Dando para o Dono da Casa Abandonada e Seu Sobrinho Parte 1

Um conto erótico de Lucas Bi
Categoria: Gay
Contém 2519 palavras
Data: 23/02/2026 16:24:10

Bem vou me apresentar novamente Chamo-me Lucas, hoje tenho 39 anos, sou parrudo, tenho 175 de altura, cabelos e olhos castanhos, tenho pau pequeno de 15cm, me considero um cara bissexual, sou casado com uma mulher de 35 anos! Irei Fazer alguns relatos pessoais meus, foram fatos reais que de fato aconteceram comigo e que irei contar com o máximo de detalhes possíveis.

Recentemente contei a minha primeira experiência, como passivo, para o dono da casa abandonada.

Depois que ele comeu meu cuzinho, passei a evitar ir lá, com medo que ele quisesse me comer novamente, mesmo tendo gostado da experiência, passei umas 2 semana sem ir lá, sempre que Cesar me chamava eu inventava uma desculpa pra não ir.

Mais ou menos umas Duas semanas depois, era um sábado e César e eu estávamos na laje, soltando pipa, ate que a mãe dele mandou ele ir na casa da vó dele pegar umas coisas, ele falou que seria rápido e pra que eu continuasse por lá!

Passou pouco tempo e Léo apareceu, só de vê-lo sentir arrepio no corpo todo, ele foi e perguntou:

- Não gostou daquele dia!

Meio sem Jeito balancei a cabaça que sim, mas sem olhar para ele. Ele então fala:

Que dia iremos repetir aquela brincadeira??

Fiquei sem responder, ele então disse:

Venha amanha a tarde aqui, vou fazer um churrasquinho e queria que você viesse, chame César também, prometo que só será um churrasquinho e um papo.

Fiz que sim com a cabeça, e ele foi embora, continuei lá soltando pipa passou um tempo Cesar voltou, ficamos lá, mas não falei nada com ele sobre o convite de Léo.

Fui pra minha casa e fui tomar banho e fiquei pensando no convite de Léo, e fiquei lembrando-me dele fodendo a minha bunda, senti meu cu piscar de tesão e acabei batendo uma bem gostosa imaginando Léo me Fodendo.

No outro dia, assim que deu dia subi na laje de César. E pulei pra casa de Léo, fui caminhado em direção à porta e o coração batia acelerado, pensando se ele estaria pelado, porém pra minha surpresa ele estava na parte da frente com alguns convidados dele.

Quando cheguei mais perto ele veio todo alegre, e foi me apresentando aos convidados dele, falando que eu era o vizinho do fundo que havia ajudado ele a arrumar a casa, os convidados dele era praticamente a família, a irmã, o sobrinho e a sobrinha, o marido da irmã, a mãe dele, e um amigo, ele fez questão de me apresentar um por um.

Achei a sobrinha dele uma menina atraente, nome dela era Mariana, ela era morena clara, tinha o cabelo cacheado preto, olhos pretos castanhos, bochechas rosadas de Blush, tinha a mesma idade que eu, (mas isso e pra outo conto), fiquei admirando ela e ela se aproximou e ficamos conversando, enquanto bebíamos refrigerante e petiscava uma carne assada.

No já ia começar a anoitecer e os familiares de Léo foi embora, exceto o sobrinho que se chamava Paulo, falou que ia embora no outro dia, pois se fosse de ônibus passaria mal durante a viagem, pois ele havia bebido muito. Mariana se despediu de mim me dando um abraço e falando que voltaria pra gente conversar mais.

Fomos pra varanda, sentamos nas cadeiras e ficamos jogando conversa fora, falando de futebol, games e vários assuntos.

Paulo era Claro assim como o tio, era magro, tinha 18 anos, era pouco maior que eu, cabelo curto, era meio engraçado ele falando talvez pelo motivo de está meio bêbado.

Tinha se passado um pouco de tempo que o pessoal tinha ido embora, Paulo perguntou a Léo onde ele poderia dormi, pra da uma relaxada, pois já estava bêbado, Léo falou pra ele deitar no quarto do fundo, pois era mais tranquilo, Paulo saiu e foi descansar.

Nisso Léo começou a falar que graças a mim e a César que ele tinha acabado de se mudar pra lá, e me convidou pra ver como tinha ficado, me mostrou todos os cômodos e quando chegou no quarto dele ele disse brincando, aqui e o quarto do abate e ficou rindo.

Voltamos para varando ficamos papeando, pedi pra utilizar o banheiro, ele falou pra ficar a vontade, entrei no banheiro, e quando sai ele tinha colocado o pau pra fora e tinha sentado bem de frente para o sofá, que ficava de frete pro banheiro, Ele acariciava seu pau, e assim que vi aquele pau, me excitei, meu corpo se arrepiou e eu falei:

- Paulo está ia, você e doido?

Ele sorriu e disse eu sei que você gostou aquela vez, e Paulo esta apagado, não ira acordar tão cedo, nem imaginava que ele iria ficar aqui e quase atrapalhar o que eu quero com você.

