Minha Mãe Me Levou Numa Psicóloga Ninfomaniaca - Pt 1

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 3644 palavras
Data: 23/02/2026 12:41:18
Última revisão: 23/02/2026 12:54:45

O eco delicado de saltos Schutz de doze centímetros cortou o silêncio do corredor climatizado quando a Dra. Lara Lobo saiu em direção à recepção. Morena, quarentona, com aquela segurança no passo que só vem de anos na profissão — e de um corpo que não precisava de apresentação.

— Lucas e Tânia? — ela chamou, sorrindo ao entrar na sala de espera. — Boa tarde. Sou a Dra. Lara Lobo.

Tânia se levantou primeiro. Loira, decotada numa blusa de seda off-white que mal continha os seus tesouros, estendeu a mão com uma segurança calorosa. — Muito prazer, doutora. — O sorriso dela era daqueles de pasta de dente de comercial de TV, perfeito, luminoso.

— Se quiserem me acompanhar até meu consultório, podemos começar a sessão.

Lucas seguiu as duas mulheres pelo corredor de piso frio em porcelanato, os olhos passeando — quase sem querer, quase — de uma bundona balançando para a outra. Os saltos das duas faziam um CLAC CLAC CLAC discreto e hipnótico no piso, como metrônomo de um ritmo que ele não conseguia tirar da cabeça.

*Meu Deus,* ele pensou, *como essa mulher anda assim.*

O consultório era espaçoso, neutro, com aquele cheiro suave de difusor de ambiente que relaxa até os mais tensos. Um sofá de couro bege, duas poltronas, uma mesa de vidro e muito silêncio acolhedor.

— Sentem-se aqui no sofá, por favor — disse a Dra. Lara, acomodando-se na poltrona à frente. Ela olhou direto para Lucas, percorreu-o rapidamente dos olhos para baixo e voltou ao rosto dele com um sorriso clínico e cúmplice ao mesmo tempo. — Lucas, sou sexóloga clínica com especialização em dinâmicas entre mães e filhos adultos. Sua mãe marcou essa consulta porque entende que há algumas questões para trabalharmos juntos. Isso está correto, Tânia?

— Isso — respondeu a mãe, apertando a mão do filho com firmeza.

A doutora consultou a prancheta. — Lucas, aqui diz que você acabou de fazer dezoito anos. Isso procede?

— Sim, senhora. Semana passada.

— E você, Tânia, tem... trinta e oito?

— Exato.

— Qual é a composição da família? Quem mais mora na casa?

Tânia se ajeitou no sofá. — Meu marido, Danilo. Tenho também uma filha de treze anos, a Heloísa, e uma recém-nascida, a Clara.

— Então Lucas é o mais velho e o único menino.

— Isso.

— Tânia, que tipo de comportamento você tem observado que te preocupa?

A mãe suspirou levemente. — Bom... pego o Lucas me encarando, sabe? Os seios, as pernas. Entendo que é natural até certo ponto, mas parece que virou uma... obsessão. Sei que ele se masturba muito, e outro dia o flagrei tentando me espiar enquanto eu me trocava.

A Dra. Lara anotou algo. *Interessante. Clássico padrão de fixação materna com base em privação de limite afetivo-corporal.* — Com que frequência você diria que ele se masturba?

— Três a cinco vezes por dia, pelo menos.

A doutora levantou os olhos para o rapaz. — Lucas, essa estimativa da sua mãe soa realista?

Ele encolheu os ombros, vermelho até a raiz do cabelo. — Hm...

Tânia apertou-lhe a mão outra vez. — Pode falar. Fica tranquilo, filhão.

A Dra. Lara suavizou a voz. — Lucas, o que for dito aqui não sai dessas quatro paredes. Sigilo total. Tudo que discutirmos — ou fizermos — aqui fica entre mim, você e sua mãe. Entende?

— Sim, senhora.

— Então, voltando: três a cinco vezes ao dia, procede?

— Procede.

— E o que passa pela sua cabeça nesses momentos?

— Ah... coisas de sexo.

— Você imagina que está transando com sua mãe quando se masturba?

