Minha Filha Quis Treinar As Amigas Dela Para Fuder E Me Convidou Para Ser a Piroca De Teste - PARTE 5

Um conto erótico de PicaDeTeste
Categoria: Heterossexual
Contém 3423 palavras
Data: 23/02/2026 14:46:33
Última revisão: 23/02/2026 14:52:07

Obs: voltei um pouquinho pra relembrar vocês dos acontecimentos anteriores e também pq quis descrever melhor a cena da chegada deles na casa da Katia… então não estranhem. Espero que gostem:

PARTE 5

A casa da Kátia era exatamente do jeito que eu imaginava que seria. Não. Era melhor. Muito melhor.

Ficava num condomínio fechado na Barra da Tijuca, daqueles com segurança armada na portaria, câmeras por todo lado e casas que custam mais do que eu vou ganhar em três vidas. O porteiro mal olhou minha identidade antes de liberar a entrada - Kátia já tinha avisado que receberia visitas.

"Relaxa, pai," Larissa disse do banco do passageiro. Ela tinha insistido em eu dirigir, dizendo que eu precisava "sentir o controle". Não sei se ela estava falando do carro ou da situação. "Vai ser incrível. Você vai ver."

Ela estava usando um vestido azul marinho de alcinhas finas que mal chegava na metade da coxa. Salto alto. Cabelo solto. Maquiagem discreta mas caprichada. Ela parecia uma mulher indo pra um encontro. Não minha filha indo pra uma orgia com as amigas e o próprio pai.

A casa da Kátia era a última do quarteirão, ainda mais isolada que as outras. Três andares de vidro, concreto e madeira cara. Uma piscina enorme iluminada por baixo da água, emitindo aquele brilho azul-turquesa que só piscina de rico tem. Jardim impecável. Garagem pra pelo menos seis carros.

"Caralho," murmurei enquanto estacionava.

"É. Os pais da Kátia são tipo... podres de ricos," Larissa explicou. "O pai dela tem umas empresas de importação e exportação. A mãe é cirurgiã plástica das celebridades. Por isso a casa vazia o tempo todo. Eles viajam mais do que ficam aqui."

Antes mesmo de a gente sair do carro, a porta principal se abriu. E lá estava ela.

Kátia.

Meu Deus do céu.

Ela usava um vestido preto colado no corpo, daqueles que não deixam absolutamente nada pra imaginação. Tomara que caia, terminando bem acima do joelho. Salto agulha vermelho. Cabelo loiro claro preso num rabo de cavalo alto. Batom vermelho escuro. Ela parecia uma modelo saindo duma revista. Ou uma dominatrix saindo de um filme pornô.

"Bem-vindos," ela disse, sorrindo enquanto a gente se aproximava. Ela beijou Larissa nos dois lados do rosto, e então se virou pra mim. Mas ao invés do beijinho social, ela me deu um beijo na boca. Rápido, mas com língua. "Bem-vindo ao paraíso, Tio Roberto."

Eu ainda estava processando o beijo quando ela nos guiou pra dentro.

O interior era tão impressionante quanto o exterior. Pé direito duplo na sala, escadaria de mármore, obras de arte nas paredes que provavelmente custavam mais que minha casa. Mas eu mal registrei a decoração cara.

Porque as garotas estavam lá.

Todas elas.

E elas tinham se arrumado.

Amanda estava sentada num dos sofás de couro branco gigantes. Ela usava um conjunto de lingerie vermelha - sutiã de renda que empurrava os peitinhos pequenos pra cima, calcinha do mesmo material que era mais transparente que opaca. Por cima, um roupão de seda vermelho, aberto. Ela tinha os cabelos pretos e lisos soltos, caindo pelos ombros. Me deu um aceno com os dedos quando nossos olhos se encontraram.

