Capítulo 4: A Professora da Escola
Thiago mal se ajeita na cadeira antes de me cutucar, os olhos ansiosos. “E o fazendeiro, seu Alexandre? Como você escapou depois daquela ameaça?” Eu dou um riso rouco, a voz carregada de memórias sombrias. “O dom me tirou da fazenda, rapaz, mas me jogou em outros infernos. Volta comigo pra 73, que te conto a próxima loucura.”
Depois da ameaça do fazendeiro, com o revólver na cintura e a promessa de morte ecoando na minha cabeça, fui morar com meu irmão Heitor. Ele era mecânico, mãos calejadas como as minhas, mas a casa dele era um apertado de paredes finas, o ronco da esposa e do filho enchendo as noites. Desempregado, eu tava à deriva, o dom pulsando como um tambor na minha alma, me deixando inquieto, faminto por ação. Uma tarde quente, o sol castigando a terra seca, Heitor me pediu pra buscar o sobrinho João na escola municipal. “Tá bem,” eu resmunguei, mais pra sair daquela gaiola do que por vontade. Peguei a bicicleta velha e pedalei, o suor escorrendo pelo peito, a camisa colando na pele.
Chegando na escola, o pátio tava vazio, o cheiro de giz e madeira velha pairando no ar. Entregaram João pra mim, um garoto magrelo de sete anos, mas foi quando vi Teresa que o dom acordou. Trinta anos, corpo esguio, cabelo castanho preso num coque severo que parecia gritar repressão, mas os olhos castanhos tinham um brilho que me chamou. Ela tava organizando papéis na sala, o vestido azul simples marcando a cintura fina, os seios pequenos apontando contra o tecido. Quando nossos olhares se cruzaram, senti o poder explodir, uma corrente elétrica me atravessando. O peito dela subiu rápido, os lábios tremendo, e ela deixou cair um livro, o som ecoando no silêncio.
“Você… pode me ajudar com uma coisa na sala?” ela perguntou, a voz hesitante, os dedos nervosos apertando o livro. Eu entreguei João pra um colega dele e a segui, o coração batendo forte, o dom me guiando como um predador. Na sala, o ar era pesado, o cheiro de madeira envernizada misturado ao suor dela. Ela trancou a porta, o clique soando como um convite, e virou pra mim, os olhos arregalados de desejo forçado. “Você me quer, né?” eu rosnei, a voz grave, sentindo o controle me tomar. Ela assentiu, o rosto vermelho, e eu agarrei o cabelo dela, puxando com força, fazendo-a gemer, o som doce cortando o ar.
“Então me mostra,” ordenei, dando um tapa leve no rosto, a bochecha corando instantaneamente, o contraste na pele clara me excitando. Ela caiu de joelhos, as mãos trêmulas desabotoando minha calça, o tecido caindo ao chão. “Porra, Páris…” ela murmurou, os olhos fixos no meu pau duro, latejando na frente dela. Eu ri, puxando o cabelo de novo, guiando-a pra perto. “Chupa direito,” rosnei, dando um tapa na bunda por cima da saia, o som ecoando, a carne macia tremendo sob minha mão.
Ela obedeceu, a boca quente e úmida envolvendo a ponta, a língua lambendo devagar, como se provasse algo proibido. Eu gemi, as mãos apertando o cabelo dela, forçando-a a me engolir inteiro. A garganta apertou, quente e molhada, e ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas cheios de desejo. “Isso, engole tudo,” eu disse, metendo na boca dela, o som molhado enchendo a sala, misturado aos gemidos abafados. A língua dela dançava nas veias, subindo e descendo, as mãos agarrando minhas coxas, as unhas cravando na pele.
Eu a dominei, puxando o cabelo com mais força, fazendo-a engasgar enquanto metia, o pau batendo na garganta dela. “Você é boa nisso,” rosnei, sentindo o prazer subir, bruto e selvagem. Ela olhou pra mim, as lágrimas escorrendo, mas a boca continuava, sugando com fome, o som da saliva ecoando. Puxei o cabelo pra trás, tirando o pau da boca dela, e bati de leve no rosto com ele, o líquido viscoso pingando no queixo. “Abre a boca,” ordenei, e ela obedeceu, a língua para fora, ansiosa.
Meti de novo, mais fundo, a garganta dela se contraindo em volta do meu pau, e ela gemeu, o som vibrando contra mim. O primeiro orgasmo dela veio sem aviso, o corpo tremendo, as mãos agarrando minhas pernas enquanto ela gozava só de me chupar, a buceta visível sob a saia encharcada, o líquido escorrendo pelas coxas. “Porra, você gozou?” eu ri, puxando o cabelo pra ver o rosto dela, vermelho e suado, os olhos vidrados. Ela assentiu, ofegante, e eu a forcei a continuar, metendo com mais força.
O segundo orgasmo dela veio rápido, o corpo convulsionando, um gemido alto escapando enquanto ela chupava, a boca tremendo, o líquido da buceta pingando no chão de madeira. “Mais, Páris!” ela implorou, a voz rouca, e eu a levantei, empurrando-a contra a mesa. Levantei a saia, expondo a buceta rosada e inchada, e esfreguei o pau contra os lábios antes de voltar pra boca. Ela sugou com desespero, as mãos agarrando minha bunda, puxando-me pra dentro. O terceiro orgasmo explodiu, o corpo dela se arqueando, os gemidos abafados pela minha carne, a buceta jorrando mais líquido, molhando as pernas e o chão.
Eu a forcei a se ajoelhar de novo, metendo na boca com brutalidade, o pau batendo na garganta, e ela gozou pela quarta vez, o corpo tremendo descontroladamente, as lágrimas misturando-se ao suor, o prazer a fazendo desmaiar por um segundo. “Você é minha,” rosnei, sentindo o gozo subir. Puxei o cabelo pra trás, tirando o pau da boca, e gozei na cara dela, o esperma jorrando quente, escorrendo pelo rosto, pingando no queixo e nos seios cobertos pelo vestido. Ela arfou, o rosto marcado, os olhos fechados em êxtase, o corpo ainda tremendo do último orgasmo.
A gente se ajeitou rápido, o coração disparado, o cheiro de sexo impregnado no ar. Saímos da sala, João me esperando no pátio, e antes que eu pegasse ele, um Fusca parou. O namorado de Teresa, um delegado de olhar duro, desceu, os olhos estreitados. “Teresa, o que tá acontecendo?” ele perguntou, me medindo de cima a baixo, a mão no coldre. Ela gaguejou, o rosto vermelho, o esperma ainda seco no canto da boca, e eu senti o peso do dom me puxando pra mais encrenca.
Thiago engoliu em seco, o rosto pálido. “Seu Alexandre, você… isso é loucura.” Eu ri, a voz fraca. “Loucura é pouco, rapaz. O dom me dava poder, mas também inimigos. Quer saber o que o delegado fez?” Ele assentiu, hesitante, e eu sorri. “Amanhã te conto, se eu aguentar.”
