Tive que dar o Cu pro meu Genro Roludo pra salvar o casamento da minha Filha pt 2

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1777 palavras
Data: 23/02/2026 12:13:45
Assuntos: genro, Heterossexual, Sexo

O fim de semana chegou com um calor úmido que parecia grudar na pele, o céu de Cachoeirinha carregado de nuvens escuras que prometiam chuva mas não cumpriam. Paulo, o marido de Rose, voltou da estrada no sábado à tarde, o caminhão estacionado na frente da casa com aquele ronco grave que ela conhecia tão bem. Ele entrou carregando a mochila surrada, o rosto cansado e a barba grisalha mais longa do que ela lembrava, os olhos fundos evitando os dela enquanto jogava as chaves na mesa. "Tô moído, Rose", ele disse, a voz rouca enquanto ia direto pro banho, o cheiro de diesel e suor ficando no ar.

Ela esperou na cama naquela noite, o ventilador zumbindo no canto do quarto enquanto o vestido leve subia nas coxas, o coração batendo com uma mistura de esperança e medo. Fazia mais de dois anos que Paulo não a procurava — a impotência dele tinha virado um silêncio entre os dois, um muro que nenhum deles sabia derrubar. Mas ele só virou pro lado, o ronco pesado dele enchendo o quarto enquanto ela ficava ali, os olhos fixos no teto, o corpo quente e vazio. A promessa que ela tinha feito pro Sérgio queimava na mente dela, o peso da decisão caindo como uma pedra no peito enquanto o sábado virava domingo, e o domingo virava segunda.

Segunda-feira amanheceu com Paulo saindo cedo, o caminhão rugindo na rua antes mesmo do sol raiar, o cheiro de café frio ficando na cozinha enquanto Rose se arrumava. Amanda estava na escola, Larissa no trabalho, e ela ficou sozinha, o vestido azul escuro trocado por um jeans justo e uma blusa leve que marcava as curvas dela, o cabelo loiro preso num rabo de cavalo que balançava enquanto pegava o Palio e dirigia pra oficina do Sérgio. O coração dela batia forte, as mãos suadas no volante enquanto o rádio tocava baixo uma música sertaneja que ela mal ouvia. Fazia tempo que não transava — dois anos, talvez mais —, e o medo crescia a cada quilômetro, misturado com a promessa que ela tinha feito pra salvar o casamento da filha.

A oficina ficava na saída da cidade, um galpão de telhado baixo com paredes manchadas de graxa, o cheiro de óleo e metal quente subindo no ar enquanto ela estacionava o carro na frente, o sol da tarde batendo no capô. O portão já estava fechado, o letreiro de "Fechado" pendurado na corrente, mas ela viu o vulto do Sérgio lá dentro, mexendo num Corolla prata levantado no elevador. Ela respirou fundo, o corpo tremendo enquanto batia no portão, o som metálico ecoando no silêncio.

Sérgio apareceu, o macacão sujo de graxa aberto até o peito, o cabelo preto bagunçado e a barba mal aparada brilhando com o suor. Ele abriu o portão, os olhos escuros fixos nela enquanto franzia a testa. "Rose? Chegou cedo", ele disse, a voz grave enquanto abria passagem, o cheiro dele — graxa, suor e algo mais forte — enchendo o ar enquanto ela entrava, o portão batendo atrás dela com um clang que fez o coração dela pular.

"Eu disse que vinha", ela respondeu, a voz baixa enquanto cruzava os braços, o jeans apertando as coxas enquanto olhava pra ele, o galpão quente e abafado ao redor deles. "Mas antes, a gente precisa conversar. Regras. Ninguém pode saber disso, Sérgio. Ninguém. Nem a Larissa, nem o Paulo, nem ninguém da cidade." Ele assentiu, o rosto duro mas os olhos brilhando com algo que ela não queria nomear. "Tá combinado. Ninguém vai saber. Só eu e tu." Ele deu um passo pra ela, o corpo grande enchendo o espaço enquanto limpava as mãos num pano sujo, o movimento lento e quase ameaçador.