Helena estava parada perto da janela que dava pra piscina. Ela tinha escolhido um visual mais esportivo - um top de academia preto que mal segurava os peitos grandes, e um shorts de lycra minúsculo, também preto. O cabelo castanho estava preso num coque bagunçado. Ela me olhou e mordeu o lábio, as mãos indo pro quadril num gesto que empurrava os peitos ainda mais pra frente.

E então vi Júlia.

Porra.

Kátia não estava brincando quando disse que ela estava "diferente".

Júlia estava sentada na escada, os cotovelos apoiados nos joelhos, me observando com uma intensidade que eu não tinha visto antes. E a roupa... Jesus Cristo, a roupa.

Ela estava usando um uniforme escolar. Não um uniforme normal. Um daqueles uniformes fetichistas de filme japonês. Saia xadrez curta que mal cobria a bunda. Camisa branca semi-transparente, amarrada embaixo dos peitos ao invés de abotoada, mostrando a barriga lisinha. Gravata frouxa no pescoço. Meias 3/4 brancas. Sapatilhas pretas. Os cabelos castanhos estavam em duas tranças.

E o jeito que ela me olhava... não tinha mais nada de inocente naquele olhar.

"Oi, Tio Roberto," ela disse, a voz baixa mas firme. Nada da timidez de antes.

"Júlia," consegui responder, a boca seca. "Você tá... diferente."

"Ela cresceu," Helena disse, sorrindo. "Minha irmãzinha virou mulher."

"Ainda sou virgem," Júlia disse, se levantando e descendo os degraus devagar, os quadris balançando de um jeito que não tinha nada de virginal. "Mas não por muito tempo, acho."

Ela parou na minha frente, tão perto que eu conseguia sentir o perfume adocicado dela. Então, mantendo contato visual, ela colocou a mão no meu peito e deixou escorregandodevagar até parar bem em cima do volume na minha calça jeans.

"Você vai me ensinar?" ela perguntou, apertando levemente. "Vai me ensinar a foder direito?"

Antes que eu pudesse responder - se é que eu ia conseguir responder - Kátia bateu palmas atrás de mim.

"Ok, ok, calma aí!" ela riu. "Vamos deixar o homem respirar antes de atacar ele. Tio Roberto, que tal um drink primeiro? Vinho? Whisky? Cerveja?"

"Whisky," minha voz saiu rouca. "Puro. Dose dupla."

As garotas riram.

"Relaxa, Tio," Amanda disse, se levantando do sofá e vindo até mim. "A gente não vai te comer vivo. Pelo menos não ainda."

Kátia me guiou até a cozinha - uma cozinha americana integrada com a sala, toda em mármore preto e eletrodomésticos de última geração. Ela serviu meu whisky num copo de cristal e me entregou.

"Eu sei que é meio... intenso," ela disse, apoiando-se na bancada ao meu lado. "Mas a gente quis fazer bonito. Vocês merecem. O senhor merece."

"Vocês não precisavam fazer tudo isso," disse, tomando um gole grande. A queimação do álcool ajudou a acalmar os nervos.

"Mas a gente quis," Larissa disse, aparecendo do outro lado. Ela tinha pegado uma taça de vinho. "Pai, a noite passada no porão foi... incrível. Mas foi meio caótico, meio improvisado. Dessa vez a gente quer fazer direito. A gente quer aproveitar cada segundo. E a gente quer que você aproveite também."

Ela se aproximou e me beijou. Não foi um beijo de filha. Foi um beijo de amante. Língua, gemido, mão no meu pau. As outras garotas assistiram sem constrangimento.

Quando ela se afastou, eu estava sem ar.

"Preparei um quarto especial pra vocês," Kátia disse. "O quarto dos meus pais. Lençóis limpos, ar-condicionado, espelhos... tudo que vocês precisam pra uma noite romântica. Ou não tão romântica, dependendo."

"E antes disso," Helena adicionou, vindo se juntar a nós na cozinha. "A gente pensou em fazer umas... brincadeiras. Pra quebrar o gelo."

"Que tipo de brincadeiras?" perguntei, desconfiado mas interessado.

