Uma puta dama - parte 15

Um conto erótico de Beto (Por Mark da Nanda)
Categoria: Heterossexual
Contém 5988 palavras
Data: 21/02/2026 13:44:03

Helena tinha uma mania de escrever bilhetinhos românticos para mim e sempre terminava com um coraçãozinho no final. Neste, também havia, mas o coração não era o mesmo, era um com um traço por cima, dividindo o desenho. Fiquei em silêncio, olhando para o nada por um tempo que não sei quantificar. Foi Rutterford que me chamou a atenção:

- Ela... a Helena... me pediu para te entregar isto...

Ele tirou do bolso um pequeno envelope, minúsculo mesmo. Do lado de fora, apenas uma simples anotação com a letra da Helena: “Para o meu Beto, guarde-a com carinho.” Abri o envelope e vi um brilho de imediato. Com os dedos trêmulos, peguei a aliança que Helena nunca tirou do dedo desde que a pedi em noivado. Não contive uma lágrima rasteira e rápida.

[CONTINUANDO]

Rutterford aguardou. Ambos estávamos envoltos agora num silêncio opressor e doloroso. Pela primeira vez, vi aquele homem tremer. Havia algo que poderia ser considerado dor no olhar dele. Acredito que ele se apiedou de mim, pois suas palavras seguintes destoaram do homem que eu conhecera:

- Eu ... lamento, doutor. Mas a vida nem sempre anda numa linha reta. Às vezes, sacrifícios são necessários. Sua esposa se sacrificou para um bem maior, algo que envolvia a segurança da própria humanidade. Lamento que o relacionamento de vocês não tenha conseguido superar esse momen ...

- Não! Não faz sentido. – Eu o interrompi e agora o encarei: - Helena pode ter feito muitas coisas sem falar comigo, mas nunca tomaria uma decisão desta sem ao menos falar comigo pessoalmente.

Ele me olhou constrangido por um instante, antes de falar:

- O que quer dizer? Acha que ela não escreveu a carta, que a aliança não é a dela?

- Só acho que este não é o procedimento que ela tomaria. – Insisti e agora o encarei bem no fundo dos olhos: - Você é um espião, de alta patente ... certamente tem seus contatos e meios. Eu quero que você me coloque numa vídeo chamada com ela. Eu exijo falar com a minha esposa.

- Doutor Camargo, o programa de proteção à testemunha está a cargo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A CIA não tem jurisdição e ...

- Vocês não tinham jurisdição aqui, nem em Viena e isso não os impediu. Eu sei que se você quiser, você consegue me colocar em contato com a Helena, Rutterford. Acho que é o mínimo que vocês me devem. – Insisti, sendo bastante incisivo em minhas colocações.

Ele se recostou na poltrona, olhando para mim e ficou em silêncio por um instante. Depois, virou seu copo de uísque e o colocou no braço da poltrona:

- Tudo bem. Eu posso tentar. Mas não será agora, nem hoje. Vou fazer umas ligações e entro em contato com o senhor. Mas não estou prometendo nada.

Coloquei a aliança da Helena de volta no envelopinho e o coloquei no bolso da minha camisa. Dobrei cuidadosamente sua carta e a coloquei no mesmo envelope em que chegara. Levantei-me e estendi a minha mão direita em sua direção. Ele se levantou e a pegou. Eu apertei a sua, segurando-o e novamente olhando no fundo de seus olhos, insisti:

- Não preciso de promessas vazias. Eu quero a palavra de um homem. Posso contar com a sua?

Pela segunda vez, vi ele titubear, surpreso com a forma que eu reagia. Ele piscou duas vezes antes de responder:

- Farei o meu melhor. Tem a minha palavra.

Despedimo-nos ali.

Os dias seguintes foram tomados por uma mistura insalubre de ansiedade e angústia. Eu não sabia se ele estava realmente tentando me colocar em contato com a Helena, ou se, como espião, ele aprendera a mentir tão bem, que eu não notei sua falsidade.

Assim, seguiram os dias, semanas, mês, meses.

O lobista de Brasília moveu alguns contatos que, através do Itamaraty, conseguiram apenas respostas protocolares do governo dos Estados Unidos. Por baixo dos panos, sei que ele também cobrou alguns favores de políticos a quem havia prestado “favores”. Enfim, lícita ou ilicitamente, a máquina política brasileira começou a trabalhar para saber o paradeiro de uma cidadã nacional.

Enquanto isso, uma notícia foi veiculada nos jornais americanos para piorar ainda mais qualquer chance de aproximação minha da Helena: Bronson havia sumido. A partir de então comecei a ficar paranoico, imaginando que eu poderia ser alvo do ódio dele. Comecei a ficar muito mais cuidadoso para sair de casa e cobrava sempre que meus pais me mantivessem avisados de seus paradeiros.

Aliás, meus pais também precisavam retomar suas vidas e retornaram para o interior. Até chegaram a me convidar para ir com eles, mas recusei, afinal, eu precisava tocar a minha vida.

Estranhamente, não fui procurado por nenhum advogado a mando de Helena, situação que mudou quando recebi a citação da designação de uma audiência de tentativa de conciliação de um processo de divórcio litigioso que havia sido aberto por ela. Estranhei, porque não era a forma como Helena havia me avisado em carta, mas enfim.

Antes da audiência, recebi também uma chamada de vídeo da S.A.R.A. e do Zico, dizendo que não estavam conseguindo entrar nos servidores da CIA, sem o que não conseguiriam baixar os vídeos e imagens e consequentemente não haveria como analisar eventual falsidade deles. S.A.R.A., em determinado momento, mostrou-se novamente mais humana que muito ser humano:

- Você parece abatido, Betinho. O que está acontecendo, além do que já sabemos?

- Tenho uma audiência de divórcio depois de amanhã, num processo que foi aberto pela Helena ...

- Mas como assim? Não estou entendendo? – Insistiu a S.A.R.A.

Expliquei toda a situação para eles, que se surpreenderam. No final, desconfiada como toda mulher, S.A.R.A. me pediu que lhe enviasse cópia da carta e de alguns manuscritos da Helena, para que ela analisasse a grafia utilizada:

- Acha que pode ser falsa? – Perguntei.

- A esta altura do campeonato, por que não? – Ela retrucou.

Enviei as cópias solicitadas, mas não tivemos mais contato até o dia da audiência.

Aliás, no dia da audiência, assim que fomos apregoados e nos assentamos à mesa, o juiz, Dr. Lauro, um decano que eu conhecia desde que comecei a advogar, após nos cumprimentar, foi bastante direto:

- Onde está sua cliente, Dr. Assis?

- Ela não está presente, Exa. Mas eu tenho poderes para representá-la e transigir em seu nome, caso o colega, Dr. Camargo, tenha alguma exigência divergente da proposta contida na inicial.

Mal sabia o Dr. Assis que após eu descobrir a vara em que o processo havia sido distribuído e sabendo quem era o juiz, dirigi-me pessoalmente ao seu gabinete e expliquei resumidamente minha situação, pedindo-lhe ajuda. E ela veio:

- Lamento, Dr. Assis, mas eu tenho um procedimento próprio e exijo a presença das partes. Prefiro que seja pessoalmente, mas se não for possível, então que seja por videoconferência.

- Mas Dr. Lauro, eu ... tenho procuração. – Insistiu o advogado.

- E, por esse motivo, o senhor está se manifestando e sendo ouvido. Mas aqui, à vista da lei, eu aplico o procedimento e exijo que sua cliente esteja presente.

O advogado o encarou surpreso e depois me encarou:

- Dr. Camargo, o senhor sabe bem o que está envolvido nessa situação. O senhor pode simplesmente aceitar o divórcio e vida que segue.

- O juiz me pareceu bastante prudente em suas colocações, doutor. – Falei, usando a minha melhor máscara de surpresa.

- Dr. Lauro, eu não concordo! – Retrucou o advogado após ver que não contaria com a minha ajuda.

- Recorra, doutor. Isso vai levar o quê ... seis meses, um ano? Sem contar que o Dr. Camargo pode recorrer eventualmente da decisão superior se lhe for contrária. Somaríamos o quê ... mais um ou dois anos? – Desdenhou o juiz.

O advogado respirou fundo, olhou para o celular, depois para mim, para o juiz e só então falou:

- Eu não vou conseguir falar com ela agora ...

- Tudo bem! Remarcamos para ... – O juiz olhou para a tela do computador, procurando sua agenda: - Daqui um mês, pode ser?

- Um mês!? – Falou o advogado, surpreso.

A surpresa e a pressa que ele demonstrava me deixaram inquieto. Olhei para o juiz que parecia alheio a nossa existência e pedi:

- Dr. Lauro, não haveria a possibilidade de reagendar para data mais próxima?

Ele me olhou rapidamente e voltou sua atenção para a tela:

- Doutores, a minha agenda está cheia. Se por acaso vagar algum horário, eu redesigno e intimo os senhores. Mas, a princípio, ficará para daqui um mês, nesse mesmo horário. Tudo bem?

A audiência foi encerrada. No corredor do fórum, fui abordado pelo advogado da Helena pedindo que eu reconsiderasse e aceitasse o divórcio, que poderíamos peticionar em comum e o juiz certamente não se oporia. Foi minha vez de contra-atacar:

- Por que tanta pressa, Dr. Assis!? Não entendo o porquê dessa sangria desatada. Além do mais, pelo que eu sei, a Helena não irá a lugar algum já que ainda está escondida no programa de proteção a testemunhas. Ou ... há algo mais que eu ainda não estou sabendo?

Ele se surpreendeu, mas se recuperou a tempo e acabou falando algo que deu a entender que ele sabia mais do que queria demonstrar:

- Tudo isso por uma conversa?

- Não falei que queria conversar com ela ... – Retruquei, encarando-o: - Essa foi uma determinação do juiz e ... Aliás, como o senhor sabia que eu queria conversar com a Helena, doutor?

Ele se engasgou, pigarreou e saiu pela tangente, prometendo que ela estaria presente por videoconferência no dia da próxima audiência.

O advogado certamente pressentiu que eu não facilitaria sem antes conversar com Helena. Eu notei que ele estava bastante instruído e ciente das minhas intenções, fato que somente pessoas muito próximas saberiam.

Dois dias depois, recebi uma intimação redesignando a audiência para dali dez dias, no mesmo horário.

Coincidentemente, nesse mesmo dia recebi uma ligação do Zico e da S.A.R.A. com o resultado de sua análise grafotécnica:

- Como assim, inconclusivo, gente?

