Senti quando seus joelhos afundaram o colchão em volta das minhas pernas. A mão esquerda dele, apoiou ao lado da minha perna esquerda, e a mão direita ele repousou sobre a minha canela, junto senti chegar seu nariz que começou a cheirar a minha panturrilha pelo lado de dentro.
Abri um pouco as pernas, como que permitindo a sua investida, e sua mão começou a subir pela minha pele, junto ao seu nariz, vinha a sua língua, que tinha uma pequena textura diferente, mas que não atrapalhava, excitava mais.
Jonas subiu sua mão até o cós do meu short e segurou firme o tecido, enquanto seu nariz cheirava entre as minhas nádegas,e sua língua começou a fazer um pequeno tour, nas minhas polpinhas .
Ele mordeu meu short bem na divisa da minha bunda,senti sua língua passar por dentro da minha roupa, com a mão ele puxava a parte de cima, e com os dentes, a de baixo, me deixando ali, sobre a cama, de calcinha fio dental com o short na altura das coxas. Tudo parou por um momento, e senti suas mãos em volta da minha tatuagem , um aperto na minha bunda, e ele, como se fosse o Lobo mau, disse :
- Hum agora sim, consigo ver melhor as tuas estrelas, são lindas mesmo.
- Gostou mesmo?
- Sim muito, sente como eu tô feliz de ver. - foi então que eu ouvi o zíper da sua calça abrir, eu não quis olhar pra trás, só queria aproveitar, até fechei os olhos. Senti seu membro quente e duro, muito duro mesmo, tocar minha bunda, como se fosse um ferro.
Ele soltou seu peso sobre mim, o que me fiz sentir seu pau quase me penetrando, a cabeça encontrou a minha calcinha no caminho em direção ao meu cuzinho, mesmo assim, Jonas começou um movimento de vai e vem , que empurrava seu pau cada vez, um pouco pra dentro.
Agora com a mão direita, ele abria a minha bunda e encaixava o pau na entradinha do meu buraquinho.
Senti quando ele me lambeu e raspou os dentes na parte de trás do meu pescoço até chegar na minha orelha, e com a voz rouca e baixa, disse:
- Tuas estrelinhas são tão lindas , que merecem um beijo de língua. Posso beijar?
Apenas conssenti com a cabeça, pois naquele momento, era o máximo que eu conseguiria fazer.
Logo senti seus lábios tocarem minha bunda, na altura da minha tattoo, junto com a sua língua que sabia muito bem o que fazia ali. Beijando minhas estrelinhas, com tanto carinho que sentia como uma homenagem, quase uma veneração. Cada vez que ele abria a boca em volta da minha tatuagem, sua língua ia dentro do meu rabo, que já estava melado da baba do seu pau, de quando ele o esfregava em mim antes. Ao mesmo tempo que meu macho se masturbava, esfregando o pau na minha perna.
De repente, senti que seus dentes cravaram na minha bunda, pude sentir que ele usava aparelho, um detalhe que até então não me havia chamado atenção, mas Jonas não largou os dentes e acabou de deixando com uma marca de chupão, bem nas estrelas. Aquilo doeu , mesmo eu pedindo que ele parasse, ele não o fez, até que se levantou leu os lábios e disse:
- Hummm delícia, adoro o gosto do sangue.
Enquanto eu me encolhia da dor, pois não esperava aquilo, ele me olhou toda, botou a mão esquerda na minha cabeça , empurrando-a na cama com força, e continuava se masturbando, me olhando naquela situação, vulnerável.
- Tira logo essa merda- e num puxão só, ele arrebentou a minha calcinha - e eu senti seus dedos darem duas voltas no meu clitóris, e dois deles invadirem minha buceta.
Êxtase, puro êxtase, foi o que eu senti. Abri minha boca com um único gemido, de olhos fechados eu aproveitava seus dedos grossos de trabalhador pesado, vasculhando minha buceta por dentro, então, o dedão tocou meu ânus, que já estava meio aberto, do seu pau que tentava forçar a entrada anteriormente, e sem resistência ele conseguiu entrar facilmente. Entre um gemido meu, e outro, consegui tirar a cabeça debaixo da sua mão e olhei em volta, Jonas já estava ajoelhado mais perto do meu ombro. Foi só então que eu vi seu pau, apontando na minha direção, como se me ameaçasse, era lindo, um membro bonito mesmo, a pele levemente amorenada, cabeça clara num rosa mais claro que a sua pele, com poucos pêlos e um belo saco ali proporcional ao tamanho que o pau dele tinha, grande, e bem grosso, uma delícia de tamanho e espessura.