"Tipo competições," Amanda explicou, sorrindo. "Tipo... quem chupa melhor. Quem aguenta mais. Esse tipo de coisa."

"Mas primeiro," Kátia interrompeu. "Tour pela casa. Vocês precisam ver o quarto principal."

Ela pegou minha mão e me guiou pela casa. As outras garotas seguiram. Ela mostrou a sala de cinema - sim, uma puta sala de cinema particular, com poltronas reclináveis e tela gigante. A academia. A adega. A área gourmet com churrasqueira profissional.

E então ela me levou pra escadaria.

"O quarto dos meus pais fica no terceiro andar," ela explicou enquanto subíamos. "É praticamente um apartamento separado. Tem sala, banheiro com banheira de hidromassagem, closet, e claro, o quarto."

Ela abriu uma porta dupla no final do corredor do terceiro andar.

E eu entendi porque ela tinha chamado de "quarto especial".

A sala era enorme. Facilmente do tamanho da minha sala e cozinha juntas. Uma cama king-size no centro, com dossel e lençóis brancos que pareciam macios pra caralho. Mas o que chamava atenção mesmo eram os espelhos.

Uma parede inteira era espelhada, do chão ao teto. E o espelho do teto em cima da cama também.

"Meu Deus," sussurrei.

"É," Kátia sorriu. "A mãe é meio... voyeurista, digamos assim. Ela gosta de se ver. E o pai dela gosta de ver ela se vendo. Entende?"

Eu entendi.

"A banheira tá ali," ela apontou pra uma porta lateral. "Comporta quatro pessoas fácil. E a varanda dá vista pra piscina. Privacidade total - os vizinhos não conseguem ver daqui."

Larissa me abraçou por trás, apoiando o queixo no meu ombro.

"O que você achou?" ela sussurrou.

"Perfeito," admiti. Era verdade. Era tudo absurdamente perfeito.

