A APOSTA " QUEM SERÁ O PRIMEIRO A COMER A NOVA FUNCIONÁRIA " PARTE 1

Um conto erótico de BONECO
Categoria: Heterossexual
Contém 1544 palavras
Data: 23/02/2026 16:57:14
Última revisão: 23/02/2026 18:41:56

Eu sempre fui um menino tímido. E logo na primeira chave de buceta que ganhei, casei. Tinha 23 anos, e ela 6 anos mais velha.

Eu tinha comido somente 2 meninas antes de começar a trabalhar nete novo emprego. Recem formado , fui trabalhar numa empresa de vendas, tamanho medio. Foi na contabilidade da empresa. Tinham uns 12 no escritorio, sendo 6 meninas , incluindo a senhora da limpeza, e uns 6 rapazes. Mas no comercial, tinham uns 30 vendedores, e no deposito mais de 50 homens. E claro havi uma pequena rixa entre o escritório e o depósito.

Na primeira sexta feira depois do meu primeiro pagamento o pessoal do escritorio me convidou para happy hour depois do trablaho (não se já era esse nome, mas enfim, era ir no barzinho depois do expediente). Fomos quase todos do escritório, alguns vendedores e os chefes do estoque. Bebemod, conversamos, e logo os casados foram indo embora. Ficou mais o pessoal do deposito e os vendedores. Aí a menina da tesouraria me pediu uma carona para casa.

Paula (fictício), era uma menina, difícil chamar de mulher, pois era tão novinha, carinha de menina, cabelo loiros cacheados , volumosos, como a loira das panteras (anos 80), magrinha, mas com uma bunda bem saliente, coxas grossa, e muito, muito falante.

Estava sempre no centro de todas as conversas, todos queriam estar ao seu lado, e conversar com ela. Eu já tinha bebido bastante, e ela tambem.

Entramos no meu chevette velho, ano 1981, rebaixado. Fui devargarzinho conversando, parei na frente do prédio dela, embaixo de umas árvores. Quando ela veio dar os tradicionais 3 beijeinhos, deu o primeiro, e quando me virei para dar o segundo, ela não virou. Nossos lábios se encontaram, e ela meteu a língua na minha boca. Partimos para um beijo de língua, antes que terminar ela já estava alisando meu pau por cima da calça. Ela mesma abriu o ziper e tirou meu para fora. Estava meia bomba. Mas ela punhetiou um pouco, e antes mesmo dele ficar duro, desceu e abocanhou meu pau. Logo ficou bem duro, e ajeitei ela no banco do carona. Ela baixou a calça e a calcinha até os tornozelos e abriu as pernas. Deitei o banco do carona, e me deitei por cima dela. Enviei o kacete na buceta dela, e em menos de 3 minutos já tinha gozado.

Ela se vestiu, me deu um tchau e entrou.

Na semana seguinte ficamos meio sem falar por alguns dias. Mal trocavamos algumas palavras. Mas na sexta ela me chamou para ir num bar. Claro que fui. Eu, ela, o gerente do escritorio, e uma loira (linda) que era representante de empresa parceira.

Tomamos 2 ou 3 cervejas, e o gerente comentou que estava com a chave de apto. ali perto, estava vazio, mas a gente podia conhecer. Deixamos a cerveja pela metade, fomos direto.

Chegamos lá , não tinha luz. O casal foi direto para o quarto e se trancou lá. Ficamos parado no meio da sala. Ela se aproximou me deu um beijo na boca rapidinho, e foi descendo. Se ajoelhou no meio da sala escura e empoeirada, e abriu minhas calças, baixou e depois baixou minha cueca. Colocou meu pauzinho na boca, enaquanto ficava alisando minhas coxas grossas e minha bunda (não entendi por que na hora, descobri depois). Quando meu pau ficou duro , fiz ela deitar e ajudei ela a baixar a calça , tirei a calcinha e montei em cima dela. Ficamos asssim de papai e mmãe por uns 5 minutos, ou menos, e logo gozei. Fomos ao banheiro para nós limparmos, e descobrimos que não tinha agua. Ela sentou no vaso para escorrer a porra. Fiquei procurando um papel, mas não achei. Ela me puxou para junto dela e falou :

----deixa que eu limpo para ti ... Abacanhou meu pau todo melado, e foi limpando. Claro que na metida que ela limpava , meu pau crescia. Logo ficou duro. ELa levantou me deu um longo beijo na boca, com gosto de porra. e falou no meu ouvido:

---me come de novo... Virei ela contra a pia, ela se escorrou e meti meu pauzinho de baixo para cima na xaninha úmida dela. Demorei um pouco mais, talvez uns 10 minutos eentão gozei na buceta dela. Ofereci minha cueca, para limpar sua xana, Mas ela vestiu a calcinha e disse que ia levar a para casa :

---vou ficar contigo aqui dentro mais um pouco. Achei excitante. Fomos para sala e o outro casal chegou tbm, com a loira toda escabelada.