- Inconclusivo ... – Começou a S.A.R.A.: - 1. que não é conclusivo; 2. de que não se pode tirar conclusão; 3. que não encerra conclusão.

- Eu sei o significado de inconclusivo, S.A.R.A.! Só não entendi como você chegou a essa conclusão?

- A conclusão de ser inconclusivo?

- Sim!

- Os padrões parecem autênticos e similares aos documentos base que você me enviou. Entretanto, constatei divergências fundamentais na carta, tais como: ausência de espontaneidade (trajetória ora lenta, ora acelerada, e trêmula), pressão incompatível com a grafia padrão em algumas passagens e diferenças sutis no ataque e arremate de algumas palavras da carta para os documentos base. Portanto, não é possível afirmar que a carta tenha sido mesma escrita por Helena. Assim, como não é possível afirmar que não foi.

- Por que a CIA faria isso? Por que a CIA tentaria me divorciar da Helena? Não dá para entender ...

Conversamos sobre várias hipóteses, mas nenhuma convencia.

Faltando cinco dias para a audiência, estava eu trabalhando em minha sala no escritório de advocacia quando minha secretária anunciou que uma cliente insistia em ser atendida por mim:

- Qual cliente?

- Eu não a conheço. Ela disse se chamar Jasmine ...

Esse nome não me era estranho. Mas o procedimento padrão no escritório era que um dos sócios recepcionasse os novos clientes e, a partir de suas necessidades, encaminhasse para os advogados competentes. Ainda assim, curioso com a insistência, acompanhei a secretária até a sala de espera.

Chegando lá, vi uma loira estonteante me aguardando, sedutoramente vestida com um vestido vermelho midi, com uma fenda lateral que deixava suas longas pernas ainda mais expostas. Todos na sala não conseguiam tirar os olhos dela. Sua presença era realmente marcante, eu diria até magnética. Ao me ver, ela se levantou e veio na minha direção, sutilmente rebolando enquanto caminhava:

- Obrigada por me atender, Dr. Camargo. – Disse enquanto estendia sua mão para mim.

- Nós ... nos conhecemos? – Perguntei ao cumprimentá-la.

- Certamente! Sou Jasmine Goldstein. Nos conhecemos numa festa de final de ano da Imperium.

- Jasmine ... Goldstein ... – Resmunguei, tentando puxar pela memória, mas nada retornando.

- Talvez, pelo meu antigo nome de casada ... Gottschalk.

Me surpreendi:

- Esposa ... do Richard!?

- Ex-esposa, doutor.

Eu não imaginava o motivo daquele encontro, mas fiquei curioso. Convidei-a a me acompanhar até a minha sala. Os olhos de todos nos seguiam conforme vencíamos as passadas até o meu refúgio profissional. Assim que entramos, fechei a porta e a convidei a se assentar. Fui para minha poltrona e nos encaramos por segundos em silêncio:

- Acredito que o senhor já imagine o motivo da minha visita?

- Ao contrário! Não temos negócio em comum, nem processos, nem amigosHelena. – Ela me interrompeu.

Não consegui conter a surpresa:

- Helena!?

- Sim. Helena ...

Eu não conseguia imaginar uma mínima ligação entre Helena e ela, afinal, o comentário que sempre correu era que Jasmine era uma esposa troféu de Richard, o ponto alto em que chegou na sua vida pessoal.

Jasmine começou a falar sobre Helena, como se conheceram, como a amizade se estreitou e, enquanto ela falava e eu a encarava, tive um “insight”:

- Espera aí! – Ela se calou: - Você é a loira do vídeo. Eu vi você com a Helena transando num vídeo e você depois com um cara! Num hotel ... lá de Viena ...

Ela se surpreendeu e ruborizou quase de imediatamente, calando-se. Fui até uma mesinha lateral e peguei um copo com água para ela e outro para mim. Voltei a minha cadeira e a encarei, esperando uma resposta:

- Não sei como você teve acesso a esse vídeo. – Ela bebeu um gole de água: - Mas sim, era eu. E Helena ...

- O que você tem a ver com essa história, Jasmine? Por que você estava lá? Não vai me dizer que você é uma acompanhante de executivos de alta classe!?

- Eu ... sou um pouco mais do que isso. Eu sou uma agente da CIA.

- CIA!?

- Sim. Talvez, seja interessante eu explicar a minha participação em toda a operação para que o senhor entenda um pouco melhor todo o contexto.

- Por favor ...

- Meu nome verdadeiro é Brianna Jasmine Von Schultz, sou alemã, embora tenha crescido e vivido quase toda a minha vida nos Estados Unidos. Quando eu ainda desfilava, fui recrutada pelo FBI para ajudar numa investigação de tráfico de mulheres. A CIA gostou do meu trabalho e me recrutou logo depois. Quando surgiram suspeitas de tráfico de urânio, uma força tarefa foi montada e fui designada para me tornar a esposa do Richard, então um alto executivo da matriz da Imperium. A ideia é que eu o utilizasse como ponte para chegar no Mr. Bronson.

- Bronson. Sempre ele ... – Resmunguei.

Ela concordou com um meneio de cabeça e continuou:

- Bem ... o burro do meu ex-marido, ganancioso e querendo subir a jato na carreira, aceitou se tornar o CEO da recém-inaugurada filial da Imperium no Brasil. Como esposa, eu tive que segui-lo, sem conseguir me aproximar do Bronson. Ainda assim, como ele fazia viagens regulares para participar de reuniões na matriz, eu o acompanhava e tentava me insinuar discretamente para o Bronson. Inclusive, foi numa dessas ocasiões que eu conheci a Helena.

- E por que você e ele nunca ...? – Insinuei.

- Porque o Bronson parecia ter um sexto sentido. Eu tentei. E como tentei ... Fiz de tudo para ele me notar, me desejar, mas aquele filho da puta não me dava chance. Parece que ele sabia quem eu era e o que eu queria.

- E o que você queria?

- Entrar na mansão dele, hackear sua rede interna, colocar microfones, câmeras, tirar cópias de documentos, enfim, conseguir qualquer coisa que o ligasse ao tal esquema de tráfico de urânio.

- Certo. Entendi! Onde a Helena entra nessa história?

- Vamos chegar lá ... Se não me engano, a primeira vez que Bronson encontrou pessoalmente a Helena foi nos Estados Unidos, numa dessas viagens. E o filho da puta se encantou por ela de imediato! Eu já estava há anos casada com o Richard, só para tentar me aproximar dele, e a Helena, de uma hora para outra, virou a queridinha, sem esforço algum.

- Certo. Continue ...

- A Helena nunca iria ceder ao Bronson por vontade própria. Ela nunca escondeu de ninguém o amor, admiração e respeito que tem por você. Sei disso, porque num coquetel lá nos Estados Unidos, eu brinquei com ela dizendo que o todo poderoso CEO a tinha notado e ela falou que não havia chance alguma de algo entre ela e ele acontecer.

- Mas aconteceu ...

- Calma! Vamos por partes, doutor. – Ela me fez parar e vendo que eu a havia atendido, continuou: - Conclui que eu só conseguiria entrar na mansão do Bronson, se conseguisse, com a ajuda da Helena. Mas mesmo se eu não conseguisse, ela certamente conseguiria. Então, comecei a me aproximar dela e ...

- Espera aí! – Eu a interrompi agora, inclusive levantando a minha mão: - Aquela porra de tatuagem da Helena com um “B” ... Era para você!?

- Então ... Aquilo foi uma besteira que fizemos num momento de ...

- Você é a tal amante da Helena!?

- Amante!? O senhor já sabia de mim? Mas como?

Rapidamente expliquei a história contada por minha mãe, fato que a surpreendeu, pois ela não imaginava que Helena havia falado dela para ninguém. Ela tomou outro gole de sua água e me encarou:

- Helena e eu ... Bem! A gente se envolveu. Isso é um fato. Eu a seduzi num primeiro momento, mas a Helena é tão ... especial, tão ... doce. Nossa! Eu acabei sendo seduzida por ela depois. E nós ... acabamos nos tornando amantes.

- Então, Helena realmente me traiu. – Concluí, dolorosamente agora tendo uma resposta definitiva a minha pergunta.

- Não há outra forma de dizer isso, doutor. Mas em defesa da Helena, ela nunca quis que fosse algo só nosso, só entre ela e eu, e isso ela sempre deixou muito claro. Ela queria que o senhor me conhecesse e que o senhor me aceitasse.

- Como amante dela!? – Perguntei, surpreso com a excentricidade da proposta.

- De vocês? O senhor pode não acreditar, mas a Helena sempre falou tão bem de você que eu acabei me afeiçoando também. A nossa ideia era inclui-lo em nosso relaciona ... Enfim, queríamos convencê-lo a aceitar um trisal.

- Sei ... E se eu não aceitasse?

- Se isso acontecesse, Helena já tinha feito sua escolha há anos atrás quando se casou com você. Então, nós, eu e ela, romperíamos.

- Difícil acreditar, não é? Afinal, quem faz pelas minhas costas, mentindo, pode muito bem mentir para você também para continuarem se encontrando.

- Ela nunca mentiu para o senhor. Ela apenas omitiu o que vinha acontecendo por ainda não encontrar uma forma sutil de contar.

- Por favor! Vamos discutir a semântica de palavras agora!?

- Não. Claro que não. Desculpe. – Ela fez uma pausa, tomou outro gole de água, ganhando algum tempo e continuou: - Aquela tatuagem era uma brincadeira para nos unir. Helena me disse que a fez para o dia da festa porque queria me apresentar pessoalmente a você. Daí nós duas tentaríamos te convencer a ir para um motel.

- Mas e o Richard!? Como você faria com ele?

- Richard!? Aquele tonto só tinha olhos para o Bronson quando ele estava por perto. Se eu saísse, ele nem teria dado falta de mim.

- Tá! Ele não vem ao caso. Só que vocês não contaram com uma coisa: eu poderia não aceitar a traição da Helena. E se ela me escolhesse, você terminasse com ela e eu terminasse com ela? Como ficaria essa história?

Ela se calou brevemente e sorriu de uma forma maliciosa, mas contida, discreta. Então, perguntou:

- Você poderia não aceitar o que eu e ela vínhamos tendo? Poderia e eu estaria lá para consolar a Helena. Mas também poderia ver além e enxergar possibilidades.

- Está tentando me seduzir, Jasmine? Ou Brianna, ou sei lá a porra do nome que você está usando ... Eu não estou no menor clima para romance!

- Eu ... Desculpe! Não foi minha intenção. – Ela disse, baixando o olhar e se calando por um instante: - O que mais gostaria de saber, doutor?

- Já sei que a Helena me traiu com você ... Sei que ela até fez uma tatuagem em sua homenagem e ...

- Em nossa! – Ela me interrompeu: - Em nossa homenagem.

- Como assim?

- Era um B duplo, vazado, de Bri e Beto, no ramo da pimentinha, uma brincadeira para simbolizar seu bem querer pelos seus amores.

Desviei o meu olhar ao ouvir aquilo e instintivamente, balancei minha cabeça de forma negativa. A loira se sentou na ponta da cadeira, se aproximando de mim e disse:

- É a verdade, Roberto. Desculpa a intimidade, mas eu prefiro assim. – Ela então suspirou e deu a facada final: - Eu e Helena ... a gente se envolveu, emocionalmente, romanticamente.

Eu a encarei, surpreso e bravo:

- Pior ainda! Significa que ela desenvolveu sentimentos por você ... É pior que a traição física.

- Então, se tivesse sido apenas sexo, estaria tudo bem para você, é isso? – Ela me interrompeu novamente.

- Não! Não é isso.

Levantei-me irado e dei a volta à mesa. Segurei em seu braço, a levantei de uma forma mais brusca do que eu pretendia e comecei a puxá-la na direção da porta. Não sei direito como tudo aconteceu, mas quando dei conta estava sendo virado no ar e jogado ao chão como um saco de batatas. Quando abri os olhos, tive apenas a chance de ver aquela mulher levantando a barra da saia de seu vestido, exibindo a renda de suas meias 7/8, e de se sentar sobre o meu colo, segurando ambas as minhas mãos e praticamente encostando seu nariz ao meu:

- Olha, Roberto, precisamos conversar para ajudar a Helena e ...

Ouvi dois toques na porta da minha sala que se abriu, revelando Laura, minha assistente pessoal. Ela, naturalmente, ficou travada ao ver aquela cena, eu deitado no chão e aquela deusa loira sobre mim. Sem nada melhor para dizer, balbuciei:

- Não ... Não é nada do que você está pensando, Laura.

Ela ficou roxa, envergonhada, olhou para baixo, sussurrou um desculpa e saiu, fechando a porta atrás de si. Nesse momento, senti um peso sobre o meu pau, era a Jasmine praticamente soltando o seu peso sobre o meu corpo. Não sei se era a tensão do momento, mas senti um calor lá embaixo:

- Sai de cima de mim, Jasmine.

- Prefiro que me chamem de Bri.

- Sai ... de cima ... de mim! – Insisti, elevando um pouco a minha voz.

Ela se levantou, ajeitou a saia e me estendeu a mão. Recusei. Levantei-me sozinho e fui até a porta. Assim que coloquei a mão na maçaneta, ela falou:

- Tudo bem. Foram muitas informações. Vou deixar meu telefone com você. Ficarei no Brasil até o final de semana. Ligue se quiser conversar.

Peguei o seu cartão e nossas mãos se tocaram, e permaneceram unidos por um tempo desnecessários. Olhei em seus belos olhos e abri a porta:

- Até mais ver, Dr. Beto.

- Tchau, Brianna.

Ela saiu, deixando-me com mais dúvidas que respostas. Mas uma resposta foi certeira e só confirmou o que eu já sabia: Helena realmente havia me traído e o pior aparentemente havia desenvolvido sentimentos pela tal Brianna.

Já eram quase 15:00 e eu tinha uma consulta com uma terapeuta que vinha me ajudando a atravessar essa fase. Assim que me deitei no recamier, contei para a Sandra da visita da tal Bri, com todos os detalhes:

- E foi isso. Agora tenho certeza de que fui traído e que a Helena também ama essa tal de Brianna.

- Você não pode dizer que a Helena ame a Brianna sem ouvir isso diretamente dela, Roberto. Você só tem parte da informação ainda.

- Mas não duvido. Aliás, hoje, eu não acredito em mais ninguém.

- Entendo que isso deve ser um choque enorme. Mas vamos explorar isso com calma, ok? Fala pra mim... O que você está sentindo agora, sabendo dessa traição? Raiva, tristeza, confusão? Tente descrever.

- Sinto uma mistura de tudo. Raiva, sim, porque ela foi desonesta comigo. Tristeza ... acho que também, pela perda da confiança em uma pessoa que era tudo para mim. Minha cabeça é uma bagunça só, Sandra. É como se o mundo que eu conhecia não existisse mais.

- Essa confusão é comum em situações de infidelidade e estou aqui para ajudá-lo a se organizar. Fica tranquilo. Vamos explorar um pouco mais: você acha que o fato de a traição ser com uma mulher torna isso pior do que se fosse com um homem?

- Não sei se pior ... Fui criado numa cultura em que mulher se relaciona com homem. Então, quando soube que a Helena se relacionou com outra mulher, fiquei chateado, mas curioso também.

- Por que curioso?

- Nunca imaginei que a Helena sentisse atração pelo sexo feminino. Sempre pensei que ela fosse hétero. E é estranho, porque ao mesmo tempo que me deixa curioso, me dá a sensação de ser insuficiente, inadequado.

- Essa confusão é válida, Roberto. Muitos pacientes questionam se a traição com uma mulher é pior do que com um homem. Em contextos conservadores, a traição com outro homem é frequentemente vista como a mais grave, porque toca no medo ancestral da incerteza da paternidade e da quebra a exclusividade sexual central ao contrato monogâmico tradicional. É um golpe direto no ego masculino e na estrutura familiar potencial. Por outro lado, quando a traição é com outra mulher, embora seja uma violação de confiança também, alguns homens inicialmente a veem com menos gravidade, às vezes até analisando-a como a realização de um fetiche por não envolver um rival masculino. No entanto, ela ainda gera inseguranças profundas sobre a intimidade emocional, porque, afinal, foi uma traição. O que você acha? Isso faz sentido para você?

- Não sei ... Para mim ... acho que é pior com uma mulher. Se fosse um homem, eu poderia enxergar como uma competição que eu perdi, algo que eu pudesse "consertar" melhorando no relacionamento. Mas com Brianna ... Será que a Helena sempre teve essa atração e me escondeu? Ou será que eu falhei em atender as suas necessidades sexuais e ela só foi encontrar suficiência em outra mulher? Vai contra tudo o que eu imaginava sobre nós. Mas agora, ouvindo você, começo a ver que, com um homem, talvez fosse pior. Sei lá ... Talvez eu esteja invertendo isso por insegurança pessoal.

- Medo do diferente, Roberto, mas é um medo que deve ser validado, compreendido, para ser superado. – Sandra anotou algo em seu caderno e continuou: - Agora, sobre o suposto envolvimento emocional que Brianna mencionou que ela desenvolveu por Helena e vice-versa. Você considera isso mais grave do que se fosse puramente sexual?

- Definitivamente mais grave quando envolve sentimentos. Se fosse só um sexo casual, eu poderia entender que ela teve uma fraqueza, uma curiosidade ... Sei lá! Algo físico que não toca o amor que temos. Mas se elas se apaixonaram, significa que Helena encontrou em Brianna algo que faltava comigo.

- E como você se sente?

- Traído, e substituído no coração dela. Como se nosso casamento fosse uma fachada. Acho que acabou mesmo para a gente, Sandra.

- Veja bem ... Geralmente, a traição com envolvimento de sentimentos é vista como a pior, porque implica que o parceiro não estava somente insatisfeito em um critério, mas sim procurando uma validação externa de caráter mais permanente. Não era só para satisfação de um desejo passageiro, mas também para compartilhar amor, intimidade e tempo com outra pessoa. E, sim, isso é muito mais destrutivo ao cerne do relacionamento.

- E essa proposta de me incluir ... – Ri sarcasticamente, respirando fundo antes de continuar: - A Brianna disse que a Helena nunca pensou em me largar e que queria que eu conhecesse a Brianna e a aceitasse para vivermos um trisal. Um trisal, veja se tem cabimento? Sinceramente? Isso não me soa como amor, mas mais como uma forma de não querer perder, de querer ter tudo.

- Essa percepção de substituição é comum. Mas e se a proposta de inclusão for verdadeira? E se a Helena realmente queria compartilhar o sentimento que tem por essa Brianna com você? Você veria espaço para isso? Você tem ou teria curiosidade nessa dinâmica?

- Curiosidade!? – Calei-me por um instante, refletindo: - Não sei. A Brianna é mulher lindíssima, dona de uma beleza bem diferente da de Helena. Mas ... por mais tentador que seja, quem garante que Helena não estaria só ganhando tempo antes de me trocar em definitivo?

- Você parece ter abertura para experimentar uma experiência dessas, Roberto. O que te falta ainda é uma conversa franca com a Helena para corroborar as informações que recebeu dessa tal Brianna. Talvez aí, com mais elementos, mais informações, você consiga ter uma visão melhor do que realmente está envolvido. O meu conselho para você nesse momento é não decidir nada antes de confrontar Helena. Pense nisso.

Chegou então o dia da audiência de divórcio. Novamente estávamos frente a frente com o Dr. Lauro capitaneando os trabalhos. Apregoados, entramos na sala e nos assentamos à mesa. Nos monitores em que acompanhamos os trabalhos, nenhuma imagem de Helena:

- Dr. Assis, cadê a sua cliente? Se ela não comparecer, vou extinguir o processo por falta de interesse de agir da parte postulante.

- Eu ... Ela está ciente e se comprometeu a comparecer virtualmente, Excelência. Acredito que deva entrar na sala virtual a qualquer momento e ...

Nesse mesmo instante, um pedido de acesso surgiu na sala de espera virtual, de um número grande, estranho, certamente internacional. Tirei um print da tela e enviei imediatamente para o Zico, que tentaria localizar seu paradeiro através de cruzamento de antenas.

O acesso foi liberado e Helena surgiu na tela, vestindo um tailleur azul marinho, seu cabelo preso num coque baixo, a imagem da executiva que eu me lembrava bem:

- Senhora Helena Camargo? – Perguntou o Dr. Lauro: - A senhora está me ouvindo bem.

- Muito bem, Excelência. Obrigada. E vocês? Me ouvem bem?

- Sim, estamos. – Confirmou o juiz: - Senhora Helena, estamos aqui hoje para tratar de um pedido de divórcio que o Dr. Assis ajuizou em seu nome. Como praxe, eu peço o comparecimento das partes para tentar uma reconciliação do casal. Se não for possível, partimos então para uma tentativa de conciliação quanto aos termos do divórcio. Então, eu gostaria de perguntar: há possibilidade de reconciliação entre a senhora e o doutor Camargo?

