TERAPIA INTENSIVA - Sendo fodida em frente ao marido para ser curada

Da série CONTOS DA LÍDIA
Um conto erótico de Lídia
Categoria: Heterossexual
Contém 11524 palavras
Data: 23/02/2026 04:48:46

Oii meus safados e safadas! Meu nome é Lídia e hoje vou narrar para vocês como consegui convencer meu maridinho a aceitar uma sessão de terapia intensa... com dois terapeutas safados... tudo para me curar do meu vaginismo.

Para dar contexto, na época dessa história eu tinha 38 anos e meu marido, José, tinha 46. Estávamos casados a 11 anos e, para quem é casada a tanto tempo, sabe que as coisas vão esfriando com o passar dos anos, o desejo diminuindo, a frequência do sexo cada vez menor, etc.

Quando nos conhecemos o tesão era incontrolável, bastava a gente se encontrar pra eu já sentir vontade de chupar seu pau e cavalgar como uma putinha. Mas ao longo dos anos o sexo foi se tornando cada vez mais raro e quase sempre acontecia em datas especiais. Mas mesmo assim, nós nunca traímos.

Confesso que as coisas foram esfriando mais do meu lado. O José até me procurava com mais frequência, mas sentia que o sexo estava sem graça, sem prazer, como se tivesse caído na rotina. Então muitas vezes eu dizia que estava cansada, sem vontade, com dor de cabeça, ou só batia uma punheta para ele gozar e podermos dormir.

Eu via a frustração de José e isso me doía por dentro, pois eu amo demais meu marido e vê-lo assim me deixava triste. Tentei ir em sex shops, comprei vários brinquedos sexuais diferentes, gel para dar outras sensações, vibradores para ajudar a gozar, fantasias variadas. Mas, mesmo com tudo aquilo, eu sentia que o tesão não vinha pra mim, que nada estava me satisfazendo, até ficarmos meses sem fazer sexo.

Foi então que, quando finalmente transamos, depois de meses, começou o vaginismo.

Para quem nunca ouviu falar disso, o vaginismo é um tipo de disfunção onde os músculos da bucetinha contraem com força e de forma involuntária, tornando muito dolorosa a penetração. Quase sempre ela tem origem emocional e psicológica, então um simples remédio não a cura.

Quando o vaginismo começou a aparecer era impossível fazer sexo. O José era carinhoso, usava lubrificante, me chupava, fazia de tudo para me deixar excitada, porém seu pau não entrava... e, quando ele tentava forçar o pau, eu sentia uma dor enorme e perdia todo o tesão. Tentamos várias vezes, em dias diferentes, de formas diferentes, mas a dor sempre aparecia na hora do sexo. Após alguns meses assim, nós dois já estávamos frustrados.

— Desculpa amor... eu não consigo, está doendo muito — eu disse com os olhos marejados.

— Está tudo bem meu amor, eu te amo, jamais te forçaria a nada — respondeu José com uma cara triste.

— Eu acho... que preciso ir em um médico — falei, com medo de ter alguma doença séria e me sentindo quebrada por não conseguir dar prazer ao meu próprio marido — estou com medo de estar com alguma doença.

Eu marquei com meu Ginecologista, pedindo uma consulta de urgência com a Secretária. Fomos à consulta, José me acompanhando. O médico ouviu tudo, leu meus exames, fez um exame de toque percebendo uma rigidez e tensão em minha vagina e disse:

— Lídia, o que você tem se chama vaginismo — ele explicou tudo sobre o assunto e complementou — No seu caso, minha recomendação é que você inicie uma terapia para poder investigar se há uma causa emocional ou psicológica. Talvez até possa ir em uma sexóloga, pois em muitos casos o vaginismo está associado a problemas no casamento, bloqueios emocionais, traumas, etc.

Saímos da consulta aliviados por descobrir o que estava gerando a dor, mas perdidos por não saber o que fazer.

Alguns dias depois, desabafei a situação para uma amiga. Expliquei a ela o que o médico disse e que estava procurando alguém confiável com quem pudesse fazer terapia, talvez uma sexóloga, como o médico sugeriu. Minha amiga então me perguntou se eu conhecia o "Instituto Eros", que era uma clínica que ela havia ido recentemente:

— Amiga, lá tem de tudo, até massagem tântrica, e ouvi que tem um ótimo sexólogo, por que não liga lá?

Peguei o telefone com ela e agendei uma sessão de terapia com o sexólogo. Pensei que era melhor eu ir sozinha primeiro, pois não queria dar falsas esperanças ao José, e se visse que poderia ajudar, falaria para ele me acompanhar na próxima sessão.

Quando cheguei no local (meio escondida, com medo de alguém me ver), me senti um pouco deslocada, tímida, mas o ambiente era discreto e a recepcionista me deixou à vontade, elogiando o sexólogo, dizendo que ele ajuda muitos casais.

O sexólogo se chamava Eduardo, era um homem alto, com voz grave, mas com um jeito profissional e acolhedor. Ele me deixou à vontade para explicar porque fui ali e eu disse das dores que comecei a sentir, o diagnóstico de vaginismo e a recomendação do ginecologista para iniciar terapia.

Ele me perguntou quando as dores começaram, se seu sentia quando me masturbava e como estava meu casamento. Eu disse que começou recentemente, que eu não tinha o costume de me masturbar e quando fazia era quase sempre com meu marido ajudando. Que mesmo na masturbação eu sentia uma dor leve. E que eu amava muito meu marido, mas o desejo foi esfriando com os anos e eu não conseguia sentir o mesmo tesão de quando era mais jovem. Ele anotava tudo com atenção.

Ele me explicou sobre algumas causas do vaginismo e que a monotonia do relacionamento pode causar ou piorar o quadro. Me questionou se eu e meu marido tentamos coisas diferentes, como fantasias e fetiches, pois isso poderia ajudar a relaxar. Eu expliquei que apenas usamos brinquedos eróticos, nada fora do comum, mas ainda assim a dor é intensa.

Ele também perguntou se quando eu me masturbava sozinha eu imaginava algo, como fetiches:

— E fetiches? Explorar fetiches costuma ajudar a relaxar e aumentar o tesão — disse ele.

— Eu acho que não tenho fetiches Dr... — falei um pouco sem graça.

— Você não tem ou não sabe o que realmente te excita? — indagou ele com um sorriso enigmático.

— Acho que nunca pensei nisso... — respondi envergonhada — não sei se realmente tenho algo assim...

— Vamos fazer um teste... feche os olhos e tente imaginar o que eu falar.

Ele começou a citar algumas coisas, me pedindo para imaginar a cena e falar caso algo me despertasse interesse.

Começou me pedindo para me imaginar fazendo sexo com uma amiga ou outra mulher, mas não senti nada e disse que mulheres não me atraem. Falou para eu me imaginar transando em público, mas também não reagi. Me imaginar com uma roupa sensual sendo desejada ou paquerando outros homens, mas senti um pouco de culpa e só pensei que não faria isso por causa do José. E continuou. Até que...

— Se imagine sendo abraçada por dois homens, você no meio, eles acariciando seu corpo... se revezando para te comer...

Nesse momento senti um calor subindo. Aquela cena era gostosa, excitante, conseguir até imaginar um chupando meus peitos enquanto o outro me penetrava por trás. Meu corpo também reagiu e mexi minha cintura, como se rebolasse levemente, minha mão inconscientemente indo em direção á minha virilha. Mas a imagem de José também apareceu na minha mente... segurando minha mão... enquanto aqueles homens me devoravam na fantasia. Então eu comecei a me sentir culpada. E o terapeuta percebeu...

— Parece que a ideia de ser possuída por dois homens de atrai...

— Sim... — eu disse envergonhada — Mas não consigo imaginar a cena sem imaginar meu marido junto, ao lado, segurando minha mão... e me sinto culpada, como se estivesse traindo ele...

— Mas a cena te gerou tesão, não foi? Então qual o problema em imaginar?

— Como assim? — questionei sem entender — me sinto traindo... e mesmo que não seja real, é loucura imaginar meu marido apoiando dois homens me usarem...

— Não é loucura, é uma fantasia muito comum entre mulheres, principalmente mulheres casadas — ele disse com seriedade — e, na verdade, parece que você tem exatamente essa fantasia... — ele disse me observado, como se percebesse o que eu escondia — você quer sentir o que não tem no casamento, quer se entregar a esse desejo, ser usada e possuída, mas se sente culpada por gerar uma traição, por isso ser incompatível com o casamento, então sua mente imagina seu marido do lado, apoiando, segurando sua mão, demonstrando aceitação, para que você realize o desejo sem se sentir culpada...

Fiquei sem palavras com aquilo, mas lá no fundo eu sentia que era verdade. Sentia que a única forma de eu não me sentir suja, de sentir que não estaria traindo meu marido, seria ele estar do meu lado, me apoiando, me dando a permissão para soltar minha putinha interior, que foi sumindo nesses anos de casamento.

