A Boa Cadela

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 2521 palavras
Data: 22/02/2026 15:15:26

Coloquei a coleira nela e comecei a passear pelo quintal.

— Ai, irmão... a coleira está apertada.

— Cala a boca. Cadela não fala.

Puxei a guia com força e ela, de quatro, começou a me seguir como a boa cadela obediente que é.

— Late!

— Au, au...

— Mais alto, senão leva uma chicotada.

— AU, AU, AU!

— Boa cadela. Merece até um biscoito.

Dei alguns biscoitos para a cadela comer. Em seguida, passeamos naquele enorme quintal até chegar a uma pequena cerca que separava o terreno do mundo lá fora.

— Pula... não desse jeito. Quero que pule a cerca.

— Tá doido, irmão? A cerca tem alarme, eu vou me machucar.

Dei uma chicotada na bunda dela.

— Eu já falei que cadela não fala. Eu mandei pular a cerca, obedeça!

Ela fechou a cara, se preparou e finalmente pulou. Infelizmente, ela não conseguiu passar para o outro lado e ficou presa na cerca de arame. Levou apenas alguns cortes, mas a nossa brincadeira teve que dar uma pausa, pois ouvimos nossa mãe nos chamar.

**

Eu passava pela sala e vi Capitu com seu novo namorado. Observei aquele rapaz passando a 'mão boba' nos seios de minha irmã enquanto a beijava.

— Quem é você? — perguntei, aproximando-me dele.

— Oi, você deve ser o irmão da Capitu. Eu sou o Bento — disse ele, levantando a mão para me cumprimentar, a mesma mão que acabara de apalpar os seios de minha irmã.

— O prazer é todo meu — falei, abraçando-o.

Não era um rapaz tão bonito, mas também não era feio. Devia haver alguma coisa nele que fez minha irmã se apaixonar. Poderia ser um papo legal ou, quem sabe, ele fosse superdotado.

— Quantos centímetros tem seu pênis? — perguntei em um tom sério.

Ele riu, sem entender direito.

— Não entendi...

— Como não entendeu? Eu perguntei quanto mede o seu pau. Seu pau é mediano, está na média ou é menor ou maior? O meu tem 15 centímetros, está na média. O seu é maior?

— Irmão, para com essa conversa! Desculpa, Bento, meu irmão é doidinho.

— Tudo bem, não tenho frescura. O meu pau é muito menor que isso.

Que grande decepção. Então não é por causa do pau que minha irmã se apaixonou por ele. Ele deve ser bom de papo, então. Passei alguns longos minutos conversando com ele no sofá e percebi que ele não é muito bom de conversa; apenas responde 'sim' e 'não' e passa longos minutos em silêncio. Se não é o pau, nem o papo, que diabo minha irmã viu naquele sujeito?

Não sei por que eu me peguei me martirizando daquele jeito. Vai ver que não é nada sério e a Capitu apenas queria alguém para transar.

— A conversa está boa, mas preciso ir.

Depois de alguns minutos. Fui para o quarto e acabei espiando, vendo os dois foderem na cama.

— Mete logo esse cacete na minha buceta...

Agora entendi o que minha irmã tinha visto nele. O cara era virgem. Eu tinha esquecido que a Capitu adora rapazes virgens. Ela tem tara em tirar a virgindade de alguém. Quanto mais velho e virgem o sujeito for, maior o tesão da minha irmã.

A enorme bunda de minha irmã subia e desce naquele cacete. "Bate na minha bunda" dizia ela enquanto o cara dava alguns tapas e ela continuava sem parar de cavalgar.

*

— Sobe na mesa.

Ela subiu e ficou de quatro. Dei alguns biscoitos pela sua boa obediência. Depois, pedi a pata e ela me estendeu.

— Boa menina, está aprendendo muito bem a ser uma cadela obediente.

— Eu aprendi com o meu irmão...

Novamente, dei uma chicotada de leve na bunda dela.

— Já falei: cadela não fala. Tem muito a aprender. Agora, late para mim... Isso, continue latindo... Agora baixo, quase gemendo... Agora empina e balança como se estivesse feliz... Boa cadela, merece um biscoito.

