Casal Moderno - Capítulo 3 - Noite e Manhã de Casal

Da série Casal Moderno
Um conto erótico de Inc Fantasy
Categoria: Heterossexual
Contém 2296 palavras
Data: 22/02/2026 21:52:54

Ana Paula seguiu pelas escadas e pelo corredor sem olhar para trás, a caminhada até nosso quarto pareceu em câmera lenta. Eu tentava a todo momento ver o plug que usava, mas como sua bunda era enorme, era quase impossível ver algo que não fosse a minúscula calcinha.

Ao chegar no quarto ela se virou abruptamente, me agarrou e me beijou com força. Seu rosto pressionava contra o meu, levei minha mão imediatamente a sua bunda e com meu dedo do meio comecei a procurar o plug e fiquei pressionando-o contra seu cu.

Ela finalmente pega no meu pau e para o beijo.

Aninha - Agora você tá fodido, vai terminar sua noite perfeita me fazendo gozar igual uma cachorra! - Disse com olhos serrados me olhando.

Eu assenti que sim e ela me jogou na cama com um giro, arrancando minha bermuda e começando um boquete frenético. Ela estava de quatro, com a bunda bem empinada e engolia meu pau sem engasgar, eu não conseguia fazer nada além de segurar para não gozar rápido.

Aninha - Você conseguiu o que queria! Exibiu a bunda da sua esposa pro vizinho feio. Agora segura, porque eu tô com um tesão do caralho.

Ao terminar a frase, Aninha montou sobre mim e tirou a sua calcinha com uma velocidade tremenda. Sua buceta estava lisinha e pude ver que suas pernas estavam molhadas do líquido que escorria dela.

Ela posicionou meu pau e sentou de uma vez só. Deslizou fácil, era muita lubrificação minha e dela. Aninha gemia alto, xingava e sentava, o som das batidas da bunda dela contra a minha virilha se intensificava com nossos líquidos aumentando cada vez mais. Até que ela anunciou o gozo e, com um grito para dentro, revirou seus lindos olhos verdes e desmontou sobre mim.

Aninha - Ai caralho... Que delícia, amor... Adoro sentir seu pau duro assim, que nem pedra. - Disse entre suspiros.

Pedro - É porque eu nunca estive tão excitado em toda a minha vida! Você é a mulher perfeita.

Aninha - Perfeita vou ser agora... Ainda não acabou - Disse respirando pesado ainda

Então, em um movimento ainda deitada sobre meu peito, Aninha retirou o soutien e se levantou. A visão do corpo escultural dela nunca seria batida, meu pau já doia de tão duro e ainda assim pulsou quando a viu totalmente nua. Ela se virou de costas para mim e ficou de quatro. Exibindo aquela bunda enorme para mim, sua buceta estava inchada da nossa foda e seu cu piscando com o plug. Ela, em um movimento cauteloso, foi retirando a peça devagar, fazendo um pequeno "pop" quando saiu. O buraco no seu cu era considerável e ela gemeu enquanto piscava.

Ana Paula então ergueu as costas ainda com os joelhos dobrados na cama e olhou para trás. Seu cabelo cobria parte de seu rosto, mas deixava seu sorriso e um dos seus olhos verdes bem nítidos, então ela posiciona meu pau na entrada do seu cu.

Aninha - Feliz aniversário, meu amor!

E senta.

Não era a primeira vez que fazíamos anal, mas era a primeira vez que entrava com tanta facilidade, graças ao alargador que ela usou anteriormente e aos líquidos do nosso gozo. Ela sentou de costas para mim e começou a acelerar o ritmo, ela gemia alto, gritava, quase, parecendo que queria que ouvissem.

Aninha - Isso! Me come! Arromba meu cu! Arromba esse buraco que seu vizinho quase viu, seu corno!