Tentei argumentar que só vim pelo convite do churrasco ele então falou:

- Será que só pelo convite mesmo do churrasco, ou queria comer novamente linguiça, pois falei para você convidar César e ele não veio. Isso já mostra seu interesse.

Inventei na hora que Cesar tinha ido pra casa da vó dele, pôr isso havia vindo só.

Ele ficou rindo e se levantou e caminhou em minha direção, eu fiquei hipnotizado que não tirava o olho do pau de Léo. Ele se aproximou de mim e disse:

-Me dê sua mão aqui, venha pegar pra fazer aquele carinho que só você sabe fazer.

Não dei minha mão ele então a pegou e levou ate o seu pau, e disse:

- É sua Faça o que você quiser com ela, sei que deve está doido pra chupar! Mas aqui na sala não dá, pois Paulo pode acordar.

Me levou ate o seu quarto e assim que entramos ele tirou sua camisa e tirou seu short, e mandou-me acariciar o seu pau, mesmo com receio de Paulo acordar comecei a bater uma pra Léo, ele dizia que minha mão era gostosa pra pegar num pau, que eu fazia perfeitamente, não demorou muito e senti a mão dele sobre minha cabeça, forçando para que eu o chupasse, sem muita enrolada eu me ajoelhei e cai de boca naquele delicioso pau, assim que eu coloquei dentro da boca Léo começou a segurar minha cabeça e fazer um vai e vem gostoso.

Chupava aquele macho, feito uma puta, chupava ate talo tirava de minha boca e chupava só a cabecinha, e descia ao longo do pau dele e ia ate as bolas.

Ele não resistindo mandou que eu tirasse minha roupa, enquanto ele iria pegar camisinha e uma surpresa pra mim, fiquei meio sem entender, ele abriu o guarda roupa pegou a camisinha, um vasinho, e uma outra coisa, assim que ele virou de frente pra mim jogou em cima um pedaço de pano quando peguei vi que era uma calcinha fio dental vermelha, olhei e perguntei pra ele:

- O que e isso??

Ele me respondeu, sem demora.

- Uma calcinha, nunca viu não? Quero que vista ela pra mim!

Falei que não iria usar, porque era roupa de mulher e que mal caberia em mim!

Ele respondeu

- Eu percebi que você adorou ser feito de mulherzinha, e por isso guardei essa calcinha de uma menina que veio aqui esses dias, pra que você usasse pra mim, coloque logo, pra não ficar tarde, você não em escolha.

Coloquei a calcinha, entrou certinho, meu pau ficou um pouco pra fora, mas entrou certinha no meu reguinho, assim que coloquei no meu reguinho o cuzinho pisco de ao sentir roçando.

Assim que terminei ele olhou e disse:

- Sabia que ia ficar perfeita em você, homem de pau pequeno tem que ser feito de putinha mesmo, ajoelhe e me chupe novamente.

Assim fiz, comecei a chupar aquele macho novamente e ele forçava minha cabeça pra que eu engolisse tudo, sentia o pau dele pulsar na minha boca, ele então manda que eu fique de quatro na cama dele.

Fiquei de quatro na cama dele e senti seu dedo passando na calcinha e a tirando de meu cuzinho deixando ela de lado no meu bumbum, ele tocou e disse:

- Da próxima vez venha com o cuzinho e a piroquinha depilada, hoje como não está depiladinho não vou chupar seu cuzinho, por isso comprei um lubrificante para facilitar.

Senti-o despejando um liquido em minha bunda e pegou seu dedo e foi guiando ate o meu cuzinho chegou lá e começou a introduzir um dedo, pedi para ele para, ele disse se o pau dele já entrou ali não tinha porque choramingar, então começou a fazer um vai e vem com um dedo, quando senti uma dorzinha tentei sair e ele disse:

- Relaxa minha putinha estou só colocando o segundo dedo.

Assim que o segundo dedo entrou eu gemi baixinho, ele então deixou quieto por um tempinho e depois começou a fazer o vai e vem, e passou a me dar tapa na bunda, mandando que eu rebolasse nos dedos dele, eu com o tesão no alto, nem pensei passei a rebolar, ele enfiava o dedo e me dava tapas enquanto eu rebolava, ele tirou o dedo e parou por um minuto, vi o barulho da embalagem e quando fui dar por mim, ele já tinha colocado a camisinha, e me segurou pela cintura e começou a forçar, eu pedia pra ele parar, que eu não queria, ele apenas disse:

- Se não quisesse não estava aqui de calcinha e rebolando no meu dedo!

O tesão foi tomando conta e ele forçava a entrada, e dizendo baixinho vou colocar só a cabecinha, eu sabia que não seria assim e quando o pau entrou as senti as bolas bater nas minhas, choraminguei reclamando dele. Ele fingiu que nem ouviu e quando menos espero ele passou a meter, a princípio mais devagarzinho e foi aumentando a velocidade e a força. Então passei e a gemer e a rebolar, ele metia me dava tapas, eu no auge do tesão me esqueci que não estávamos sozinho, acabei gemendo auto, ele continuava metendo, quando do nada surge uma voz:

- Tio?? Porque não me chamou pra festinha, divida essa puta ai comigo também! Como o senhor fez um tempo atrás.