Rose engoliu em seco, o medo subindo pelo peito enquanto assentia, os olhos dela tremendo enquanto falava. "Então tá. Vamos fazer isso." Sérgio jogou o pano no chão, o som seco ecoando no galpão enquanto abria o zíper do macacão, o tecido caindo até a cintura enquanto tirava o pau pra fora. Rose congelou, os olhos arregalando enquanto via o tamanho dele — enorme, desumano, uns 27 centímetros de comprimento, grosso como o pulso dela, as veias pulsando visíveis sob a pele escura, a cabeça inchada brilhando com o calor do dia. Era assustador, maior do que qualquer coisa que ela tinha visto ou imaginado, e o medo dela virou um nó na garganta enquanto dava um passo pra trás.

"Meu Deus, Sérgio...", ela murmurou, a voz tremendo enquanto olhava pra ele, o coração batendo tão forte que doía. "Vai devagar, por favor. Eu... eu nunca levei algo assim." Ele riu baixo, o som rouco enchendo o galpão enquanto segurava o pau com uma mão, o membro pulsando enquanto dava um passo pra ela. "Eu vou devagar, Rose. Mas tu vai ter que se acostumar. Chupa primeiro, vai ajudar." Ele apontou pro chão, o tom firme mas com um toque de paciência que ela não esperava.

Rose hesitou, o corpo tremendo enquanto se abaixava devagar, os joelhos batendo no concreto frio do galpão enquanto olhava pro pau dele, tão grande que parecia impossível. Ela segurou as bolas dele com as duas mãos, as palmas dela suadas sentindo o peso delas, grandes e cheias, enquanto tentava abocanhar a cabeça, os lábios dela se abrindo ao máximo mas sem sucesso. Era grosso demais, duro demais, e ela mal conseguia passar da ponta, a boca dela esticando enquanto engasgava, os olhos marejando de esforço. "Relaxa a garganta, Rose", ele disse, a voz rouca enquanto dava dicas, a mão dele no cabelo dela guiando ela devagar. "Respira pelo nariz."

Ela tentou, o calor dele enchendo a boca dela enquanto chupava o que conseguia, a língua dela deslizando na cabeça enquanto segurava as bolas, o gosto salgado dele misturado com o medo que ainda queimava no peito. "Como a Larissa aguentava isso?", ela pensou, a vontade de perguntar subindo mas morrendo na garganta enquanto ele gemia baixo, o som grave ecoando no galpão. Depois de uns minutos, ele puxou o cabelo dela, os olhos escuros brilhando enquanto falava. "Tá bom, Rose. De bruço no capô agora."

Ela levantou, as pernas tremendo enquanto ia pro Corolla prata, o capô quente contra as mãos dela enquanto se deitava de bruço, o jeans aberto por ele com um puxão rápido, a calcinha branca caindo nas coxas enquanto ele cuspia na mão e esfregava no pau, o líquido brilhando na cabeça inchada enquanto alinhava na entrada dela. "Vai devagar, Sérgio", ela pediu de novo, a voz tremendo enquanto virava o rosto, os olhos azuis arregalados de medo enquanto sentia a pressão dele contra ela.

Ele empurrou aos poucos, o pau enorme forçando caminho na buceta dela, a carne dela se abrindo devagar enquanto ela gritava, o som ecoando no galpão enquanto agarrava o capô, as unhas arranhando a pintura. Não tinha entrado nem metade — uns 13 centímetros, ela calculou —, e já era o limite dela, o corpo dela tremendo enquanto ele enfiava e tirava, o pau grosso esticando ela como nunca antes. "Tá doendo, Sérgio... por hoje esse tanto dá", ela disse, a voz rouca enquanto olhava pra ele, o suor escorrendo pelo rosto dela enquanto ele assentia, o rosto duro mas concordando.