*Ai, meu Deus,* pensou Tânia, contraindo levemente o ventre enquanto aguardava a resposta do filho.

— Às vezes.

A doutora não desviou o olhar. — E nas outras vezes? Imagina outras coisas — beijá-la, amassar os peitos dela, chupar os mamilos talvez?

Lucas assentiu, mal conseguindo manter o contato visual. — As duas coisas.

— Algo mais?

— Às vezes imagino ela... me chupando — ele confessou com esforço.

Tânia soltou um suspiro pequenino e desviou o olhar para a janela.

A doutora anotou com entusiasmo contido. — Então você fantasiza que sua mãe está te fazendo um boquete?

— É.

— Tenho mais algumas perguntas sobre essas fantasias. Quero que seja o mais honesto possível — isso é fundamental para montar o plano terapêutico. Combinado?

— Sim.

— Quando você fantasia que está transando com a sua mãe, você imagina que está fazendo *ela* gozar? — A doutora pausou, os olhos fincados nos dele. — Você a imagina gemendo de prazer? Gritando? Cravando as unhas nas suas costas enquanto o seu pau está dentro dela?

Lucas abriu a boca e não saiu nada por um segundo.

A Dra. Lara se levantou e veio sentar ao lado dele, de modo que ficou espremido entre as duas mulheres no sofá. Pousou a mão no joelho dele com leveza terapêutica. — Faça o possível para responder, Lucas. São perguntas necessárias.

— Imagino sim. Às vezes ela fica em cima de mim, às vezes de quatro na minha frente.

— Ah, então você também fantasia com diferentes posições?

— É.

— Quando você goza, na fantasia você goza dentro dela ou prefere vir no rosto, nos peitos?

— Nos dois — ele admitiu, a voz quase um fio.

A doutora fez mais uma anotação e virou para a mãe. — Tânia, pela sua observação, o que mais fascina o Lucas em você?

— Definitivamente os peitos.

— Você está amamentando, certo?

— Sim.

— O Lucas costuma aparecer enquanto você amamenta a Clara?

— Não incentivo, mas ele aparece bastante, é verdade.

A Dra. Lara encarou o rapaz com um sorriso direto. — Porque dá chance de ver os peitos da sua mãe, né, Lucas?

— É — ele respondeu, desta vez sem pestanejar.

— E ver os peitos dela enquanto ela amamenta te deixa com tesão?

— Fica — ele admitiu.

A doutora desviou o olhar para o decote de Tânia com uma apreciação profissional — e não só profissional. — Imagino que os seus seios cresceram bastante no último ano, Tânia.

A mãe riu baixinho. — Bastante é pouco. Acho que nunca foram tão grandes.

— Pelo que estou vendo aqui, você está no mínimo num G... H?

— Oitenta e cinco H — Tânia confirmou, com um sorrisinho de quem já ouvia isso com frequência.

— *Mamma mia,* que peitos extraordinários — a doutora exclamou, genuína. — Para montar um plano de intervenção preciso, quero avaliar a velocidade de resposta erétil do Lucas ao estímulo visual. Você toparia ficar só de sutiã, Tânia?

— Claro. Se ajudar, faço o que for preciso.

— Ótimo. E antes disso, Lucas — preciso que você se levante e tire toda a roupa.

— Toda? Fico... pelado? — ele disse com aquela voz de quem sabe que vai encarar algo grande.

— Isso. Precisamos observar a resposta corporal completa, e para o teste de funcionamento sexual que vou realizar, você precisa estar sem roupa. — O sorriso dela era de quem já viu centenas de rapazes nessa situação. — Não tem vergonha nenhuma nisso, filhão. Somos só nós três aqui, e já fiz esse teste em centenas de jovens da sua idade, sempre na presença da mãe. Agora levanta e tira tudo.

— Tá bom.

Ele se levantou e começou pelo camisão. As duas mulheres assistiram em silêncio apreciativo.

— Hmm. Que torso, Lucas. — A doutora lançou um olhar a Tânia. — Você tem um filho muito bonito, Tânia. Entendo por que as outras mães ficam babando.

A loira sorriu com orgulho. — Não é pra menos. Todas as mães do colégio comentavam.

