Maia putinha 1

Um conto erótico de Maia
Categoria: Heterossexual
Contém 1651 palavras
Data: 22/02/2026 17:36:11
Última revisão: 22/02/2026 19:22:19

1

- Maia, você sabe por que a sua colega Aidé não veio hoje?

Eu encolhi os ombros sem saber o que dizer. Aidé, não havia dito que não viria, e mais do que colegas sempre fomos amigas, melhores amigas!

Cauê passou a mão na minha coxa por baixo da carteira. As pontas dos dedos dele faziam cócegas encostando próximo ao zíper.

- Vão perceber, - reclamei empurrando a mão dele. - Você faz isso aqui mas quando estamos sozinhos brocha.

Ele sacudiu a cabeça sorrindo para os amigos, se exibindo como meu “namorado”, na nossa idade aquela palavra nem fazia muito sentido mas ter um namorado, e ter uma namorada na escola, era sinônimo de maturidade.

As meninas da minha idade ficavam se mordendo de raiva porque o Cauê além de alto e um pouco definido por causa da natação, tinha os olhos puxados e cabelos lisos. Mas o pai e a família toda viviam dentro da religião deles. Cauê se exibia para os amigos mas na hora H, fugia da raia.

- Não fala assim… - ele pediu. - É… respeito, papai diz que…

- Victor fica duro comigo sabia? - falei enquanto saiamos da sala.

Cauê puxou meu braço com força suas bochechas estavam vermelhas de raiva:

- Vitor? Como assim?

Não dei bola e sai pisando firme mais preocupada com minha amiga que não havia aparecido na escola do que com a viadagem do meu “namorado”.

Aidé havia beijado de língua e eu ainda sem saber nem o que era isso apenas porque queria perder o BV com meu namorado!

Cauê mandou mensagem no meu celular chiando sobre o Victor que aliás era muito mais macho do que ele!

Mais feio e bruto também mas tinha atitude e às vezes atitude tem bem mais valor.

Eu usava uma saia acima dos joelhos com uns suspensórios cruzados nas costas e a parte de cima do uniforme, estava sem o short de baixo, só com uma calcinha.

Por isso quando o vento bateu forte nas costas ergueu toda a parte de cima, ouvi assobios nas costas e quando virei, dois marmanjos negões e suados trabalhando em um buraco no meu da rua, sorriam para mim.

- Que linda!

- Gostosa! - disse o outro mais parrudo.

Eu segurei a barra da saia na parte de trás, sem olhar para eles, mesmo ouvindo os gracejos “toda cravada” ouvi um deles dizer. Avancei para casa e no caminho passei pela casa da minha amiga Aidé.

O portão entreaberto, empurrei, e entrei sem chamar porque nós vivamos uma na casa da outra e nunca tivemos frescuras. A porta da frente estava fechada e um som ligado tocando música.

Fiquei nas pontas dos pés e olhei pela janela da esquerda. No sofá, em frente a televisão, eu vi, o Leonardo, irmão da Aidé, tinha uns sete anos a mais do que eu, magro, alto, as pernas nuas, e o seu pinto para cima.

Ele assistia alguma coisa na tv que o fazia ficar com os olhos entreabertos e segurando o pinto duro para cima como um rolo de carne, uma linguiça melecada de cabeça vermelha e umas bolas abaixo!

Era a primeira vez que via um macho pelado. A mamãe tinha o maior cuidado para que eu não visse meu padrasto nú.

O irmão da minha amiga continuou apertando o pinto para cima e para baixo, de repente ele encolheu os dedos dos pés e uns jatos saltaram para cima caindo no peito dele e na sua barriga.

Meu celular começou a tocar, Leo ouviu e levantou rápido ainda com o pinto sacudindo meio duro.

Eu abaixei depressa e saí correndo pela rua. Sem fôlego entrei em casa no celular havia as chamadas da Aidé, e um áudio avisando que havia viajado com os pais e apenas seu irmão Leo havia ficado em casa sozinho.

Minha calcinha estava encharcada!

Nem dormi.

Eu pensava muito no Léo e o pinto duro dele e cada vez que pensava naquela cena sentia minhas pernas se contorcer e a sensação de frio no alto da minha barriga como se estivesse ansiosa.

E estava mesmo, no dia seguinte, repeti o mesmo caminho depois da escola, nem reparei que era coincidência demais, o portão estar entreaberto como no dia anterior e a música tocando.

Eu apenas conseguia pensar no meu coração sacudindo dentro do peito com toda a força. Fiquei na ponta dos pés mais uma vez mas não havia ninguém no sofá. Uma ponta de decepção cruzou pelo meu umbigo.

Quando eu já estava para desistir e com os pés doendo de fazer força para alcançar a janela, Leonardo apareceu se esparramando no sofá e abrindo as pernas ainda com um short tactel preto.

Eu respirei fundo observando que aos poucos ia se formando um volume entre as penas dele.

Léo tinha um nariz pontudo, um pouco de barba no queixo e nos sovacos da mesma cor dos pelos de onde o pinto dele descansava em cima das bolas senti minhas pernas arrepiarem.

