Eu Sou a Cadela do sítio – Histórias Nojentas da Paola PARTE 2

Um conto erótico de RAINHA
Categoria: Zoofilia
Contém 1010 palavras
Data: 02/02/2026 23:35:05

Oi, seus putos nojentos e tarados de merda, aqui é a Paola de novo, a cadela mais imunda e sem limites que vocês já viram. Depois daquela primeira suruba animal que eu contei, eu fiquei ainda mais viciada nessa porra toda. Meu corpo tá sempre suado, fedendo a porra canina seca, mijo velho e buceta no cio constante. Hoje eu tô vestida como a puta de cadela que sou: uma coleira de strass brilhante apertando meu pescoço, uma corrente fina pendurada nos peitos enormes e balançando, e aquelas tiras de strass enroladas nas pernas grossas até as coxas, terminando em saltos plataforma de acrílico altíssimos que me fazem andar rebolando como uma vadia de rua. Sem calcinha, sem nada, só pele suada, buceta inchada pingando e cu já arrombado pronto pra mais.

A casa tá uma zona do caralho: chão grudento de porra seca misturada com mijo velho, colchões velhos jogados na sala e nos quartos, cheirando a mofo, suor e sêmen animal. Teias de aranha, poeira grossa, manchas amarelas de urina em todo canto. Perfeito pro tipo de depravação que eu vivo agora. Os três vira-latas – o preto, o marrom e o manchado – viraram meus machos oficiais. Eles me seguem pra todo lado, latindo e babando, pau vermelho já saindo da bainha só de me verem de quatro.

Começou na sala mesmo. Eu me joguei de quatro no colchão fedorento que tava jogado no chão, bunda empinada, pernas abertas, corrente balançando entre meus peitões. "Vem, seus cachorros filhos da puta! A cadela tá no cio de novo, quer pau e mijo o dia todo!" O preto veio primeiro, como sempre o mais agressivo. Ele enfiou o focinho na minha buceta, lambendo tudo com aquela língua áspera e quente, raspando no clitóris até eu gemer alto. "Isso, lambe essa buceta fedida, seu vira-lata nojento!" Depois ele montou, o pau grosso e babando entrando de uma vez, me arrombando sem dó. "Aaaah caralho, fode forte, seu puto! Enche essa puta de porra canina!"

Ele bombava rápido, o nó inchando dentro da minha buceta, me travando ali enquanto gozava jatos quentes e grossos de sêmen. Eu sentia o líquido viscoso enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. Enquanto tava presa no nó, o marrom veio pela frente, lambendo minha boca aberta. Eu enfiei a língua na boca dele, chupando a saliva fedorenta, lambendo os dentes amarelos, sentindo o gosto de ração velha e porra seca. "Beija essa vadia, seu cachorro imundo! Me dá tua baba nojenta!" Ele babava na minha cara, eu engolia tudo, gemendo enquanto o preto ainda pulsava dentro de mim.

Quando o nó soltou, saiu um jorro de porra canina misturada com meu mel, pingando no colchão. Eu rolei de costas, pernas escancaradas, e chamei o manchado. "Vem mijar em mim primeiro, seu safado!" Ele subiu no meu peito, pau apontado pro meu rosto, e soltou um jato forte de mijo quente e amarelo direto na minha boca aberta. Eu bebi como uma cadela sedenta, gargarejando, deixando escorrer pelos peitos, pelo pescoço, molhando a coleira de strass. "Delícia, caralho! Mija mais, enche essa boca de xixi fedido!" Enquanto mijava, eu masturbava a buceta, gozando esguichando mijo meu misturado com o dele.

Aí veio a surpresa que deixou tudo melhor ainda: uma cadela apareceu do nada no quintal e entrou pela porta aberta. Uma vira-lata magra, preta com manchas brancas, no cio também, buceta inchada pingando. Ela latiu pra mim, cheirou minha buceta melíflua de porra e veio lamber tudo. "Olha só, uma cadelinha safada pra brincar comigo!" Eu a puxei pra cima de mim, deitei ela de lado no colchão imundo e comecei a lamber a buceta dela, enfiando a língua fundo, chupando o mel dela enquanto os machos latiam ao redor.

O preto montou na cadela enquanto eu lambia, fodendo ela bem na minha cara. Porra dele pingava na minha boca, eu chupava tudo, lambendo a buceta dela e o pau dele ao mesmo tempo. "Fode ela na minha frente, seu puto! Me deixa provar a porra dos dois!" A cadela gemia, eu enfiava os dedos na buceta dela enquanto lambia, e o marrom veio mijar nas minhas costas, quente escorrendo pela bunda.

Depois eu virei de quatro de novo, a cadela debaixo de mim, lambendo minha buceta enquanto o manchado me arrombava o cu. "Fode meu cu, seu vira-lata filho da puta! Enquanto a cadelinha lambe minha buceta suja!" O nó entrou no cu, me travando, e ele gozou rios de sêmen quente dentro do meu reto, vazando pra fora, pingando na boca da cadela que lambia tudo. Eu mijei forte no focinho dela, ela bebendo meu xixi como se fosse leite.

A suruba rolou pela casa toda: no colchão da sala, eu de quatro sendo fodida por dois ao mesmo tempo – um na buceta, outro no cu – enquanto a cadela lambia meus peitos e eu chupava a boca dela; depois no quarto, deitada no colchão velho fedendo a mofo, os três machos mijando em cima de mim em revezamento, eu abrindo a boca pra receber jatos quentes, engolindo, cuspindo de volta na cara deles; no corredor, eu de bruços no chão grudento, a cadela montada na minha cara, esfregando a buceta molhada enquanto os machos gozavam nas minhas costas, porra escorrendo como glacê nojento.

Terminei a tarde coberta de cabeça aos pés: rosto lambuzado de baba de cachorro, boca cheia de gosto de porra e mijo, buceta e cu escorrendo sêmen grosso e viscoso, corpo brilhando de urina seca e fresca, peitos vermelhos de chupadas e mordidas. A cadela deitou do meu lado, lambendo meu rosto, e eu abracei ela como minha parceira de putaria. "Boa menina, agora a gente é as cadelas da casa. Vamos foder todo dia assim, sem parar."

Se vocês gozaram com essa continuação nojenta, comentem aí, seus tarados imundos. Digam o que querem na parte 3 – mais cadelas, mais mijo bebido direto da fonte, mais arrombamento duplo, ou quem sabe envolver os outros animais de novo. Aqui não tem limite, só depravação pura. Beijos fedorentos da Paola, ainda pingando porra canina e mijo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive RAINHA a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

você chamou seus leitores de tarados imundos. Eu não sou muito tarado mas sou um pouco imundo. Eu gosto do seu estilo de escrever.

0 0
Foto de perfil genérica

algumas vezes você diz que é a Paola, depois na outra história diz que é a Patricia, eu fico cãofuzo

0 0