— Mas Dr... isso nunca vai acontecer — eu disse finalmente — meu marido nunca iria deixar eu ficar com outros homens, menos ainda estar do meu lado apoiando. Então acho que nem vale a pena fantasiar... pois seria um desejo que não posso realizar...

— A ideia inicial é você se apenas imaginar enquanto se masturba sozinha, fantasiar a situação, para voltar a sentir desejo, tesão, e esses bloqueios do vaginismo irem desaparecendo. É importante você conseguir se imaginar como mulher fora do casamento e não apenas como esposa, pois isso provavelmente está te travando. Mas como você ainda está insegura, talvez você possa até pedir para seu marido fantasiar junto, pois isso ajudaria você a se soltar e se permitir a sentir o desejo e tesão novamente.

— Não sei se eu conseguiria pedir uma coisa assim para o José... — eu disse, um pouco frustrada — e acho que ele até aceitaria fantasiar isso comigo, pois me ama muito e faz qualquer coisa por mim... ainda mais pra eu me curar... porém tenho medo de ele ficar bravo ou triste...

— É normal você se preocupar com ele, mas se ele realmente te ama vai fazer qualquer sacrifício para você melhorar. Mas você pode ir tentando outras coisas também, como massagem tântrica que temos aqui no Instituto Eros, dilatadores vaginais, etc, mas em casos como o seu, onde é a monotonia do casamento que cria o bloqueio, nada é tão efetivo para a cura quanto a experiência prática de fantasias, onde a mulher pode se soltar e liberar essa energia sexual presa.

— E quanto tempo eu demoraria para me curar totalmente?

— Podem ser dias, meses ou anos, tudo depende de como seu corpo reage à terapia — ele responde — mas existe uma alternativa mais rápida e efetiva, e que muitas vezes gera melhoras significativas desde o primeiro tratamento...

— Uma alternativa? — perguntei curiosa.

— Sim, uma alternativa mais rápida e eficaz — ele disse me olhando com profundidade — porém é muito mais intensa e depende da colaboração total sua e do seu marido... é uma "terapia de dessensibilização intensiva"... e pode não apenas curar seu vaginismo, como transformar completamente sua vida sexual com seu marido...

— Co-como assim? — disse perplexa — como você vai me dessensibilizar?

— Aí é que está — disse ele sorrindo maliciosamente — a dessensibilização não é apenas para você... é para você e o seu marido... e quando terminar, até aquela sua fantasia será possível... e ele vai estar segurando sua mão enquanto você é possuída por dois homens... sem que você sinta qualquer culpa.

— Isso é impossível... como meu marido faria isso? E como isso cura meu vaginismo?

— Seu vaginismo começou porque você não sente mais tesão no sexo do casamento, você quer viver coisas que sente que não pode, então seu corpo foi se fechando e bloqueando toda a energia sexual. Mas você se sentiu excitada ao imaginar a fantasia com dois homens... então só precisa experenciar isso, com seu marido junto, pra se curar... e posso fazer acontecer...

Minha cabeça estava a mil, meu coração batia forte. Uma mistura de dúvida, medo e excitação. Será que aquilo era mesmo possível? Será que José me deixaria dar para dois homens... e ainda me apoiar...?

— E como algo assim poderia acontecer? — perguntei intrigada — meu marido jamais aceitaria.

— Tudo que você precisa fazer é trazê-lo aqui e eu cuido do resto... basta você dizer que deseja realizar sua fantasia e que permite o "tratamento intensivo"...

— Eu... — meu coração batia forte, mas a excitação e curiosidade me dominavam — Eu aceito...

— Ótimo, traga ele aqui amanhã às 19:00 horas, vou preparar uma sessão especial só para vocês... e venha preparada para tornar real tudo que fantasiou...

Eu voltei para a minha casa, a cabeça cheia de pensamentos. Será mesmo que ele conseguiria fazer aquela fantasia se realizar? E ainda fazer meu marido apoiar?

A dúvida era grande, mas resolvi tentar, peguei o panfleto do Instituto Eros e coloquei em cima da mesa da cozinha, aguardando meu marido voltar do trabalho. Quando ele chegou, eu o beijei com carinho e disse que queria conversar com ele.

— Amor... lembra que o médico disse que preciso fazer terapia, talvez ir em um sexólogo? — ele assente em afirmação — Então... depois de pesquisar muito... eu encontrei essa clínica, se chama "Instituto Eros" e dizem que tem um ótimo sexólogo lá... e acho que ele pode nos ajudar, principalmente a me curar do vaginismo...

— É um local confiável amor? — José pergunta preocupado — Quero te ver bem e se isso for ajudar, pode marcar uma sessão.

— É confiável sim, amor... — respondo abraçando ele — e eu expliquei minha situação e já deixei agendada uma sessão para amanhã... que se você topar, podemos ir depois do seu trabalho.

— Pode deixar marcado amor, eu quero que você fique bem logo.

Nos beijamos e ele me abraça forte, mas na minha mente eu só consigo imagina se o que aquele terapeuta falou era verdade... dois homens me devorando... com o José do lado apoiando... um calor de expectativa sobe pelo meu corpo e sinto minha bucetinha quente de tesão.

O dia seguinte se arrastou, a expectativa em mim crescia desde a hora que acordei. No fim da tarde eu tomei um banho demorado, me depilando, imaginando dois homens me lavando, acariciando meu corpo com sabão, apertando meus peitos... esfregando seus paus duros em mim... aquela fantasia não saída da minha cabeça depois da terapia.

Escolhi um vestido preto simples, mas que destacava minhas curvas, com um decote sutil, porém provocante, sem sutiã por baixo, para poder sentir meus peitos livres, e uma calcinha preta de renda. Passo batom, deixando meus lábios mais carnudos, e calço um salto.

Não sei porque me arrumei tanto, mas a expectativa que o terapeuta criou em mim me fazia agir sem pensar.

Meu marido então chega em casa. Deixo ele fazer um lanche tranquilo e digo que temos que estar no local até às 19:00 horas. Enquanto saímos para o carro, percebo meu peito batendo forte de expectativa e, para minha surpresa, consigo sentir um calor entre as pernas, como um tesão que começa a crescer gradualmente.

No caminho seguro a mão de José e beijo sua bochecha enquanto ele dirige, agradecendo por ele ser um marido tão bom e por se preocupar tanto comigo, falando que a terapia será essencial para voltar a ser como no início do casamento.

Chegamos ao local e somos recebidos educadamente pelo Dr. Eduardo, que diz para entrarmos e que nossa sessão será presidida também pelo Dr. Tiago, seu colega terapeuta. José entra e diz baixinho que o local é muito bonito e arrumado. Eu já olho o Dr. Eduardo nos olhos, que me retribui com um sorriso malicioso.

Para minha surpresa, não vamos para a sala que eu havia ido antes, do Dr. Eduardo, mas sim para a sala maior, do Dr. Tiago. O local tem uma iluminação suave que cria uma atmosfera de calma e profissionalismo, embora o meu coração esteja disparado de uma forma que nada tem de calma. Existem poltronas e um sofá no centro, mas do lado direito está um divã, que é um tipo de sofá sem encosto. Uma música ambiente toca bem baixinho ao fundo.

Sentamos em um dos sofás confortáveis e eu me encolho um pouco, buscando a mão de José, que a aperta forte. Os dois terapeutas — homens altos, de vozes firmes e seguras — começam a nos fazer perguntas sobre nossa rotina e como está o desejo entre nós. Eles questionam sobre o meu vaginismo, quando começou e como me sinto.

Eu olho para José com os olhos marejados, demonstrando uma vulnerabilidade que mascara a expectativa e excitação que começou a queimar dentro de mim.

Enquanto José responde a perguntas do Dr. Tiago, o Dr. Eduardo me olha novamente, apontando para Tiago com um olhar, dando a entender que eles prepararam algo... e que eu preciso apenas aguardar.

Depois de respondermos as perguntas, os terapeutas assentem com gravidade, reforçando que meu vaginismo é sério e pode causar muitos problemas se não tratado, ou até uma inflamação futura, transmitindo aquela confiança técnica que transmite convencimento e seriedade. José ouve com preocupação, apertando minha mão a cada momento, como se tivesse medo que algo sério ocorresse comigo. O Dr. Eduardo se inclina para frente, explicando que o tratamento recomendado é intensivo e focado em desbloquear minha resposta sensorial, pois minha energia sexual está bloqueada e não pode sair até o corpo reaprender a relaxar, mas enfatiza que nada funcionará sem o apoio total de José, pois ele precisa ser a "âncora" de segurança para que eu possa acessar um estado de vulnerabilidade e me soltar completamente, sem medos, para quebrar os bloqueios.

José assente preocupado e com um ar sério.