— E agora a cueca, Lucas. Sem cerimônia.

Ele puxou a cueca para baixo e as duas mulheres ouviram aquele silêncio de fração de segundo que precede a surpresa.

— Nossa — a Dra. Lara disse suavemente. — Está bem acima da média. Tânia?

— Concordo plenamente — a mãe respondeu, corando ligeiro.

— Vamos os dois ficarem de frente um para o outro, com um braço de distância... perfeito assim. Agora, Tânia, pode tirar a blusa devagar.

A mãe começou a desabotoar a seda branca. *Não acredito que estou fazendo isso,* ela pensou, *mas o coração não tá conseguindo ser contra.*

— Nossa, mãe... — Lucas murmurou quando os peitos dela surgiram contidos num sutiã de renda branca, tamanho oceano, cheios de leite represado por cima das taças bordadas.

— Que sutiã lindo, Tânia — a doutora comentou. — Esse rendado, os painéis de tule... e esse volume transbordando por cima dos copos — como é que você consegue segurar tudo isso?

Tânia riu. — É um esforço diário, juro.

*Ele tá ficando duro rápido demais,* a Dra. Lara pensou, observando a transformação óbvia que acontecia à frente das duas. — Tânia, vê como a reação dele foi imediata?

— Nossa — a mãe sussurrou, olhos arregalados.

— E olha que curva levinha pra cima... perfeita. Esse formato com esse comprimento é o sonho de qualquer mulher. A curvinha certa para estimular o ponto G com precisão cirúrgica. — Só de imaginar, as bucetas das duas latejaram discretamente por baixo das calcinhas. — Lucas, você tá bem? Pareceu tonto.

— Foi um segundo só. Desculpa.

— Normal. Muito sangue descendo de uma vez. Mas olha — completamente ereto já. — As duas mulheres ficaram um instante apenas olhando, como quem não quer ser flagrada admirando uma obra de arte. O pau dele se projetava firme para cima com aquela curvinha de dar inveja a qualquer escultor, a glande já com uma gotinha de pré-gozo brilhando na ponta.

— Você tá linda nesse sutiã, mãe — Lucas disse com uma coragem que surpreendeu até ele mesmo.

— Obrigada, filho. — A voz de Tânia saiu mais macia do que ela planejava.

— Tânia, senta aqui do meu lado e vamos começar o teste de funcionamento sexual. — A doutora deu uma palmadinha no sofá ao lado dela. Tânia sentou e os peitos balançaram generosamente com o impacto, as taças do sutiã brigando com a tarefa impossível de contê-los. — Perfeito. Lucas, vem aqui na nossa frente, assim... ótimo. — Ela pegou os óculos na mesinha de apoio. — Agora vou examinar bem de perto.

— Preciso fazer alguma coisa?

— Nada. Fica aí parado e bonito enquanto sua mãe e eu te avaliamos.

*Ele tá monstrão,* Tânia pensou, sem conseguir desviar os olhos do filho. *Quando foi que isso aconteceu?*

— O primeiro check é a rigidez. — A Dra. Lara explicou enquanto envolvia a glande dele com as pontas das unhas compridas vermelhas. — Eu empurro o pau pra baixo assim e um boner saudável volta sozinho... assim. — Ela soltou e as duas viram a rola dele disparar de volta pra cima como mola.

— Meu Deus! — Tânia sufocou uma exclamação.

— Ereção forte, ótima rigidez. O formato com curvinha ascendente é exatamente o que as mulheres preferem — garante gozadas de corpo inteiro, aquelas que deixam as pernas bambas. — A doutora pausou para apreciar. — Lucas, você tá bem? Pareceu tonto.

— Foi um segundo só.

— Normal. Agora o teste de sensibilidade. Tânia, você vai chegar pertinho e soprar ar quente bem abaixo da cabeça dele — aqui, no freio. — Ela indicou com a ponta de uma unha cor-de-vinho.

— Assim? — Tânia apontou com a unha comprida cor-de-rosa quente.

— Exatamente isso. Pode começar quando quiser.