Helena se calou por um instante, parecia apreensiva, tensa. O juiz insistiu:

- A senhora entendeu a minha pergunta, senhora Helena? Quer que eu a repita?

Helena piscou duas vezes encarando o monitor, como se tentasse olhar no fundo dos meus olhos. Então, disse:

- Não, Excelência. Eu entendi perfeitamente bem. E a minha resposta também é não. Não quero a reconciliação. Desejo me divorciar do Robertinho ...

“Robertinho!?” A forma como ela me chamou acendeu uma luz vermelha imediata na minha cabeça, estranha, brilhante, pulsante:

- Pela ordem, Excelência! – Falei.

- Pois não, doutor? Algum problema?

- Acho que sim, Excelência. Acredito que estamos frente a uma impostora.

- Como assim, doutor?

- O senhor poderia perguntar para ela, onde nós passamos a nossa lua de mel?

- Para que isso, homem!?

- Essa pessoa não saberá responder ... – Escrevi essa e outra questão num papel, com as respostas e entreguei nas mãos do juiz: - Nem essa, nem essa!

O juiz leu o papelzinho e me encarou nada satisfeito com a interrupção. Mas ficou curioso:

- Senhora Helena, onde passaram a sua lua de mel?

- Num resort em Cabo Frio. Foram dez deliciosos dias ...

- Qual o nome do pet que vocês levaram nesse evento?

- Pet!?

- Sim. Vocês não levaram um animal de estimação junto?

Poucas pessoas sabiam dessa informação, mas na nossa lua de mel, tivemos que levar o Ribamar, o peixe beta da Helena, conosco. Ela não teria como ter esquecido dele:

- Não levamos pet algum.

- Nem mesmo o Ribamar, Helena? – Perguntei eu, olhando para a tela.

- Ah, o Ribamar. É claro. Como pude me esquecer dele ...

- Que tipo de pet era o Ribamar, senhora Helena? – Insistiu o Dr. Lauro, agora mais incisivo: - Era o seu pet. Então, a senhora deve saber.

Antes que ela respondesse, recebi uma mensagem no meu celular, simples e direta:

“Ative o roteador wi-fi do seu celular. AGORA, CARALHO!! E não desliga essa bagaça!”

Como era um pedido vindo do Zico. Então, fiz sem titubear. Quase que imediatamente os monitores da sala de audiência sofreram uma espécie de interferência. Então, voltaram a funcionar corretamente, mas a imagem da Helena ficou estática:

- Senhora Helena? Senhora Helena, está nos ouvindo? – Perguntou o Dr. Lauro, voltando-se para seu escrevente: - Jair, a conexão caiu?

A resposta veio negativa.

A imagem da Helena começou a se mover novamente, mas agora com quebras de quadro. Ficou ainda mais interessante quando as quebras ficaram mais lentas e por trás da imagem quebrada parecia haver outra, de uma outra pessoa:

- Senhora Helena? Sua imagem ...

Não houve tempo sequer do juiz terminar suas considerações e uma falha ainda maior na sobreposição da imagem revelou outro rosto, o de uma mulher totalmente desconhecida, morena como Helena, mas de rosto bem diferente:

- Quem é a senhora? – Perguntou o Dr. Lauro.

A mulher arregalou os olhos e encarou algo a seu lado, talvez um monitor ou outra pessoa. Então, falou:

- Sou Helena. Helena Camargo, Excelência.

- Não. A senhora não é a mesma mulher que estava até agora na minha audiência. Quem é a senhora? – O juiz insistiu.

A transmissão foi então encerrada a partir da origem. O Dr. Lauro olhou para o escrevente e deu algumas instruções para guarda da gravação, cópia em backup e disponibilização de cópia para envio. Então, se voltou para o Dr. Assis:

- Explique-se, doutor.

- Eu ... Eu estou tão surpreso quanto o senhor, Excelência.

- Sei ... – Resmungou o juiz: - Não sei o que o senhor pensa que está fazendo, mas na minha vara, o senhor não vai fazer bagunça. Jair entra na ata e anote aí:

“Durante a realização da audiência de tentativa de reconciliação ou conciliação em processo de divórcio, verificou-se a utilização de tecnologia de sobreposição de imagem com uma terceira pessoa se passando pela postulante original, configurando grave prática contra a Justiça e aos interesses das partes.

Determino:

Intime-se o Ministério Público, com cópia da ata e da gravação da audiência, para tomada das providências que julgar pertinentes em virtude do possível cometimento de crime de falsidade ideológica.

Intime-se o Ministério Público Federal, também com cópia da ata e da gravação da audiência, para tomada das providências que julgar pertinentes em virtude do possível cometimento de crime contra a soberania nacional da Justiça Brasileira por deturpação das telecomunicações, obrigação do Estado delegada a concessionária pública.

Intime-se o Ministério das Relações Exteriores, com cópia da ata e da gravação da audiência, para tomada das providências que julgar pertinentes para localização e repatriação de pessoa brasileira, no caso a senhora Helena Camargo

Intime-se a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, seção de São Paulo, com cópia da ata e da gravação da audiência, para tomada das providências que julgar pertinentes em virtude do possível cometimento de infração ética-disciplinar pelo Dr. Assis, em virtude do ajuizamento de ação em nome de pessoa não verificada.

No mais, extingo o presente feito por ausência de interesse da parte postulante.

Condeno o advogado da então postulante como incurso nas penas da litigância de má-fé, em multa equivalente a 1% (um por cento) do valor corrigido da causa e honorários sucumbenciais de 10% (dez por cento) do valor corrigido da causa, devidos a parte contrária e seu advogado, neste caso, a mesma pessoa.

Saem as partes intimadas.

PRIC.

Data supra.”

A audiência foi encerrada e o Dr. Assis saiu quase correndo do Fórum, o telefone grudado ao ouvido, mas em distância que não me dava condições de ouvir o que dizia. Antes de sair, o Dr. Lauro me chamou de volta e perguntou o que estava acontecendo. Expliquei rapidamente da situação da Helena e ele disse que agora cobraria oficialmente do Ministério das Relações Exteriores ação na busca de respostas sobre o paradeiro dela.

Assim que eu entrei no meu carro, recebi uma ligação de um número desconhecido. Atendi meio temeroso:

- Gostou do que eu fiz, meu totoso?

- S.A.R.A.!?

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 347Seguidores: 718Seguindo: 20Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Tem alguma coisa de errado na conversa de loira quando conversou com Beto sobre o relacionamento dela com Helena. No vídeo onde as duas transam com um cara filmando ela fala que é uma vingança acredito se referindo sobre a traição do Beto tendo um caso com uma loira que foi comprovado que foi montagem. Acho que a Bree armou para cima de Helena e ter o romance que aconteceu e se estendeu até a Suiça. Minha opinião. Concordam comigo?

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Pois é, ela continuou mentindo para a Helena que o Beto teve o caso, mesmo sabendo que era mentira e, em tese, apaixonada e protetora da Helena. Ou seja, a prioridade dela tá na lealdade à CIA e EUA. Olha o tipo de pessoa que vcs querem trazer para dentro da casa do casal...

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Detalhe pequeno, no item ASSUNTOS, não contem a palavra trisal!

Então, pra quem queria um trisal formado por Helena, Beto e Bree, pode tirar seu cavalinho da chuva, só vms ver, quem vai ficar com quem, ou ninguém com ninguém!

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Bem levantado Hugo, mas nas Tags Bissexual e menage, o que pode indicar relacionamentos entre os 3 e não necessariamente um Trisal fixo...

Mas tudo são teorias...

Mark está nos cozinhando em água fria... kkkkkkk

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Não se esqueçam da tag homossexual??????

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Já foi

Bree x Helena

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Elas são bissexuais, não podem ou não deveriam ser enquadradas nas duas tags, são situações diferentes.

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Caríssimos, estou em Campinas hoje, impossibilitado de responder ou postar. Aguentem que o conto vem, e vai valer muito a pena.

Forte abraço,

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Estamos no aguardo!!!!

Tem tanta teoria, que daria para ter no mínimo uns 5 finais diferentes... kkkkkk

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Boraaaaaa meu irmão, tomar uma no Giovanetti?

Estamos por cá também!

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Tem o Itatinga também! Kkk

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Esse, eu não conheço.

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Kkkkkkkkkkk

Com suas filhas, vc não podia ir, de jeito nenhum! Kkkk

A maior zona aberta da América Latina

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Fazendinha!?

Não tem maior, tem?

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Itatinga é um bairro Mark... é tipo um red light district, tem de tudo para todos os gostos e bolsos... no google street vc consegue ter uma ideia de como é...

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Fazendinha é uma boate chique, igual o Bahamas em São Paulo

O Itatinga é uma bairro, praticamente inteiro de zonas, e prosptitutas

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Fala, meu caro.

Seria delicioso. Gosto muito do Giovanetti.

Mas ontem estive em missão particular, e escoltado por minhas duas filhas. Além disso, como estava dirigindo, não bebo, ainda mais com minhas caronistas comigo.

Mas grato pelo convite. Quem sabe numa próxima vez.

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Poderia ser água com gás, e alguns petiscos!

Vc estava muito bem acompanhado

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

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Mark está nos matando de ansiedade!!! kkkkk

Mas gente do Céu é tanta teoria, mas tanta teoria... que cabe mais versões do que quando a Globo fazia o Você Decide!!! kkkkk

Mas já que todo mundo tem sua teoria predileta... continuo achando que tudo foi criado por alguém que pode nem ser da CIA...

inclusive a mensagem, os vídeos... as cartas... o advogado... tudo KKK

E Mark que se vire para explicar... kkkkkkk

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Ele deve estar todo "enrolado" para desatar os nós que ele mesmo criou na história. Rsrsrs

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Ele terminando a história... nessas alturas... está ótimo!!! KKKK

Senão vai ter gente internada com falta de ar!!! kkkkk

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Acho que ele se inspirou nas teorias do Sensatez kkkk

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Inspirado na minha teoria acho que não, é pouco provável, só se foi coincidência com o argumento original, e não estará se inspirando num comentário, pode até aparar uma aresta ou outra, mas um comentário servir de inspiração num conto em andamento, acho pouco provável, em um outro conto futuro talvez... Rsrs

Como eu disse o provável é o que a Sábia Id@ disse.