Quando ele viu direito que não era mulher e sim, eu ele disse:

- Esse viadinho veio aqui só pra você comer ele??

Léo ignorou a principio, apenas disse se quiser comer, tira sua roupa e coloque-o pra mamar ai.

Paulo nem pensou. Foi logo tirando sua roupa e já veio colocando o pau na minha cara, eu não queria chupa-lo aquilo era demais pra mim, ser fodido por dois, foi quando Léo me deu um tapa mais forte e disse:

- Vamos seu viadinho, pra ser uma boa puta não tem que escolher pau não.

Tentei não chupar porque Paulo tinha um pau grande, era meio fino porem grande, eu não querendo chupa-lo, Léo me bate mais forte na munda e fala:

- Vamos meu viadinho vais ser um delicia você vai gostar.

Paulo meio irritado, me deu um tapa na cara e disse:

- Veja e uma puta e não quer chupar meu pau, vou arrombar esse seu cu ainda, você não tem escolha.

Com os olhos meio que com lagrimas passei a chupar o pau de Paulo. Ele me puxava pelo cabelo e me fazia tentar colocar o pau dele todo na boca, como era grande eu não conseguia, batia na garganta dava aquela vontade de vomitar e ele forçava, e dizia que uma boa puta tem que aguentar um pau grande também.

Léo me comia incansavelmente meu cuzinho, metia com rapidez e força, enquanto me dava tapa na bunda e mandava-me rebolar, metia e me xingava de viadinho, de puta gulosa, e que gostava de ver a puta dele obediente.

Não demorou ele gozou, assim que gozou, disse:

Paulo essa putinha agora ela e toda sua!

Léo mal falou, e ele, já tirou o pau de minha boca, pegou uma camisinha e foi foder meu cuzinho. Na primeira estocada sentir uma dor, tentei sair e ele disse:

- Calma vagabunda e só a primeira, me segurou pela cintura e começou a bombar, Léo tirou a caminha e mandou-me chupar seu pau.

Paulo metia em meu cuzinho, enquanto hora chupava o pau de Léo, hora tirava da boca pra poder gemer, enquanto ouvia Paulo me chamar de viadinho putinha, puxou minhas pernas para fora da cama e mandou-me apoiar o peito na cama e começou a me comer, dessa vez com mais vontade ainda, e com isso passou a me bater na bunda, batia bem mais forte que Léo!

Léo saiu do quarto, e Paulo ficou me comendo, por algum tempo, cada vez metia mais forte e meu pauzinho começou a pulsar e menos esperei gozei, Paulo vendo que gozei, parou de meter me mandou tirar a calcinha e se deitou me mandou cavalgar no seu pau. Ainda cheio de tesão sentei em cima do pau de Paulo, e descia e subia, em cada descida uma rebolada, Paulo gemia baixinho e por hora me xingava de viadinho, Léo voltou e me pôs pra mamar seu pau.

Casar vendo que iria gozar me segurou pra não descer e sai de baixo tirou a camisinha, e falou:

- Agora Irei dar leitinho pra essa putinha viadinha!

Começou a se masturbar junto com Léo e quando Paulo foi gozar, me mandou abrir a boca e enfiou o máximo que eu aguentava na boga, e gozou lá no fundo da garganta, como boa puta tomei o leitinho todo e ainda comecei a lamber quando Léo gozou na minha cara.

Léo mandou que eu limpasse o pau dos dois, eu os deixei limpinhos.

Paulo olhou pra mim, e perguntou se a putinha estava saciada ou se queria mais, eu apenas balancei com a cabeça, Léo apenas disse que por aquele dia já estava bom e me mandou lavar meu rosto antes de vestir minha roupa!

Fui para o banheiro e quando voltei Paulo me esperava na parta segurando minhas roupas, e falou com Léo:

O que acha dessa putinha voltar só de calcinha pra casa?

Léo respondeu:

- Não podemos, pois iria ser complicado pra ele explicar isso, vamos fazer o seguinte, ele vai voltar pra casa dela usando a calcinha que usou, e colocar o short por cima, amanha ele terá de voltar na parte da tarde terá que lavar a calcinha e vim usando a calcinha para pegar a cuequinha dele! Tudo certo ne putinha?

Pedi quase implorei pra que me deixassem ir usando minha cueca, mas que voltaria no outro dia!

A resposta de Léo e que se eu não aceitasse ir de calcinha ele contaria pra César e meus amigos ali por perto.

Com receio, vesti a calvinha e voltei pra minha casa. Assim que eu voltei pra minha casa, fui direto para o banheiro, e fui lavar a calcinha que estava toda melada de minha própria porra, antes de entrar no chuveiro passei a mão no meu cuzinho que estava todo dolorido, tomei meu banho e coloquei a calcinha pra secar no meu quarto, e fui dormir....

Irei dar continuidade em outro conto

Espero que tenham gostado

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