A mãe se inclinou, o rosto a uns oito centímetros do pau ereto do filho. Ficou assim um instante apenas — observando as veias que cruzavam o comprimento dele, a glande roxa e brilhante de vontade — e soprou. *Fffffffffff... fffffffffff... ffffffff.*

— Aahhh — Lucas gemeu, sentindo o pau tremer.

— Tá vendo como tá pulsando, Tânia? — a doutora disse suavemente.

— Tô — a mãe respondeu, e soprou de novo. *Fffffffffff... ffffffff...*

— Porra, mãe — ele gemeu, recuando um passo.

— Não recua — a Dra. Lara disse com firmeza. — Nunca foge do prazer, por mais intenso que seja. Volta aqui.

— Tá.

*Fffffffffff...* A doutora observava o freio pulsando e contrair a cada sopro quente. *Fffffffffff... ffffffff.*

— Muito bem. Agora a próxima etapa. Lucas, sua mãe e eu vamos percorrer todo o seu pau e seus bagos com as pontas das unhas. Você não pode recuar. Se sentir que vai gozar, avisa. Temos técnicas para segurar. Entendido?

— Sim, mas e se eu precisar...

— Se chegar perto do gozo, avisa. Sabemos como parar. — Ela sorriu com autoridade profissional.

As duas mulheres começaram devagar, traçando as unhas ao longo do comprimento quente e pulsante dele, roçando levinho nos bagos, desenhando círculos macios na glande. Era o tipo de toque que deixa um homem maluco sem nem precisar apertar nada.

— Tá gostando, filhão? — Tânia perguntou, sorrindo pra cima dele enquanto roçava a ponta da unha na cabeça úmida.

— Tô sim — ele suspirou.

As duas sorriam, os olhos oscilando entre o pau dele e o rosto, medindo o prazer como instrumentos de precisão.

Lucas engasgou, tentou recuar — e a Dra. Lara segurou firme nos bagos dele, puxando-o de volta. — Vai gozar, Lucas?

— Sim... tô chegando — ele murmurou todo trêmulo.

— Tânia, você sabe a técnica do aperto?

— Na base da glande, né?

— Isso. Bora aplicar.

Lucas observou a mãe posicionar o polegar no freio do seu pau e o indicador na cabeça. Ela aplicou um aperto firme, mas cuidadoso. — Perfeito — a Dra. Lara explicou. — Tânia fechou a uretra de você, então o gozo não vai conseguir escapar. Assim podemos continuar tocando e apertando sem você gozar.

— Tá — o rapaz ofegou.

Com a mão livre, Tânia envolveu um dos bagos grandes e lisos do filho com as pontas dos dedos. — Não consigo imaginar como seriam esses aqui se ele não se masturbasse tanto — ela comentou.

— Vamos massagear — disse a Dra. Lara, alcançando por baixo e tomando o outro testículo na palma da mão.

Lucas gemeu enquanto as duas apertavam e puxavam os bagos dele, as unhas compridas afundando na carne sensível repleta de esperma. As duas assistiam ao rosto dele se contrair de prazer enquanto faziam seu trabalho com maestria.

Juntaram os bagos, envolvendo o saco escrotal entre as palmas, rolando as bolas de uma mão para a outra através da pele fina. Lucas suspirou e sorriu com um prazer que ia além de qualquer coisa que ele já tivesse sentido.

— Meu Deus — o adolescente sortudo murmurou. Se a mãe não estivesse com o aperto firme na ponta, ele já estaria esporrando agora.

— Você tá indo muito bem, Lucas. A maioria dos rapazes não aguenta até aqui na primeira vez sem gozar — você não tem nada do que se envergonhar — disse a Dra. Lara, então destampou o frasco de lubrificante com o polegar. — Agora sua mãe e eu vamos aplicar lubrificante aquecido na sua rola.

— Com a mão? — ele perguntou.

— Com as mãos, sim. Sua mãe e eu vamos trabalhar juntas para te masturbar até o orgasmo. Não se preocupe com a rapidez — temos muita experiência em fazer isso, então provavelmente você não vai durar mais de um minuto. Vai enquanto aguentar.

— Tá bom.