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A esse altura só vc para interceder por nós Ida... a coisa ta feia... Markzão sumiu, as teorias continuam a brotar do chão... kkkkk

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Man, posso até tentar interceder, só não garanto nada.

Se bem que eu acho que estou mais atrapalhando do que ajudando o Mark a agilizar a publicação do próximo capítulo.

😂😂😂😂

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Mark, onde vc esta homem... estamos passando mal já, tem gente tremendo, gente alucinando, gente brigando... está fudendo a cabeça da galera 🤣🤣🤣

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Eu que o diga !!!!

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O Mark vai esperar vc ir dormir, para postar! Kkk

Só faltava!

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Se ele fizer isso, amanhã tem reclamação com a Dona da Pensão !!!!

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Bom dia Dr. Mark, da Nanda, e todos os leitores.

Primeiro dizer que esta melhor a cada dia e capitulo, não só a história, mas também e principalmente os comentários.

Só quero colocar uma dúvida aqui. Não vou afirmar que tudo o que a Bree falou para o Beto seja mentira ou verdade. A carta é falsa, ou foi escrita sob coação, não tenho dúvidas. A Helena da audiência era falsa. A única certeza é que a Helena precisa de ajuda. Pode estar submetida a cárcere privado, aí o ofício enviado pelo juiz ao MRE, pode surtir efeito prático, pois a CIA é impedida de agir em território americano.

A Bree diz que a tatoo foi feita para os dois, que elas são amantes há mais de 2 anos e que a Helena revelaria na festa e proporia viverem um trisal. O envolvimento amoroso, não apenas sexual, teria sido um dano colateral imprevisto.

Agora a minha dúvida. Será que a Helena viraria do nada e revelaria para o Beto seu caso com a Bree? Sem nem prepará-lo? Sem nunca terem fantasiado na cama, ou fora dela, incluirem uma terceira pessoa? Sem nunca terem falado sobre essa fantasia?

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Bom dia Carioca manauara. Neste conto está assim:

Todas as mentiras são possíveis.

Todas as verdades são impossíveis.

Então temos que descobrir o que é verdade e o que é mentira para ficarmos ainda mais confusos antes de chegarmos a um entendimento pessoal, isso quando se chega a esse entendimento.

Esse é o Mundo Markiavelico.

É sensacional, mas não é para entendimento, é para reflexão.

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Se ela programaram de avisar ele no dia da festa, por que não fizeram?

Helena e beto foram pra casa com um clima esquisito e ela foi dormir para evitar ele e depois voltou pra trepar com ele. por que disso?

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Ficou sub entendido que foi por causa do atrito entre o Beto e o Bronson..., se for isso é uma desculpa furada... pois o Beto deixa claro que ele não se o oporia caso ela quisesse dançar ou seja se ela quisesse o trisal...

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mais uma ponta solta como duzias de outras neste conto.

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O Mark vai ter de rebolar para resolver isso mas eu faço uma pergunta. O que o Beto dez pro Mark pra ele fuder a vida do cara dessa forma? kkkkkkk quero morrer amigo desse cara.

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Mais um detalhe vergonhoso disso tudo para o nosso querido e totalmente distruido beto. No dia da festa que ele negou ao Bronsom a dança com a Helena, o Bronsom deu a ele uma resposta que na hora ele não entendeu e por esse motivo chegou em casa e foi beber e pensar. Pois bem hoje sabemos que com certeza o Bronsom já sabia da cornitude do beto em relação a Bree e com certeza todos da cia e mais alguém na festa ja tinham esse conhecimento ou seja, só derrota.

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Acho que não Kiquinho, pq segundo a Bree, a Helena so aceitou as propostas da CIA e consequentemente as investidas do Bronson aprox 1 ano depois daquela festa...

A Bree ja pegava ela, agora o Bronson talvez não.

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Acredito que o que o Kiquinho tenha levantado é a "possibilidade" de Bronson já saber do "romance" entre as duas mulheres (Helena e Bree).

Textualmente Bronson diz: - Eis um homem que te respeita e apoia, Mrs. Camargo. - Depois se virou para mim: - Respeito um homem que sabe se impor pelas palavras, Dr. Camargo. "Que elas nunca sejam em vão."

A última parte da frase conota claramente que ele sabe de algo "comprometedor de Helena", podendo ser sobre o envolvimento dela com Bree...

Mas tudo são teorias e suposições

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Bom te ver por aqui, Ida.

Seus comentários são sempre um ponto de visão que eu adoro ler pelo equilíbrio de suas colocações.

Quanto a este, em específico, como dizem em memes da internet "haverá sinais" espalhados por todo o conto que darão pistas do que pretendo apresentar.

E sim, o final não será exatamente óbvio.

Forte abraço.

👆🏼👆🏼👆🏼👆🏼👆🏼 Palavras do nosso querido autor, vms esperar algo diferente? Um final com tudo esclarecido? Kkkkkkkkkkk

Pelo jeito não!

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Talvez tenha sido isso que o Dark da Nanda quis dizer com: “um conto diferente”!!!

Ele não vai esclarecer nada e vai deixar que cada leitor tire as suas próprias conclusões!!!

😂😂😂😂

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Pô Id@ assim é masoquismo!!! kkkkkk

Como disse antes... nessas alturas para não terminarmos com os estoques de ansiolíticos que tenha o final da história... mesmo que seja com algumas pontas soltas... kkkkk

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Nem precisa ser um capitulo final... pode esticar mais uns 5, 10 capítulo não acharia ruim não esse conto está muito enrolado para resolver tudo em apenas um capítulo...

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Mark disse antes de publicar o capítulo de sexta feira que teriam mais 1 ou 2 capítulos...

Se o capítulo tiver umas 50 páginas!!! Quem sabe!!! kkkkk

Ou se ele contar a partir da versão de Helena e não repetir pontos que já sabemos pode ser com umas 25 a 30 páginas... kkkkkk

O legal que essa hora Tanto Mark como Nanda estão se divertindo com nossas reações!!!! kkkkkk

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Gostei da parte: “repartir pontos que já sabemos…”.

O que já sabemos cara-pálida?

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… repetir …

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Já sabemos que Helena:

- Foi assediada por Mr. Bronson;

- Fez parte do desmantelamento de uma rede de tráfico de Urânio;

- Foi captada por uma organização Internacional;

- Fez coisas que não faria normalmente para garantir o tratamento da Sogra e "teórica" segurança do próprio Beto;

- Não confiou no Beto...

Entre outras coisas!!!

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Essas coisas não precisam ser detalhadas... só citadas!!!

Assim poderíamos ter um fim mais rápido...

Apesar de que não estou com pressa que acabe!!!

Como vai ser meus momentos de ansiedade!!! kkkkkk

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Boa tarde Zanon, existem mais uns pontos na trama da Helena não explicados para podermos dissecar-lá.

1 - Após a transa com o Beto (episódio da Banana) ele conta que no decorrer do tempo ela "aprendeu" muitas posições novas.

2 - Quando Beto a flagra entrando no restaurante em Viena com Mr.Bronson e um outro homem, Beto fica de tocaia e quando fica cansado, manda mensagens para ela, que o responde dizendo que estava em um jantar de negócios importante mas que ligaria depois, o que ela não fez justificando que tinha "comido algo que não caiu bem e até vomitou.

Enfim, uma personagem tão rica e misteriosa como Helena tem que ter sua estória contada pelo Mark, não pode acabar em aberto!

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Ramses

Eu não disse / falei em acabar em aberto!!!

O que falei que é preferível ter um final com algumas pontas soltas que não ter um final!!!

E que para ter todas as pontas "juntadas / fechadas" vai uns quantos capítulos!!!

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Espero de coração que tanhamos muitos capitulos ainda pois é um conto delicioso e envolvente!

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Aqui no CDC, tem acontecido de termos excelentes contos que não tem final ou que demoram muito para terem continuação...

Por gostar muito que fico ansioso que tenham continuação / final!!!

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Temos certeza dessas coisas que “sabemos” ???

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Nenhuma certeza, muitas conjecturas e altissimas expectativas! Minha saudação a vc ID@, que acompanho a um bom tempo silenciosamente mas repleto de admiração!

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Claro!!! Que não!!! Cara Id@

Então retificando minha fala!!!

O que já foi dito no conto e for verdade (melhorou? kkkk)

Não precisa recontar a história, só precisa confirmar!!!

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Nessa minha teoria, partiria do princípio que a Bree e a Helena se amam desde SEMPRE e então a "traição" devido ter surgido sentimentos verdadeiros foi com a Bree sendo traída e não o Beto.

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Caralho, isso é muito pior. Ele durante todo período casado foi um intruso no meio de um outro relacionamento. Ele seria o verdadeiro amante.

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E no final ainda é o que se dá bem de montão, perde uma pseudo esposa traidora e ganha duas espiãs internacionais super gostosas como amantes, só não aceita quem for burro ou não gostar de perseguida kkkkkkkkkkkkkkkkkk Néh Não!!!!!!!!!!

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Quase uma fanfic das 3 espiãs demais... Só falta a ruiva pra completar... Rsrs

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olhando somente pelo lado fisico e sexual sim, mas por todo contexto emocional?

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O Beto ganharia e muito, ele transformou uma espiã qua estava ali somente para usar o Beto como um ativo, uma mula para chegar ao Bronson, mas ela uma espiã internacional se apaixona por ele e coloca toda uma operação CIA, de disfarce e infiltração de anos em risco, só por causa desse amor, que coisa mais lindinha, nem sei se o Beto merece tanto, por isso ele se mostra menos pamonha para merecer ter virado a cabeça de duas espiãs da CIA. Beto Gostosão como ele ficaria conhecido no mundo dos espiões kkkkkkkkkkk ou seja a Helena não traiu o Beto, seria uma espiã fazendo o trabalho dela, e o Beto fez ela trair a CIA, aí o emocional depende de cada um, o Beto é Canastrão, vai ficar Puto por ter sido feito de ativo da CIA,mas como ele gosta de vantagem ficará de boa com as duas espiãs gatas internacionais só para ele, bom pelo menos até a próxima missão kkkkkkk

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E completo sua teoria meu amigo... quando a S.A.R.A., falou que a Helena não traiu, ela poderia estar na eminencia de falar que a Helena não traiu ele pq na vdd o ele era o amante...

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Sensatez se ele for um bom vivant, um canastrão ou um cara com sangue de barata ok! vai ser maravilha.