Ela apertou todos os botões corretos, então, num rompante, meti o mais forte que pude e gozei dentro dela. Fiquei quase vinte segundos soltando porra dentro daquele rabo monumental. Aninha batia seus pés enquanto sentia ser preenchida.

Aninha - Ai amor! Ta gozando muito! Vai escorrer!

Pedro - É pra escorrer mesmo, sua safada! Vou tirar uma foto do seu cu arrombado cheio de porra!

Aninha - Ai seu safado! To gozando de novo! AAAH! - E gozou mais uma vez sentindo minha porra em seu cu

Quando meu pau deixou seu rego, ela caiu para frente, deixando a bunda para cima, seu cu estava com um grande buraco e minha porra escorria sobre sua buceta. Tirei uma foto com esse close e mandei para ela no whatsapp.

Me deitei e, segundos depois, Aninha se aninhou em meus braços e pegamos no sono, pelados e suados mesmo.

Acordei no dia seguinte com o sol no meu rosto. Ainda estava pelado, mas estava seco, como se alguém tivesse me enxugado. Minha cabeça doia um pouco por conta da ressaca, procurei aos meus lados e não avistei aninha, me levantei e fui ao banheiro tomar banho, seguindo minha rotina matinal.

Desci as escadas para cozinha e lá estava o amor da minha vida. Ana Paula arrumava algumas coisas, ela usava uma calça legging cinza, que deixava sua bunda extremamente arrebitada, um tenis de corrida básico, um top de manga longa, mas curta em baixo que deixava sua barriga chapada a mostra até o inicio dos seus peitos, se ela levantasse os braços mostraria quase até o seu mamilo, seu cabelo preso em um rabo de cavalo, deixando franjinhas laterais e fones de ouvido. Ela cantava baixinho enquanto organizava. Cheguei por trás dela e a abracei com cautela para não assustá-la.

Pedro - Bom dia, meu amor.

Aninha deu um pequeno pulinho, virou a cabeça tirando os fones e me deu um selinho e um sorriso.

Aninha - Bom dia! Dormiu bem?

Pedro - Maravilhosamente! - Respondi - O ruim foi acordar com dor de cabeça, mas quando desço e vejo esse monumento, todos os problemas somem!

Aninha corou e me deu um tapinha dizendo "bobo" entre sorrisos. Seguimos nosso café da manhã e então ela finalmente quebrou o silêncio.

Aninha - Então... - Disse entrelaçando os dedos e direcionando seus olhos para o lado.

Pedro - Então o que? - Perguntei ja sabendo do que se tratava

Aninha - Sobre ontem... - Disse em pausas - Foi uma coisa realmente estranha pra mim... Mas que eu até me excitei fazendo. Tô sendo sincera com você, porque eu quero que você seja sincero comigo também.

Eu a olhava fixamente, esperando ela desabafar

Aninha - Quero deixar bem claro pra você que eu fiz só o que eu achei que iria excitar você, não tinha nenhuma intenção de te humilhar ou te diminuir quando te chamei de "corno" na hora que a gente transava. Eu só quis te dar a melhor experiência possível... - Olhava para mim quase marejando os olhos - Então, por favor, Pedro, se alguma coisa que eu fiz ontem não foi legal ou passou de algum limite. Me fala. Eu não vou ficar chateada.

Ela parou e me observou. Tomei mais um gole do meu café e comecei.

Pedro - Ana. - Chamei em tom sério - Ontem você foi perfeita. Você é perfeita. Você é a mulher da minha vida. Nada que você tivesse feito ontem teria me desagradado, porque eu sei que fez pensando em mim. E eu te agradeço muito por isso, eu te amo, muito obrigado por ter realizado uma das minhas fantasias!

Ví uma lágrima percorrer seu rosto, ela se levantou e veio em minha direção, sentando no meu colo, enrolando seus braços no meu pescoço e escondendo a cabeça no meu ombro.

Aninha - Ah cara.... Eu não te mereço, sério. - Disse beijando meu pescoço.

