Parte 3.
Sandino abraçou a Lisiane, puxando-a contra seu peito e eles, além de se beijarem intensamente, se acariciavam com muita entrega. Vi minha esposa mergulhar os dedos sob o cabelo, com a mão na nuca do Sandino e o puxar para poder beijar com força. Ele, por sua vez, acariciava as costas nuas dela com uma das mãos, e com a outra, apalpava o seio sob o vestido.
Lisiane ofegava. Eu fiquei literalmente sem ar, e se eu não fosse um homem maduro e bastante equilibrado, teria pulado sobre eles, e os separado com força e brutalidade.
Não dá para descrever o impacto emocional que é ver um outro homem tomando posse do corpo de sua esposa, na sua frente, e ela se entregando. Mas, ao ver que ela estava gostando, o meu tesão também tomava conta.
O que me ajudou a me conter, foi que eu percebia que a Lisiane estava completamente animada com aquilo e se entregava sem restrição. Perceber o tesão dela criou uma onda de excitação em mim, pela certeza de que a minha mulher desejava aquilo e não queria que eu interferisse.
Me segurei, assistindo, por quase um minuto. Até que a Lisiane parou de beijar o Sandino, e virando-se para mim, perguntou:
— Tudo bem, amor?
— Eu não tinha voz para falar. Meu ar entrava nos pulmões aos suspiros, e parecia não querer sair. Mas a minha excitação era a causa daquele estado de descontrole. Demorou uns cinco segundos para eu fazer que sim com a cabeça, e balbuciei um “sim” meio fraco, quase inaudível.
Isso fez com que a Lisiane realmente prestasse mais atenção em mim, e o Sandino também me olhava, apreensivo.
Fiz um esforço e consegui falar:
— Tudo bem. Só tive uma emoção muito forte, que me travou o ar nos pulmões.
O Sandino perguntou:
— É mesmo a primeira vez?
— Sim, claro que sim, disse a Lisiane.
— Nunca fizemos nada isso. – Eu completei.
Sandino se explicou:
— Vocês estavam tão à vontade, falando com tamanho desprendimento, se mostrando tão liberais e cúmplices, que eu imaginei que você já fosse corno dela antes, acostumado, e com mais experiência.
Eu respondi:
— Nunca, nunca fizemos nada.
Ele perguntou:
— Mas, você sente vontade? Está com tesão? Quer ser corno e ver a sua esposa no sexo comigo?
Eu percebi que as perguntas dele, eram reflexo de sua preocupação em não provocar algo danoso, e não fazer com que aquilo causasse uma comoção. O amante de casadas, experiente, estava preocupado em não estragar o clima. Queria ir com calma. Aquilo me agradou. Tentei explicar:
— Eu fantasiei com a Lisiane, ela dando para outro, vendo vídeos de sexo, e ficamos muito excitados, e curiosos. A vontade que ela sentiu me despertou um tesão louco. Ver a Lisiane excitadíssima, fantasiando em dar para outro, me deixou mais tarado. Mas, ver acontecer diante dos olhos, mexe bastante...
A Lisiane, preocupada, perguntou:
— Mas, está com tesão, amor? Está gostando? Podemos continuar? Você está disposto, e de acordo em ser corno? É isso que ele quer saber, meu amor.
Eu estava com tesão, chegava a tremer, como se tivesse febre, e meu pau duro latejava. Eu disse:
— Nossa! Estou com febre de tanto tesão. Nunca podia imaginar que fosse assim. Me senti muito tarado. Vocês nem começaram direito e já fiquei maluco.
O Sandino respirou mais aliviado ao me ouvir, e falou:
— Olha, na primeira vez, o corno pode se excitar muito, mas pode também sentir muito ciúme e ficar revoltado, ou deprimido. Não se reprima. Por favor, vou avançar, e vocês vão me dizendo se está bom. Não quero estragar uma coisa que está tão gostosa e excitante. Quero manter nossa amizade e cumplicidade.
A Lisiane tentou tranquilizá-lo:
— Tudo bem, sei que o Gardel quer ser corno. Ele tem muito tesão de me ver com outro. Ele quer isso, como eu também quero. Vai ficar muito tarado, pode acreditar.
O Sandino perguntou:
— E você, está ficando safadinha, cheia de tesão? Perdendo a timidez? Quer se entregar, e ser inteiramente minha nesta noite, na frente do corno?