Mas se ele for um dinossauro velho e romântico como eu que acredita que o amor tem magia e que quando essa magia se quebra nada mais dá jeito, vai ser só sofrimento para o resto da vida.

Eu por exemplo em uma situação dessa eu me sentiria tão humilhado que simplesmente eu iria sumir da vida de todos inclusive dos meus pais e nem a CIA iria me achar, simples assim.

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Cara, sigo mais ou menos a sua linha de velho romântico, com alguns agravantes eu diria... acredito que a confiança e a fidelidade estariam em primeiro lugar... porem nesse caso (estou me colocando no lugar do beto) eu fui o amante... a confiança entre elas foi quebrada (se é que ja não tinham relação aberta...) por minha causa e insistir na teclas de confiança e fidelidade, ao menos pra min, causa uma sensação de ''chorar pelo leite derramado''...

Então supondo que eu fosse o Beto nessa situação, primeira coisa, seria colocar tudo em panos limpos, me conte tudo, não quero mais mentiras, não quero que me protejam... segundo vamos ter um trisal?, ok, apenas nos ou mais gente, se for um trisal aberto tmb não aceitaria kkk e tentaria iniciar uma relação do zero, deixando claro que qualquer mentira eu sumiria e não teria FBI, CIA que iria me encontrar...

Logicamente que o argumento de duas agentes secretas deliciosa na minha cama toda noite teria muito peso nessa decisão, não vou ser hipócrita de negar.

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Entendo, mas até me sentiria igual, reagiria parecido, se fosse um marido traído, só não culparia meus país, mas eu reagiria diferente se eu tivesse feito uma espiã internacional colocar uma operação da CIA só porque se apaixonou por mim, ficaria chateado por todo o amor no início ser uma mentira orquestrada, mas saber que o amor da Helena final foi mais forte que o medo da CIA, me faria me sentir melhor e não fugir no mundo não, como eu falei, sair de Marido Corno, para terminar com duas espiãs apaixonadas por mim, não ia achar ruim não

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Mas cada um pensa de um jeito, para você qual seria a melhor solução para eles poderem terminar juntos?

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Talvez um filho, que a essa altura ja poderia ter nascido, talves fosse a única coisa a me salvar. no mais eu infelizmente não possuo a capacidade criatividade do amigo, apenas reajo emocionalmente aos textos

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Sei lá, eu iria pirar até sair o exame de DNA, por isso, devido da necessidade de se fazer o exame, o filho, acabar sendo um eterno lembrete da infidelidade, não importando muito o resultado, além disso, um filho não deveria ser solução para os problemas de um casal, deveria ser um presente a dedicação e cumplicidade do casal. Um filho nesse contexto do conto, eu não veria como um presente. Mas como você disse você é mais passional 80%, eu sou 80% analítico, bem diferente kkkkkkk

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Porra ai é pra dar no na cabeça do cara hein Sensatez... essa hipótese poderia ate ser tema de uma nova ''enquete da Ida''...

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Sensatez, essa teoria é mesmo maluca. Eles são casado há quanto tempo? 5 anos. Quer dizer que ela ja conhecia a Brianna antes de se casar. Depois montaram um esquema para a Brianna se casar com o CEO da empresa. O que foi proposto pela CIA. Ou seja, elas já eram da CIA antes de tudo isso acontecer? E a CIA esperou 5 anos para poder colocar o plano em prática?

E, ainda, tinha que aparecer um "Beto" para dar mais veracidade ao plano?

Acho que não !!!¹

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A Brianna, na linha do tempo apresentada já estava no caso ao menos quatro anos, ela conhece a Helena a quase três anos, quanto tempo levaria para se casar com o Richard?

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Quando, teoricamente, se conheceram, foi perto da festa que o Bronson tentou enquadrar o Beto. Ou seja, há dois anos ela já era casada com o CEO Brasil.

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Seguindo essa linha já tem mais de dois anos que a Helena trai covardemente o beto e sem a pressão final agora dos eventos narrados

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Isso é verdade.

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Tem outra coisa intrigante!!!

Lembram quando o agente mostrou para Beto Helena com Bree, Ele achou que Bree era uma pessoa conhecida... poderia ser da festa de final de ano...

Mas depois Zico mostrou o vídeo Fake da Traição de Beto e a montagem também tinha sido feito com o rosto de Bree...

Ou seja... Dr. Mark tem várias coisas para explicar e não vai ser em somente masi um capítulo que vai conseguir fazer isso!!! kkkkk

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Dois anos tem a tatuagem, para elas chegarem no nivel de fazer uma tatuagem elas ja se relacionavam a pelo menos um anos ou mais... ou seja, podemos ela assumir que ela trai o marido com a Bree a no minimo 3 anos.

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Então na festa a Bree já era casada com o Richard, então somando o tempo da aproximação, namoro e casamento quanto tempo antes começou a operação?

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Chuto pelo menos 5 a 7 anos antes do tempo atual, pelo trecho que a Bree diz esta casada a anos quando o Bronson conhece a Helena.

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Então podemos supor que a linha do tempo não derruba a teoria maluca kkkkkkkkkkkk

Nada ficou sem justificativa até agora, teoria maluca tá dando de zero kkkkkk

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Então, por mais que eu bote fé na teoria maluca... tem um porem... o tempo somado da relação do Beto com a Helena é de 8 anos se a helena ja tinha envolvimento com a Bree pq ela não foi recrutada antes? outro ponto, elas tinham um envolvimento romântico e ainda assim a Bree não se opôs a entrada da Helena na imperium, mesmo sabendo que possivelmente haviam muitas coisas erradas rolando.

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Na teoria maluca, não importa a linha do tempo do envolvimento das duas e o recrutamento da Helena, desde que seja antes do casamento da Helena e Beto. não necessariamente tinham envolvimento antes, mas mesmo que tivessem envolvimento desde sempre, por que a Bree se oporia a entrada da Helena na Império, já que facilitaria a aproximação com o Mr. B.? Ciúmes, medo, elas são espiãs da CIA, foram contratadas para isso, duas gostosas para se infriltarem e se envolver com homens da empresa de todas as formas que fosse possível para conclusão da operação, portanto não caberia oposição da Bree em Helena entrar na Imperium.

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Lembro novamente que para uma personagem desse porte, não sabemos nada da vida da Helena. quem são os pais, onde naceu, onde estudou na infância, cidade que morou, nada. apenas o nome de solteira que me pareceu ser de outra nacionalidade diferente da nossa

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Nos não sabemos, mas a CIA sabe, estava nos esquivos que o Zico pegou... e isso pra min torna a teoria mais plausível ainda, uma vez que possa ser uma história montada para uma agente se infiltrar.

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Calma que ai vc ta se perdendo... na teoria inicial elas estavam juntas desde antes da Helena conhecer o Beto, tornando o Beto o amante para isso o relacionamento delas tem obrigatoriamente que ter mais de 8 anos, se elas se conheceram quando a Helena ainda namorava o Beto ele foi traído, ai a teoria não sentido.

Vendo da logica das agentes, faz sentido, mesmo que fossem casadas, não teria como ela se opor independente do que estava ocorrendo.

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Mas a Helena pode ter se envolvido amorosamente com a Bree depois de ter começado o relacionamento com o Beto, tecnicamente não seria traição, pois para a Helena o Beto era somente um ativo, um relacionamento forjado, uma missão impessoal, então ela poderia se envolver com a Bree posteriormente sim, pois pela teoria maluca, tudo só desmorona quando ela desenvolve sentimentos pelo Beto, que pode ter sido depois de ter começado a relação com a Bree em algum ponto dessa linha de tempo.

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Humm, pra min a deixa de fazer sentido... nesses termos além de traído ele foi enganado..., deixa de fazer sentido pq depende de mais do entendimento de cada um...

Mas... tudo é possível no universo Markavelico... vai saber...

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Percebo seu entendimento, mas veja bem, se a cronologia dos relacionamentos é tão importante, então a teoria maluca não se sustenta para amenizar a as "traições" da Helena, pois ela manteve relações sexuais concomitantes com o Beto e a Helena em qualquer cenário, a tese é que no início com o Beto seria sexo por obrigação profissional e não um relação amorosa, portanto se ela se envolvesse com alguém não estaria traindo, mas com um tempo não determinado, mas antes da festa essa condição mudou, para um relacionamento com sentimento para o Beto, a partir daí sim, que poderia ser considerado traição da Helena, na teoria maluca a cronologia das "traições" não importa tanto se considerado de maneira linear, a importância se dá se for feita uma correlação com os sentimentos da Helena, ou seja quando ela começou a amar o Beto, em que parte do relacionamento, antes ou depois da Bree, se for depois dela mudar para sentimentos, partir daí sim poderia ser considerado traição, pois não seria somente um ato profissional, pois a profissão de uma espiã infiltrada é enganar um ativo.

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Mais de dois anos Ida, a Bree, fala que a primeira vez que o Bronson vê Helena em uma convenção, ela (bree) ja era casada com o Richard a anos e o bronson nunca caiu nas graças dela.

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Muitas teorias, soltarei uma controversa, se a Helena realmente descobriu a verdadeira vocação dela, seguiu o exemplo da Bree, escolheu ser uma agente nos mesmos moldes, que trabalha anos infiltrada, se relacionando com o alvo ou alguém que a leve próximo do alvo, inclusive maritalmente e sexualmente, conforme a Bree, só que antes dela conhecer o Beto, pois ele seria um ativo, parte integrante do disfarce da Helena, pois ela seria uma agente da CIA antes mesmo de se casar com o Beto, o casamento seria somente um atrativo para o Bronson, pois ele gosta de transgredir mulheres casadas, por isso a CIA, montou todo o esquema com duas agentes "casadas", uma morena e uma loura, devaneio de qualquer homem, só que tudo começa a desmoronar com a mensagem da Helena durante a viagem, pois ela acabou desenvolvendo sentimentos verdadeiros pelo Beto.

Então sendo o principal objetivo da Helena, salvar o Mundo dessa ameaça atômica, desde sempre, seria mais fácil o Beto perdoar??????

O motivo da farsa ainda estar valendo? A fuga do Mr.B., o Beto está sendo usado como isca para atrair o meliante internacional. RsRsRs

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ja levantei essa hipótese a tempos, claro que não tao bem abordado assim como o amigo fez, ele o beto é somente um dano colateral.