Dei alguns biscoitos para ela comer e passei a mão em sua cabeça, acariciando-a. Demorou muito para conseguir domesticá-la, mas finalmente valeu a pena. Ela está se esforçando muito para ser uma boa cadela.

A diversão estava boa até alguém bater à porta e Capitu sair do personagem. Fui até a sala e vi o chato do namorado dela.

— Eu esperei sua mãe sair... Está sozinha?

— Estou com meu irmão. Entra, Bento, eu estava com saudade.

— Podemos matar essa saudade.

Eles foram para o sofá namorar. Eu poderia deixá-los namorar em paz, mas eu estava muito excitado para isso.

— Oi, Bento, quanto tempo. Andava sumido.

— Oi, Orfeu, como vai?

Aproximei-me e o abracei com força.

— Não te vejo desde o dia em que minha irmã tirou sua virgindade.

— Ela contou...

— Não precisa ficar nervoso. Tem gente que demora a perder a virgindade. Teve sorte por conhecer minha irmã; ela é tarada em tirar virgindades.

— Orfeu, não tem nada melhor para fazer, não?

— Não tenho, minha irmã... Ah, desculpa, eu atrapalhei seu namoro. Pode voltar ao que estava fazendo.

Sentei ao lado dele e fiquei observando-os namorar. Percebi que o cara não sabia beijar. Dava até vergonha de ver aquilo.

— Não é assim que se beija, cara. Parece que vai devorar a boca dela... Deixa eu te ensinar como é.

— Orfeu, por favor, dá para sair daqui? — disse minha irmã.

— Só queria ajudar.

— Espere, como é que se beija, então? — disse ele, curioso.

Aproximei-me para ensiná-lo a beijar. Puxei minha irmã; ela virou o rosto para mim enquanto eu segurava firme a sua nuca. Capitu me olhou mordendo os labios. Bento olhou meio assustado, achando que eu iria beijar minha irmã.

De repente, puxei Bento pela camisa e o beijei na boca. No primeiro roçar dos nossos lábios, ele se sobressaltou, o corpo rígido de surpresa, como se não esperasse a ousadia do meu gesto. Tentou recuar, mas minha mão subiu firme até a nuca dele, os dedos se enroscando em seus cabelos, impedindo qualquer fuga. Mantive-o preso ali, sentindo o calor da respiração dele se misturar à minha.

No começo, o beijo era tenso, quase travado, lábios pressionados com urgência, respirações curtas, o coração batendo forte demais. Insisti, deslizando a boca com mais suavidade, explorando o contorno da dele, mordiscando de leve o lábio inferior antes de voltar a selá-lo com mais intensidade. Aos poucos, a resistência dele se dissolveu. Seus ombros relaxaram.

Minha mão na nuca o guiava, inclinando seu rosto para que o encaixe fosse perfeito. Ele já não tentava fugir, pelo contrário, correspondia com intensidade, puxando-me para mais perto, como se precisasse daquele contato tanto quanto eu

Afastei a minha boca da dele, derramando um pouco de saliva.

— Que porra foi essa… Fiquei toda molhada — disse Capitu, os olhos brilhando, a respiração descompassada ao ter assistido ao beijo tão de perto. — Por favor… continuem.

Capitu pôs a mão dentro da calça e começou a bater uma siririca. Puxei novamente a nuca do Bento e lhe dei outro beijo.

— Viu? É assim que se beija. Agora use o que aprendeu nela.

Bento virou o rosto e beijou minha irmã. Ele logo pegou o jeito.

*

— Não aguento mais… por que eu tenho que fazer isso nua? Meus joelhos estão doendo…

— Já viu cadela com roupa? Precisa se sentir como uma de verdade. Agora, em silêncio… continue andando.

Passeava com a minha cadela pelo quintal. Era um dia quente e o calor estava quase insuportável. A cadela implorava por água. Coloquei água na tigela. Ela tentou pegá-la com a mão, mas dei uma chicotada em sua mão.

— Cadela não bebe água com a mão; usa a boca.

Ela se abaixou e começou a lamber, tentando tomar a água. Acabou molhando todo o rosto e quase não bebeu nada. Chutei a tigela para longe e puxei novamente a coleira daquele animal.

