Comi a minha namorada e depois a … Cunhada

Um conto erótico de Gyn_2026
Categoria: Heterossexual
Contém 2809 palavras
Data: 22/02/2026 13:13:05
Última revisão: 22/02/2026 14:18:47

Para quem quiser entender o contexto leia o conto anterior…

Como eu disse no conto anterior, após termos tido uma noite de muito sexo, a minha namorada foi dormir e eu que nem lembrava que não estávamos sozinhos em casa resolvo ir na cozinha e saio pelado do quarto e ao chegar na cozinha dou de cara com minha cunhada tomando um copo de água, que ao me ver se assustou e quase deixou cair o copo, e na mesma hora percebo que ela deu uma bela de olhada na minha rola, eu que também fiquei assustado, tapei a minha rola com as minhas mãos e já fui pedindo desculpas falando que não lembrava que ela estava em minha casa naquele dia, já ela fez uma cara de levemente constrangida e falou que eu não precisava pedir desculpas visto que estava em minha casa e que andar pelado em sua própria casa é uma coisa normal, e ao completar a frase eu vejo ela dando mais uma boa olhada no rumo da minha rola, e foi nesse momento em que ela deu uma olhada que eu percebi que ela estava usando um blusão da minha irmã, e os bicos dos seus peitos estavam marcando a blusa e que muito provavelmente estaria sem calcinha. Nessa hora eu resolvi ser um pouco mais ousado e fazer um teste de até aonde aquela situação poderia ir, então eu com as mãos em frente ao meu pau, vou andando até o filtro de água, e tiro uma das mãos para pegar um copo e minha cunhada me solta que pelo visto a sua irmã não passava fome, dando uma nova encarada no meu pau, e eu me fazendo de besta perguntei o porque daquela frase, e ela solta que vendo seu pau de tabela e depois de tudo que ela ouviu sua irmã gemer e falar durante a noite, ela tinha certeza que de fome a irmã não iria morrer, e eu comecei a rir e disse que nunca ninguém reclamou mas que ela não havia visto bem meu pau para poder ter certeza do que disse e ela novamente retruca falando que antes de eu tapar com as mãos, mesmo que rápido, ela viu meu pau e que mesmo mole já era dava para perceber que era grande e grosso e que devido a isso eu poderia parar de esconder ele até por que já tinha visto mesmo, meu amigo nessa hora eu já não acreditava no que havia escutado e resolvi testa-lá e tirei a outra mão da frente, deixando meu pau a mostra que já estava meia bomba nesse momento, e ela novamente completa: viu, nada que eu já não tenha visto e mais uma vez firmando o olhar no meu pau, que nessa hora ficou duro de vez, lembrando que eu havia tomado um viagra antes com minha namorada, ela estão fixou o olhar no meu pau e disse, minha irmã deu sorte mesmo, grande e grosso e eu dando uma leve risada, soltei que ela nunca havia reclamado.

Peguei o copo no filtro e tomei, e quando acabei brinquei com ela que toda aquela situação era injusta e ela retrucou perguntando o porque, e eu disse que só um de nós estava pelado naquele ambiente e somente ela havia me visto pelado, ela retrucou me chamando de safado e abusado, falando que eu queria ver a cunhada pelada e que era para eu imaginar a reação da irmã dela ao saber que eu queria ver ela pelada, eu falei que só queria justiça, e que imaginava a situação da minha namorada saber que a irmã dela havia me visto pelado, e comecei a tapar meu pau novamente, mesmo que quase não surtisse efeito devido estar bem duro e ela então pensou um pouco e me disse poderia me mostrar os peitos, e eu disse que ainda não seria justo, e ela disse que eu só veria os peitos e que se reclamasse mais ela nem isso mostraria, então aceitei e ela pediu que eu virasse de costas, passou 20 segundos ela mandou que eu virasse de volta e ao virar ela havia tirado o camisão e amarrado na cintura e tapando a sua buceta, e os peitos estavam de fora, foi quando fiquei vidrado naqueles peitos com auréolas pequenas e rosadas, e ela me perguntou se eu gostei e se os peitos dela eram bonitos e eu babando já disse que eram lindos e ela então me perguntou quais eram mais bonitos os dela ou os da sua irmã? E eu disse que eram muito parecidos, e realmente eram, mas que os delas eram maiores e um pouco e mais bonitos, ela então disse que só por essa confirmação ela deixaria eu me masturbar olhando para eles. Eu nem perdi tempo e comecei a me masturbar bem devagar e perguntei se ela não queria ajudar, ela então disse que não e completou, que não iríamos nos encostar e que só olhar não é pecado, então ela disse que iria sentar na cadeira para ficar admirando aquele pau grosso na sua frente e eu continuei em pé e batendo uma punheta bem lentamente e olhando aqueles peitos e continuei fazendo elogios, ela então começou a acariciar os peitos e eu cheguei mais perto dela, e ela disse para eu tomar cuidado e não encostar nela e eu só disse que ok, mas meu pau ficou bem perto do rosto dela coisa de uns 20 a 30 centímetros e ela continuava a acariciar os peitos, foi quando ela desceu uma das mãos e começou a acariciar a sua buceta por baixo do blusão amarrado em sua cintura e eu mais uma vez pedi para ver aquela buceta, ela ficou me olhando e eu fiz uma carinha de “pidão" e ela então disse que eu só poderia olhar e não tocar e eu só balancei a cabeça com sinal positivo, e ela então tirou o blusão e mostrou a sua bucetinha que era bem rosada, lábios pequenos, bem aparadinha, acho que a bucetinha mais bonita que eu já vi. Enquanto ela passando a mão eu percebi que sua buceta estava bem babada, visto que brilhava e seus dedos já tinham uma baba bem visíve entre eles, então comecei a elogiar a buceta dela e ela me perguntou qual buceta era melhor a dela ou da irmã e eu disse que não poderia avaliar visto que só havia experimentado uma delas, ela ficou rindo e me chamando de safado, que eu não tinha vergonha na cara e nem dó da minha namorada, pois estava batendo uma punheta para a sua cunhada, e eu disse que pena que é só uma punheta né, que bem que poderia rolar um boquete, ela então ficou alternando olhares entre meu rosto e meu pau e eu percebi um semblante misturado entre pensativa e excitada em seu rosto, foi quando ela pegou a mão em que acariciava os peitos e direcionou em meu pau e substituiu a minha mão pela dela na punheta e disse: meu Deus como esse pau é grosso, não acredito que minha irmãzinha aguente tudo isso no cú, e eu disse como ela sabia que irmã dele aguentava meu pau no cú e ela reforçou que ouviu tudo que a irmã gemeu e disse a noite toda, então eu disse que no início a irmã dela sofreu bastante mesmo, mas que hoje ela ama dar o cú e que consegue enterrar todo o meu pau naquele cuzinho, então minha cunhada disse que ela realmente imaginou isso mesmo pelos gemidos e pelos gritos da sua irmã e então eu completei que inclusive a irmã dela já havia me confessado que atualmente os seus orgasmos dando o cuzinho eram mais fortes do que os orgasmos pela buceta.