"Então," Kátia juntou as mãos. "Quem quer começar a festa?"

~~~~~

Foi Júlia quem deu o primeiro passo.

Ela se separou do grupo e veio até mim, os passos pequenos mas confiantes. Quando parou na minha frente, ela segurou a barra da própria saia e levantou levemente - o suficiente pra eu ver que ela não estava usando calcinha.

"Eu pratiquei," ela disse.

"Praticou o quê?" perguntei, embora já soubesse a resposta.

"Chupar pau. Eu usei um consolo que a Kátia me emprestou. Todas as noites. Eu quero ser boa nisso. Eu quero que você goste de mim."

Meu pau pulsou com força dentro da calça.

"Júlia, você não precisa-"

"Eu quero," ela me interrompeu. "Eu não consigo parar de pensar naquela noite. No gosto. Na sensação. Em como você gemeu quando eu coloquei na boca. Eu quero de novo. Eu quero aprender mais."

Helena se aproximou e colocou a mão no ombro da irmã.

"Ela tá obcecada," Helena explicou, mas não havia julgamento na voz. "Desde aquela noite ela não fala em outra coisa. Ela se masturba pensando em você. Ela até tentou me convencer a deixar ela transar, mas eu disse que ela deveria esperar. Que ela deveria estar pronta de verdade."

"E você acha que tá pronta?" perguntei pra Júlia.

Ela hesitou por um momento. Apenas um momento.

"Não," ela admitiu. "Não pra isso. Ainda não. Mas eu quero aprender. Eu quero que você me ensine. Todas as coisas. Passo a passo."

"Começando pela boca," Helena adicionou.

As outras garotas se acomodaram pelo quarto - Larissa e Kátia sentadas na poltrona grande perto da janela, Amanda deitada de bruços na cama. Todas com os olhos fixos em nós três.

"Ok," aceitei, sentando na beirada da cama king-size. "Vem aqui."

Júlia se ajoelhou entre as minhas pernas. Helena se ajoelhou ao lado dela.

"Tira ele da calça primeiro," Helena instruiu.

Júlia levou as mãos à minha calça jeans, tremendo levemente. Ela conseguiu abrir o botão e abaixar o zíper. Eu levantei os quadris pra ela puxar a calça e a cueca juntas. Meu pau saltou pra fora, semi-ereto.

"Ele tá ficando duro," Júlia observou, fascinada.

"Porque você tá excitando ele," Helena explicou. "Olha como ele pulsa quando você olha pra ele desse jeito."

Era verdade. Meu pau estava crescendo mais a cada segundo, a cabeça inchando, as veias ficando mais proeminentes.

"Segura ele," Helena instruiu.

Júlia estendeu a mão e envolveu os dedos ao redor da haste. Suas mãos eram pequenas e macias. Ela apertou levemente.

"Tá quente," ela disse.

"E vai ficar mais," eu grunhi.

"Agora lambe," Helena disse. "Começa pela cabeça. Pequenas lambidas. Sente o gosto."

Júlia se inclinou e deu a primeira lambida. Sua língua era quente e molhada, traçando a circunferência da glande. Eu gemi alto.

"Assim?" ela perguntou, olhando pra cima com aqueles olhos enormes.

"Exatamente assim," confirmei, a voz tensa.

Ela continuou, lambendo com mais confiança agora. Ela traçava a linha das veias,focava no frênulo, aquele ponto sensível embaixo da cabeça. E o tempo todo ela mantinha contato visual.

"Agora põe na boca," Helena instruiu. "Só a cabeça primeiro. Chupa e suga."

Júlia abriu a boca e me levou pra dentro. O calor úmido dela era incrível. Ela fechou os lábios ao redor da glande e começou a sugar, as bochechas cavando.

"Porra," gemi. "Isso, Júlia. Continue."

Encorajada, ela começou a descer mais. Centímetro por centímetro, meu pau desaparecia na boca pequena dela. Quando ela chegou na metade, começou a engasgar levemente.

"Calma," Helena disse, acariciando as costas da irmã. "Respira pelo nariz. Relaxa a garganta."

Júlia tentou. Ela respirou fundo e tentou de novo, indo um pouco mais fundo. Dessa vez ela conseguiu mais dois centímetros antes de engasgar de novo.

"Você não precisa engolir tudo," expliquei. "O que você tá fazendo já tá perfeito."

Mas Júlia era teimosa. Ela tentou de novo. E de novo. A cada tentativa ela conseguia ir um pouco mais fundo, o engasgo se transformando numa segunda natureza. E cada vez que ela engasgava, mais saliva se acumulava, escorrendo pelo meu pau e pingando no chão.