Eu vi que ele experimentava excitar a Lisiane, e por extensão, também a mim. E já assumia me chamar de corno, que é uma forma de já ocupar o posto do comedor, que domina a fêmea e o casal. Eu sabia daquilo, por ter lido vários relatos, contos sobre a primeira vez de muitos casais, e as reações dos maridos e das esposas. A Lisiane beijou novamente o Sandino e depois disse:
— Estou com muito tesão! Hoje eu sou sua, inteiramente, me ajude a viver essa entrega, pois fiquei alucinada de vontade, desde ontem. Quero muito dar para você. E o meu marido sabe.
O Sandino estava apertando os seios dela, soltando o laço das alças do vestido, atrás da nuca, e falou:
— Você é uma loucura alucinante, transpira sedução, e eu vou transformar você numa esposa safada, bem devassa, louca para gozar com outro na frente do seu marido corno. Vamos deixar o safado do corno com muito tesão também. Você quer?
Em seguida, ele desnudou os seios da Lisiane e passou a acariciar e beijar os mamilos arrancando gemidos e suspiros da minha mulher. Ela não fazia nada para impedir. Lisiane ofegante, falou:
— Eu quero! Quero muito... que gostoso!
Ele chupava os seios dela e a Lisiane já procurava com uma das mãos, apalpar o pau do Sandino ainda dentro das calças.
— Como você chupa gostoso! Adoro que chupe meus seios.
Ouvi o abusado falando para ela:
— Você vai ser uma esposa muito devassa, bem putinha, e eu vou fazer você gozar como nunca gozou na vida. Você quer?
— Sim, ahhh, que delícia, eu quero. – Disse a Lisiane num gemido de prazer, com a chupada no seio.
Lisiane adora mesmo ser chupada nos seios, e muita vezes eu a fiz gozar somente assim. O Sandino estava provocando, e pediu:
— Então fala, diz o que quer. Vai ser minha putinha?
Ela suspirava com as chupadas, e respondeu:
— Vou! Quero gozar muito com você.
— Fala que vai ser minha putinha hoje. – Ele pediu.
Lisiane hesitou um pouco, gemendo, talvez em dúvida de dizer aquilo. O Sandino insistiu:
— Fala, sua tesuda! Está louca para dar para o seu novo macho na frente do corno, então, vai ser a minha putinha. Assume isso. Na hora que você der para mim vai assumir que é uma putinha muito tesuda. Quero ouvir você falar, isso me dá tesão, e o corno também fica tarado de ver a esposa virar putinha do comedor.
Lisiane sabia, pois tinha lido contos e assistido filmes. Não resistiu mais e disse:
— Vou ser a sua putinha, hoje, vou dar na frente do meu corno.
Nossa, eu pensava que não era possível ficar mais tarado do que já estava, mas naquele momento, ouvindo, eu tinha a sensação de rever o vídeo erótico que eu tinha visto com a Lisiane, e estava quase gozando só de ter e ouvir os dois ali na minha frente.
Para não gozar, eu tive a ideia de pegar o meu telefone, e começar a gravar. Foi automático. O Sandino me viu com o telefone na mão, e falou:
— O corno está gravando. Vai guardar as imagens do dia que a sua esposa vira a putinha do novo macho.
A Lisiane me deu uma olhada, mas ela estava tão tomada pela volúpia que não disse quase nada, apenas gemeu:
— Que loucura... Filma sim, meu corno, que eu quero ver depois.
Ela já estava me chamando de meu corno, indicava que estava assumindo a putinha. E estava louca para dar para ele. Nesse momento o Sandino se levantou do sofá e fez com que a Lisiane ficasse de pé diante dele. Deixou que o vestido dela caísse ao chão, e foi quando eu vi que ela não usava calcinha. Estava completamente nua ali, diante do Sandino que a admirava, encantado com sua gostosura, como se visse uma miragem. O Sandino exclamou:
— Que safadinha, está sem calcinha, sem nada... Uma delícia.
Ela gostou de ouvir, e respondeu:
— Gostou? Fiz isso, morrendo de tesão, sabendo que ia provocar os dois machos.
Eu percebi que, tanto pelo efeito da bebida, como pela excitação de estar realizando aquela fantasia, a Lisiane estava cada vez mais solta e atirada.
Eu também exclamei:
— Que safada mesmo! Sem vergonha!
