Confissões de uma Fisioterapeuta Puta: Velhos Tarados e Cachorros de Rua parte 1

Um conto erótico de RAINHA
Categoria: Zoofilia
Contém 1388 palavras
Data: 02/02/2026 23:07:32

Olá, meus queridos leitores pervertidos e safados!

Eu sou a Patricia, tenho 37 anos, sou solteira e vivo uma vida que vocês nem imaginam. Deixe-me me apresentar direito, porque eu adoro me exibir. Meu corpo é uma delícia de curvas latinas: sou morena, com cabelos pretos longos e lisos que caem até a metade das costas, olhos castanhos penetrantes, lábios carnudos que imploram por algo sujo neles. Meus peitos são enormes, daqueles que transbordam em qualquer blusa, copo G natural, firmes e cheios de veias azuis que pulsam quando estou excitada. Minha cintura é fina, mas minha bunda é gigante, redonda e empinada, do tipo que balança quando ando e faz os homens babarem. Minhas coxas são grossas e macias, perfeitas para serem apertadas, e minhas pernas são longas, terminando em pés delicados que eu adoro enfiar em botas altas de salto. Meço 1,65m, peso uns 75kg, toda distribuída em curvas que me fazem parecer uma deusa do sexo – ou uma puta disfarçada, dependendo do dia.

Moro com minha mãe, a Dona Maria, uma senhora de 60 anos, viúva e devota, que passa o dia rezando o terço e assistindo novelas na TV velha da sala. Vivemos em uma casinha simples numa cidade pequena do interior, daquelas onde todo mundo se conhece e os boatos correm soltos. É um lugar pacato durante o dia, com ruas de paralelepípedo, uma praça central com igreja e um posto de saúde onde eu trabalho. Minha mãe acha que sou uma filha perfeita, dedicada ao trabalho e à família, mas mal sabe ela o que eu faço quando o sol se põe. Eu dirijo um carro velho, um Fiat Uno prata 2010, que comprei usado mas que me leva para todo lado – inclusive para os cantos escuros onde eu me entrego aos meus desejos mais nojentos.

No trabalho, sou a fisioterapeuta concursada mais respeitada da cidade. Atendo no posto de saúde de manhã, ajudando pacientes com dores nas costas, artrite e reabilitação pós-cirurgia. À tarde, faço atendimentos a domicílio, principalmente para os idosos que não conseguem se locomover. Minhas roupas de trabalho são profissionais, mas eu sempre dou um toque safado: uso jalecos brancos justos que apertam meus peitos, deixando o decote generoso à mostra, saias lápis pretas que marcam minha bunda ou calças leggings brancas que grudam nas coxas. Por baixo, calcinhas fio-dental minúsculas ou nada, dependendo do humor. Meus sapatos são scarpins pretos de salto médio, e eu sempre uso brincos grandes e um colar choker preto que me faz sentir como uma escrava disfarçada. Os velhos adoram me ver chegando – e eu adoro o que eles fazem comigo.

Ah, os velhos... Eles são o começo da minha vida dupla. Durante as sessões a domicílio, eu visito casinhas velhas e fedorentas, cheias de poeira e cheiro de urina velha. Os pacientes são senhores de 70, 80 anos, viúvos ou abandonados, com mãos trêmulas e olhos famintos. Eu começo profissional: "Bom dia, Seu João, vamos trabalhar essa perna hoje?" Mas eles sabem o que querem. Enquanto eu massageio suas costas encurvadas ou alongo suas pernas fracas, as mãos deles "acidentalmente" escorregam. Um toque no meu peito, fingindo equilibrar-se; uma palma na minha coxa, subindo devagar enquanto eu me inclino. Eu finjo resistir no começo – "Ah, Seu Manoel, que isso?" – mas no fundo, eu amo. Deixo eles apertarem meus peitos, sentirem a maciez através do jaleco fino. Um dia, com o Seu Alfredo, um velho de 82 anos com Parkinson, ele me puxou para o colo enquanto eu ajustava sua postura. Suas mãos artríticas enfiaram-se no meu decote, apertando meus mamilos até doer, babando na minha blusa. Eu gemi baixinho, sentindo meu grelo pulsar. "Você é uma putinha, né, Patricia?", ele sussurrou com a voz rouca, e eu respondi montando nele ali mesmo na cadeira de rodas enferrujada. Ele me fodeu devagar, seu pau mole e fedorento entrando em mim, misturado com o cheiro de suor velho e remédios. Gozei forte, imaginando o nojo daquilo tudo, enquanto ele me chamava de "minha netinha safada". Depois, limpei tudo e continuei a sessão como se nada tivesse acontecido. Isso acontece com vários: Seu Zé, que me lambe os pés enquanto eu massageio seu ombro; Seu Pedro, que me obriga a chupar seu pau murcho no banheiro da casa dele, cuspindo tabaco na minha boca. Eles me assediam, me tocam, me usam – e eu volto para casa com a calcinha encharcada, fingindo para minha mãe que foi "um dia cansativo".