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Nessa teoria maluca ele seria uma ativo inconsciente, devido a alguma maracutaia que ele tenha feito, com algum cliente relacionado com a quadrilha que Helena investigava, em vez de um dano colateral, além disso o Beto não seria mais tão pamonha como ele se faz, se fosse, não teria fortes ligações com o Zico e não sei mais quem, essa teoria inclusive veio de uma coisa que você citou nesse seu comentário de agora e tá no texto literalmente, a Bree cita em aceitar o Beto na relação DELAS, quando li no texto, achei uma forma de arrogância da Bree, mas quando li no seu comentário, que me deu um insight, delas serem um casal antes do Beto, aí veio toda a teoria maluca. Kkkkkkkk

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Sensa, tem yma questão que já levantei tem tempo, quem é Helena? repare que nao sabemos nada sobre ela, infância, juventude, origem, seus pais. alem di que ela tem um nome de solteira diferente. uma personagem deste porte e não sabemos nada sobre ela

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Meu amigo, essa teoria é bem fundamentada mas há pontos críticos:

Se a Helena fosse mesmo já dá CIA, o desligamento dela teria sido imediato e o Beto ia tá procurando pista até hoje;

Aquela cena do vídeo do quarto do hotel, a única que foi vista e que parece ser verdadeira. A Helena não pareceu uma profissional falando;

Manter duas operadoras com claro envolvimento emocional beiraria a burrice pra mim. Porque se uma estivesse em perigo, mesmo que mínimo, a outra não exitaria em agir.

Acho que há muito disse-me-disse na história mas a verdade é que ela foi cooptada por querer salvar a mãe do Beto(o que achou isso de um altruísmo do caralho) mas antes disso se envolveu com outra pessoa, se doou pra outra pessoa e o pior é que ela foi seduzida como parte do plano e não sei nem se os sentimentos da bree são reais.

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1 - A CIA está mantendo tudo por causa da fuga do Mr. B. o Beto é isca.

2 - Aquele vídeo foi uma encenação para o Beto, com uma dose de verdade nos sentimentos, pois a Helena desenvolveu sentimentos pelo Beto.

3 - O envolvimento amoroso das duas espiãs na vida pessoal, não era de conhecimento da CIA, pois no disfarce elas são amantes para atrair ainda mais o Mr.B. afinal é o fetiche de qualquer homem, uma loura e uma morena gostosas na cama, então não haviam percebido que o relacionamento passou a ser real, a não ser quando foi feita a tatuagem, por isso não puderam falar para o Beto, porque foram proibidas por seus superiores, não foram exoneradas da missão, devido a não haver tempo hábil para remontar outra equipe, já com o mesmo nível de infiltração, leva anos,por sinal.

Essa é uma teoria doida nascida do desespero de salvar o caráter da Helena e da Bree, então por último, mas o principal, ela falou com a sogra, num momento de desabafo já que tinha tido a certeza interior de seus sentimentos pelo Beto e iria revelar tudo para ele, então ela ter falado com a sogra primeiro, não foi um ato cruel, foi uma prova de amor ao Beto, mas antes que pudesse ser revelado ao Beto de forma romântica, a tatuagem foi descoberta, junto com as intenções de revelação, mas foi tudo terminantemente proibido de ser revelado pelo alto comando da CIA.

AFINAL, A HELENA SERIA UMA ESPIÃ TUPINIQUIM, tem que pegar leve PASSIONALIDADE NA VEIA kkkkkkkkkkk

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seja lá o que for, o betobse fudeu de todas as formas, foi corneado, apanhou, emocionalmente foi destruido e sem nem saber o porque

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Supunhetamos que a Bri falou a verdade, que ela tem um caso com Helena, e que também da Helena estar em perigo, que aliás, está em perigo desde o começo, o que o Beto poderá fazer para ajudar? Será que a SARA enfim vai funcionar? Kkkk, por que até agora, NADA! KKKKKKKKKKK

Supunhetações do capítulo a seguir!

Que fria a Helena entrou!

Bora torcer para a nossa heróina!

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Gente cheguei agora pra comentar porque estou de férias.

quem conhece essa?

Como será o amanhã?

responda quem puder

o que irá me acontecer?

o meu destino será como Deus quiser.

Pois é, o nosso Beto estava de boa com viagem de segunda lua de mel marcada e do nada uma tissunami acerta ele bem no meio.

A viagem é cancelada por motivos alheios a vontade dos dois.

A esposa amada diz que vai trair ele

Ela corta contato com ele

Na tentativa de encontrar ela porque ja sabe que ela corre risco de vida acaba sendo agredido enviado de volta pro Brasil.

No Brasil continua sua busca mas é impedido de diversas formas inclusive com risco de vida

Descobre pela mãe que está sendo traído tem mais de 2 anos com a conivência da mãe.

Fica meses sem ter ou conseguir qualquer contato com a esposa

também viu um filme dela trepando com outras pessoas e sendo filmada

E procurado pela amante da esposa que esfrega na cara dele que elas se amam e que o B na buceta é pra ela (Também pra ele, acredite se quiser)

E essa pra mim é de cair o cu da bunda, a amante falou pra ele que *ELAS QUERIAM CONVIDAR ELE PARA FAZER PARTE DA RELAÇÃO DELAS* eu acredito que o certo teria sido ela dizer que gostaria de fazer parte da relação deles, pois o casal original são os dois.

Tudo isso deixou claro algumas coisas nas quais terei de concordar com o Sensatez, ele por tudo que foi colocado neste capitulo, se tornou elemento totalmemte secundario e decorativo na vida da Helena um ursinho de pelucia que ela e a mãe dele usam quando querem. Olha que já fui contra, já fui a favor dela mas chega uma hora que nao tem mais como tampar o sol com a peneira, ela pode ter feito tudo isso pra salvar o mundo de uma guerra nuclear que dizimaria o planeta, mas pra isso ela foi extremamemte cruel, desonesta e mal caráter com o Beto e isso é indiscutível.

pois vejamos, o caso com a Bri começou ja tem mais de dois anosmuiti antes de tudo isso e vai dizer que ela nunca teve oportunidade de contar pra ele(vejam bem, independe se ela está traindo com Homem ou com mulher), nao teve foi coragem.

ou seja quantas vezes ela dormiu ao lado dele pensando uma forma de mentir pra ele para poder ir gosar gostoso com a Bri e depois voltou pra casa e fou que amava. Na hora da traição assim como na hora de se meter nessa encrenca toda ela teve escolhas das mais diversas e por diversas vezes, mas ela escolheu o que em relação ao Beto o matido que tanto diz amar? Ela escolher MENTIR, TRAIR, DISSIMULAR, OMITIR, DEIXAR ELE EM SEGUNDO PLANO NA SUA VIDA, DESCARTAR ELE DE MOMENTOS CRUCIAIS DA VIDA DELA e tudo isso com certeza deve provocar mudanças profundas e deixar cicatrizes eternas na alma deste homem, pois eu como homem iria me sentir totalmente humilhado e me sentiria um verdadeiro lixo e sei que teria uma dificuldade imensa em me recuperar disso e com certeza iria me tornar uma pessoa mais fria, solitária e triste, e quanto a Helena se o conto terminasse hoje ela estaria fazendo juz somente a primeira parte do titulo.

Agora espero de coração que o Mark nos surpreenda e transforme a Helena no que eu torço para que ela seja, uma mulher de muito valor.

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Kiquinho, gostei muito da sua reflexão. Acredito que, não só você, muitos poderão mudar de opinião.

O fato da Bri dizer ao Beto que, palavras dela: “A nossa ideia era inclui-lo em nosso relaciona ... Enfim, queríamos convencê-lo a aceitar um trisal”. Que sempre foi um desejo da Helena convidar o marido, e muito sintomático !!!

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NOSSA IDEIA

NOSSO RELACIONAMENTO

🤨🤨🤨

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veja bem Id@ se a Helena tivesse dado 1000 trepadas com o Bronsom para salvar o mundo seria doloroso mas acho que suportavel, mas esconder um relacionamento amoroso por mais de w anos e a amante vem te mostrar isso e dizer o que ela disse e da forma como falou, deixou claro a insignificancia dele para a esposa. nós homens sentimos diferente das mulheres e somos capazes de passar por cima de muita coisa, mas tem outras que nos quebram completamente e a sensação de insignificância, de perda de espaço, de importância e prioridade nos mata. E nesses mais de dois anos a Helena teve com certeza diversas possibilidades de falar com o beto sobre tudo mas ESCOLHEU excluir o beto da sua vida. Imagina a dor de saber que tem outra pessoa que é muito mais cúmplice e conhece muito mais as intimidades e os segredos de sua amada do que você, que sua amada fala de voce para uma pessoa que voce nem sabe que hesiste, isso é broxante e altamente deprimente.

Quanto ao fato dela nunca ter falado com ele sobre isso mas a Bree ter dito que gostariam de convidalo, eu digo que eu recusaria o convite simplesmente porque na realidade eu nunca fiz parte do plano original e se eu aceitasse eu iria com certeza causar mais destruição ainda pois meu comportamento não seria o do Homem que a Helena conheceu pois este com certeza já morreu, eu iria só pelos prazeres da carne e ela iria sentir no dia dia aminha frieza, a minha tristeza e o meu desprezo. sendo assim seria mais decente deixar que as duas fossem felizes juntas e seguir sozinho

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E quem disse que Bree falou a verdade???

Se ela é Agente da CIA ou de quem quer que seja que está manipulando toda a história... Qual é a garantia que a história é verdadeira?

Estou duvidando de tudo!!! A única coisa palpável na história é a Tatuagem!!! Ou será que também não!!! kkkkkk

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Hena...

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Mas hena sumiria logo né, eles conviveram ao menos 2 anos, do dia que ele viu a tatuagem até a viagem para Viena... a menos que o Dr Beto não tenha comparecido muito nesses dois anos...

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Não acredito muito na Bree, justamente por ser agente... eles simplesmente trabalham com a mentira... acredito que a tatuagem era real e a Helena estava viva a alguns messes atras quando apareceu na tv... depois disso tudo foi dito pela CIA... logo não tem tanta credibilidade.

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Se a idéia da Helena seria revelar a traição que já vinha acontecendo, a ponto de já estarem apaixonadas no dia da festa, fez a tatuagem num momento de...

e não fez a revelação por que?

Helena passou pelo menos dois anos depois da tatuagem vivendo o amor amante dela, querendo propor o Trisal, não propôs por que?

A Bree validou o vídeo da Helena levando dedada no fiofó e jato de esperma na cara de um desconhecido junto com o amor amante dela, será que isso é traição antecipada do Trisal, ou não, é traição simples da Helena?