Não sei se o assustei quando tirei a cabeça debaixo da sua mão, talvez ele pensasse que eu não estava de acordo com o que acontecia, mas por um momento, ele enfiou os dedos mais fundo na minha buceta e no meu cu, como se quisesse impedir que eu saísse dali, mas quando vi aquele pau, abri a boca como uma bezerrinha com fome e botei a língua pra fora, esticando minha mão agarrei aquela vara e puxei pra mim , com força. Jonas se apressou em colocar seu pau a minha disposição, segurei com as duas mãos e faminta, enfiei dentro da minha boca, dando uma chupada de fome, de sede, de tesão, de tudo, soltei um sonoro: -hummmm - descendo até a base num boquete girado, enquanto descia a mão até o seu saco , e o punhetando na base do pau, com ele dentro da boca, minha língua percorria a sua glande que já estava melada da esfregação na minha bunda, e da punheta que ele havia batido.
Quando tirei o pau da minha boca, olhei ele nos olhos e comecei a bater com o pau no meu rosto, com força, até arder.
Ele me olhando disse:
- Que mamada foi essa Denise ? Quase me fez gozar.
Eu sem dizer nada, com a boca aberta e batendo seu pau na minha língua, só fiz sinal de negativo, com a cabeça, esfreguei o pau dele no meu nariz, para fica com aquele cheiro de porra entranhado no meu pulmão, e me pus a mamar ele de novo. Nisso ele já tinha tirado a mão da minha buceta e segurava minha cabeça com as duas mãos, empurrando seu enorme pau na minha boca, ele estava gostando, e parecia gostar muito. Coloquei as duas mãos na bunda dele, e puxava desesperada a sua calça para baixo, queria vê-lo nu, por inteiro. Ele se levantou, mas não deixei que tirasse o pau da minha boca, enquanto ele tirava sua calça e cueca, eu ia me ajoelhando junto, na cama, mamando aquela rola que tinha um sabor gostoso de macho suado, misturado com porra quentinha.
Quando ele terminou de tirar a roupa, larguei minha mamadeira de carne, por um instante e me sentei sobre os calcanhares para olhar aquele homem, que naquele instante era só meu , dos pés a cabeça, com ênfase no pau, mas só meu .
Me ajoelhei novamente, levantei meu top, encaixei seu pau entre meus peitos, baixei o top novamente e apertei , fazendo uma espanhola. Olhava ele no olho. Me pegou pelo pescoço, aplicando uma leve pressão. Sem hesitar, eu baixei a cabeça e coloquei o que sobrava do seu pau pra fora da minha roupa , dentro da boca, mantendo a espanhola, mas agora seguia mamando.
Não sei se vcs perceberam, mas Jonas ainda não havia enfiado seu pau em mim, e eu não aguentava mais esperar por aquilo, foi então que parei um pouco de chupa-lo tirei meu top, ele prontamente começou a chupar meus seios e apertar a minha bunda. Segurei sua cabeça forte entres os peitos e fui puxando ele, enquanto me deitava e abria minhas pernas pra recebê-lo dentro de mim. Quando me deitei, ele veio subindo, me beijando , até chegar na minha boca, e finalmente nos beijamos. Foi intenso, gostoso, ele tinha um sabor de pasta de dentes, o safado tinha se preparado, ele sabia que ia me comer, e foi aí que eu fiquei com mais tesão, pois ele me queria, ele planejou me comer, a atração que eu tinha, ele também tinha.
Estávamos deitados um sobre o outro trocando carícias e beijos, de um jeito que já há muito eu não recebia.
Até que eu coloquei a mão entre suas pernas , peguei no seu pau e puxei ele até encostar na entrada da minha vagina. Larguei ele ali, e levei a mão até sua bunda e cravei minhas unhas pra deixar claro o que eu queria, senti cada centímetro do seu pau me invadindo, cada milímetro me preenchendo devagarinho.
Me senti completa naquele instante, ficamos ali nos beijando , ele, com o pau dentro de mim , e eu , desfrutando daquela vara que me enchia por dentro.
Ele levemente começou a fazer movimentos com a cintura , um gingado que eu não havia experimentado ainda, ele não me estocava, ele deslizava dentro de mim parecia subir e descer , entrando e saindo da minha buceta, aquilo ia me enlouquecendo , eu sentia meu gozo avisando que viria com força, até que senti seu pau tocar por dentro de mim em um lugar que eu nunca tinha sido tocada, um ponto que parecia pegar meu clitóris, mas por dentro, por trás. Perdi minhas forças, agora sim eu estava entregue, e Jonas, vendo que eu era dele e que eu ia gozar , acelerou os movimentos. Eu mordia seu ombro, lambia seu peito, beijava sua boca , tudo pra ele ficar dentro de mim, até que eu senti meu gozo pingando pela minha perna, estava escorrendo como nunca. Eu tapei minha boca com a dele e gritava de prazer, urrava até que os gritos se transformaram em sussurro e uma respiração funda, como se estivesse sem ar , sem água e ainda faminta por aquele homem. Pedi pra ele parar , entre uma respiração e outra , mas ele não parava:
- Pára, por favor, paaaaa, …paaaaa - gozei de novo .