Na semana seguinte já era a ultima sexta antes do Natal. Ela pediu carona , mas pediu para passar por um lugar bem discreto. Parei pero do colegio Becker, perto do viaduto Obirici. As aulas tinham acabado e como já passava das 19 h estava meio escuro. Parei embiaxo de uma árvore, longe de olhares curiosos.

----tenho um presente para ti....disse ela logo que paramos. Fiquei constrangido, por que não tinha comprado nada. Ela me entregou o pacote e pediu para mim abrir. Era uma cueca preta de jersey (acho), meio sexy (não tinha sex shop naquela época). Fiquei vermelho, mais ainda quando ela pediu para eu experimentar. Tirei a roupa e vesti a cueca. Ela alisou bem a cueca deixando meu pau duro. Baixou a cueca e o pau saltou para fora. Caiu de boca. Chupou até ficar bem duro, enquanto tirava a calça e a calcinha. Deitei o banco e ela sentou em cima da minha pika. Ajeitou o Kacete e enviou na buceta pentulhuda. A moda era pentelhos na época(tipo Claudia Ohana na plauboy). Ficou quicando um pouco, e menos de 5 minutos eu estava gozando. Descansou um minuto, e saiu de cima de mim. Olhou para meu pau melado, e disse :

---não pode levar o presente sujo. Caiu de boca no pau, e foi limpando toda a porra. Quando ficoi bem duro ela subiu e me deu um longo beijo de lingua. Sentia o gosto da minha porra, mas quem esta na chuva , pode se molhar. Deitei o banco dela, e deitei por cima dela. Não foi tão facil. Mas meu pau achou a xaninha molhada e começamos o vai vem. Comi mais uns minutos e enchi a buceta dela com mais porra. Voltei ao banco. Ela se inclinou e novamente limpou meu pau. Depois puxou a calcinha e se vestiu. Levei ela para casa, e claro na despedida outro longo beijo com gosto de porra.

Passado as festas , veio o verão e os pais dela iam para praia nos finais de semana. Ela dizia que tinha que trabalhar e ficavámos trepando todo o fim de semana. Comia ela na cama dela. E foi lá que comecei a descobrir alguns segredos.

Na adolescência tinha o apelido de tanajura por causa da bunda grande, em relação ao corpo pequeno. Achei graça....o outro detalhe que edscobri foi sobre a rixa entre o depósito e o escritório. Logo que ela começou a trabalhar lá rolou uma aposta para saber quem seria o primeiro a comer a menina nova da tesouraria. Surgiram boatos e uns falatórios. Ninguem sabia quem tinha começado, e nem quem tinha espalhado, mas a conversa chegou aos ouvidos dos vendedores, e precisou o dono da empresa, dar um fim no falatório. Isso tinha ancontyecido antes de eu começar a trabalhar. Mas para mim ninguem tinha falado nada. Até por que nós não assumimos o namoro na empresa. Saimos juntos de carro, as vezes chegavámos juntos. Mas não deixávamos transparecer nada.

Outro detalhe importante foi que ela me contou que a priemeira coisa que ela tinha reparado em mim, foi a minha bunda. Achei muito engraçado, nunca tinha ouvido falar nisso. Mas ela comentou que quando eu saia da sala para pegar um café, ela e outra colega levantavam para me ver passar de costas e admirar minha bundinha durinha. Na hora só achei engraçado, depois trepando na cama, descobri que ela só gozava , deitada em cima de mim, meio de lado, eu acariciando a bundinha dela, sem tocar no cuzinho, e ela alisando minha bundinha, sempre tentando enviar o dedo no meu rabinho. Mas eu nunca deixava, pelo até casar.

Outra coisa que ela me contou é que ela tinha tido mais de 30 namorados, antes de mim, mas jurava que tinha dado só para um. Não questionei, até por que os namoros naquela época eram diferentes dos de hoje. Eu tive só tres namoradas e tinha comido 2. MAs não falava muito de mim.Como disse , eu era muito retraído, e não conversava muito sobre sexo, até por que a primeira buceta que comi foi aos 19 anos, já na faculdade. Então alem de não ter experiência, tinha vergonha de falar.

Saí da empresa, um tempo depois , mas continuamos a namorar. No meio do ano, seus pais resolver se mudar para uma casa na grande Porto Alegre, ficaria ruim para ela trabalhar e tbm para a gente se encontrar. Solução , resolvemos nós casar.

Bom esta ficando longo, depois escrevo a continuação explicando quando me jogaram aquela APOSTA na cara.

Quem quiser trocar algumas experiencias, ou trocar algumas fotos pode me chamar no email : boneco1965@outlook.com

ou, pelo telegran : luispoa

Se gostarem , deem estrelas e comentem. Pode não ser maravilhoso, mas é 100 % verdadeiro.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive boneco1965 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários