freud foi para o banho.
Do banheiro, ouviu Almeida perguntando:
-Martha, você já experimentou uns tapas na bunda?
Freud sorriu…
______________________________
“Freud sorriu…” Aquele sorriso final diz tudo, não é? A mistura de satisfação, cumplicidade e a certeza de que a aventura com a tripulação estava longe de terminar.
O que você acabou de ler é um dos capítulos mais marcantes do nosso diário, uma peça que selecionamos com carinho para esta vitrine especial. Mas a nossa história completa, com centenas de outras aventuras como esta — e muitas que nunca virão para cá — está guardada no nosso site. Lá, você encontra o diário inteiro, na ordem em que tudo aconteceu.
Por uma questão de intimidade e para manter a cronologia da nossa vida, decidimos preservar nosso acervo completo em nosso espaço, o nosso lar digital.
https://aventurasdefreudemartha.com/casa
Para ser avisado quando o próximo Clássico do nosso diário for liberado aqui, clique para Seguir o nosso perfil.