— Deita! Rola! De novo!

Ela se deitou naquele chão quente, rolou de um lado para o outro como uma boa cadela obediente que é.

— Não aguento... está muito quente...

— Quer levar outra chicotada? — Ergui o chicote, ameaçando bater.

Ela rapidamente me obedeceu. Mandei que ela continuasse ali, de costas no chão. Ela começou a ganir de dor. Eu observei para saber até quanto ela aguentaria. Ela aguentou mais do que pensei. Rapidamente, pôs-se de pé, reclamando das costas, que 'pegavam fogo' de tão quente que estava aquele chão.

— Porra, Orfeu, isso não vale. Minhas costas estão queimando. Melhor pararmos por aqui — disse ela, em pé, toda nua.

Eu poderia dar uma boa surra com aquele chicote, mas ela tinha razão. O dia estava bem quente e eu estava com muita fome. Acabamos nossa brincadeira naquele dia

*

Estávamos na mesa jantando. Foi então que tive uma grande ideia. Olhei para Capitu e ela entendeu a minha expressão. Rapidamente, ela balançou a cabeça negativamente.

— Obedeça, cadela! — falei alto, até demais.

— O que é isso, Orfeu? Quem é cadela? Que palavrão é esse que você está usando? — questionou minha mãe.

De repente, Capitu subiu na mesa, ficando de quatro e derrubando os pratos no chão. Minha mãe ficou assustada ao ver aquela cena.

— Capitu, desça já da mesa! O que é isso?

Ela começou a latir alto:

— AU, AU, AUUUU!

Aquela cena foi muito engraçada. Capitu saiu da mesa sob as chineladas da minha mãe.

*

Eu tive uma grande ideia para a minha diversão. Chamei o namorado da minha irmã, que surgiu na cozinha e viu aquela cena.

— Capitu, o que é isso?

Capitu foi pega de surpresa ao ver o namorado na cozinha. Ela estava ali, de quatro em cima da mesa, usando apenas um biquíni.

— Bento, o que faz aqui?

— Eu o trouxe para brincar com a gente.

— Que brincadeira é essa? — perguntou ele, sem entender nada.

— Esta aqui é uma boa cadela. Eu sou o dono desta cadela obediente. Eu quero que você coma essa cadela, agora.

— Orfeu, você não combinou nada disso comigo!

— Ora, Capitu, qual o problema de o seu namorado te comer em cima da mesa? Vai, Bento, sobe na mesa e come o rabo dessa cadela.

— Não sei não, cara... isso é maluquice.

Aproximei-me dele e segurei firme o pau dele, que já estava duro àquela altura.

— Honre a porra que você tem entre as pernas. Sobe lá e come gostoso a bunda da sua namorada! — Apertei o pau dele com força.

— Sim... sim...

Bento subiu na mesa enquanto eu observava como um telespectador.

— Capitu, você quer mesmo isso? — disse ele, nervoso.

— Vai logo, Bento! Enfia esse maldito pau no meu cu!

Ele pôs para fora o membro já duro e o encostou na bunda dela. Abriu bem as nádegas e finalmente penetrou-a com força. A mesa começou a se movimentar ao ritmo daquele acasalamento.

— Isso! Você é um bom cachorro. Come essa sua cadela que está no cio. Que belo acasalamento!

A cadela gemia a cada pirocada que recebia no rabo. O "garanhão" em cima dela dominava toda a situação. Não existia nada tão belo quanto o que eu estava vendo. Ele deitou sobre as costas dela e meteu com mais força, até que finalmente a mesa quebrou e os dois caíram em cheio no chão.

— Capitu, você se machucou?

— Estou bem...

Dei uma chicotada no chão.

— Não pare, continue. Agora chupe o pau dele.

Ela se virou, ajoelhada, pegou o membro daquele cachorro do namorado e fez o seu melhor boquete. Aproximei-me para ver de perto ela chupar. Como chupava! Ela tem uma habilidade que só ela sabe ter. Observei a expressão de prazer de Bento. É um cara cheio de sorte; qualquer um pagaria para estar no lugar dele nesse exato momento.