Logo após eu ter disso isso, perguntei a minha cunhada se ela não queria chupar aquele pau, pois eu estava doido para sentir a sua boquinha nele, ela ficou me olhando e eu mas uma vez fiz aquela cara de “cachorro que caiu da mudança” e ela me chamou de cachorro e aproximou o rosto e começou a chupar meu pau e quando ela encostou aquela boca quente em meu pau, meu amigo eu fui ao delírio e quase gozei, tive que começar a pensar em qualquer outro tipo de coisa para não fazer feio naquela situação totalmente inesperada, minha cunhada parou o boquete e disse, mal cabe na minha boca, quanto mais em um cú, eu disse para ela que eu poderia mostrar que cabe, ela disse que nem fudendo mesmo, que seu cú era virgem e que eu não comeria nem a buceta dela quanto mais o cú, eu então retruquei é sério que você não quer sentir esse pauzão na sua buceta? Ela só disse que eu estava doido, que seu comesse ela, aquele pau ia arregaçar a sua bucetinha, nesse momento eu me aproveito do momento e peço para sentir o sabor daquela bucetinha e ela acho que já dominada pelo tesão, nem se fez de difícil e pegou a mão em que se masturbava, encheu os dedos de baba da sua buceta e coloca os dedos na minha boca e eu chupo tudo e limpo eles não deixando nenhum resto de baba neles e ela continua me chupando e então falo que a buceta dela era muito saborosa e que queria experimentar direto da fonte e ela faz uma carinha de safada, parando o boquete e se levantando e senta na bancada da cozinha e abre às pernas, eu entendo o recos e só me abaixo e começo a chupar aquela buceta bem devagar e na mesma hora ela já dá um gemido bem gostoso e nessa hora eu já penso, que com toda certeza eu comeria aquela vagabunda, e vou chupando aquela buceta, deixando ela bem molhadinha, passando a língua no clítoris dela, nos lábios enquanto ela acariciava os peitos, eu de vez em quando parava de chupar um pouco e falava o quanto aquela buceta era linda e gostoso e ela me repreendia para continuar chupando, pq ela queria gozar e eu não me fiz de rogado chupei e aproveitei bastante aquela buceta até perceber que os gemidos começaram a ficar mas intensos e duradouros e no momento que ela iria falar que já estava prestes a gozar eu coloquei a língua no clítoris dela e fiquei girando a língua nele e ela começou a gozar e forçar as pernas na minha cabeça e explodiu em um orgasmo intenso, e nessa hora eu lembrei de minha namorada no quarto e pensei ainda bem que a porta estava fechada. Então minha cunhada afastou a minha cabeça de sua buceta e se deitou um bocado na bancada fechando os olhos e aproveitando o seu orgasmo e eu pensei que não iria perder aquela oportunidade por nada e já me levantei e direcionei meu pau na entrada daquela buceta e antes que ela abrisse os olhos eu enfiei meu pau naquela grutinha, que recebeu meu pau com muita facilidade por estar tão babada mas mesmo assim eu percebi o quanto era apertada aquela buceta e nesse momento minha cunhada da outro gemido e me olha brava e fala que não era para ter enfiado o pau na buceta dela e eu só disse que agora o pecado estava completo e que ela poderia tirar meu pau da sua buceta se ela quisesse e no mesmo momento dei outra estocada na sua buceta e ela gemeu e virou os olhos que eu vi até o branco dos olhos dela e continuei metendo meu pau nela, e ela começou q me xingar falando que eu era um cachorro por estar fazendo aquilo com ela, que como ela iria olhar para irmã dela depois disso e eu falei que ela iria olhar com mesma cara de vagabunda que ela tinha e que se quisesse era só pedir que eu parava e ela então me fala para comer e arrombar a bucetinha da sua cunhada, e que essa seria a primeira e ultima vez, eu só disse que se fosse assim eu iria fazer bem direitinho e iria aproveitar cada momento daquela buceta e aumentei a força das estocadas, ela hora gemia, hora falava que estava arregaçando ela, que meu pau era muito grande e grosso para a bucetinha dela e eu disse que aquela bucetinha