Se a Bree validou esse vídeo, quem acreditará que os outros vídeos são falsos?

Falar para a sogra doente e não falar nada para o marido das traições não é pura crueldade?

Ela ter uma vontade durante anos de juntar o marido ao amor que ela tem com a Bree é bonitinho, mas na minha concepção é humilhação para o marido traído que ficava com as sobras e uma consideração em segundo plano.

Se o Mark consertar pelo menos isso, terei um enorme prazer em mudar de opinião em relação a Helena.

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O problema, Sensatez é que, até o momento, não temos como acreditar em nada e em ninguém !!! Tudo pode ser falso, fake, combinado, etc.

A única verdade pode estar relacionada ao que a mãe do Beto contou para ele, e que, ela soube pela Helena. Mas, até onde a Helena também estava falando a verdade? Será que não poderia também fazer parte de um acordo com a CIA? Se é que são realmente agentes da CIA.

Não me pergunte os “porquês”. Isso só o Mark saberá responder.

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Sim, é o o Touro Ferdinando na loja de cerâmicas, a Disney não conseguiu tira-li sem quebrar nada, vamos ver o Mark, será que ele consegue resolver todas essa questões? Pode parecer que não quero, mas eu quero e muito, mas não pode dar uma de João sem braço, explicação meia boca, a agonia nossa de cada dia não pode ter sido em vão, kkkkkkkkkkkkkkkkk

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"Do ponto de vista moral/psicológico: A conivência implica em consentir ou ser cúmplice, muitas vezes por omissão voluntária. No entanto, quando há risco de vida iminente (ameaça), a ação é tomada sob coerção (medo). A chantagem emocional ou física utiliza medo, obrigação e culpa para manipular a vítima a manter o silêncio."

"Do ponto de vista jurídico: A lei brasileira, no artigo 135 do Código Penal, tipifica a omissão de socorro, mas destaca que se deve agir apenas quando for possível fazê-lo sem risco pessoal. A legislação entende que ninguém é obrigado a se colocar em perigo iminente. Portanto, em um cenário de chantagem com risco de vida, a pessoa está agindo sob coação moral irresistível, o que difere da conivência voluntária. A pessoa torna-se, na verdade, uma vítima do chantagista."

Até legalmente a Mãe do Beto não é considerado conivente, sob coersão de ameaça a própria vida a figura é mudada para vítima.

Valeu Kiquinho concordo com tudo que tá no comentário, só divirjo realmente sobre a conivência da Mãe, inclusive compartilho do desejo que as atitudes da Helena sejam totalmente justificadas plenamente, mas é como tirar um Touro De Rodeio de dentro de uma loja de cerâmicas sem quebrar nada, nem o Touro Ferdinando conseguiu, quem sabe o Mark consegue kkkkkkkkk

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Espero um final que a Helena possa se explicar e convencer o Beto, e que enfim possam se restabelecer novamente. Vão se machucar um pouco mas acredito nesse retorno da Helena para o Beto, e talvez sem a Bri, né.

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Bom dia! Estória muito envolvente,com certeza teremos uma 2ªtemporada com a Helena narrando sua vida de espiã(Nanda ja deu o spoiler acho que no episodio 1). Tomara que não demore!

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Falei!? Falei nada!

Não me comprometa (nao espalha!), senão o Mark me come o toco de novo.

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O Mark entra com o toco, e vc com o ouvido! 🤣🤣🤣🤣

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Cada vez mais enrolado...

A única coisa que é palpável é a história da tatuagem...

De resto tudo pode ter sido forjado...

Mas o porquê só Mark poderá responder... Kkkkkk

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É isso que esta pensando. A tatuagem é fato. Agora lembrei de algo que ela falou no primeiro capítulo, que tinha treinado sexo oral com uma banana.

Quem acreditou nisso? kkkk

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Pois é!!!

Sinto falta da versão de Helena para entender o que "realmente" aconteceu!!!

No início da história Helena era uma mulher amorosa "Fiel" que foi obrigada a cancelar a segunda e romântica Lua de Mel...

A partir daí surgem mistérios como a tatuagem... treinar chupar com banana, "uma mulher amante", doença da Sogra!!! Captação da CIA, Chefe dando em cima!!! Mistérios e mais mistérios e como disse "TUDO PARECE TER SIDO FORJADO"...

O que REALMENTE É REAL????

Até o depoimento ao Juiz estava sendo manipulado por IA??? Porquê??? Para que??? Supõe-se que a CIA está por de trás de tudo!!! Será??? e porque??? Qual é a razão???

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Caramba.... Que que é isso.... haja coração.... Mark que acabar com todos ...

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A grande notícia é que a cada novo capítulo, a verdade se reveste mais de mentira e vice-versa, ou seja, quanto mais eu leio, mais longe eu me encontro de um esclarecimento dos fatos narrados.

Acho que, o Beto deveria se recolher, tentar tocar a vida dele, com a ajuda da terapeuta, trancar a Helena num quarto escuro da mente dele, até aparecer alguma coisa óbvia, se não aparecer, o tempo é o melhor remédio.

O Beto é muito bom, para estar envolvido nessa trama toda, cuja autora chama-se Helena.

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Concordo e se a história terminasse neste capítulo infelizmente a Helena faria juz somente a primeira parte do título

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É , não tem jeito .

É o conto que gostamos, suspense e drama num mesmo conto .

Será que a Mãe escondeu alguma coisa do filho ?

Será q a loira linda ( me lembrei da Denise ) esta falando a verdade. ?

Qual o problema da Helena entrar em contato com Beto sendo q a investigação esta bem adiantada ?

Vi sinceridade na loira linda, mas na altura do campeonato nao da pra acreditar em ninguém.

CHUPA leon

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Pois é, amigo Doda, ela pareceu tão sincera que me deixou mais desconfiado ainda.

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Boa meu Irmao Carlao, na paz. ?

Mano como falei acima , parece q ela fala a verdade mas nessa altura do campeonato não dá pra acreditar em mais nada.

A própria esposa confirma o envolvimento com a loira linda .

A loira linda disse que estava com Helena e o sábado americano se interessou por ela e por isso ela foi colocada na operação.

Mano eu vejo os contos do Mark desde o primeiro conto e tudo pode acontecer .

E não esquecendo CHUPA LEON

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Mas esse conto em particular está muito aberto ainda. Tudo pode acontecer.

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PARA DE INVOCAR ESSA ENTIDADE! Por favor...

Se bem que aqui ele nao aparece, o Mark já bloqueou. Embora o Mark já andou bloqueando uns perfis estranhos dias desses...

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Nem vou falar que estes dias, ele citou o Mark.

🙊🙊

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Acredito que seja, Amor, admiração e carinho, entre autores!

Ou não! Kkkkkkkkkkk

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Helena agora chama-se Brigite Monfort, agente ZZ7, rsrsrs...

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Cadê a Annie, para ficar bom Annie e Beto, Helena e Bree, Bree e Annie, Helena e Beto, Beto e Bree, Helena e Bree, Helena e Bree e Annie, Beto e Bree e Annie, que importa, nada importa mais, só fazer sexo do bom quando juntar todos.

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Seria bem top esse final!!

Mas é o Beto e não o motoboy do instagram que tem 5 esposas... motoboy deve ser faixada não é possível kkk

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Mas nesse conto o que é verdade e o que é possível ou o que é impossível e o que é mentira??????????

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Além disso, não seriam três esposas para o Beto, seriam dois casais interagindo um com o outro, num relacionamento poliamoroso e não em uma poligamia, sutilmente diferente, mas fundamentalmente outro tipo de relacionamento, todos os envolvidos tem seus papéis individuais preservados, mas todos podem se relacionar entre si ou não todas as interações são "permitidas", mas não obrigatórias, por exemplo entre dois casais com gêneros distintos, não precisa virar bissexual para estar num relacionamento poliamoroso, mas tem que ter a cabeça aberta para a possibilidade de seu parceiro(a) ser bissexual e interagir com todos do grupo, ou seja dentro do grupo não há regras a serem cumpridas, a fluidez sexual é preponderante, centrando no desejo, amor, tesão, cumplicidade e lealdade ao grupo, já a fidelidade geralmente é negociada, podendo haver a polifidelidade, mas pode haver também uma tratativa combinada para interações sexuais fora do grupo poliamoroso, por isso, para mim seria o final correto para esse grupo de pessoas tão distintas entre si, mas que claramente sentem amor e tesão entre si, um Quad Poliamoroso seria a solução equilibrada.

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Esse final é o Beto platinado o jogo!

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Não somente o Beto a se dar bem não, nem sei se ele iria brilhar, não aposto nem na Helena, quem iria platinar na minha opinião seria a Bree, muito mais assertiva e dominante que o Beto, mas analise com calma, com a Annie para equilibrar, não é só o Beto que ganha não, com a Annie diminui a possibilidade da Helena ficar sobrecarregada para dar amor e atenção para duas pessoas ao mesmo tempo em proporções equivalentes, para evitar ciúmes, até pela forma não convencional que as coisas aconteceram, traição primeiro, união depois, a Annie deixa tudo prazerosamente nas mesmas condições para todos, além disso Bree e Helena poderiam viver seu amor na plenitude, Beto e Annie criando uma história, Beto e Helena consertando sua história e Annie e Bree fazendo descobertas, todo mundo sai ganhando, imagina a dinâmica desse Quad, eu vejo um céu de nuvens libidinosas numa torrente de sexo bom e sem culpa.

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Digo o Beto por ser o protagonista mas na real, eu, no lugar dele, teria mandado a aliança de volta e falado pra ela me entregar quando estivesse pronta pra decidir. Depois de correr o mundo e passar vários apertos, o mínimo que eu gostaria seria um encerramento cara a cara. E se ela achasse por bem seguir com a bree, tudo bem. Mas que eu quereria uma última conversa cara a cara, eu ia querer.

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Com sinceridade, eu não iria ficar nessa nóia não, eu até entendo tua opinião, mas por mais que eu amasse uma mulher, coisa que eu não acho que o Beto ame tanto assim, mas independente da intensidade, a Helena fez escolhas que sempre deixaram o Beto ao lado ou atrás, se ela ama o Beto, nitidamente as escolhas dela não levaram esse amor em consideração, então ele deveria desencanar de boa, deixaria por conta dela, se ela achasse necessário procurar o Beto quando pudesse, para conversar, por que não, mas nesse momento, com sinceridade amigo, já deu, vida que segue para os dois, amo o amor, mas o amor idealizado me irrita kkkkkkkkkkkkkkkk

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