Aquele calor dentro de mim parece ter crescido e minha pele parece mais sensível, ainda mais quando o Dr. Tiago fala em "reconexão primordial" e "terapia intensiva". Eu aperto mão de José com força e ele me olha preocupado.

— Você está bem, amor? — pergunta José com um olhar preocupado.

— Estou sim amor... só me sentindo um pouco vulnerável com a situação... — minto pra esconder a expectativa que sinto pelo que pode acontecer.

— Eu estou aqui com você... vai ficar tudo bem... — ele me consola.

— Obrigada meu amor... me sinto "quebrada"... e só quero voltar a ser sua por inteiro...

O Dr. Eduardo então olha de forma séria e profissional para José, e fala:

— José, o tratamento é um processo gradual e controlado, acontecendo por etapas. Inicialmente precisamos fazer um teste sensorial para descobrir onde estão enraizados os bloqueios da Lídia. Mas como a condição dela é física e emocional, precisamos inicialmente apertar "pontos de sensibilidade e resistência" em áreas de tensão do seu corpo, para verificar se haverá algum tipo de reação ou rejeição. O objetivo é observar como o sistema nervoso da Lídia reage ao contato externo enquanto você da apoio emocional. Não é algo doloroso fisicamente, mas pode desencadear emoções e sensibilidade, pois no vaginismo é comum o corpo rejeitar o toque físico e precisamos verificar isso para desbloquear.

José ouve cada palavra atentamente, sem soltar minha mão.

— Mas para iniciarmos — continua o Dr. Eduardo — vocês dois precisam permitir o exame... e você, José, precisará ser a "âncora" dela neste momento, pois ela estará em uma situação de muita vulnerabilidade e precisará de seu total apoio e suporte emocional.

— Se você estiver preparada, eu permitido, meu amor... — diz José com carinho.

— Estou um pouco insegura... mas quero ficar boa logo amor... — eu respondo, escondendo minha ansiedade — pode começar Dr.

Os Drs. se levantam e me conduzem para o divã na lateral da sala. É um tipo de sofá acolchoado e reto, como um banco sem encosto. O Dr. Tiago me pede para deitar, enquanto se senta atrás da minha cabeça. Já o Dr. Eduardo fica em pé em frente aos meus pés. E José se senta em uma cadeira ao lado do divã, segurando minha mão.

Arrumo o vestido enquanto estou deitada, tentando parecer comportada. Por fora eu demonstro medo e vulnerabilidade, apertando forte a mão de José, mas por dentro meu coração bate forte, ansiosa para descobrir o que os terapeutas prepararam e se realmente o Dr. Eduardo conseguiria cumprir aquilo que me prometeu... seria possível mesmo?

— Vamos começar então? — pergunta o Dr. Eduardo e nós assentimos — Primeiro vamos testar alguns pontos de sensibilidade. Caso você sinta algo diferente, Lídia, não segure... apenas deixe sair... é importante para o tratamento e para desbloquear o que seu corpo está prendendo.

O Dr. Eduardo tira meu salto e começa a apertar meus dedos e pé, como se fizesse uma massagem. Já o Dr. Tiago aperta meus ombros, passando os dedos em meu pescoço e em minhas orelhas. Sinto um calafrio e um calor subindo pelas minhas pernas, meus mamilos endurecendo instantaneamente sob o vestido, mas faço uma cara de desconforto, olhando para José, que segura firme a minha mão.

— José, você percebeu como um simples toque já gera uma reação tão desconfortável na Lídia? — fala o Dr. Eduardo enquanto continua massageando meus pés — Por isso esse exercício inicial é importante para curar o vaginismo, pois é aqui que começa a "dessensibilização" do corpo...

O Dr. Eduardo começa a subir as mãos, apertando minhas canelas até a panturrilha. Já o Dr. Tiago desce as mãos dos meus ombros para os meus braços, os alisando com sua mão quente e forte. Eu solto sons baixos, como se estivesse desconfortável passar por aquilo, mas no fundo aqueles toques estavam me excitando, me fazendo sentir algo que a muito tempo não sentia.

Quando a mão do Dr. Eduardo sobe um pouco para cima do joelho, no início das minhas coxas, eu sinto um calafrio forte e meu corpo da um espasmo automático, um tesão gostoso tomando conta de mim, meus mamilos marcando o vestido e minha bucetinha pisca de prazer. Sem perceber, eu aperto a mão de José com força em reação. Fico preocupada dessa reação fazer José desconfiar e fazer algo, mas ele me olha preocupado, como se estivesse me vendo sentir dor e desconforto. O Dr. Eduardo percebe o olhar e fala rapidamente:

— Está tudo bem Lídia... — disse o Dr. Eduardo me olhando profundamente — o "desconforto" nesse ponto demonstra que estamos perto de uma "zona de sensibilidade". Nesse momento, mesmo que seja desconfortável, você não deve se fechar, apenas deixe a sensação vir e sair...

Ele se vira para José e, com um olhar clínico e profissional, continua:

— José, para continuar o exame será necessário subir um pouco o vestido da Lídia e realizar o "teste de sensibilidade" na região das coxas, além de testar se existem pontos de sensibilidade abaixo do pescoço. Mas como isso pode deixa-la em um estado maior de vulnerabilidade... preciso que vocês permitam que nós continuemos. Se estiverem desconfortáveis, podemos parar por aqui. O importante é que a Lídia se sinta segura para quebrar os bloqueios e que tenha seu suporte para enfrentar tudo isso. Vocês permitem que eu continue?

Eu olho para José, demonstrando vulnerabilidade e apertando sua mão com firmeza e carinho.

— Amor... é desconfortável, mas acho que consigo aguentar... para conseguir ficar melhor pra você... se estiver tudo bem pra você...

— Se você acha que consegue, amor... — respondeu José com um olhar preocupado — vou estar aqui do seu lado o tempo todo, dando todo o suporte que conseguir!

O Dr. Eduardo assente com a cabeça, de forma séria, e delicadamente vai subindo a parte de baixo do meu vestido, até estar cobrindo apenas minha calcinha, expondo minhas coxas grossas. Já o Dr. Tiago abaixa as alças do vestido, no meu ombro, deixando a parte de cima apenas cobrindo meus peitos.

— Como vocês autorizaram o prosseguimento do "teste de sensibilidade", vou realizar o teste de toque na região das coxas e o Dr. Tiago vai realziar o teste na região do busto — disse o Dr. Eduardo em um tom clínico e profissional — Lídia, se você sentir qualquer dor, desconforto ou emoções não segure... deixe-os sair, pois só assim conseguirá quebrar os bloqueios físicos e emocionais que geram o vaginismo...

Ele começa a apertar minhas coxas, observando como eu reajo a cada toque, mantendo um olhar clínico que me faz sentir exposta e desejada ao mesmo tempo. São mãos, quando percorrem a região interna das coxas, geram uma sensação intensa, como se me despertasse de um sono muito longo, fazendo o calor do meu corpo aumentar, pelos pelos se ouriçarem e um formigamento começando a se espalhar por todo o meu corpo.

Já o Dr. Tiago começa a descer as mãos para a região abaixo do pescoço e acima dos meus peitos, descendo elas pela lateral, nas minhas costelas e lateral dos meus peitos.

Minhas pernas tremem levemente e meus mamilos parecem querer furar o vestido enquanto sinto o toque deles. Meu corpo começa a se contorcer levemente. Eu mordo o lábio inferior e solto um gemidinho contido, que estava segurando para não transparecer. Olho para José e aperto sua mão com força. Por dentro um tesão enorme vai me dominando, sinto minha bucetinha quente e molhada, meu corpo arrepia de prazer com aqueles toques, mas faço de tudo para esconder e não demonstrar para José.

Por fora, faço uma cara de dor, apertando os olhos e dentes, olhando para José com um rosto de sofrimento e apertando sua mão. Ele me olha com ternura e preocupação, beija minha mão dizendo que está comigo, que a dor já vai passar. Mas meu corpo começa a se contorcer devagar quando a mão do Dr. Eduardo atinge a parte interna e superior da coxa, até minha cintura se levantar, como se implorasse para ele ir além...

— José, você percebeu como o corpo da Lídia reagiu involuntariamente quando chegamos nesse ponto? — disse o Dr. Eduardo de forma profissional — É como eu suspeitava... como se trata de um vaginismo físico e emocional, a origem dos bloqueios parece estar na região pélvica... É como se nessa região o corpo se fechasse completamente e por isso você não consegue realizar a penetração. Veja que até na parte superior do tronco o Dr. Tiago encontrou pontos de sensibilidade, o que indica que os bloqueios são mais profundos do que pensamos, atingindo todo o corpo... No caso dela, os músculos reagem automaticamente, se contorcendo para bloquear qualquer coisa externa.

José assentia em entendimento, perguntando preocupado o que poderia ser feito e como seria possível quebrar esses bloqueios. Eu apertava sua mão, como se não aguentasse mais sentir dor e suplicasse para poder ficar melhor logo.