— Aqui, Tânia — a doutora disse, espremendo uma quantidade generosa de lubrificante na mão da mãe e depois na própria. — Pode soltar o aperto agora. Vamos cobrir bem, depois combinamos como posicionamos as mãos pra ordenhá-lo direito.

As mãos bonitas das duas faziam sons obscenos e cremosos enquanto escorregavam pelo pau dele, espalhando o lubrificante com esfregões longos e úmidos do topo à base.

Tânia estava em estado de êxtase absoluto. — Meu Deus, acho que nunca senti uma rola tão dura assim na minha vida — ela confessou, quase sem querer.

— *É* uma ereção e tanto — a Dra. Lara concordou, apertando o punho com força ao redor da base. — Dizem que a rola dura de um jovem é como um prédio — a resistência e o poder de toda a estrutura dependem de uma fundação sólida. Tânia, desce a mão aqui e sente toda essa musculatura inchada na base.

Tânia deslizou o punho até a raiz do pau grosso do filho. — Jesus, não consigo nem fechar a mão em volta — ela disse, corada.

— A fundação da ereção dele é extraordinariamente forte. Vai suportar uma trepada muito intensa e muito profunda sem o menor esforço — disse a Dra. Lara com aquela voz clínica que escorregava quase sem querer para o campo do desejo.

Lucas olhou pra baixo, assistindo as mãos bonitas das duas subirem e descerem na sua rola, as alianças de casamento delas cintilando a cada movimento. As duas se revezavam na cabeça, apertando e puxando a superfície roxa e brilhante com aquelas mãos lubrificadas.

Sua mãe olhou para cima com aquele sorriso materno caloroso que quase o fazia gozar só de ver.

— Você já mediu a sua rola enquanto tava bem dura assim? — a Dra. Lara perguntou.

— Uma vez.

— E?

— Uns vinte e três centímetros — ele disse.

Os mamilos de Tânia endureceram por baixo do sutiã. — Meu pai do céu. Isso é quase oito centímetros a mais que o meu marido — ela disse, completamente atônita.

— Olha, Lucas, aviso amigável — disse a Dra. Lara, os olhos subindo para os dele com um brilho que já não era só profissional. — Uma rola desse tamanho vai te fazer foder muito.

— Você acha?

Tânia sorriu pra cima dele, ansiosa para confirmar. — Pode apostar, meu bem. A gente sabe do que tá falando.

A Dra. Lara se reposicionou, preparando-se para uma ordenhada séria. — Tânia, você fica bombeando na base e eu cuido da metade de cima.

— Tá... assim? — ela perguntou, começando a esfregar.

— Não sei. Lucas, como tá?

— Incrível — o adolescente ofegou.

— Mmm, olha como nossas mãos estão trabalhando em uníssono — disse a Dra. Lara, bombeando a metade superior do pau com o punho escorregadio. — Puxando e apertando com torções perfeitas.

— Ah, caralho, sim — ele suspirou, então desviou os olhos para o decote monstruoso da mãe. O sutiã mergulhado estava dando a ele uma visão de uma quantidade de peito balançando que ele nunca tinha visto na vida real.

Tânia encontrou os olhos dele e sorriu. — Tá bom, filhão? Tá gostando de como a gente tá trabalhando a sua rola?

— Tô sim — ele gemeu, sentindo a cabeça latejando.

— Não é incrível, Lucas? — disse a Dra. Lara. — Duas mães gostosas te punhetando enquanto você olha lá pra baixo nos nossos decotes?

— Tô me sentindo muito bem.

— Quero que você feche os olhos. Vamos fazer um exercício de visualização que vai fazer você gozar mais forte do que já gozou na vida inteira — disse a Dra. Lara

Lucas fez o que mandaram, fechando os olhos com força.

— Ótimo. Agora quero que você imagine que acabou de chegar da escola. Você abre a porta e sua mãe está lá te esperando — completamente nua.

O corpo do rapaz estremeceu de excitação. Ver aquilo fez Tânia sentir uma quentura irresistível no peito, e ela encostou a mão livre no abdômen liso e firme do filho. A língua deslizou lentamente pelo lábio superior enquanto os olhos dela subiam com fome pelo torso quente do menino.