Ela se virou para mim:
— Se é para ser safada, e virar a putinha do Sandino, eu vou pras cabeças, meu amor, agora, sai de baixo, se você queria ser meu corno, vai ser, completamente. Agora, aguente, que eu estou sem freio e sem juízo. E louca para ser a putinha do meu novo macho comedor!
Eu ouvia minha esposa falando daquele jeito, e ao mesmo tempo em que me excitava só de ver sua extroversão, querendo me provocar, também me preocupava um pouco com a possível escalada daquelas atitudes dela. Ela estava muito solta. Me preocupava, eles fazerem algo que me desagradasse profundamente, e eu teria uma reversão do tesão. Mas, decidi ficar firme e apenas disse:
— Estou admirado. Se soltou mesmo.
— Agora aguente, meu corno. Você queria. Eu estou devassa! – Ela gemeu.
O Sandino já passava a mão no corpo dela, na bunda, no meio das coxas, beijando os seios, chupando, beijando o pescoço, deixando a Lisiane cada vez mais ofegante. O corpo escultural dela, nu, parecia brilhar, e sua pele arrepiada cheia de pontinhos elevados. Até que ele a colocou sentada no sofá, e se ajoelhou na frente dela, entre as pernas abertas e foi beijando nos joelhos, nas coxas, até chegar na virilha. Lisiane soltou um gemido prolongado e erguendo um pouco as pernas, apoiando a ponta dos dedos dos pés no chão, separou os joelhos e se abriu para que ele a chupasse na bocetinha. A visão era incrível! Ela exclamou:
— Ah... safado, isso, chupa... lambe minha boceta! Como eu gosto disso!
Foi quando eu vi que a Lisiane estava completamente depilada, havia retirado aquele filete de pentelhos aparadinhos que ficava no púbis, na vertical, até perto do começo da xoxota. Ficou evidente que ela, realmente, naquele dia estava decidida a embarcar completamente na mesma fantasia que tivemos, ao ver os vídeos.
Sandino lambia e dava beijinhos na bocetinha dela, que uivava de prazer. E ele sabia o que estava fazendo pois quando colou a boca e começou a chupar a boceta, a Lisiane soltou um grande gemido: “Arrrgghhhh...
Depois ela pediu:
— Isso, meu macho tesudo, chupa gostoso! Que delíiiciaaa!
Em um minuto de chupadas e lambidas, eu vi que a Lisiane estava entrando em orgasmo. Virava os olhos, batia a cabeça de um lado para o outro, empinava o púbis, gemia, se tremendo inteira. E exclamou:
— Ah... que loucura, estou gozando... gozandooooo!
Sandino continuou a lamber e chupar com vontade. Eu estava a ponto de gozar também.
Foi o primeiro orgasmo dela, e eu já estava quase entrando em pane, pois o enorme tesão de ver aquela nossa fantasia acontecer ao vivo, na minha frente, também se equiparava ao forte impacto emocional de ver que ela havia dado o passo que não tinha mais volta. Tudo indicava que ela ia dar para o Sandino, e entregar tudo que ele quisesse.
Sandino a beijou na boca, e falou:
— Gostei da sua bocetinha, minha putinha tesuda. Cheirosa e suculenta. Estou louco para penetrar nela.
— Eu quero, quero você metendo na minha bocetinha! – Ela gemeu.
A safada nem tinha mais nenhuma vergonha. Quando a Lisiane estava começando a respirar mais compassadamente, meio minuto após o orgasmo, ele se ergueu, e pediu:
— Agora é a minha vez. Vem... Faz o que tem vontade. Mama na minha pica.
Lisiane se inclinou para frente, sentada no sofá, e soltou o cinto da bermuda do Sandino, abriu o zíper, revelando uma cueca com a marca Calvin Klein cinza chumbo.
Ela despiu a bermuda que desceu pelas pernas dele, e o pau duro do Sandino estava ali, fazendo um grosso volume cilíndrico que ia da virilha até a lateral direita da cueca. A Lisiane deu uma cheirada na virilha dele e exclamou:
— Adoro esse cheiro de pica de macho com tesão!
— Você é uma putinha, uma cadelinha no cio. Sua gostosa! Vem, mama na minha rola. – Ele falou.
Ela não esperou mais nada e abaixou logo a cueca, liberando a rola grande e grossa do Sandino. Na mesma hora ela pegou com a mão esquerda, deu um beijinho na cabeça rombuda da pica, e me olhou, com expressão de tarada:
— Aiii, que delícia isto, olha só, amor. Que pau lindo! Enorme.