Mas o dia é só o aquecimento. À noite, quando Dona Maria vai dormir cedo, eu saio para "caminhar e correr", como digo a ela. Coloco uma legging preta apertada que marca minha buceta inchada, um top esportivo que mal contém meus peitos balançando, tênis velhos e saio no meu Fiat Uno, dirigindo para os cantos mais escuros da cidade. A noite no interior é silenciosa, mas cheia de sombras: becos fedorentos atrás do mercado, ruas escuras perto do cemitério, matos altos na beira do rio, ou até banheiros públicos imundos no parque abandonado. É lá que eu encontro eles – os cachorros de rua, vira-latas magros e sujos, com pelagens emaranhadas, cheirando a lixo e urina. Eu os atraio com um pedaço de carne que levo no bolso, agachando-me no escuro e abrindo as pernas. "Vem, vem aqui, seu nojento", eu sussurro, sentindo o coração acelerar.

O primeiro da noite sempre é o mais faminto. Lembro de uma vez, num beco atrás da igreja, onde o chão estava coberto de lixo e poças de mijo. Um cachorro preto grande, com olhos amarelos e dentes podres, veio cheirando. Eu tirei a legging devagar, expondo minha buceta depilada e já molhada dos assédios do dia. Ele lambeu primeiro – língua áspera e quente, raspando meu grelo, misturando saliva canina com meu mel. O cheiro era nojento, de rua suja e podridão, mas eu gemi alto, empurrando a cabeça dele contra mim. "Lambe, seu vira-lata filho da puta", eu disse, sentindo o nojo me excitar mais. Então, me virei de quatro, bunda no ar, e ele montou. Seu pau vermelho e pontudo, babando pré-gozo fedorento, enfiou em mim com força animal. Ele me fodia rápido, arranhando minhas costas com as patas sujas, latindo baixo enquanto seu nó inchava dentro de mim, me prendendo ali no chão imundo. Gozei gritando, sentindo o sêmen quente e viscoso escorrer pelas minhas coxas, misturado com terra e lixo. Mas não parava aí – mais cachorros vinham, atraídos pelo cheiro. Um marrom pequeno me lambeu o cu enquanto o preto ainda estava preso, e depois me fodeu também, seu pau menor mas frenético, me enchendo de mais porra canina.

Outra noite, no mato alto perto do rio, chovia fino e o chão era lama. Eu corri até lá, suada da "caminhada", e chamei um bando de três vira-latas magricelos. Deitei na grama molhada, abrindo as pernas como uma cadela no cio. Eles me cercaram, lambendo meus peitos expostos, meu cu, minha buceta – línguas por todo lado, fedendo a carniça. Um montou meu rosto, enfiando o pau na minha boca, me sufocando com gozo amargo enquanto os outros me fodiam alternadamente. Eu engasgava, vomitava um pouco no chão, mas continuava, o nojo me levando ao orgasmo múltiplo. No banheiro público do parque, que fede a mijo e fezes velhas, eu me tranquei numa cabine quebrada e chamei um cachorro pelo buraco na porta. Ele entrou e me fodeu contra a parede suja, enquanto eu lambia o vaso sanitário imundo, imaginando o quão depravada eu era. Volto para casa de madrugada, fedendo a cachorro e sexo, tomo banho escondido e durmo como um anjo ao lado da cama da minha mãe.

Essa é minha vida dupla, leitores: de dia, a fisioterapeuta certinha que aguenta assédios de velhos tarados; de noite, a puta zoófila que se entrega a cachorros de rua em lugares nojentos. Eu amo o risco, o nojo, a depravação – me faz sentir viva. Se vocês fossem da cidade, talvez me vissem correndo à noite... ou me encontrassem num beco, de quatro, gemendo como uma cadela.

Espero que tenham gostado desse primeiro relato, porque esse vai ser o primeiro de muitos. Tenho histórias ainda mais sujas, mais nojentas, mais detalhadas pra contar... e pretendo compartilhar tudo com vocês, passo a passo, gemido a gemido.

Beijos sujos e molhados da Patricia. Até a próxima, seus tarados. 💦🐕

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