Mas ele parecia com mais fome de mim, do que eu dele , e continuava me comendo , com força querendo gozar, eu sentia que ele queria muito gozar. Cada estocada que ele me dava eu sentia meu corpo todo tremer , com a força que ele fazia pra me comer mais fundo e mais fundo. Seu suor escorria em cima de mim, seu cheiro , era o mais sexy que eu já tinha sentido, e aquilo não me deixava tranquila, entrelacei meus pés em volta da sua cintura, o abracei com força e disse no seu ouvido:
- Me fode, come a tua puta, goza em mim. - era apenas isso que faltava.
Senti quando Jonas me agarrou mais forte com a mão esquerda na bunda e a mão direita na coxa e soltou um urro de prazer no meu ouvido, e aquele urro me fez gozar mais uma vez, gozamos juntos.
Senti seu esperma me encher por dentro e seu corpo tremer dentro de mim, a cada tremida, um jato de porra, cada jato, um gemido no meu ouvido.
De repente inércia, um corpo jogado sobre o outro, os dois suando litros, a porra dele escorrendo da minha vagina, mas seu pau não parecia voltar ao estado normal, se mantinha duro dentro de mim. Jonas repousou a cabeça no meu peito, extenuado, sem forças, me beijou o bico do seio em quase uma demonstração de força , lambeu meu peito, cada toque dele no meu bico , era uma tremida do meu clitóris, ele voltou sua boca até mim , e beijou com vontade, sua língua percorria a minha , sua mão na minha nuca, e ele com um jogo de corpo, se deitou na cama, me puxando pra cima dele, e seu pau não diminuía, quando sentei nele e senti toda a extensão do seu caralho dentro de mim, ainda firme, imediatamente comecei a cavalgar, devagarinho pois eu estava muito cansada, mas o tesão era maior e me fazia acelerar os movimentos. Parei de beijar a sua boca e me concentrei no que estava fazendo , seu pau ia fundo na minha buceta e eu senti seu saco na minha bunda.
- Ai Jonas, eu tô te sentindo todo dentro de mim - eu comentei sem forças - tá tocando meu útero
- Aham eu, tô sentindo, vadia , agora cavalga , vagabunda! Cavalga na vara do teu macho comedor!
E eu como uma boa putinha, obedecia, saltava naquela vara , tirando forças não sei de onde, enquanto ele apertava meus seios com suas mãos. Seus dedos faziam voltas nas minhas auréolas, me levando novamente a um estado de êxtase, que me fez gozar mais uma vez. Com a buceta sensibilizada pelo orgasmo, e já sem conseguir me aguentar, não levantei do seu pau, mas girei o corpo por cima dele e sentei de costas pra ele, me inclinando pra frente, deixando minha bunda virada na sua direção.
Minha inclinação fez minhas nádegas abrirem , mostrando pro meu macho , o meu cuzinho enquanto eu seguia cavalgando sua vara.
- Que rabo gostoso Deny, que bundinha deliciosa, perfeita. - Jonas comentou com uma voz de tarado.
Senti suas duas mãos tocarem a minha bunda, de repente um dedo tomou caminho do meu cu, e logo em seguida, mais outro dedo. eu rebolava feito uma profissional, sentindo aquele pau grosso na vagina e dois dedos no cu. Até que mais uma vez ouvi seu urro de prazer, o que me fez gozar junto com ele de novo. Totalmente sem fôlego , e sem forças , cai de cima daquele pau, que fez gozar tanto, que mal consegui lembrar. Me deitei ao seu lado, fiz questão de deitar minha cabeça perto do seu pau , pra curtir um pouco do seu cheiro de homem, repousei minha mão sobre o seu saco, dei um beijinho na glande, e o enfiei na boca, senti o gosto do seu esperma na minha língua, e esperei que seu pau se acalmasse, acabei quase dormindo no seu colo, fazendo ele de bico.
Despertei completamente quando ele se mexeu para levantar e se vestir. Eu o observava naquela ação, me deitei de bruços e dei uma reboladinha, e perguntei:
- Não faltou nada?
Ele me olhou com malícia, se apoiou sobre mim, passou a língua no meio da minha bunda e respondeu:
- Amanhã! Amanhã esse rabo vai ser meu.
- Promete? perguntei
- Juro - disse ele, me dando o último beijo daquela tarde, que me deixou quase apaixonada.
Só me restou ver ele saindo pela porta e fui tomar uma ducha pra me refazer do melhor sexo que eu já tive até então.