Eu gravava a cena, com o telefone, e não respondi, mas o Sandino falou:
— Então, mostra para o seu corno o que você gosta de fazer na pica do seu macho.
Lisiane estava decidida. Lambeu o pau dele, com vontade, passou a língua em torno da cabeça, depois tentou colocar na boca, mas era grande. Ficou chupando só a cabeça por uns segundos, olhando para ele, tomada pelo desejo.
Eu registrei aquela cena, tremendo inteiro. A vontade era de bater uma punheta. Mas sabia que gozaria logo, se fizesse. Continuei filmando, e vi como minha esposa se dedicava, procurando provocar o máximo de prazer para o seu comedor. O Sandino exclamou:
— Que delícia, putinha! Assim que eu gosto! Mama na pica do seu novo macho. Mostra para o seu corno, como você está tesuda!
Lisiane chupava e lambia com vontade, e aos poucos foi enfiando a boca naquela rola grande e grossa, que a obrigava a abrir bem a mandíbula. Algumas vezes ela olhava para mim, mas continuava a chupar, e depois olhava para ele, que gemia. Outras vezes o Sandino retirava a pica da boca, e batia com ela no rosto de minha esposa, falando:
— Gosta de rola grande? Gostou da rola do seu novo macho?
Ela respondia sem timidez:
— Uma delícia. Adorei essa pica grande. Eu nunca provei outra, esta é a segunda rola que eu conheço. Estou encantada.
— Agora ela é sua, putinha. Diz o que você quer com essa pica. – Ele provocou.
— Quero gozar gostoso, quero sentir essa pica entrando na minha bocetinha. Desde ontem que eu estou louca de vontade. – Respondeu a Lisiane.
Ela ali revelava que desde que o conheceu na praia, sentiu tesão nele, pois deve ter visto o pau dele marcando a sunga. O Sandino deixou que ela chupasse e lambesse, babando, enfiando a pica até em sua garganta, e se engasgando. Eu continuei filmando, tarado, mas sem me concentrar muito na filmagem, pois a cena era muito excitante. Eu temia gozar sem me tocar.
Era como se a minha esposa tivesse incorporado aquela mulher do vídeo de sexo e se entregava completamente. Ele praticamente fodia a boca da minha esposa.
Até que o Sandino percebeu que, se a deixasse continuar a mamar na rola, iria acabar gozando. Então, dando umas pancadas com a pica no rosto da Lisiane, disse:
— Agora você vai dar gostoso para o seu macho.
— Eu quero! – Ela gemeu.
Ele a colocou deitada de costas no sofá, meio encostada no meu colo. Permaneci sentado na ponta do sofá e deixei minha esposa ficar recostada em meu corpo. O Sandino se ajoelhou no meio das coxas, com o pau empinado. Me lembrei da camisinha, mas esperei para ver se a Lisiane se tocava. O Sandino pegou no pau duro e bateu na testa da bocetinha, arrancando um gemido da minha esposa. Ela, ofegante, me olhou de lado, e falou baixinho, quase no ouvido:
— Ah, amor, que tesão que eu estou! Vou dar para ele bem juntinho de você. Fala que você está gostando. Me ajudando a ser bem putinha. Era o que você fantasiava?
Eu respirei fundo. Estava a ponto de gozar. Consegui murmurar:
— Estou maluco de tesão! Nunca pensei sentir isso...
O Sandino ouvindo aquilo, falou:
— O corno está delirando de ver a putinha louca para ser fodida pelo comedor. Fala, corno, o que você quer? Quer me ver fodendo essa safada?
Eu estava travado, a garganta meio bloqueada de emoção. Demorei para reagir. Vi o Sandino batendo com o pau na bocetinha depilada da minha esposa. Aquilo era de enlouquecer de tesão. A Lisiane pediu:
— Fala, amor. Quero ouvir também. Diz para ele que você quer que ele me foda gostoso, com esse pau enorme, me faça gozar muito nesse cacete.
Consegui gemer, e articular:
— Ahhh, caralho, que tesão! Quero sim, quero ver você fodendo a Lisiane bem gostoso. Quero ver a safada gozando nesse seu pau grande.
Conforme eu conseguia dizer, assumir aquilo, parece que o tesão ficava mais solto, menos travado, e fui perdendo a vergonha. A Lisiane pedia:
— Vem, Sandino, tesudo, meu macho gostoso, vem meter na minha bocetinha, vem! Agora vou ser sua putinha. Meu corno também está cheio de tesão para ver isso.