"Caralho, olha só isso," ouvi Kátia comentar do outro lado do quarto. "Ela tá virando uma puta profissional."

Helena decidiu participar. Enquanto Júlia trabalhava na frente do meu pau, Helena começou a beijar meu pescoço, as mãos explorando meu peito por baixo da camisa que eu ainda usava. Ela mordeu meu lóbulo e sussurrou:

"Você gosta da minha irmãzinha? Gosta de ver ela engasgando no seu pau?"

"Porra, sim," grunhi.

"Ela tá tão obsessed por você," Helena continuou, agora mordendo meu ombro. "Ela sonha com você. Ela acorda molhada. Ontem ela me pediu pra lamber a buceta dela enquanto ela imaginava que era você."

Aquela informação quase me fez gozar ali mesmo.

Júlia, sentindo meu pau pulsar na boca dela, começou a chupar mais forte. Ela tinha encontrado um ritmo agora - descer, engasgar, subir, respirar, repetir. A baba estava escorrendo pelo queixo dela, molhando a gravata do uniforme.

"Usa as mãos também," Helena instruiu. "Bate punheta enquanto chupa."

Júlia obedeceu. Com uma mão ela apertava a base do meu pau, movimento ela pra cima e pra baixo em sincronia com a boca. Com a outra mão ela começou a massagear minhas bolas, rolando elas entre os dedos.

"Júlia... vou gozar," avisei, sentindo a pressão aumentar.

Ela não recuou. Se alguma coisa, ela acelerou. Ela chupou mais forte, bombeou mais rápido, massageou com mais pressão.

"Engole," Helena mandou. "Engole tudo."

Explodi na boca dela. Jato após jato de porra quente encheram a boca pequena da Júlia. Ela engasgou no primeiro, mas não tirou a boca. Ela engoliu. E engoliu. E engoliu.

Quando finalmente parei de jorrar, ela se afastou devagar, um fio grosso de saliva e sêmen conectando a boca dela ao meu pau.

"Gostou?" ela perguntou, a voz rouca.

"Você foi perfeita," respondi honestamente.

Júlia sorriu - aquele sorriso enorme de satisfação - e então Helena fez algo que me pegou completamente de surpresa.

Ela agarrou o rosto da irmã e a beijou. Na boca. Com língua. Um beijo longo, profundo, incestuoso.

Quando se separaram, Helena passou a língua nos próprios lábios.

"Hmmm. Você tem razão. Ele tem um gosto bom mesmo."

E as duas começaram a rir.

"Ok," Kátia se levantou da poltrona. "Isso foi incrível. Mas agora é a minha vez. Amanda, você tá comigo?"

Amanda sentou na cama, sorrindo.

"Ah, agora a coisa vai ficar interessante," ela disse.

**CENA 3: A COMPETIÇÃO**

"Aqui vão as regras," Kátia anunciou, caminhando até o centro do quarto como uma mestre de cerimônias. "Eu e a Amanda vamos competir pra ver quem consegue fazer o Tio Roberto gozar mais rápido. Só usando a boca. Alternando a cada dois minutos. A Larissa é a juíza e cronometra."

Larissa pegou o celular e abriu o cronômetro.

"Entendido. E qual o prêmio?"

"Quem ganhar," Kátia sorriu maliciosamente, "escolhe a posição quando for transar com ele."

"Justo," Amanda concordou. "Mas eu vou ganhar."

"Você tá sonhando, japa," Kátia rebateu. "Eu sou a rainha do boquete aqui."

Eu ainda estava me recuperando da sessão com Júlia, mas a ideia de mais uma rodada - especialmente uma competição entre essas duas - já estava fazendo meu pau mostrar sinais de vida de novo.

"Vocês têm certeza que eu vou conseguir ficar duro de novo tão rápido?" perguntei.

Amanda e Kátia trocaram um olhar e riram.

"Confia em nós," Amanda disse.

Elas me fizeram deitar no centro da cama king-size, completamente nu agora. As duas se posicionaram uma de cada lado, ainda vestidas com suas lingeries provocantes.

"Valendo!" Larissa gritou, iniciando o cronômetro.

Kátia foi a primeira. Ela se jogou no meu pau com uma agressividade impressionante. Sem preliminares, sem aquecimento. Ela engoliu meu pau semi-ereto de uma vez só, direto até o fundo da garganta.

O efeito foi imediato. Meu pau voltou à vida como se levasse um choque elétrico.

Kátia trabalhava como uma máquina. Ela subia e descia em velocidade impressionante, as mãos brincando com minhas bolas, apertando, puxando levemente. De vez em quando ela parava pra lamber toda a extensão, da base até a ponta, antes de engolir tudo de novo.