As duas mães continuaram trabalhando o pau dele com punhetadas firmes e escorregadias enquanto a doutora prosseguia com o exercício de visualização.

— Você contempla o corpo liso e gostoso da sua mãe. Os peitos enormes dela pendurados, os mamilos grossos e duros, pedindo pra ser chupados — disse a Dra. Lara, sentindo a rola dele contrair na mão em reação às palavras.

— Ela te pega pela mão e te leva para o quarto dela. Você assiste ela se ajoelhar na cama e abrir as pernas lindas bem devagar... tão abertas que você mal consegue acreditar — ela continuou, trocando um sorriso cúmplice com Tânia. — A buceta dela tá aberta pra você. Pronta, Lucas. Pronta pra envolver o seu pau grosso — disse a Dra. Lara com uma emoção genuína na voz.

— Ah, meu Deus — o adolescente murmurou, o coração quase saindo pela boca.

— Sente, Lucas — a doutora continuou. — Sente a buceta dela apertando e sugando você, banhando a sua rola nos líquidos quentes dela!

— Ah, vou esporrar! — o rapaz gemeu de repente.

As duas intensificaram as punhetadas. A Dra. Lara já tinha punhetado pau o suficiente na vida para saber que tinha uns dez segundos. — Fode ela, Lucas! Fode a buceta da sua mãe com força e vontade!

— Ahhhh sim! — ele assobiou, os joelhos tremendo.

A Dra. Lara olhou rápido para Tânia. Sabia que tinha poucos segundos antes da erupção. — Quer dividir essa carga comigo pra não sujar tudo, Tânia?

— Engolir? — a mãe perguntou. — Ah... claro, né, pra não fazer bagunça desnecessária, né?

— Tô gozando! — o rapaz gritou.

Tânia se inclinou pra frente, sem parar de punhetar, — Tá bom, vamos lá... — ela disse, fechando os lábios arredondados em volta da glande no exato momento em que o primeiro jato de porra disparou.

— Mmmnnghh! — a mãe gemeu, sentindo a boca encher instantaneamente com o líquido quente e doce do filho.

— Uuhhggh! — ele urrou, soltando mais um jato.

A glande escapou da boca dela, porra escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto ela tentava engolir tudo de uma vez.

Antes que a Dra. Lara conseguisse assumir, um fio grosso de sêmen disparou da ponta do pau de Lucas e aterrisou direto no decote de Tânia, escorregando para dentro do vale entre os peitos repletos de leite.

A doutora sugou com gula, a língua com piercing enrolando em círculos ao redor da glande, esfregando a cabeça e deixando a gozada escorrer pela garganta.

Ela percebeu que Tânia havia encostado o rosto de volta ao lado do dela. — Posso pegar mais? — a mãe perguntou com uma necessidade crua e honesta no olhar.

Tânia substituiu a boca da doutora pela sua e terminou o serviço. Por um bom dois minutos ela sugou com força a cabeça do filho, a língua comprida e experiente de mãe dando voltas e mais voltas ao redor dela.

— Nossa, que coisa boa — Lucas ofegou, finalmente. A doutora tinha razão. Foi o gozo mais forte da vida dele.

A Dra. Lara sorriu para ele. — Você se saiu muito bem, Lucas. Podem se vestir agora.

Depois de arrumados, a Dra. Lara voltou para a poltrona à frente dos dois. — Com base nas minhas observações e nos resultados do teste de hoje, vou elaborar um plano de tratamento diário para o Lucas seguir. Tânia, vai precisar da sua participação também, então sugiro que façam em casa quando estiverem a sós.

— Geralmente é logo depois da escola — a mãe disse.

— Perfeito. Quero vocês de volta aqui daqui a uma semana para avaliarmos o progresso. — A doutora sorriu com satisfação genuína.

— Maravilhoso. Não tenho palavras para agradecer por ter nos atendido hoje — disse a mãe feliz.

— Mmm, foi um prazer enorme.

— Pra mim também — Lucas disse com um sorriso, fazendo as duas mães caírem na risada.

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