Chegando em casa depois do meu treino, ainda com roupinhas de academia. Um shortinho vermelho de lycra, meus cabelos loiros pretos num rabo de cavalo, um Nike nos pés e meu fone de ouvido escutando Thiaguinho.
Abrindo a porta da geladeira pra beber uma água. Com os pezinhos sambando no chão curtinho o meu pagodinho.
Vinte e poucos aninhos, 1,55 de altura, loirinha com carinha de patricinha mimada. A pele bronzeada de sol, toda suadinha do treino na academia, com o shortinho de lycra apertado e a bundinha rebolando dançando distraída.
Baixinha, mas CAVALA. A cunhadinha gostosa que sempre provocava dentro de casa. Foi assim que o meu cunhado me viu, aparecendo na cozinha. De costas, rebolando e cantando. Toda empinadinha com o rabo virada na direção dele.
Meus peitinhos quicando dentro do meu top vermelho. As coxas grossas e roliças saltitando e sambando de costas. A cinturinha fininha e uma raba de 98 de quadril mastigando o meu shortinho deixando ele todo enfiado.
Vou postar umas fotos com esse shortinho vermelho de lycra no meu Telegram @bunnycontos pra vocês visualizarem melhor a cena. Vou postar uns vídeos dançando assim.
O shortinho enfiado, as poupinhas da minha bunda pulando pra fora, os peitinhos chacoalhando no meu top e a carinha de ninfeta safada querendo rola. Com a bucetinha marcando na parte da frente do shortinho. Toda rachada e dividida na lycra apertada.
Quem quiser pode pedir no meu email bunnycontos@gmail.com que mando esses vídeos de shortinho ou peladinha também kkkkk gosto de provocar os meus leitores tarados. E sei que ajuda a imaginarem melhor os contos
A visão do meu cunhado tarado, me vendo empinada na porta da geladeira. Bebendo água e dançando. Inclinada com o corpo pra frente e a bundinha pro alto. Toda a visão do meu rabo enorme naquele shortinho vermelho de lycra.
Quebrando o quadril de um lado pro outro. Subindo e descendo até o chão. Parecendo uma cachorra no baile funk. Sentindo um tapa estalado na minha bunda me pegando de surpresa.
PLAFT!!!
Dei um saltinho de quase derramar a garrafa de água no chão. Me virando de frente e levando um susto com ele me olhando. A cara de tarado e o sorriso de cafajeste. Me encarando de frente e deslizando as mãos pela minha cinturinha.
Me a agarrando e me prendendo na porta da geladeira. Ele muito mais alto e eu toda baixinha, olhando de baixo pra cima. Presa e com tesão. Sentindo um ar de dominador querendo me comer todinha.
A minha bucetinha pulsando dentro do meu shortinho. O meu coração acelerado. O rosto dele se aproximando e me beijando. Sem falar nada. Só me agarrando e me beijando.
Eu sempre provocava ele de roupinhas curtas dentro de casa. Acho que a visão do rabo da novinha naquele shortinho de lycra foi a gota d'água pra ele me agarrar. Tirando a garrafa d aminha mão e me puxando pra mesa da cozinha.
Me chamando de gostosa, apertando a minha bunda.
- É assim que você vai pra academia?
- Ainnn... Uhuuuummmmmm....
- Gostosa.... Olha o tamanho desse shortinho... Não tem vergonha não?
- Nauuummm....
Eu respondia toda manhosa. Ele abria um sorriso de tarado, me olhando de baixo pra cima.
- Você gosta né putinha? Gosta de provocar... Gosta os machos te olhando...
Eu nem falei nada, só fiz um "sim" com a cabeça concordando
- Então fala que você é a vadiazinha da academia
- Eu sou a vadiazinha da academia
- Você é.... E você gosta de se prestar a esse papel... Gosta que batam punheta pra você?
- Gosto, me dá tesão
- É? Quer que eu bata uma punheta pra você?
- Quero...
- Agora?
- Agora seu safado...
- Então cadê essa bunda, mostra essa bunda pra mim
Ele falava isso já abrindo o zíper da calça, com a pressa de um tarado punheteiro...
Eu me virei de costas, ficando inclinadinha, debruçada na mesa da cozinha. O shortinho vermelho de lycra todo apertado e sendo mastigado pelo meu rabo. As poupinhas da minha bunda de fora. A minha pele suadinha e bronzeada.
As mãos dele apertando com vontade, de afundar os dedos no meu rabo carnudo.
PLAFT!!!
Um tapa estalado na minha bunda, me fazendo dar um saltinho de putinha assustada.
- Que rabo gostoso sua piranha CAVALA!
- Ainnnnn... Hunnnnnnn...
Eu só gemia manhosa, toda ofegante. Olhando pra trás, por cima dos ombros. Com carinha de ninfeta safada cheia de tesão. Empinando mais a bundinha, pra deixar aquele tarado me apertar com vontade.
O jeito de dominador dele me agarrando. Me xingando com uma voz rouca de comedor de novinhas
- Fala que é uma vadiazinha fala...
- Ainnnnnn... Não sei...
- Fala, sua gostosa... Eu sei que você é...