Foi quando eu consegui dizer:
— A camisinha... não esquece a camisinha!
O Sandino falou:
— Estou são, estou limpo, faço exames regulares. Sou obrigado a isso na equipe de guarda-vidas. Posso garantir.
A Lisiane pediu:
— Mete, mete sem nada, eu quero sentir essa pica quente na minha boceta. Sem nada para atrapalhar.
Eu fiquei calado. Sem reação. O tesão tirava qualquer capacidade de pensar com um mínimo de juízo. Deixei rolar.
O Sandino ficou brincando de passar a cabeça da pica na rachinha da boceta, que soltava uma baba incolor toda viscosa. Eu vi que a pica era mesmo grande perto da bocetinha dela. Exclamei:
— Caralho, amor, essa rola é enorme, vai arregaçar você...
A safada da minha mulher, gemendo, tarada perguntou:
— Você quer isso, meu corno? Quer que ele me arregace? Ver a sua esposa virar putinha na rola grossa do macho comedor?
Em vez de responder, perguntei:
— Você quer mesmo fazer assim? Sem proteção, sem nada?
Ela respondeu:
— Eu quero sim, amor, sentir esse pau tesudo me invadindo. Você quer ver? Fala amor, tem tesão de ver sua esposa virar uma putinha? Eu quero ouvir você dizer.
O Sandino forçava um pouco, punha a cabeça da pica na entrada, eu ouvia a Lisiane gemer, ele retirava. Minha esposa implorava:
— Mete, safado! Come a minha boceta! Vai... me fode! Estou louca para dar para você... Seu tesudo gostoso, de pica grande.
O Sandino deu até uma risadinha, e ofegante, falou:
— Olha aí, que delícia! Adoro quando a esposa perde a vergonha na frente do corno. Assumiu a putinha, e está louca para dar, diante do corno.
Para mim ele falou:
— Está gostando corninho? Sente tesão em ver e ouvir isso dela?
Eu já estava com tanto tesão de ver aquilo, como a minha esposa estava louca para dar para ele, que meu pau chegava a babar, de tão tarado. Eu confirmei:
— Nossa! Nunca pensei que desse tanto tesão!
Ele disse para a Lisiane:
— O corno está tarado. Pede para ele, faz o seu corninho mandar eu foder você, putinha. Quero ouvir ele pedindo também!
— Vai, amor, pede logo, corninho, pede para ele foder a putinha! Diz para ele me comer que eu estou louca de vontade! – Lisiane estava ansiosa.
Eu estava envolvido naquela foda até na raiz dos meus pentelhos. Não segurei mais o tesão e disse:
— Vai, Sandino, fode essa safada! A putinha está louca para dar essa boceta.
Sandino pegou nos quadris da Lisiane e foi empurrando a pica, que foi escorregando apertada, para dentro da boceta. Ouvi a Lisiane gemer, exclamando:
— Vai caralho, devagar, que rola é essa! Está me arrombando!
O Sandino respondeu:
— Você pediu, vai ter. Vou atolar essa bocetinha. Vai ficar arrochada na minha pica.
Conforme ele ia enfiando a pica, lentamente, e recuava um pouco, a Lisiane suspirava, e gemia, com tesão. Ela rebolava. Quando eu reparei, já tinha metade da piroca dentro dela. Minha esposa ofegante suspirava:
— Ah... que delícia! Que tesão... Isso, mete, mete tudo na minha bocetinha. Eu quero ser atolada nessa piroca tesuda!
O Sandino me provocou:
— Está vendo, corninho? Como a safada gosta de uma rola grossa! Estava precisando. Estava faltando mais pica para esta safada.
Eu já estava envolvido naquela loucura tesuda:
— Eu sempre soube que ela gostava! Faltava ter coragem de experimentar.
— Agora, ela vai viciar, corninho. Se prepara que essa putinha vai ficar cada dia mais safada e louca por gozar muito na minha rola.
Ele já estava metendo mais firme na Lisiane, e o pau foi se afundando, até entrar inteiro. Ele disse:
— Olha só, a safada aguentou a piroca inteira!
— Ah, me afundou o útero, seu tarado! Que coisa mais tesuda! Me fode, me fode agora, que eu quero gozar muito. – Exclamou a Lisiane, bem ofegante.