— Nesse grau de bloqueio... o "tratamento comum" pode ser bem longo e doloroso... com muitas sessões de terapia para ela conseguir ressignificar as causas que geram os bloqueios — continuo o Dr. Eduardo em tom sério e profissional — o vaginismo dela parece ter raízes emocionais profundas e reagir negativamente com o relacionamento do casamento. Entenda, José, a Lídia te ama muito e não tem culpa do corpo dela reagir assim. Ela quer se entregar completamente a você, mas esses bloqueios não permitem...

— Meu amor, parece ser algo muito sério... — me disse José, com um olhar aflito e preocupado — Dr. Eduardo, você falou que o tratamento "comum" seria demorado e doloroso pra Lídia, não teria algum outro tratamento pra ajuda-la a se curar mais rapidamente, sem tanta dor?

— José, existe um tratamento alternativo... que costuma dar bons resultados desde o início... mas ele é mais "intenso" e pode ser difícil para vocês dois... — disse Dr. Eduardo, olhando José com seriedade — Não é algo que recomendamos normalmente, mas como o vaginismo da Lídia está tão sério... é uma opção para considerarem...

— É sério Dr.? Existe uma alternativa mais rápida? — falou José com um sorriso, ele me olha com ternura e esperança — Ouviu amor? Existe um tratamento que pode ser mais rápido pra te livrar de tanta dor...

Eu dou um sorriso leve pra José, mas usando um rosto de preocupação, enquanto no fundo uma expectativa me consome. Se eles conseguiram apertar apertar meu corpo daquela forma na frente do José... o que mais conseguiriam fazer?

— Sim José, esse tratamento alternativo é muito mais rápido, já vi pacientes quase se curarem na primeira sessão, porém também é muito mais intenso... — disse Dr. Eduardo de uma forma profissional — e não costumamos recomendá-lo porque ele deixa a paciente em um estado muito maior de vulnerabilidade, podendo gerar dores e desconfortos ainda mais fortes... — o Dr. Eduardo agora fala mais baixo e devagar, encarando José com seriedade — porém é algo que muitos casais não estão preparados para encarar... pois exige uma exposição maior da paciente a um "agente externo", enquanto o parceiro precisa ser forte para vê-la com dor e ser sua "âncora" de proteção.

José me olha aflito, acariciando meus cabelos e segurando minha mão.

— Meu amor, não quero te fazer passar por algo tão difícil... — disse José com preocupação e carinho.

— Eu te amo, meu amor... obrigada por cuidar de mim... — respondi — mas essa dor... talvez... talvez eu consiga encarar esse tratamento, pra me curar logo...

— Você tem certeza meu amor? — perguntou José — Ele disse que é algo que te deixa vulnerável e pode causar dor e desconforto...

— Eu sei meu amor... — continuei, olhando para José com carinho e confiança — mas você está aqui comigo... e com você ao meu lado eu consigo enfrentar qualquer coisa...

— Se você acha que consegue... vou estar ao seu lado te apoiando todo o tempo! — concordou José — Dr., o que precisamos fazer?

Meu coração batia forte. Não sabia o que estava por vir, mas não acreditava que José já tinha aceitado irmos tão longe, tudo para me ver melhorar... De um lado eu estava excitada com a expectativa, mas de outro me sentia ainda mais apaixonada por José, como se, de alguma forma, tivesse me lembrado do porque me apaixonei por ele no início e sentia que confiava nesse homem mais que em qualquer um.

— Como os bloqueios da Lídia parecem ter forte conexão com você José — disse Dr. Eduardo — precisamos ultrapassar essas barreiras emocionais e físicas através de um "agente externo", enquanto você, José, da o suporte emocional como âncora, permitindo que a Lídia se reconecte a você sem bloqueios. Neste caso, eu e o Dr. Tiago agiremos como esse "agente externo". Vejam que, como o corpo da Lídia reagiu com mais "dor e desconforto" quando nos aproximamos do tronco, principalmente na região pélvica e busto, precisaremos forçar e quebrar todos os "pontos de sensibilidade" dessas regiões, de modo a permitir que cada bloqueio físico seja quebrado, para também quebrar os bloqueios emocionais. Mas como eu disse antes... isso vai deixar a Lídia em um estado de vulnerabilidade muito maior... pois precisaremos levantar um pouco mais o vestido dela para acessar a área de sensibilidade e expor a parte do corpo que será tratada, além de tocar em áreas que podem ser mais intimas e sensíveis... Vocês autorizam iniciarmos o tratamento? Se estiver muito difícil continuar, podemos parar a qualquer momento...

Eu olho para José com uma mistura de medo e coragem, dando um olhar meio suplicante, como se disse que estou com medo, mas vou enfrentar aquilo para ficar melhor.

— Meu amor — diz José acariciando meu cabelo — se você sentir que é algo difícil, podemos parar aqui, vou apoiar o que você decidir.

— Eu vou enfrentar, meu amor... — respondo — estou com medo... mas sinto que preciso enfrentar isso para ficar boa para você... — Pode começar Dr.!

O Dr. Eduardo confirma com seriedade. O Dr. Tiago, que estava atrás da minha cabeça, desliza as mãos para as minhas costas, puxando-me levemente para cima para que eu arqueie o corpo para frente, enquanto o Dr. Eduardo, com movimentos firmes e clínicos, sobe meu vestido para cima da barriga, cobrindo apenas meus peitos agora, e me deixando apenas de calcinha da barriga para baixo.

Agora meu corpo está escorado sobre o Dr. Tiago, que me abraça por trás, segurando meu corpo com a justificativa de que "essa parte do tratamento pode gerar reações involuntárias, então é preciso dar mais estabilidade para ela". Apesar dele falar isso, consigo sentir perfeitamente algo pulsando nas minhas costas... fazendo minha mente imaginar que aquele homem está me desejando loucamente...

— Muito bem, José e Lídia — continua o Dr. Eduardo — Como vocês autorizaram, vamos avançar para o desbloqueio da região do tronco, iniciando na zona pélvica. Ao mesmo tempo o Dr. Tiago também fará testes de sensibilidade na região do busto, enquanto da suporte para a Lídia. É comum que pacientes com o quadro da Lídia acumulem uma 'couraça' de tensão nessas áreas, o que impede a circulação da energia sexual e libido, por isso podemos esperar que ela tenha reações mais intensas, pode sentir fortes dores e desconforto. Mas não se segure, Lídia, pois o José vai estar ao seu lado o tempo todo e é importante se soltar para o tratamento ser mais eficaz.

Enquanto eu seguro forte a mão de José, eu sinto o calor da mão do Dr. Eduardo subindo desde as coxas, cada centímetro de pele sendo mapeado, e meu corpo reagindo de forma automática, com um estremecimento que não consigo — e não quero — esconder. Meus mamilos estão agora completamente rígidos, pressionando o tecido fino do meu vestido preto, evidenciando que não estou usando sutiã por baixo. Minha respiração torna-se curta, entrecortada, e eu solto um suspiro longo quando os dedos dele roçam a renda da minha calcinha (mas fecho a cara, como se estivesse sentindo dor).

Ao mesmo tempo, sinto a respiração do Dr. Tiago no meu pescoço, sua barba roçando em mim, enquanto suas mão deslizam pelas minhas costelas, indo para a parte abaixo dos meus peitos, até começar a circula-los, os apertando levemente pelas laterais. Quando José olhava para o outro lado ele ainda passa os dedos nos meus mamilos duros, me deixando louca para alguém chupa-los. E, claro, tudo isso enquanto eu sentia seu pau pulsando sob a calça, em minhas costas, lutando para sair.

O Dr. Edurado pressiona uma das mãos sobre a minha barriga, descendo para a região da virilha, enquanto a outra mão aperta minha coxa, indo para a parte interna. Ele sobe a mão da parte interna da coxa, roçando os dedos por cima da minha bucetinha, que nesse momento já deixava a minha calcinha completamente encharcada (mas por sorte, como a calcinha era preta, José não conseguia ver). Meu corpo começa a se contorcer, minha respiração fica mais profunda e solto um gemido. Dr. Eduardo prontamente fala:

— José, você percebeu como a "dor" é muito mais intensa nessa região? Estou tentando quebrar os "pontos de sensibilidade", mas como estamos mais próximos da raiz do vaginismo, o corpo dela está resistindo em defesa, por isso a Lídia está sentindo essa "dor"... Até mesmo o Dr. Tiago está com dificuldades... é como se o corpo da Lídia rejeitasse qualquer "contato externo", por isso a Lídia sentia tanta dor quando vocês tentavam ficar juntos...

— É tão grave assim, Dr.? — perguntou José aflito, apertando a minha mão — Não da pra vencer esses bloqueios?

— O único jeito seria aumentar a "vulnerabilidade" da Lídia, para as defesas internas dela diminuírem e conseguirmos acessar mais intensamente os "pontos de sensibilidade" e causas do vaginismo... — respondeu Dr. Eduardo de forma séria.