- Sou... Sou uma vadiazinha
- Vadia gostosa!!!
Ele falava isso apertando a minha bunda com mais vontade. Uma mão agarrada no meu rabo e a outra batendo uma punheta de pau na mão.
- Aaah sua vadiazinha, gosta de mostrar esse rabo né?
- Gosto seu safado! Seu Punheteiro!
- E você gosta de chupar um pau gosta?
- Gosto
- Claro que gosta... Porque você é uma vadia! Cada pau que você chupa, você aceita que é só uma vadiazinha chupadora de rola
Ele falou isso caminhando até a minha frente, segurando a minha cabeça e passando a rola no meu rostinho. Meu cunhado tarado realmente tava transtornado de tesão
- Fala que é uma chupadora de rola. fala
- Eu sou uma chupadora de rola
Eu falava isso, olhando ele nos olhos. Ele me encarava de volta com um sorriso de canalha dominador. Me empurrando pra baixo. Me botando ajoelhadinha na frente dele. Esfregando a batendo a piroca no meu rostinho.
Meu dominador segurou firme a minha cabeça e empurrou a pica na minha boquinha. Segurando a minha cabeça e fudendo a minha boca como se fosse uma buceta
- Então chupa pau sua vadiazinha, chupa.... Você chupa pau! Toda cavala desse jeito, mas você chupa pau!
Ele falava isso completamente transtornado. Tarado, dominador e se deliciando com aquela putaria.
Eu nem conseguia responder ou falar nada com uma rola na minha boca. Olhando pra cima e mamando uma rola, como uma putinha submissa. Sendo tratada de um jeito que eu nunca tinha sido. E isso deixava a minha bucetinha babada de tesão.
A mão dele segurando aminha cabeça, fazendo movimentos pra frente e pra trás. Botando a cunhadinha gostosa pra mamar. Toda patricinha, toda CAVALA, toda com carinha de mimada. Mas eu tinha virado uma putinha submissa.
Descabelada e me babando de escorrer pelo meu queixo. Sendo xingada e apanhando de pau na cara. Adorando me sentir dominada daquele jeito. Olhando pra cima com carinha vadiazinha com tesão. Me sentindo uma chupadora de rola
EU SOU UMA CHUPADORA DE ROLA!!!!
Sentindo ele me segurar e me puxar pra cima. Em pé, me virando de costas debruçada na mesa. Mas dessa vez, puxando o meu shortinho pra baixo e empurrando meu ombro pra frente.
Inclinadinha com o corpo pra frente, SEM DOBRAR OS JOELHOS. Com os cotovelos na mesa e na pontinha dos pés. Empinada e de pernas semi abertas. Completamente dominada e entregue na mão daquele tarado dominador.
Com o shortinho arriado nos meus joelhos. Olhando pra trás, com os olhinhos lacrimejando da mamada e meus cabelos loiros toda descabelada. Esperando pica, querendo ser devorada na mesa da sala.
PLAFT!!!
Um tapa estalado na minha bundinha, um olhar de cafajeste e a cabeça da piroca fazendo pressão na minha bucetinha por trás. Uma mão no meu ombro e a outra segurando firme a minha cinturinha. Empurrando pica e me dando trancos.
Me fodendo gostoso do jeito que eu merecia...
PLOC PLOC PLOC PLOC das bolas batendo na minha bunda. TEC TEC TEC TEC da mesa balançando a cada tranco.
- Ainnnn ainnnnnnnnnnnn ainnnnhêêêêênnnnn
Dos meus gemidinhos suspirando manhosa levando rola por trás. Debruçada apoiadinha nos cotovelos, jogando a bundinha pra trás e aguentando um caralhão grosso alargando a minha bucetinha apertada.
Sendo puxada pelos cabelos e levando tapas na bunda. Sendo xingada e fodida como uma PUTA. E adorando isso...
- Vadia gostosa! Piranha da bunda grande!
- Ainnn ainnnn me fóóóódiiinnnn... Ainnn me fóóóóódiiiiiiiiiimmmmmm
- Quer pica, vadia? Então toma! Toma! Toma! Toma!
- Ainnnnn ainnnnnnnnnnnnnnnnnnn safááááádoooonnnn... Ainn me coooooooooomemmmmmm!!
Ele me comeu... Com força e com tesão...
PLOC PLOC PLOC das bolas batendo a cada cravada na minha bucetinha. Não era uma transa de namoradinhos. Ele me socava com força e me dava tapas de tarado na minha bunda. Era carnal. Era tesão!
Eu me sentia uma vagabunda. E queria me sentir assim mais vezes... No findo, ei merecia de tanto provocar com aqueles shortinhos enfiados rebolando pela casa.
Levando trancos e revirando os olhinhos. Sendo atropelada por trás. Acho que só durou unas cinco minutos. Mas foram cinco minutos de piroca com força, deixando a minha bucetinha feliz.
Eu gozei toda empinadinha. Eu gozei rebolando na pica. Eu gozei como uma puta e merecia ser tratada assim...
Espero que tenham gostado e gozado com o conto de hoje. E quem quiser as minhas nudes ou vídeos de sexo dos contos, é só pedir nos meus contatos. Posso mandar no zap pra vocês
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