— Chupa as bolas... isso, passando a língua... Mete o dedo...

— Ei, aí não... aaaaaiiiiii....

Bento sentiu a dedada da namorada em seu ânus.

— Continue a dedada; o cu também dá prazer, Bento. Só sinta o prazer fluir em seu corpo...

Agora a cadela batia uma enquanto metia o segundo dedo naquele cuzinho apertado. Depois o terceiro, o quarto, e logo ela já estava entrando com a mão.

— Continua, cadela! Mete essa mão toda no rabo do seu namorado.

Ela enfiou a mão toda naquele cu. Puxei mais as pernas dele para ver melhor aquela mão entrar com força. No começo, eram gritos de dor, mas logo se transformaram em gemidos de prazer. Não teve outro jeito: assim que a mão entrou no orifício, ele ejaculou todo. A cadela tirou a mão, que fedia a merda. Ela me olhou como se tivesse acabado de ler a minha mente.

— Não, Orfeu, eu não irei colocar a mão na boca... tudo tem limite.

— Ora, está louca? Posso ser pervertido, mas não sou tão louco assim. Vai lavar e depois volta aqui.

Ela foi lavar a mão suja de merda e voltou em seguida. Quando voltou, viu-me totalmente nu. Mais do que isso...

— Por que vocês estão medindo o pau? — perguntou minha irmã.

— Para tirar a prova. Realmente, o meu é muito maior.

Aproximei-me da minha irmã com o meu membro ereto e duro. Joguei-a de quatro no chão. Ela ficou com aquele enorme rabo empinado para cima, olhando para trás.

— O que vai fazer agora, irmão?

Fiquei paralisado vendo aquela enorme buceta de cadela. Puxei o Bento e o dirigi até o rabo dela.

— Agora é a sua vez de chupá-la.

Bento afastou as nádegas e viu aquele enorme cu que não parava de piscar. Ele não pensou duas vezes: enfiou a cara e chupou, lambendo todo o cu dela. Não era exatamente isso que eu tinha em mente, mas até achei melhor ele chupar o cu do que a buceta.

Comecei a me masturbar observando a cena. Aproximei-me mais, cheio de curiosidade.

— Como é chupar um cu? — perguntei, olhando para o Bento.

— Não sei... é... a textura é macia e quente... Você quer provar? — disse ele, oferecendo aquele rabo.

— Está doido? É o rabo da minha irmã. Não sou incestuoso!

— Agora fiquei confuso. Eu achei que vocês fossem incestuosos.

— Ora, por que achou isso? — questionei-o.

— Ainda pergunta? Depois de tudo isso que fizemos...

— Isso é brincadeira, diversão. Eu não sinto tesão pela minha irmã. Para ser incesto, teria que haver sentimentos, paixão, um contato físico e carnal. Isso tudo é um personagem. Ela faz o roleplay de cadela e eu, o de dono. Um jogo de dominação que vai muito além do prazer carnal. Você não entenderia.

— Não entendo mesmo. Eu gosto muito da sua irmã. Até fico mais aliviado ao saber que você não está apaixonado por ela.

— Caralho... vocês dois vão ficar só na conversa? Continua a chupar o meu cu, Bento! — disse Capitu.

— Ah, sim...

Ele voltou a chupá-la. Fiquei ali deitado, observando-o lamber o rabo de Capitu. Logo percebi que meu pau estava ficando mole. De repente, senti meus pés sendo chupados. Olhei e vi Capitu chupando o dedão do meu pé. Ela virou o rosto para mim e sorriu enquanto lambia o meu pé.

— Acabou por hoje — levantei-me.

— Espere, logo agora que a diversão estava ficando boa? — disse Capitu.

— Nossa mãe pode chegar a qualquer momento. Temos que arrumar essa mesa que vocês quebraram.

Arrumamos aquela enorme bagunça

*

faculdade de Capitu tinha começado e aquela diversão aos poucos foi diminuindo. Até que um dia ela saiu de casa para morar com o Bento. Às vezes, faço uma visitinha para matar a saudade daquelas nossas brincadeiras.

Fim.

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