— E como seria possível fazer isso? Vai gerar mais dor na Lídia? — questiona José com preocupação.

— Podemos começar tirando a "barreira têxtil" — falou Dr. Eduardo de forma profissional — para deixar o corpo da Lídia mais exposto, o que inconscientemente vai fazê-la sentir mais vulnerável e exposta, mas como você estará ao lado dela dando suporte emocional como "âncora", as barreiras podem se enfraquecer para permitir o acesso externo aos "pontos de sensibilidade". É claro que isso pode gerar mais dor, principalmente emocional, porém será muito mais efetivo, pois vamos abaixar as barreiras que o corpo dela criou.

— O que você acha, meu amor? — me perguntou José, em tom preocupado — parece algo muito difícil para você, mas tem chance de te deixar melhor... o que você decidir eu irei apoiar!

— Parece muito desconfortável meu amor... — respondi, fazendo uma cara de preocupação, mas escondendo minha ansiedade e expectativa — mas acho que consigo aguentar! E com você do meu lado, segurando minha mão, sinto que não estou enfrentando tudo isso sozinha... Dr. Eduardo, vamos tentar...

O Dr. Eduardo assente de forma séria e profissional, balando a cabeça para o Dr. Tiago prosseguir. Primeiro o Dr. Tiago me ajuda a tirar o vestido, puxando-o para cima, revelando meus peitos com os mamilos duros como pedra e me permitindo sentir ainda o contato daquele homem nas minhas costas. Sinto um ar gelado na sala, mas o calor que queima dentro de mim afasta esse pensamento no mesmo momento.

Após isso, o Dr. Eduardo segura as laterais da minha calcinha, puxando ela para baixo devagar, até revelar minha bucetinha depilada e encharcada de tesão. Seus olhos brilham de luxuria, me observando ao longo, mas ele mantém o mesmo comportamento profissional e sério. Só isso já me faz arrepiar completamente.

O Dr. Eduardo começa a realizar movimentos de massagem circulares e firmes na minha virilha, aproximando-se perigosamente da minha bucetinha que já suplicava por ser tocada. Enquanto isso, conversava com José, dizendo que ele precisa ser a "âncora de segurança nesse processo de desbloqueio e reconexão". Enquanto José apertava minha mão e atentamente ouvia o Dr. Eduardo, o Dr. Tiago aproveitava para massagear meus peitos e apertar meus mamilos, me fazendo contorcer e morder o lábio para não gritar.

— José, percebe que nessa região o desconforto da Lídia é quase insuportável? — disse Dr. Eduardo, com a mão em cima da minha virilha — Em razão disso, vou precisar forçar os "pontos de sensibilidade" com mais pressão e intensidade... A Lídia pode apresentar espasmos involuntários ou gemidos de "dor"... mas é apenas o sistema nervoso dela lidando com o bloqueio acumulado... — ele então fala com uma voz mais acolhedora — Isso pode ser muito difícil de observa, José... se quiser segurar da mais apoio para a Lídia agora, ela vai precisar de todo o seu suporto emocional...

José assente preocupado, segura minha mão com firmeza e nós dos nos olhamos nos olhos.

— Amor... — eu disse — acho que só vou conseguir passar por isso se você estiver comigo...

— Vou estar sempre com você, meu amor! — disse José, com um sorriso acolhedor, mas com olhar preocupado.

— Me olha nos olhos... preciso me conectar com você pra me sentir segura e conseguir passar por isso... — eu disse, já esperando que, assim, Dr. Eduardo poderia atingir todos os "pontos de sensibilidade"...

— É claro meu amor... estarei aqui o tempo todo! — disse José.

Com o olhar de José focado em mim, Dr. Eduardo desce as mãos em direção à minha bucetinha, lambuzando os dedos de uma das mãos em minha bucetinha, que não parava de babar de tesão, e os colocando em cima do meu clítoris, começando a massageá-lo com rapidez e ritmo. Já a outra mão ele coloca entre as minhas pernas (que já estavam abertas, exibindo ainda mais minha bucetinha úmida para aquele homem), alisando os lábios da minha bucetinha, até subir três dedos e os posicionar bem na entradinha do meu canal vaginal, os introduzindo devagar, explorando cada milímetro da minha carne lambuzada de tesão.

Eu solto um gemido alto e agudo e arqueio as costas com força, sendo contida pelo Dr. Tiago. Um fogo ainda mais intenso preenche todo o meu corpo. Sinto um calafrio eletrificando cada centímetro do meu corpo. Meus mamilos endurecendo ainda mais. A forma como ele estimulava meu clítoris e me penetrava com os dedos me fazia abrir as pernas ainda mais, desejando que não parasse, desejando que aqueles dedos fossem ainda mais fundo. Minha vontade era gritar para ele enfiar fundo seu pau, me preencher por completo. Eu olho para José com os olhos quase revirando, a respiração agora pesada e audível, enquanto meu corpo, totalmente nu, brilha com o suor da excitação.

Mas o olhar de José em mim me puxava de volta pra realidade. Eu aperto sua mão com ainda mais força, fazendo uma cara de dor intensa.

— "Amor... amor... "doi" tanto... — eu gemo, o corpo contorcendo, minha voz saindo rouca e carregada de uma excitação que tento justificar como dor — Mas... humm... eu realmente sinto algo "quebrando" dentro de mim... hummm... é como se algo que estivesse dormindo dentro de mim, estivesse acordando agora...

— Eu estou aqui com você, meu amor... essa dor já vai passar... — disse José apertando minha mão, com olhar preocupado, acreditando que eu estivesse sentindo uma dor intensa.

Os dedos do Dr. Eduardo sobre meu clítoris ficam mais rápidos e intenso, enquanto sua outra mão me penetra com os dedos e me massageia por dentro do meu canal vaginal. O tesão é forte, meu gemido saem sem que eu controle. Sinto que estou perto de gozar, mas o Dr. Eduardo percebe e diminui os movimentos, apoiando sua mão sobre minha virilha e falando:

— José, veja como o corpo da sua esposa está reagindo bem ao tratamento — ele mantém um tom de voz sério e profissional — A dor foi perceptível e a resposta física foi intensa, mas descobrimos o principal "ponto de sensibilidade" dela e onde estão seus bloqueio. Essa sensação de "algo quebrando" que a Lídia descreveu é um ótimo sinal, pois significa que conseguimos furar parte dos bloqueios para sua energia sexual e libido voltarem sem dor.

— É verdade meu amor... — digo com o peito arfando, ainda desejando que aquele homem continue me masturbando — sinto que a dor está muito menor... acho que estou quase quebrando totalmente essa barreira interna... — olho José nos olhos — sinto que, mesmo que o tratamento doa, realmente posso me curar... para você...

— Estou muito feliz em ouvir isso meu amor — disse José com um sorriso, porém ainda preocupado — é tão difícil te ver sofrendo, mas você foi tão forte!

— Eu me sinto tão exposta... e a dor é forte... — eu digo teatralmente — mas, ao mesmo tempo, é como se eu estivesse finalmente respirando. Sinto que estou apenas a um passinho de me curar...

Vejo que José parece preocupado com meu "sofrimento", apertando minha mão com carinho e acariciando meus cabelos. Sinto que a preocupação e cuidado de José aumentam ainda mais meu amor e paixão por ele, mas aquele tesão ainda percorre todo o meu corpo e minha vontade era ser fodida pelos três ao mesmo tempo. Então Dr. Eduardo fala:

— José, a Lídia parece ter respondido muito bem à "exposição de vulnerabilidade". O que ela descreve é um passo gigante para quebrar os bloqueios e curar o vaginismo. Posso até dizer que ela está muito perto de se curar totalmente. Mas nós já atingimos os limites do tratamento usando os "pontos de sensibilidade"... A parte positiva é que descobrimos que os bloqueios emocionais e físicos dela, que geram o vaginismo, estão claramente associados à genitália e zonas erógenas. Isso acontece porque ela se entregou totalmente a você no casamento, dando tudo que tinha para te deixar feliz, mas em algum momento uma barreira inconsciente foi sendo criada associada ao sexo e a mente dela entendeu que precisava bloquear todos os pontos erógenos para protegê-la, pois os músculos contraem gerando tanta dor no vaginismo e você não consegue nem penetra-la.

— Mas o que ela precisa fazer agora para melhorar, Dr.? — pergunta José aflito.

— Ela poderia manter uma terapia de ressignificação, acompanhada de fisioterapia pélvica, mas pode demorar para se curar totalmente, além de haver a chance dela regredir e o vaginismo voltar ainda mais forte — disse Dr. Eduardo com um olhar sério.

— Ainda tem chance de voltar pior? Meu amor... quando achamos que a cura está perto, você ainda poderia sofrer mais... — responde José aflito, me olhando com preocupação.

