Como Virei Pet de Dois Homens – Parte 3

Um conto erótico de LuciaPet
Categoria: Grupal
Contém 977 palavras
Data: 21/02/2026 14:49:24

Parte 3

Eu saí da clínica com as pernas moles, o vestido florido colando no corpo suado, mas... me sentindo bem. Bucetinha cheia de leitinho quente escorrendo devagar pela coxa interna, latejando gostoso, seios pesados balançando a cada passo, mamilos sensíveis roçando o tecido. O ar da rua parecia mais leve, quase refrescante, e eu caminhei devagar até o carro com um sorrisinho involuntário no rosto. Entrei, fechei a porta e fiquei parada, mãos no volante, respirando fundo. Não era culpa pesada dessa vez... era saciedade. Meu corpo tava satisfeito, quente, leve. Gozei forte lá dentro, tremi toda com o pau deles batendo fundo, senti o leitinho enchendo tudo... e foi bom demais. Por que eu tô me sentindo bem depois de ser tratada como puta? Por que tô sorrindo sozinha no estacionamento vazio, apertando as coxas pra sentir o leitinho escorrer mais? Olhei pro retrovisor: rosto corado, olhos brilhando, lábios inchados. Flashs do que rolou: mãos grossas apertando meus peitos, pau na boca me fazendo engasgar, bucetinha engolindo eles até o fundo. Queria chegar em casa logo, deitar na cama, lembrar tudo e me tocar de novo... e ao mesmo tempo tinha um pouco de medo do que vai acontecer no futuro: eles disseram pra eu ficar atenta, e que eu devo ficar sempre disponível... e se eu não conseguir dizer não?

No dia seguinte, no café da manhã, minha mãe sentou na mesa comigo. Ela sempre pergunta sobre essas coisas, preocupada.

— E aí, filha, como foi na clínica? Deu tudo certo no exame?

Eu sorri forçado, mexendo o café:

— Sim, mãe, normal. Tudo bem.

Ela insistiu, com aquele tom carinhoso:

— Com quem você fez? O Dr. Franco?

Eu confirmei.

— Ah, o Franco é ótimo! Conheço ele há anos, é gentil, bom, respeitoso, cuida muito bem das pacientes... você fez bem em escolher ele, filha. Homem sério, de família, pai de filhos lindos, sempre tão educado.

Eu senti um calor subir pelo pescoço, o estômago embrulhar... e ao mesmo tempo um formigamento forte entre as pernas. “Gentil e respeitoso... se ela soubesse o que ele fez comigo na maca... apertando meus peitos, chamando de puta, enfiando pau na minha boca, gozando dentro...”. Sorri, mudei de assunto, mas por dentro o tesão voltou forte. “Sério, de família... e me tratou como depósito de porra”. Terminei o café rápido, subi pro quarto, fechei a porta e me toquei de novo, imaginando a voz dele dizendo “boa puta”.

A semana passou devagar. Eu tentava viver normal, mas o corpo não deixava esquecer. Toda vez que sentava, sentia o latejar. Toda vez que via um homem maduro na rua, lembrava da barriga pesada roçando eu. Toda vez que me tocava à noite, imaginava a aliança brilhando enquanto eles prometiam mais.

Então, na sexta-feira, o telefone tocou. Número deles. Meu coração disparou. Atendi, voz tremendo.

— Alô?

Franco veio na linha, voz grave e debochada:

— Ei, cadelinha... gostou do último uso? A gente tá com o saco cheio de novo. Hoje à tarde, a gente te pega no carro. Nada de clínica, pra não chamar atenção. Fica pronta, vadia... sempre disponível, lembra?

— Tá bom... onde?

Eles riram baixo.

— Perto da sua casa, na rua lateral do mercadinho. 20h. Carro preto, 4 portas. Desce quando ver a gente. Prepara a boquinha... e a bucetinha.

Desligaram. Eu fiquei olhando pro celular, tremendo. Sabia que ia acontecer de novo. E uma parte de mim... queria.

Cheguei no ponto marcado às 20h em ponto, vestido simples, coração na boca. O carro preto parou devagar. Carlos no volante, Franco no banco de trás. A porta abriu. Franco já com o pau fora do zíper, se masturbando de leve, saco caído enorme balançando.

— Entra, vadia — disse ele, voz baixa e debochada. — Vem chupar logo. A gente tá com pressa.

Eu entrei no banco de trás.A porta fechou. O carro saiu devagar. Franco segurou minha nuca:

— Abre a boquinha... engole meu pau. Olha o tamanho desse pau... e esse saco cheio de leitinho pra você. Chupa gostoso, engasga pra gente ver.

Eu abri a boca, ele enfiou devagar, depois mais fundo. Engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando.

— Isso puta, boca cheia...boca cheia... engasga na rola do velho... garganta apertadinha, perfeita pra descarregar — debochou ele, empurrando mais fundo. — Olha como ela engole... puta boa.

Carlos encostou o carro num canto discreto, desligou o motor. Virou pro banco de trás:

— Minha vez, pet. Chupa o meu agora. — Abriu a calça, pau grosso, reto, cabeça inchada saiu. — Engasga gostoso... olha como ela abre a boca pra dois paus de velho casado. Boa vadia.

Eles se revezaram na minha boca, empurrando fundo, rindo baixo enquanto eu engasgava, saliva escorrendo, olhos lacrimejando.

Depois me deitaram no banco, pernas abertas. Carlos entrou na buceta cru, devagar,depois batendo fundo:

— Bucetinha quente... engole meu pau inteiro — gemeu ele, barriga pesada roçando minha barriga. — Tá apertando gostoso... e deslizando pra caralho.

Franco ficou na boca de novo:

— Chupa enquanto ele fode você... boa cadela... eu não disse que ela ia ser um bom deposito.

Eles foram devagar, alternando, gemendo, descrevendo tudo: “olha como ela mexe”, “ela aguenta bem”, “seios balançando gostoso”. No final, me mandaram sentar e olhar pra cima e gozaram na minha cara — leitinho quente escorrendo pelo rosto, pelos lábios, pelo queixo.

Franco segurou meu rosto:

— Não limpa até sair do carro, pet. Fica assim, suja, pra lembrar quem manda.

Eles me deixaram perto de casa, numa rua lateral. Saí do carro com o rosto coberto de porra, vestido amassado. Corri pra debaixo de uma árvore grande, peguei um lenço que eles me deram, limpei o rosto tremendo, olhando pros lados com medo de alguém ver. O cheiro deles grudado na pele, o gosto na boca. Voltei pra casa rápido, coração na boca, mente girando: “como eu deixei eles me descartarem assim... e por que eu já tô esperando a próxima ligação?”

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Comentários

Foto de perfil de Veronica keylane

Nossa tô excitadaaaa!!! Adoraria ser uma amiga ou ser seu namorado corno e biba

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