"Porra, Kátia," gemi.

Ela fez contato visual comigo, aqueles olhos verdes brilhando de satisfação, e aumentou o ritmo ainda mais. A sensação de sucção era absurda. Ela usava a língua, as bochechas, a garganta - cada parte da boca dela trabalhava em sincronia perfeita.

"TEMPO!" Larissa gritou.

Kátia saiu com um estalo alto de sucção, meu pau escorregando pra fora da boca dela reluzente de saliva.

"Boa sorte pra superar isso," ela disse pra Amanda, arrogante.

Amanda só sorriu.

"Observa e aprende."

Amanda tinha uma abordagem completamente diferente. Enquanto Kátia era agressiva e rápida, Amanda era... artística.

Ela começou devagar, apenas lambendo. Mas não eram lambidas aleatórias. Eram estratégicas. Ela focava nos pontos mais sensíveis - o frênulo, a coroa da glande, aquele ponto logo abaixo das bolas.

E então ela fez algo que Kátia não tinha feito.

Ela colocou meu pau inteiro na boca e então... parou. Só segurou ali, quente e molhado, me deixando sentir cada textura da boca dela. A língua plana por baixo. O céu da boca por cima. A garganta apertada no fundo.

"Caralho," grunhei, as mãos indo pro cabelo dela sem querer.

Então ela começou a usar a garganta. Não bombeando. Apenas... engolindo. Contraindo os músculos ao redor do meu pau em ondas rítmicas.

"TEMPO!"

Amanda soltou meu pau devagar, sorrindo pra Kátia.

"Sua vez de tentar superar," ela desafiou.

Kátia aceitou o desafio. Dessa vez ela adicionou as mãos ao jogo. Enquanto chupava a cabeça com aquela sucção absurda dela, ela usava as duas mãos na haste, torcendo em direções opostas como se estivesse tentando abrir um pote.

A sensação era insana.

"TEMPO!"

Amanda voltou. Ela usou uma técnica que eu só tinha visto em vídeos pornô profissionais. Ela tirou meu pau da boca e começou a bater nele na própria língua esticada. Tapa após tapa, molhado e alto. E enquanto fazia isso, ela massageava meu períneo com os dedos, pressionando aquele ponto entre as bolas e o ânus.

"Eu vou gozar," avisei, sentindo a pressão chegando no limite.

"TEMPO!" Larissa gritou.

Mas nem Kátia nem Amanda recuaram.

"Que se foda o tempo," Kátia disse. "Vamos acabar com ele juntas."

E elas fizeram exatamente isso.

Amanda ficou com a cabeça, sugando forte enquanto a língua trabalhava no frênulo. Kátia ficou com as bolas e a base, lambendo meu saco enquanto bombeava a haste com a mão.

Era ataque duplo e coordenado.

"Porra! Vou gozar! Vou gozar já!" gritei.

"Goza pra gente," Kátia mandou.

"Goza na nossa boca," Amanda completou.

Explodi com violência. Jatos grossos de sêmen saíram em sucessão rápida. Amanda pegou o primeiro direto na língua. Kátia roubou meu pau da amiga e pegou o segundo e terceiro jato. Então Amanda agarrou de volta e pegou o quarto.

Quando finalmente parei de jorrar, as duas estavam com a boca cheia. Elas se olharam, sorriram, e então se beijaram.

Foi o beijo mais pornográfico que eu já vi na vida.

Elas trocaram minha porra entre as bocas, as línguas dançando, o líquido branco visível cada vez que elas se separavam por um segundo antes de voltar ao beijo. Parte escorreu pelo queixo de Amanda. Parte pingou no chão. Mas a maior parte elas dividiram igualmente, engolindo juntas no final.

"Empate," Larissa declarou, rindo. "Vocês duas são putas incríveis."

As outras garotas aplaudiram.

"Isso significa que vocês duas escolhem a posição," eu disse, ainda tentando recuperar o fôlego.

"Já sei o que eu quero," Amanda disse imediatamente. "Quero você por trás. Bem forte."

"E eu quero por cima," Kátia adicionou. "Bem devagar. Bem fundo."

"Mas isso é pra depois," Helena interrompeu. "Porque agora é a MINHA vez. E da Amanda. E a gente quer fazer algo... especial."

Helena e Amanda se entreolharam com aquele sorriso cúmplice de quem planejou algo em segredo.

"A gente viu uma coisa num vídeo," Helena começou, se aproximando da cama. "E desde então a gente não para de falar sobre isso."

"Que tipo de coisa?" perguntei, ainda meio zonzo dos dois orgasmos seguidos.

~~~~~

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