Mais vezes que eu vou ao hostel gay nudista liberal, mais eu tenho vontade de ir, pelo de inusitado que sempre acontece, nos encontros por lá. E por mais que eu conte aqui alguns desses episódios maravilhosos, lá vivenciados, sempre há o que de novo contar. Então vamos a mais uma história.
Na verdade, eu não chamaria exatamente de um “hostel”, porque isso dá a ideia fria de um estabelecimento comercial, cujo dono está ali apenas para prestar um completo serviço de hospedagem, e nada mais. Mas é muito mais que isso. É uma casa pequena, agradável, em que são bem-vindos todos os que curtem nudez, homens e sexo sem compromisso, e o dono é mais um que fode quem está a fim de ser fodido.
Pois bem, estive mais uma vez lá, num final de semana desses. A novidade ficou por conta de um casal que lá conheci. Ele gay, ela trans. Depois das apresentações, encontramo-nos na piscina. Na água, uns dois ou três hóspedes, eu e Paloma, enquanto o parceiro desta estava sentado na borda, pernas balançando na água – rola dura, a coisa mais apetitosa do universo. Entre as gaiatices, conversávamos sobre todas as bobagens que se pode conversar numa tarde de sábado, com algumas doses no quengo.
Eu, sempre que podia, me embebecia com o corpo escultural de Paloma, e sua rola entre semi-tesa e dura, dentro da água cristalina; não podia evitar a minha ereção, mas como todos ali tinham o pau duro, estava tudo bem.
Conversávamos os três – eu e o casal – e não sei como se chegou ao ponto de anunciarem-se como um casal aberto (mais: escancarado) a novas experiências. A rola de Gilberto, sentado na borda da piscina, pulsando para o alto, de tão dura. Paloma, então, provoca: “Tem pau querendo boca!” Não deixei por menos: “Tem cu querendo pau”. E já fui me apoderando do cacete, manipulando, colocando na boca e dando início a um boquete super gostoso. Enquanto isso, Paloma se aproximou por trás de mim e senti um dedo, depois dois, me penetrando, para, em seguida, entrar sua rola rígida.
Eu estava realizando um dos meus maiores sonhos: ser enrabado por uma trans. Enquanto seu pau estocava meu cu, dentro d’água, eu sentia seus seios espremendo-se contra minhas costas, e eu caprichava no boquete, Gilberto só se remexendo e gemendo baixinho. Os demais companheiros da piscina assistiam à cena, manipulando suas próprias rolas, e o dono da casa, cuidando do churrasco, de rola extremamente dura, também acompanhava aquela sagrada safadeza em sua piscina. Paloma, por cima de mim, beijava apaixonadamente seu companheiro.
Senti o gozo de Gilberto se aproximando e eu havia decidido que engoliria toda a torrente de gala que aquele cacete liberaria. Assim o fiz: a cada emissão, esforçava-me para deglutir rapidamente, para esperar o próximo jato. Após o orgasmo de Gilberto, e Paloma ainda insatisfeita, sussurrou-me para eu sair da piscina, que ela queria gozar no meu cu. Não esperei segunda ordem: num impulso, pus-me deitado de costas na borda, enquanto ela também saía da água e voltava a enfiar a rígida rola em mim, desta vez mais vigorosamente e logo gozando, aos gritos, jorrando seu leite quente em meu rabo.
O momento seguinte foi de relaxamento: eu deitado de costas na borda da piscina, o cu piscando e borbulhando porra; Paloma cansada do gozo, ainda deitada sobre mim e Gilberto acariciando os dois, eu e Paloma, ele também satisfeito.
Agora, dois dos que estavam na água, assistindo à cena, saíram e se entregaram a uma foda deliciosa, bonita de se ver, com ânsia e desejo, logo gozando também, os dois. Do meu canto, percebi que o dono da casa não se punhetara, não gozara, apesar de o pau se manter rígido – sorri comigo mesmo: logo seria meu próximo prato...