— Dr., seu "tratamento de sensibilidade" foi tão eficaz em apenas uma sessão... me fazendo até sentir menos dor... — disse ao Dr. Eduardo, enquanto segurava a mão de José — Não haveria nenhum outro tratamento que realmente possa me curar? Estou cansada de sentir tanta dor... — perguntei, com um olhar triste, quase chorando e José assentindo.

— Lídia, em casos como o seu, que o bloqueio está tão enraizado, ligado ao casamento e em pontos erógenos, os tratamentos comuns, como "terapia de casal" e outros, são mais lentos para surtir efeitos, pois é seu inconsciente quem criou as barreiras. Eu poderia sugerir uma massagem tântrica para aliviar a rigidez dos músculos pélvicos, mas ainda haveria dor quando você e seu marido ficassem juntos, pois é como se o gatilho do bloqueio fosse o contato entre vocês dois...

— Mas Dr., se sou eu quem causa os bloqueios na Lídia... — falou José com olhar preocupado, se sentindo culpado — ela sempre sentiria dor ao ficar ao meu lado?

— Infelizmente sim, José. O inconsciente da Lídia passou a associar você a algo que precisa ser bloqueado, então quando você se aproxima, principalmente no sexo, o corpo dela se fecha completamente, gerando o vaginismo e toda a dor... Por isso é preciso tratar o vaginismo de forma urgente e com cuidado, pois ela te ama e também se sente culpada por não conseguir se entregar a você.

— E se os tratamentos comuns não são tão eficazes, o que nós podemos fazer? — questiona José, agora ainda mais ansioso e preocupado.

— No caso dela, o melhor caminho seria como o que fizemos agora, nos "pontos de sensibilidade", que é permitir que um "agente externo" quebre os bloqueios. Mas como esses bloqueios estão em pontos erógenos, o "agente externo" teria que acessar a origem da dor em um momento de total entrega e vulnerabilidade. De forma simples, é necessário fazer o inconsistente dela parar de associar sexo a dor, pois assim o corpo para de se fechar e de causar o vaginismo. Mas não é tão simples quanto parece, pois você descreveu que quando tentam fazer sexo o canal vaginal da Lídia se fecha, fazendo ela sentir dor e impedindo a penetração. Por causa disso você, José, não conseguiria penetra-la para acessar o "ponto primordial de sensibilidade" e quebrar os bloqueios, então a solução seria realizar o desbloqueio usando um "agente externo" que permita quebrar as barreiras e fazê-la se reconectar a você, sem sentir dor.

José fica com uma cara preocupada e aflita. Ele me olha com os olhos marejados e percebo que ele se sente culpado pelo meu vaginismo e dor.

— Amor... está tudo bem... — digo segurando sua mão — vamos encontrar uma forma de curar... eu consigo aguentar a dor por mais um tempo...

— Mas meu amor... você parece sentir tanta dor por minha culpa... — responde José aflito — me sinto culpado, não consigo te ver passar por tudo isso por minha causa...

— Não é culpa sua meu amor — respondo — sei o quanto você me ama, o quanto cuida de mim... então vamos superar isso juntos...

— Amor, não posso continuar te vendo sofrendo mais, me sinto responsável pela sua dor — José continuou, procurando coragem nas palavras — e o Dr. disse que há um tratamento mais eficaz, então por mais difícil que seja, se você quiser tentar, eu vou estar ao seu lado e te apoiar!

— Eu te amo tanto, meu amor! Obrigada! — eu e José nos beijamos com carinho e afeto — Se você acredita que posso me curar... então também acredito e quero tentar... mesmo que eu sinta muita dor.

— Dr., o que precisamos fazer? — perguntou José.

Meu coração batia forte, meu amor e paixão por José estava ainda mais forte, a confiança e cuidado dele comigo me fazia sentia que poderia me entregar completamente de novo a ele, até mesmo que poderia sentar em seu pau sem nenhuma dor. Mas o tesão ainda dominava meu corpo... e tudo que já tinha acontecido até aquele momento parecia surreal. Eu já havia sido apalpada por dois homens, masturbada, quase gozando... e tudo na frente de José... mas no fundo eu queria ir até o fim, sabe o que aconteceria a partir de agora.

— José, Lídia, a decisão que estão tomando é muito madura e consigo ver o amor e preocupação que vocês tem um pelo outro. — disse o Dr. Eduardo — Para efetivar esse tratamento especial a Lídia precisaria se entregar para um "agente externo" enquanto você, José, a da suporte emocional, sendo a âncora que ela precisa. Isso fará com que, no momento em que o "bloqueio for quebrado", as barreiras emocionais dela caiam e o inconsciente dela consiga se reconectar com você, associando você a um local de segurança, amor e desejo. Esse "agente externo" pode ser qualquer homem da confiança de vocês, pois o contato humano e a energia sexual são indispensáveis para atingir o "ponto primordial de sensibilidade" e as barreiras dela, que se fecham ao sexo, possam cair. Mas... caso demorem para fazer isso o corpo dela pode voltar a se fechar... então o momento ideal para quebrar qualquer bloqueio seria agora, que ela já passou por um tratamento intenso de exposição e vulnerabilidade...

Eu olho para José escondendo o desejo que me consome, aperto sua mão e falo:

— Amor... já chegamos tão longe... estou com medo da dor e me sinto insegura... mas se você me apoiar eu sinto que vou conseguir me curar...além de que o Dr. Eduardo e Dr. Tiago são profissionais, então se temos que passar por isso para me curar... é melhor que seja com um Dr...

— Amor, eu... — José fica pensativo, mas olha para minha cara de dor, quase suplicante então confirma — se isso pode te curar e você quer enfrentar a dor, então estarei ao seu lado para te dar todo o apoio que você precisar!

— Se vocês concordam, então vamos começar... — Dr. Eduardo fala em tom sério e profissional — José e Lídia, para chegarmos ao estado de quebrar os bloqueios a Lídia precisa estar em uma situação de exposição e vulnerabilidade completa. Como já fizemos o tratamento anterior, ela já se encontra quase nesse estado. Mas para ultrapassarmos os bloqueios inconscientes dela, nós precisamos fazê-la trazer para fora a energia sexual presa, então precisaremos tocar seu corpo de forma mais invasiva e intensa... até as barreiras caírem. Além de que precisamos estar no mesmo estado dela, então eu o Dr. Tiago também precisamos mostrar essa vulnerabilidade — José assente, com atenção — É um pouco vergonhoso para nós, mas também precisamos estar pelados... porém como isso pode curar a Lídia, vamos fazer esse sacrifício...

O Dr. Eduardo e Dr. Tiago começam a tirar a roupa. O Dr. Eduardo é um homem alto, corpo em forma, coxas grossas, mas assim que tira a calça e cueca seu pau salta para fora completamente duro, com uma cabeça rosada brilhante, me dando uma vontade louca de senti-lo todo em minha boca, lambendo cada centímetro. Já o Dr. Tiago é um homem de altura mediana, pele parda, com uma barriguinha mais saliente, mas quanto ele tira a calça... seu pau é grande, com cabeça roxa, parecendo um cone... e seu saco é enorme, com duas bolas gigantes balançando, me fazendo ficar babando e em dúvida se o que queria chupar primeiro ela seu pau ou suas bolas.

Minha bucetinha já se encharca novamente ao ver aqueles dois homens na minha frente, meus mamilos tão duros que chegava a doer, sentia um calor enorme, me segurando ao máximo para não transparecer para José.

— José, nesse momento você será indispensável para a Lídia conseguir quebrar os bloqueios — disse o Dr. Eduardo — Ela vai se sentir ainda mais vulnerável agora e você precisa ser a âncora e suporte emocional para ela poder se reconectar. Como é algo mais invasivo e intenso... precisaremos estimular os pontos erógenos e a Lídia pode acabar sentindo muita dor por causa do vaginismo... Vocês precisarão ser fortes nesse momento.

José aperta forte minha mão, me olhando preocupado. O Dr. Tiago volta a se sentar atrás de mim, apoiando meu corpo no dele, posso sentir seu pau grande pulsando nas minhas costas. Já o Dr. Eduardo vai em direção aos meus pés, massageia minhas coxas, abre minhas pernas e volta e me masturbar freneticamente. O Dr. Tiago aperta meus peitos com mais força, beliscando meus mamilos duros, pressionando meu corpo contra o dele.

Meu corpo se contorce, meu tesão aumentando sem parar. Minha bucetinha não para de babar e a sinto queimando, suplicando para ser devorada. Sinto o pau do Dr. Tiago roçando em mim por trás, me desejando, aumentando ainda mais meu tesão. Me sinto cheia de luxúria, de desejo, meu corpo vibra de tesão.