Ela levantou a cabeça e enxugou os olhos com as mangas do top.

Aninha - Mas e agora?

Pedro - E agora o que? - Perguntei curioso.

Aninha - Ah, tipo... O Beto me viu daquele jeito, como vai ser a relação a partir de agora? - Perguntou em dúvida.

Pedro - Bom, temos duas opções - Expliquei - A primeira é a mais simples. Fingimos que nada aconteceu e torcemos pra que ele não persiga o assunto. Pela forma como ví ele saindo ontem, acredito que ele vai ficar na dele.

Aninha - Hmm... É, acho que ele não é do tipo que falaria alguma coisa, só deve ter pensado "Caramba, os jovens hoje em dia não ligam muito pro pudor" - Disse imitando a voz de Beto

Rí com ela e, após após as risadas, nos olhamos em silêncio, sorrindo.

Aninha - E a segunda opção, qual é? - Perguntou já sabendo o que esperar.

Pedro - A segunda opção... - Pausei fingindo mistério - É você continuar.... "Brincando".

Aninha - Hmmm, "brincando" - Perguntou intrigada.

Pedro - É... Tipo... Você pode continuar... "Provocando" de vez em quando... Eu não precisaria nem estar presente. - Sugeri

Aninha - Hmmm, não sei amor... Eu gostei de ontem, mas fico receosa com algumas coisas....

Pedro - Aninha, a gente só vai até onde você quiser ir... Pode ser meu fetiche, mas é você quem toma as rédeas aqui, eu só vou apreciar e agradecer ao que me for dado! - Disse abraçando sua cintura.

Aninha - Tá... Mas não vai ser nada do jeito que foi ontem. - Disse, elaborando regras - Eu vou tentar dar continuidade nessa brincadeira... Mas eu vou deixar rolar, se houverem oportunidades eu tento fazer alguma coisa, preferiria você presente... Mas caso você não esteja, eu te conto tudo depois. - Isso funciona?

Pedro - Claro que sim, amor! - Respondi animado - Se for possível, seria legal se você mandasse fotos da situação.

Aninha - Tinha pensado nisso também... Tá, eu vou tentar então, mas lembra, eu não vou forçar nenhuma situação, só vou tentar lembrar disso em horas que forem "oportunas", tudo bem?

Pedro - Fechado! - Entusiasmei - Nossa amor... Se você não tivesse me dado uma surra ontem, acho que estaria com o pau duraço agora! hahaha

Aninha - Você que me deu uma surra, seu safado! to tendo que sentar de lado! - Disse rindo. - Mas eu tambem animaria mais agora se não tivesse lesionada, olha como tá meu peitinho.

Aninha se afastou um pouco e mostrou os bicos dos seus seios marcando no top, mostrando que não vestia nada por baixo. Fiz uma mímica de mordida e ela se protegeu, brincamos um pouco dessa forma até que ouvimos a campainha tocar.

Aninha - Oxi... - Ela usava essa giria as vezes - Ta esperando alguém?

Pedro - Não... Vamo lá ver.

Fomos juntos até a porta, olhando pelo olho mágico, ví que era beto.

Olhei para Aninha com olhar desconfiado e disse movendo somente os lábios "Beto?". No que ela deu de ombros, como quem também não sabe o motivo de tocar a campainha.

Abri então e vi meu vizinho com roupa de oficina, parecia estar indo trabalhar. A figura do homem era realmente horripilante, olhando de longe você jurava que ele fedia, mas não. Beto não tinha cheiro de nada, ele só era feio, seu rosto de homem velho, era calvo e mantinha cabelos dos lados quando se desleixava muito, sua barriga quase sempre sobressaia em suas camisas de botão. Ele usava calças de mecânico e carregava uma maleta.

Pedro - Opa Beto, fala aí, bom dia! - Disse em tom animado - Estranho você chamar a gente pela frente.