Ouvir a sua esposa pedir para o comedor para meter e foder com vontade, tira qualquer marido corno do controle. Meu coração batia acelerado. Sandino passou a meter com ritmo, ia fundo, esperava, retirava, metia de novo. A Lisiane ofegava a cada enterrada, e suspirava quando a pica recuava. Eu vi que ela estava tremendo inteira, e ia gozar novamente. Lisiane começou a gemer e rebolar, e o Sandino exclamou:
— Isso, rebola, se entrega, putinha! Agora sim, vai gozar muito gostoso na pica do seu macho.
— Me fode, gostoso, me fode forte, Sandino! Fode a sua putinha! – Ela gemeu.
Eu estava tão tarado, que chegava a ter calafrios que me agitavam o corpo. Na minha mão, fixo, o telefone continuava gravando aquela cena.
Eu estava quase como um zumbi, admirado ao ver a primeira vez que a minha esposa estava fazendo sexo com outro macho, bem-dotado, e experiente. A sensação era incrível, muito provocante. Meu pau soltava umas gotas de pré-gozo, e eu não tinha controle sobre aquilo. Até que a minha esposa começou a gemer em voz alta, exclamando:
— Ahhh, isso! Fode! Fode gostoso! Como é bom! Que pau grosso! Estou gozando no seu pau, meu macho tesudo! Goza comigo, goza na sua putinha... Ahhh me enche de porra, meu macho, eu não aguento mais de tesão!
Ao ver minha esposa em êxtase total, estremecendo e rebolando com o pau do Sandino atolado até o saco na bocetinha dela, eu não consegui segurar meu próprio orgasmo, e senti meu pau gozando também, dentro da cueca, sem eu sequer tocar nele. Exclamei:
— Ah, caralho! Acabei gozando também, só de ver e ouvir essa gozada!
Sentia minha bermuda toda melada por dentro. Eu ainda fiquei filmando um pouco a Lisiane se rebolando, toda extasiada na pica do Sandino, e depois desliguei a câmera, ficando meio largado no sofá, com minha esposa recostada sobre o meu colo. E o Sandino retirou o pau dela, ainda duro, todo melado.
Houve um momento de pausa nas nossas ações, só se ouvia a música tocando, e nossa respiração ofegante.
O Sandino chegou perto do rosto dela e deu o pau para ela lamber e chupar. Lisiane fez aquilo com prazer, sugando a cabeça e murmurando:
— Nossa! Que pau maravilhoso! Que delícia! – Ela lambeu a caceta inteira.
O Sandino se afastou um pouco e ela se virou para mim, ficou de joelhos no sofá, de bunda para o Sandino. Me deu um abraço e me beijou, dizendo:
— Pronto, corninho, agora sim, você já é meu corno e sabe a putinha que tem em casa! Estou muito tarada amor, não quero mais parar de foder com esse tesudo do meu novo macho. Você vai ser meu corno mais tesudo muitas vezes.
Na mesma hora, o Sandino pegou-a por trás e encaixou a rola na boceta. Ela ofegou, soltou um gritinho, e pediu:
— Mete, isso, mete de novo, meu macho tesudo! Meu marido agora já sabe como é ser corno. Você gostou amor?
Eu ainda estava me recuperando, me sentia meio zonzo, o tesão havia dado uma esmaecida, e beijava a Lisiane, sentindo o cheio e o gosto de sexo na boca que me beijava. Mas, aquilo não era ruim. Não me intimidei, e nem me furtei daquilo. Na mesma hora, me recordei dos contos eróticos que havia lido, onde essa situação é muito referida.
É uma sensação de cumplicidade tremenda, como se a esposa estivesse compartilhando com o marido o gosto e o cheiro da pica que a deixou muito tarada. Não me sentia menos macho por fazer aquilo.
Peguei o telefone e voltei a gravar. Não deu tempo de dizer nada, pois o Sandino já socava a pica nela por trás, Lisiane de quatro sobre o sofá, me beijando cheia de prazer. Ela sussurrava:
— Ah, corninho, que tesão, que delícia, que pica maravilhosa! Eu amo você, por me deixar fazer isso.
Eu mal tinha gozado, e já estava novamente ficando de pau duro. Ouvindo o Sandino dar tapas na bunda da minha esposa, e chamando de safada putinha, cadelinha no cio.
Todos estávamos tomados novamente pelo tesão.
Continua na parte 4.
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