Mamãe, eu vi !
Olá a todos, estou escrevendo esse conto, devido a ausência dos autores que somem feito o mestre dos magos.
Obviamente esse conto é fictício.
Todas as partes do conto ja estão meio caminho andado.
Apresentações.
Meu nome é Luan, um dos motivos com dos quais entrei nesse site, é perceber que eu tenho mais criatividade em imaginar situações com as palavras dos outros em modéstia contra a minha.
Percebi que cada dia, estava indo ao mesmo caminho. Delírios e arrependimentos logo em seguida. Mas, esse vício, não me abandonou.
Essa história começa quando já bem desenvolvido fisicamente! 174cm e naquela época não havia procurado saber o tamanho do meu órgão sexual.
Por mais que tivesse uma atividade considerável com ele. Não ficava preocupado com seu tamanho. Já que chegar em uma garota não era prioridade...
Eu tinha facilidade em iludir elas pela web, mas não marcava encontros nem se eu quisesse muito.
Havia uma trava, com certeza.
Mas o estranho, é que isso não me impediu de avançar na única mulher, com a qual não se deve cometer esse tipo de adultério.
Obviamente, minha mãe. Uma mulher deslumbrante, um sorriso que me encanta, me atrai de todas as maneiras. Inclusive o mesmo sorriso que me dava sermão e lições de moral...
Com o tempo, reparei que essa mulher, de 158cm de altura e uma cintura fina, com uma raba enorme. Que ficava ainda maior quando ela ganhava peso.
Seus cabelos lisos pretos, chegava até sua cintura, um rostinho com poucas curvas mas deixava ainda mais linda...
Sua pernas, acompanhava sua bunda grande... grossas e cheias de vida, um pezinho gordinho que a deixava ainda mais deliciosa quando fica de quatro.
Sou o Luan e o filho mais novo da Carla, eu tenho a Yara e o Marcos.
E não gente, não teremos disputa por território nesse conto.
O Marcos sempre foi do time oposto. Percebi isso, quando crianças que ele nunca me deixava ficar perto dele e dos "amigos" dele.
Quando eu me aproximava, ele me deixava até trancado dentro do carro e sumia com seu "amigo".
mas por ter uma memória fotográfica, me recordo bem desse "incidente". Nosso pai teve que quebrar o vidro do carro para me retirar de dentro do carro. Já que o esperto perdeu a chave pelas redondezas da chácara.
Houve discussões pelo motivo de ter me deixado sozinho no carro.
E desde então, meu pai começou a tratar o Marcos, de uma maneira diferente.
Sempre ignorando algumas vezes, tentou expulsá-lo de casa e coisas do tipo.
Mamãe, sempre protetora, nunca deixou. A Yara, o que falar da Yara? Temos a diferença de 4 anos de idade.
Yara é mais velha, sempre me cuidou quando ficávamos juntos.
Falando dessa maneira, parece até que nossa mãe nunca estava presente né?
Mas pra ser sincero, Mamãe vivia uma guerra constante de brigas com papai, devido sua alta taxa de traição.
Mamãe gastava mais em gasolina indo atrás das amantes de papai, do que com roupas para nós.
Vivia chegando em casa arranhada e com seu lindo cabelo preto completamente bagunçado, chorosa e infeliz pela vida que estava levando.
Mesmo que nunca faltou nada em casa, pelo motivo do nosso pai ser um comerciante forte em nosso município. Envolvido com política suja e comércios de caixa.
Em 2014, Mamãe anunciou a separação "amigável", todos nós fomos morar com a mamãe, na casa deixada pela vovó que ainda viva, mas que também tem uma vida confortável. Com casas de aluguel pela cidade e cidades vizinhas...
Na época eu era menor, então dormíamos juntos, já que o Marcos nunca nem me deixou entrar no quarto dele.
Dormir com mamãe até o Marcos fazer um combinado com papai, sua mudança inicialmente foi para São Paulo. Foi fazer um curso superior, dividindo apartamento com amigos.
Como ele não trabalhava, papai que sempre enviou recursos...
Houve uma descoberta que irritou papai profundamente, por nossa cidade ser pequena, papai ficou sabendo que Marcos se envolvia sexualmente com um colega.
Dessa maneira, papai se revoltou e cortou todos os recursos do Marcos. Fazendo seu retorno a nossa cidade.
Seu quarto, já nao era mais seu, mas mesmo assim, fui expulso do quarto e voltando a dormir com a mulher da minha vida. Mamãe!
Já acostumada com as traições, vivia calma e pacífica,
Yara ? Coitada da Yara, me ajudava nas lições de casa, me levava na escola e me buscava, Mamãe não estudou muito bem não. Não sabia me ensinar, mas sabia me amar.