Quando Beto precisava falar conosco, geralmente batia palmas ou chamava pelo quintal dele mesmo, era estranho ter vindo pela porta da frente.

Beto - Opa Pedrão, bom dia! Bom dia Ana Paula! - Disse nos fitando - Então, cara, é que eu não sabia se você ainda estaria dormindo, ai achei que seria muito invasivo gritar ou chamar lá por trás. Até porque ontem você bebeu bem! Hahaha - Riu

Pedro - Verdade haha, ainda tô com um pouco de ressaca, mas to bem melhor já! - Disse rindo - A Ana Paula não me deixa dormir até tarde também, né amor? - Disse puxando-a pela bunda para o meu lado

Ana Paula se surpreendeu com a minha audácia, mas logo percebeu minha intenção de mostrá-la à nosso vizinho.

Aninha - Bom dia, Beto - Respondeu a educação - Deixo sim ué, você que acordou me procurando hoje, seu mentiroso! - Disse rindo

Pedro - Também, com alguém como você andando assim... Difícil não procurar, né não, Beto! - Aticei.

Beto ficou um pouco inseguro, achando que eu estaria dando a entender que sabia o que tinha acontecido na noite anterior, então se enrolou nas palavras, mas conseguiu dizer

Beto - Ah... Realmente... A Aninha é muito bonita mesmo! - Falou olhando para os bicos marcados da minha esposa.

Aninha percebeu que Beto a olhou e fez movimentos para o top subir um pouco.

Pedro - Mas diz ai, Beto, o que foi? - Perguntei

Beto - Ah sim, não, não era nada demais, é só que eu acho que eu esqueci meu rádio aqui ontem, queria saber se vocês acharam por ai.

Beto costumava ver os jogos com o rádio na orelha, é uma mania que os antigos tinham de ver o jogo e Beto não era diferente.

Aninha - Beto, ainda não arrumei la fora! Mas pode deixar que eu vou dar uma olhada! - Disse preocupada - Se quiser, pode ir lá ver!

Beto - Não, não, agora eu tô atrasado pra trabalhar! Mais tarde eu passo ai e vejo com vocês!

Pedro - Tá bom! Bom trabalho lá, Beto! - Acenei

Aninha - Tchau!

Beto - Ta bem, vou la!

Beto se despediu dando uma última olhada em Aninha.

Ao fechar a porta, ela me olhou com cara sapeca.

Aninha - Ai ai... Que que eu vou fazer com você, hein? - Disse rindo

Pedro - Eu não fiz nada!

Aninha - Aham, sei... hahaha

Me fiz de inocente, mas depois plantei a semente.

Pedro - Amor, eu devo ter que ir lá no banco hoje mais tarde pra conversar com o gerente, então se ele vier ai, deixa ele procurar a vontade, ta bem? - Disse com tom cínico

Aninha parou um pouco, pensou e por fim respondeu

Aninha - Ah... - Suspirou - Tá bem amor... Vou deixar ele a vontade primeiro, dependendo do que ele falar, eu... "fico a vontade" também. - Disse com um sorrisinho de canto.

Pedro - Só o que eu peço da minha linda esposa!

Ana Paula riu mais uma vez e seguimos com nossa manhã, o final da tarde prometia novos avanços!

><

Uma parte mais calma para conhecermos mais nosso casal de protagonistas! No Capítulo 4 começaremos a ver os passos que Ana Paula dará para satisfazer seu marido e descobrir ainda mais sobre ela mesma!

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Sacanagem um capítulo desse tamanho e ainda por cima a história não teve nenhum avanço,ao contrário muita conversas desnecessária. Podia simplesmente cortar esse diálogo matinal todo ,resumir com o Pedro dizendo que a Ana devia continuar, ele sairia pra o Banco e ai o Beto vinha atrás do " rádio " e tentaria continuar a brincadeira do dia anterior.

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