era o encaixe perfeito do meu pau, continuei metendo até que percebi os gemidos mais intensos, e mais contínuos e mais alguns poucos minutos metendo ela explodiu em um orgasmo, gemendo muito que até fiquei com medo da minha namorada acordar, ela pediu que parasse de meter porque a buceta dela estava bem sensível com a segunda gozada eu então tiro meu pau e vou até a porta do quarto onde minha namorada dormia e não ouço nenhum barulho e volto para a cozinha e ela então me pergunta se havia acordado a sua irmã e eu disse que não, então ela pergunta se eu gozei e eu disse que ainda não, ela faz uma cara de assustada eu falei que estava quase gozando quando ela pediu que eu parasse, acho que nesse momento ela levou o fato de eu não ter gozado como desafio e com as pernas bambas ainda ela apoiou-se na bancada e de costas para mim disse vem e gozo logo nessa bucetinha então, eu dou uma olhada naquela bunda dela, tamanho pequena para média, mas bem redondinha, daquelas bundas que deixa o cuzinho sempre a mostra, e eu com meu pau duro sobre o efeito do viagra começo a meter novamente naquela buceta e começo a chamar ela de cachorra, de cunhada safada, e falei que a partir daquele dia ela seria minha vagabunda particular, e ela começa a gemer novamente e começa a masturbar a sua buceta, falando que meu pau era muito gostoso, mas que era muito grosso, que estava preenchendo ela toda, nesse momento eu abro a bunda dela com as minhas mãos e começo a olhar para o cuzinho dela, e observo todas as preguinhas e que realmente pareciam intactas, dou uma cuspida nele e coloco um dos meu dedos, ela geme mais forte e na mesma hora me repreende mandando tirar o dele do cú dela, que aquilo ali eu não teria, que realmente era virgem e não seria louca como a irmã de colocar uma “jeba” daquelas no cú, eu tiro o dedo do cú dela e penso na minha cabeça que aquele cú ainda haveria de ser meu, e volto meu foco para a buceta dela e aumento a força das metidas e em alguns minutos explodimos juntos em um intenso orgasmo, percebo as penas dela bambeando mais uma vez e tiro meu pau da sua buceta e me jogo no chão da cozinha, e ela faz o mesmo, caindo no chão eu olho a sua buceta que estava muito vermelha e começando a expulsar um pouco do meu gozo que já nem era tanto, visto que já havia gozado com minha namorada, ela então me solta que eu havia acabado com ela, que a buceta dela estava ardendo e arrombadas, que aquilo foi um loucura e acho que nesse momento ela recobra um pouco da consciência e completa que aquilo não poderia acontecer mais e se levanta, eu balanço a minha cabeça e falo que foi muito gostoso e que adorei saborear e comer a buceta dela, que se ela quisesse mais vezes eu estaria pronto mas que caso não quisesse eu respeitaria a sua vontade, nisso ela sai andando e eu pego um papel toalha a limpo o gozo que saiu da boceta dela e foi parar no chão, ela chegando na porta da cozinha para e me olha mais uma vez dando uma bela de uma olhada no meu pau, nessa hora eu percebo que ainda comeria aquela vagabunda outras vezes. Volto ao meu quarto e deito junto a minha namorada que estava apagada.

No outro dia todos acordamos, e minha namorada me acorda me pagando um belo de boquete, ai me lembro que me pau estava todo babado da buceta da minha cunhada, e penso no quão safado eu sou de deixar minha namorada sentir o sabor da buceta de sua irmã, minha namorada então me diz que havia gozado muito naquela noite e que tomara que sua irmã não tivesse ouvido tudo, eu fiquei calado e pensei não só ouviu como experimentou quase tudo, após gozar na boca da minha namorada levantamos e fomos à cozinha tomar um café, e minha cunhada logo em seguida apareceu e conseguiu disfarçar como se nada tivesse acontecido, ao ver a cara dela fingindo que nada aconteceu, eu logo pensei que realmente a comeria muitas outras vezes, mas em nenhum momento imaginei tudo o que aconteceria dali para frente…

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