No final do mesmo ano, Marcos conseguiu uma vaga para cursar medicina com tudo pago. Papai mais uma vez, chegou e disse que ajudaria nas despesas.
Marcos desconfiado aceitou, do jeito que chegou na cidade, arrumou logo um emprego. Seu curso demorou muitos anos. E ficou por lá sem nos visitar por longos anos...
Yara sumiu? Claro que não, arrumou um namoro, e logo foi morar junto, deixando Mamãe junto comigo.
Yara com 21 anos e seu atual "namorido" com 29, papai? Houve discussão mas não mudou o fato de Yara continuar morando com ele.
Eu com 17 em casa, comecei a trabalhar na oficina de papai, escola de manhã, último ano, trabalho intenso a tarde ao entardecer.
Mamãe nao conseguia trabalho, por fama de barraqueira e ex esposa de um corrupto.
A pensão e meu trabalho, ajudava a pagar as contas de casa.
Obviamente eu ganhava bem mais que outros funcionários.
Nas festas, Mamãe me acompanhava, levava suas amigas e isso me irritava, mas eu nao via escolhas.
Eu tenho uma SW4 SRX desde os 16 anos...
Cidade do interior e a polícia não procurava saber nada.
Mas com meus 17 anos, notei uma mudança de comportamento da mamãe, para comigo.
Notei seu ciúmes, quando sua amiga Rosana, grudava em meus braços, me abraçando e me chamando de gato. Por estarem bêbadas, sabia que era provocação com minha mãe.
Seus olhos quando me encarava, olhos fixos, no fundo, notava seu medo, em outra me tocar, em outra me ter no seu lugar.
Eu tenho todo recurso para aproveitar a vida, mas me mantinha santificado pela virgindade.
Bebia cerveja comum, para acompanhar as "meninas" e sempre levava todas embora.
Um verdadeiro Lord, sempre cuidadoso, acostumado com o álcool desde novo...
Sempre meu pai aparecia do meu lado nas festas, sim! Do nada ele chegava.
Nunca, nem sequer uma vez, não tentou voltar com Mamãe.
Só estava lá e ficava perto conversando comigo.
Mamãe, nada fazia, só virava o rosto e bebia sua cerveja...
Já tudo explicado, vamos ao conto que até me perdi com tantos detalhes...
Mamãe, Carla , com seus 40 anos, 158cm de altura, uma morena de cabelo liso, chegava até sua cintura, uma baixinha da bunda grande e cintura fina. Seus peitos são pequenos mas são lindos.
Uma morena gata, cheia de vida e melanina, eu nasci branco, traços do meu pai.
Durante o Carnaval de 2015, estávamos novamente curtindo a festa da prefeitura.
Mamãe, com seu vestido preto até o joelho, colado no corpo. Deixava suas curvas um reflexo da sua beleza natural que me deixava completamente anestesiado,
Eu sempre via nua dentro do quarto, já conhecia suas curvas, seus trejeitos, o formato da suas partes íntimas, o cheiro da sua pele, da sua roupa, do seu suor, o cheiro do seu cabelo. Sempre fez me sentir cada vez mais homem, te olhar e sentir cada parte do seu corpo e seu jeito.
Mamãe, por não trabalhar, sempre foi disponível gastar seu tempo comigo.
Mas não foi nada fácil, te tocar, te prender em meus braços.
Foi um caminho que eu só fiz, sem muito entender, sem me preocupar em como eu deveria chegar até você. Foi um caminho que não tinha passagem de volta. Somente uma viagem de ida, uma ida que me fez chegar até onde estou.
No início, eu não sabia disfarçar minha excitação em ficar perto de ti,
No sofá, meu jeito acanhado, um medo que logo fui tirando da minha cabeça, me fez tomar certas atitudes que até hoje não me reconheço. Mas que entendi que tudo ao redor me manipulou para avançar em você.
Suas roupas velhas, tinham um cheiro diferente, seu suor e perfume, hidratante de pele e seu desodorante. Me invadiram as narinas com a força de uma bomba nuclear. Me deixando instantaneamente sem controle, seu rosto delicado, repousando no meu colo, foi uma tortura deixa meu membro sem tocar sua nuca. Mas falhei, foi impossível não notar seu cheiro, e tocar sua pele cheia de vida, cheia de calor. Imaginava estar em outros lugares, para conter meu impulso em não tocar onde nao deveria em você.
O mais básico e o normal, foi disfarçar uma massagem no seu cabelo. Parte do seu pescoço e indo aos ombros, devagar, quase imperceptível. Me controlei o máximo que eu pude. Eu não podia ir tão longe, sabia que era errado, mas o fogo me chamava, o pecado era doce e cheio de cor. Enganoso, com certeza. Então eu me contive, o máximo que eu pude nesse dia comum de um domingo onde a cidade fica quieta de dia e agitada de noite.