Então, sem que eu percebesse, o Dr. Eduardo cai de boca na minha bucetinha, me chupando com gosto, lambendo meu clítoris sem parar, enquanto enfia seus dedos dentro da minha bucetinha molhada, me massageando por dentro. Já o Dr. Tiago, além de apertar meus peitos, também começa a lamber e morder minha orelha, beijar meu pescoço, fazendo movimentos que pressionam seu pau contra meu corpo. Meu corpo estremece todo enquanto sinto aqueles homens me devorando, meu tesão a mil, e não aguento, começo a gemer alto, olhando para José enquanto finjo uma cara de dor, tentando demonstrar que o sofrimento está alto.

— Amor... hummm... dói tanto... — digo tentando disfarçar — hummm... segura forte minha mão... hummm... preciso de você...

— Ela está respondendo bem ao estímulo, José. Os primeiros bloqueios parecem estar cedendo... vocês precisam aguentar firme, mesmo com dor... — disse Dr. Eduardo para manter José focado em mim.

Então percebo o tesão aumentando ao ápice, minha bucetinha pulsando de prazer sentindo aquela língua gostosa me chupando, meus mamilos sendo apertados, meu corpo contorcendo e o gozo chegando forte... como a anos não sentia...

— Ahhhhhhh... — grito alto e gozo forte na boca do Dr. Eduardo, meu corpo contorcendo, minha cintura subindo e apertando a cabeça dele na minha bucetinha com minhas pernas, enquanto apertava a mão de José com força — hummm...

Eu olho para José, meus olhos cheios de lágrimas que finjo ser da dor, mas na verdade era um conjunto de fortes emoções tomando conta de mim. Meu corpo vibrava extasiado, um prazer e relaxamento enorme me dominando. Ao ver os olhos preocupados de José, dou um sorriso leve com lágrimas caindo dos olhos.

— Amor... doeu tanto... — falo, os olhos marejados e um corpo relaxando e pesado, enquanto José aperta minha mão — Mas senti como se um "nó" fosse desfeito dentro de mim... a dor sumiu quase totalmente... sinto que estou quase lá...

— Meu amor... — fala José, com lágrimas começando a brotar nos olhos — sinto muito por você ter que passar por tudo isso... eu te amo...

— Eu também te amo tanto... — falo e José me beija, alisando meus cabelos e limpando as lágrimas dos meus olhos — sinto que estou quase lá... a cura... ela está perto...

Dr. Eduardo então se levanta, dando tempo para eu me recuperar sem quebrar minha conexão com José. Ele encosta na minha bucetinha e percebe que a sensibilidade já diminuiu, então fala:

— José, agora que os bloqueios da Lídia caíram a os mecanismos de defesa do vaginismo estão baixos, precisamos começar o estágio final. Pode haver ainda mais dor nesse momento, mas é neste ponto que a reconexão será possível. Você precisa ser o ponto seguro para ela voltar sem dor, a âncora de proteção.

O Dr. Eduardo coloca uma camisinha, puxa meu corpo mais para baixo, abre e segura minhas pernas, e coloca a cabecinha do seu pau na entradinha da minha bucetinha, passando o pau como um pincel. Meu corpo reage, se contorcendo, implorando para ele enfiar logo. Então ele coloca a cabeça e sem esforço algum seu pau desliza inteiro pra dentro do meu canal vaginal. Sinto ele entrando todo, minha carne molhada envolvendo seu membro, o chupando como se necessitasse daquilo a tempos. Dou um gemido gostoso, mas olho para José com cara de dor e ele aperta minha mão com carinho.

O Dr. Eduardo começa a socar devagar, mas como seu pau estava deslisando fácil para dentro, ele logo aumenta o ritmo, socando fundo, minha buceta insaciável o engolindo todo. Sentir aquele pau entrando gostoso me faz lembrar do início do meu namoro com o José, de como ele era safado e adorava gozar dentro de mim. Mas ver José do meu lado enquanto aquele homem me fode com força é uma sensação indescritível... queria gritar para José como estava gostoso ser fodida na frente dele, confidenciar a ele como sentia aquele pau entrando, falar que sentia o pau do Dr. Tiago se esfregando em mim, e que adorava como ele apertava meus mamilos... colocar pra fora como me sentia uma putinha e vadia... como adorava ser desejada e devorada por dois homens...mas, nesse momento, não podia mostrar nada daquilo...

O ritmo do Dr. Eduardo aumentou, percebi que ele estava quase gozando, mas eu estava imersa naquele prazer e não queria que ele parasse... não até eu gozar de novo... mas não deu outra, ele gozou forte, socando forte em seus últimos instantes. Ele tirou o pau devagar e pude ver a camisinha cheia de porra. Imaginei que seria delicioso ele gozando em mim, me dando todo aquele leite pra beber, enquanto limparia seu pau com minha língua. Mas o Dr. Eduardo pisca para mim e da um sorriso malicioso.

— José, Lídia, infelizmente não consegui quebrar a raiz do "ponto primordial de sensibilidade" — disse Dr. Eduardo cansado — Então vamos precisar do Dr. Tiago para para concluir o tratamento.

O Dr. Tiago se levanta, seu pau enorme babando de tesão, chegando até a pingar. Seu saco balançando deliciosamente. Ele vai em direção aos meus pés e o vejo colocando a camisinha.

— Mas para conseguirmos fazer a reconexão entre vocês, José e Lídia, esse é o momento de estarem mais próximos, para que quanto o bloqueio principal se quebrar a Lídia se reconecte completamente a você José — disse o Dr. Tiago, agora ao nosso lado — José, você vai precisar se sentar aqui na ponta do banco, enquanto a Lídia fica de frente para você — agora José se senta onde o Dr. Tiago estava, enquanto eu viro meu corpo, ficando de joelhos, quase de quatro — Lídia, abrace José e quando sentir o "ponto primordial de sensibilidade" olhe diretamente nos olhos dele, para se conectarem completamente e concluir o tratamento.

Eu abraço o pescoço de José, de joelhos naquele divã, as pernas um pouco abertas, minha bunda empinando. Neste momento o Dr. Tiago chega por trás, passa os dedos na minha bucetinha molhada que suplica pra ser fodida, coloca a cabeça do pau na entradinha e enfia seu pau gigante dentro, que desliza devagar, me abrindo completamente.

Sinto uma dor real, como se estivesse sendo arrobada, minha bucetinha não estava preparada para um caralho tão grosso. Dou um urro de dor, uma lágrima saindo do olho. Aperto o pescoço de José que me beija com carinho, falando que me ama, que está aqui comigo. Eu beijo José com gosto, enquanto sinto aquele pau enorme entrando até o fundo, batendo no meu útero. Dr. Tiago aperta meus peitos, beliscando meus mamilos, enquanto vai socando lentamente, deixando minha bucetinha se acostumar com todo o volume.

Sinto uma mistura de dor com um prazer que nunca senti antes. Aquele pau grosso e grande me abrindo fazia minhas pernas tremerem, mas a dor foi dando lugar apenas ao prazer. Sem perceber eu comecei a rebolar, meu corpo reagindo a ser completamente preenchida, como nunca fui antes. O Dr. Tiago aumentou o ritmo, socando mais rápido e forte. Eu podia sentir seu saco balançando e suas bolas grande batendo em mim, o que fazia meu tesão aumentar ainda mais.

Eu gemia sem parar, sem conseguir me controlar mais, sem conseguir esconder o prazer que sentia. E quando beijava José esse prazer aumentava ainda mais. Ser fodia daquele jeito, com meu marido junto observando tudo, enquanto eu beijava sua boca e gemia gostoso, era uma sensação que não dá para colocar em palavras...

Em um determinado momento, além de estar socando forte me deixando completamente entregue àquele pau, o Dr. Tiago ainda teve a safadeza de enfiar um dedo no meu cuzinho, me arrancando outro gemido alto. Como eu nunca tive curiosidade de dar o cuzinho, nunca deixei José nem encostar lá, mas aquele completo estranho estava estava explorando meu buraquinho sem medo, mas ao invés de dor, aquelas dedadas aumentaram ainda mais meu prazer...

Senti meu corpo começando a tremer, minha respiração ainda mais ofegante, o pau do Dr. Tiago me devorava sem parar, em um ritmo intenso, até que comecei a sentir o meu gozo iniciando...

O Dr. Tiago percebeu e aumentou ainda mais o ritmo, socando rápido e com força. Meu corpo estremeceu, meu coração batendo forte, a respiração entrecortada, uma corrente elétrica passando dos pés à cabeça. Então senti o gozo mais forte e intenso da minha vida...minha bucetinha queimando de prazer... uma contração forte... então grito alto, um gemido forte e agudo preenchendo todo o ambiente...

Meu corpo se contorcendo, o peso do corpo caindo em um abraço forte sobre José, enquanto Dr. Tiago continua socando sem parar, atingindo o próprio orgasmo.

Beijo José com vontade, um beijo de língua, molhado, cheio de desejo, enquanto sinto pulsões intensas no corpo, como se o orgasmo que sentia não acabasse...