"Tá bem, Rose. Só esse tanto hoje", ele disse, mas metia com força aqueles 13 centímetros, os quadris dele batendo nas nádegas dela enquanto ela gemia de dor, o corpo dela balançando no capô, o metal quente contra o peito dela enquanto tentava aguentar. Fazia dois anos que não levava nada, e agora isso — metade de um pau desumano, maior que qualquer coisa que o Paulo já teve, mesmo antes da impotência. Ela aguentava por Larissa, o pensamento da filha queimando na mente dela enquanto os gemidos escapavam, o medo misturado com a dor que não parava.

Mas depois de muitas estocadas, algo mudou. O calor subiu pelo corpo dela, a dor virando um prazer estranho, quente, que ela não esperava. Ela gemeu mais alto, os quadris dela começando a se mexer contra ele enquanto o corpo dela traía ela, o prazer crescendo forte demais pra ignorar. Sérgio percebeu, os olhos escuros brilhando enquanto ria baixo, o pau metendo com mais intensidade aqueles 13 centímetros, o som molhado enchendo o galpão enquanto ela gozava, o orgasmo vindo em ondas, um atrás do outro, diferente de tudo que ela já tinha sentido com Paulo nos anos de casada.

"Meu Deus... Sérgio...", ela gemeu, o corpo tremendo no capô enquanto gozava de novo, o prazer explodindo nela enquanto ele metia mais forte, o pau grosso pulsando dentro dela enquanto ela gritava, as unhas arranhando o metal. "Tá gostando agora, né, Rose?", ele disse, a voz rouca enquanto segurava os quadris dela, o suor pingando na bunda dela enquanto metia. "Da próxima vez eu coloco tudo. Tu vai aguentar." Ela não respondeu, o prazer e a dor misturados enquanto gemia alto, o corpo dela se rendendo enquanto ele anunciava. "Vou gozar, Rose."

Ele saiu dela rápido, o pau enorme pulsando enquanto despejava uma quantidade absurda de porra em cima dela, o líquido quente jorrando nas costas dela, na bunda, escorrendo pelas coxas enquanto pingava no chão do galpão, um rio branco que não parava. Rose ficou ali, ofegante no capô, o corpo tremendo enquanto sentia a porra escorrer pelas pernas, o volume dele pingando na coxa dela enquanto tentava se levantar, as mãos trêmulas pegando um pedaço de estopa na bancada pra se limpar. Ela esfregou a pele, o líquido grosso grudando na estopa enquanto olhava pro chão, o rastro de porra marcando o concreto como uma prova do que tinha acabado de acontecer.

Sérgio sentou numa cadeira, o pau ainda semi-duro pingando enquanto limpava as mãos no macacão, os olhos escuros fixos nela enquanto ria baixo. "Gostei muito, Rose. Tu é boa pra caralho. Amanhã tu vem de novo, hein?" Ela acenou, a voz sumindo enquanto vestia o jeans, o corpo quente e dolorido enquanto saía do galpão, o portão batendo atrás dela com um som que ecoou na cabeça dela.

Em casa, ela tomou banho, a água quente lavando a porra e o suor enquanto se deitava na cama, o ventilador zumbindo no canto enquanto olhava pro teto. O pau destruidor do Sérgio queimava na mente dela — os 27 centímetros, a grossura, o prazer que ela não queria sentir mas sentiu, os orgasmos que explodiram nela como uma tempestade. Paulo não a tocava há dois anos, e agora isso. O que ela faria dali pra frente? O medo ainda estava lá, mas o desejo também, um nó que ela não sabia desatar enquanto o sono vinha, pesado e cheio de sonhos que ela não queria lembrar.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 307Seguidores: 416Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Muito bom, Gabriel. Como sempre, aumentando a pressão a cada capítulo que passa. O amigo sempre faz isso muito bem.

Agora dá para entender porque Rose fez o que fez. Dois anos sem transar, marido brocha. Po, marido vai e deixa por isso mesmo. Não pensa na mulher, nas necessidades dela. Simplesmente aceitar se brocha. Nem vai atrás de saber se é algum problema contornável, nem nada. É lamentável.

Nota 10 e três estrelas...

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