Um fio de ansiedade subia por minha barriga aumentando minha vontade de entrar e olhar mais de perto, que cheiro será que tinha? Como devia ser tocar naquele pinto? Léo fazia os mesmo gestos de antes apertando o seu pinto para cima e para baixo mas dessa vez ele desviou os olhos da tv e olhou direto para mim, abaixei!

Estou perdida!

Eu afastei da janela mas nada aconteceu. Voltei a me encostar na amurada da janela me erguendo como uma bailarina na ponta dos pés, Léo olhava para mim abrindo mais as pernas e oferecendo seu pau para mim!

Eu nem saliva tinha de tanto que sentia úmido entre minhas pernas. Ele abriu a boca jogando a cabeça para trás e aqueles jatos sairam mais fortes com o creme branco melando o chão e a barriga dele mais uma vez. Léo olhou para mim ainda deitado no sofá, ele fez um gesto de que ia levantar, o medo me atacou na mesma hora e corri para casa batendo o portão!

Aidé conversou comigo sobre sua viagem, em uma praia. Mas nada disso me importava. Tudo que eu pensava no irmão da minha melhor amiga!

Era errado. Eu sabia que não podia entrar assim sorrateira na casa dos outros para ficar bisbilhotando.

Então decidi não fazer mais isso, também era uma sorte o Leo não ter contado para minha mãe ou meu padrasto. Eu devia aproveitar a sorte e nunca mais fazer uma coisa dessas.

O portão estava mais uma vez entreaberto, olhei, olhei, decidi passar direto mas reparei em algo novo.

A porta da casa também estava entreaberta dessa vez!

Minhas pernas pediam, imploravam para que eu entrasse, por outro lado um medo tentava me impedir de seguir adiante, caminhava e parava, com medo da rua me ver, fui direto para a porta e abri.

Havia um barulho vindo da sala a esquerda depois do corredor, eu dei pequenos passos em direção àquela sala para onde tantas vezes eu e Aidé corremos para colocar um filme ou dançar na frente da tv.

Eu vi a cabeça do Léo fui me aproximando mais e mais e quando dei por mim estava a um palmo de distância olhando para a janela onde dias antes eu ficava do lado de fora na ponta dos pés, o pau do Léo ainda estava meio duro por cima do cós do short.

Na TV uma mulher loira dos peitões de bicos rosas sensualizava para a tela.

Léo ergueu a cabeça para mim e sorriu havia marcas de espinha nas suas bochechas.

- Chega mais perto… - ele pediu. - Cansou de ficar vendo de longe não foi? Então aproveita, vem…

Eu olhava para os lados toda desconfiada mas conforme olhava para ele, algo dentro de mim se agitava e minha boca começava a salivar. Em todas essas vezes eu sempre vinha de uniforme da escola, a mesma saia com os suspensórios e a farda de cima.

Léo segurou seu pau e me ofereceu. Eu estiquei a mão me aproximando e de repente a recolhi de volta.

- Promete que não conta a ninguém? - pedi.

- Mas é claro! Toma…

Eu encostei no pau dele sentindo ele endurecer na minha mão, o Léo se esparramou mais no sofá deitando a cabeça no encosto de trás. Ele arfou sentindo minha mão. Era estranho e gostoso ao mesmo tempo.

Aquela linguiça quente crescendo na minha mão e melando minhas mãos como um óleo mas o cheiro não era de óleo nem de nada que eu já tivesse cheirado antes fui aproximando meu rosto dele, e sentindo o cheiro.

Léo alisou meu rosto e meus lábios, entreabriu minha blusa procurando meu peito. Ele segurou meu queixo, fazendo eu me aproximar mais do seu pau, fiquei com medo e tirei a mão.

- Calma, prova ele, coloca na boca… - ele pediu - você já fez isso antes não é?

Eu fiquei com vergonha de dizer que na verdade nunca tinha nem mesmo beijado de língua quanto mais visto ou tocado em um homem pelado. Léo forçou o polegar para dentro da minha boca, senti um gosto salgado.

Léo segurou o pau já bem duro e o deslizou passando nos meus lábios o cheiro ficou ainda mais forte, ele disse para eu cobrir os dentes com os lábios, e enfiou o seu pau na minha boca, ao bater no céu da minha boca meus olhos encheram de lágrimas, eu tossi.

Mas Léo voltou a insistir devagar, só a cabeça. Minhas pernas tremiam sentindo o calor e o gosto do pau dele na minha boca. Ele segurou no sofá ergueu a cabeça enfiando os dedos nos meus cabeça e os jatos dispararam na minha cara e no meu cabelo, e boca.

Tomei um susto me levantando rápido sem saber o que fazer. Ele caiu relaxado nos sofá, melecada peguei minha mochila e corri para fora, indo para casa. Fiquei com tanto desejo represado que mijei na cama sonhando com o pau duro do Léo na minha boca.

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Uhu! As primeiras vezes, as descobertas... Uma delícia de conto!

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