Dr. Tiago goza forte, retirando seu pau devagar, com a camisinha cheia de porra quente, enquanto me deixa abraçada com José.

Abraço José ainda mais forte, movendo o corpo para me sentar em seu colo com as minhas pernas abertas, o relaxamento daquele orgasmo intenso me dominando, o suor pingando do meu corpo, minha pele sensível, enquanto o beijo sem parar e ele retribui com desejo, me abraçando, nossos corpos grudados em conexão profunda.

Sinto o pau de José duro sob mim, mas ao invés de dor, sinto vontade de cavalga-lo ali mesmo.

— Amor... eu não sinto mais nenhuma dor... — falo baixinho, a voz rouca e exausta, enquanto passo a mão sobre o pau de José — sou todinha sua de novo...

— Eu te amor tanto, meu amor... — responde José com um sorriso.

Ficamos alguns minutos ali abraçados, enquanto José acariciava minha cabeça e minhas costas.

Meu coração ainda bate forte de excitação por saber que fui devorada por dois homens e que José testemunhou tudo, cada gemido e cada espasmo de prazer que eles me proporcionaram. Um tesão e prazer diferente de tudo que já senti na vida.

Quando levantamos, o Dr. Eduardo e Dr. Tiago já estavam vestidos. José me ajuda a vestir a calcinha e vestido, com todo o cuidado.

— Lídia, você sente que todos os bloqueios foram quebrados? Sente algum vestígio do vaginismo? — pergunta Dr. Eduardo em tom sério e profissional.

— Não, Dr... acho que o vaginismo foi totalmente curado... — respondi, sorrindo e abraçando o José.

— Parabéns, fico feliz em confirmar que o tratamento foi eficaz e conseguiu ajuda-los... — diz Dr. Eduardo — José, sua participação foi indispensável nesse processo, pois foi o fator determinante para o sucesso da cura da Lídia. Sem você ela não teria o suporte emocional aquedado e não conseguiria acessar um estado de vulnerabilidade necessário. O tratamento removeu a 'couraça' que gerava o vaginismo e, como você pode ver, ela se reconectou totalmente a você e ao casamento.

— Obrigado Dr... — eu e José dizemos.

Saímos do consultório e caminhamos em direção ao carro, enquanto me encosto no ombro de José, sem conseguir parar de sorrir. Foi uma experiência inacreditável, mas me sentia uma nova mulher naquele momento e queria que José sentisse isso junto comigo.

Quando entramos no carro eu beijo José com desejo, demonstrando todo meu carinho e gratidão. Sinto minha bucetinha ainda quente, pulsando. A viagem é curta e chegamos rapidamente em casa.

Assim que a porta de casa se fecha e o som do mundo exterior desaparece, eu não perco um segundo, me jogo em direção a José, beijando-o loucamente, lambendo seu pescoço e apertando seu pau.

— Amor... — eu falo olhando para ele de forma safada — agora que fui curada... quero te sentir inteiro... sentir tudo que não conseguirmos em todos esses meses...

Eu tiro a camisa de José, ele tira meu vestido, revelando meus peitos com mamilos durinhos de tesão. Eu o empurro no sofá, beijo sua boca, abro seu cinto, zíper, e tiro seu pau para fora, duro como pedra, babando de tesão. Não perco tempo de começo a chupa-lo sem parar, saciando a vontade de mamar que tive a noite inteira e não pude fazer com os terapeutas. Eu chupo com um tesão que só tivemos na época em que começamos a namorar. Engulo com vontade, enfiando todo na minha boca.

Acabo de puxar sua calça e sapatos, deixando-o completamente pelado no sofá. Então abaixo minha calcinha ensopada na minha bucetinha. Eu vou descendo ela devagar para José apreciar o melzinho pingando, vendo o tesão que estou e que senti. Jogo a calcinha pra ele, que a cheira e lambe safadamente. Subo em cima dele, minhas pernas abertas sobre seu corpo, meus peitos na sua frente. Ele não perde tempo e começa a chupar meus peitos com gostoso... como eu desejava ser chupada assim a noite toda.... sua boca devora meus peitos, chupando e mordendo meus mamilos, enquanto aperta minha bunda.

— HUmmmm... amor.... — gemo com os peitos em sua boca — estava com saudades desse tesão, de ser chupada assim por você... hummm

Então eu beijo sua boca com gosto, um beijo de língua molhado, enquanto seguro seu pau, alinhando ele com a entrada da minha bucetinha. E começo a sentar devagar, fazendo seu caralho ir entrando até o fundo. Sinto que minha bucetinha ainda está um pouco alargada por conta do pau gigante do Dr. Tiago, mas ainda sinto o pau de José me preenchendo. Ele sente como estou molhadinha, lambuzando todo o seu pau, enquanto rebolo loucamente.

Começo a cavalgar em José, fazendo seu pau deslizar até o fundo, meus peitos balando em sua frente, que ele aperta e abocanha, me arrancando gemidos de prazer, que agora posso soltar sem medo.

— Amor... hummm... lá no consultório... eu tava louca pra sentar no seu pau e te cavalgar assim... — falo gemendo.

— Eu também estava louco de tesão, meu amor... hummm — confessa José — te ver sem toda aquela dor... sem o vaginismo... me fez querer te sentir toda...

— Você ficou com tesão... amor? — perguntei com um sorriso malicioso — mas esse tesão foi antes... ou depois... da cura...

José me olha envergonhado, tentando esconder algo. Eu o beijo com desejo, rebolo gostoso no seu pau.

— Amor... você não confia em mim? — perguntei beijando seu pescoço — Você me ajudou tanto... pode me contar qualquer coisa...

— É que... em certo momento... te vendo pelada daquela forma... seus gemidos... meu pau foi endurecendo sozinho... — confessou José, meio envergonhado.

— Você percebeu que eram gemidos... — perguntei incrédula.

— Estamos casados a tanto tempo... sei quando você está gemendo... — falou José — mas sentia que você precisava se curar... que a dor era culpa minha... mas quando te ouvi gemer eu senti que não havia mais dor e que estava sentindo prazer de novo...

— E mesmo assim você tolerou aquilo... por mim? — perguntei, os olhos com lágrimas.

— Eu faria qualquer coisa por você meu amor... e quando percebi que a dor sumiu e virou apenas prazer... também me senti excitado... — confessou José — pois percebi que te ver sentindo prazer também me dá prazer...

Eu o beijei ainda mais, o abraçando com força, agradecendo todo o carinho e confiança que ele depositou em mim.

— Mas... você sentiu prazer mesmo...? — perguntei — mesmo quando eles me penetraram?

— Confesso que... senti mais tesão ainda nesse momento... principalmente quando você começou a rebolar naquele pau gigante... gemendo alto... — confessou José envergonhado.

— Sério amor? — pergunto, um sorriso safado se formando em meu rosto — então seu pau ficou duro... vendo aquele pau monstruoso me abrindo toda...

— Ver sua cara de tesão... seus gemidos fortes... seus peitos balançando a cada socada... foi fazendo meu tesão aumentar sem parar, nem eu mesmo estava entendendo... — disse José.

Eu começo a rebolar gostoso no pau de José, falando como me senti sendo fodida por dois homens, percebendo que o pau dele ficava ainda mais duro quando eu dava detalhes.

— Quando ele socava aquele pau gigante, amor... eu sentia aquelas bolas enormes batendo em mim... hummmm — eu provocava José, testando suas reações — o safado até enfiou o dedo no meu cuzinho, você acredita? — José gemida de tesão enquanto eu o cavalgava e contava os detalhes.

Percebi José começando a gozar, então comecei a rebolar gostoso, falando pra ele gozar forte na minha bucetinha arrombada por dois homens... que a putinha dele estava louca pra sentir seu leite quente...

José gozou forte, como a tempos não fazia. Sentia os jatos fortes de porra quente me enchendo por dentro. Eu o beijo, sem tirar seu pau de dentro da minha bucetinha, deixando-o amolecer ali dentro.

Ficamos abraçados assim por um bom tempo, me sentido totalmente acolhida e desejada por meu marido.

Nessa noite louca, o vaginismo foi embora, a dor desapareceu. Eu realizei o desejo de ser devorada por dois homens, com um bônus de ser fodida por um pau gigante.

E ainda, o mais importante, fiz meu marido descobrir um prazer diferente... de me ver ser usada e fodida em sua frente... e isso me dá muito tesão.

E esse foi o início de muitas outras loucuras que viriam pela frente e que melhoraram completamente nosso casamento.

Até mesmo tivemos a oportunidade de transar de novo com o Dr. Eduardo e Dr. Tiago, mas dessa vez sem restrições... E com o José peladinho e de pau duro assistindo...

Espero poder contar nossas outras aventuras aqui...

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Desejo que minha história tenha lhe proporcionado muito prazer e tesão!

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Se quiserem que eu conte outras histórias, me falem nos comentários.

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