Flagrei Meu Macho Preto Gostoso Batendo Punheta Com a Calcinha da Mãe Dele

Um conto erótico de Rayssa esposa
Categoria: Heterossexual
Contém 1106 palavras
Data: 23/02/2026 21:52:31

*Flagrei Meu Macho Preto Gostoso Batendo Punheta Com a Calcinha da Mãe Dele*

Cheguei em casa exausta do trabalho, mas com aquela puta tesão acumulada o dia inteiro. Eu, Rayssa, 27 anos, peitos enormes que balançam a cada passo, bunda grande e empinada que faz os caras virarem a cabeça na rua. Sou a esposa putinha do meu preto gostoso de 25 anos, alto, corpo definido, pele preta brilhante e aquele pauzão grosso, venoso, que me fode como ninguém.

Abri a porta devagar e ouvi gemidos vindo do quarto. Meu coração acelerou. Fui na ponta dos pés, empurrei a porta só um pouquinho e lá estava ele: meu macho preto delícia, completamente pelado, sentado na beira da cama, batendo punheta bem devagar no pauzão duro pra caralho. Na outra mão, ele segurava uma calcinha preta de renda, toda melada, e enterrava o nariz nela, cheirando fundo enquanto gemia baixinho:

— Ahhh, porra… que cheiro gostoso da buceta da mamãe… puta preta vaca safada… eu quero comer essa buceta melada da senhora…

Na TV, um pornô rodava: duas pretas gostosas, uma mais velha, fodendo duro com um cara. Ele tava louco, o pau pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, as veias saltadas. Eu senti minha buceta contrair na hora. Fiquei ali, escondida, enfiando a mão por baixo da saia, afastando a calcinha molhada e começando a tocar minha siririca inchada, circulando o clitóris bem devagar, mordendo o lábio pra não gemer.

Ele cheirava mais forte agora, lambia a calcinha, chupava o tecido onde a buceta da mãe dele tinha ficado marcadinha. Meu dedo entrava e saía da minha bucetinha quente, melando tudo.

De repente ele se levantou, virou de costas pra mim e… caralho… ele vestiu a calcinha da mãe! O pauzão enorme não cabia, ficou pra fora, latejando, a cabeça roxa pulando pra cima e pra baixo, enquanto a renda preta apertava as bolas grandes e pretas dele. Ele se olhou no espelho, deu uma reboladinha safada, socando o pau na calcinha como se estivesse fodendo o ar.

— Toma, mamãe… seu filho tá usando sua calcinha melada… olha como meu pau tá duro pra você, sua vaca gostosa…

Minha buceta escorreu na hora. Eu não aguentei mais. Empurrei a porta com força e entrei.

— Seu safado filho da puta! — gritei, mas com um sorriso safado, já tirando a blusa e deixando os peitos grandes pularem livres. — Tá batendo punheta cheirando a calcinha da sua própria mãe? Olha só pra você, vestindo a calcinha melada da puta preta vaca que nós dois morremos de tesão de comer juntos!

Ele se assustou, olhos arregalados, mas o pauzão deu um pulo ainda mais duro.

— Rayssa… amor… eu… porra, você viu tudo?

Eu ri, safada, já tirando a saia e ficando só de sutiã e calcinha encharcada.

— Vi tudo, seu puto. E eu adorei. Olha como minha buceta tá melada só de te ver assim… cheirando a buceta da sua mãe, vestindo a calcinhazinha dela… Vem cá, macho. Me come usando essa calcinha da mamãe. Quero sentir esse pauzão me arrombando enquanto você tá com o cheiro dela em você.

Ele não pensou duas vezes. Me jogou na cama de quatro, puxou minha calcinha pro lado e enfiou aquele pauzão grosso de uma vez só. Eu gritei de prazer:

— Aaaaiiih, caralho! Que delícia, preto! Me fode gostoso! Olha como sua calcinha da mamãe tá roçando na minha bunda enquanto você me come!

Ele metia fundo, forte, as bolas batendo na minha buceta, a renda da calcinha da mãe dele roçando na minha pele. Eu estiquei a mão pra trás, alisei aquela bunda preta dura, redonda, e passei o dedo bem devagar no cuzinho lisinho dele.

— Hmmm… tá arrepiado, né, safado? — sussurrei, enfiando a pontinha do dedo. — Olha como seu cuzinho aperta meu dedo… você adora isso, não adora? Fala pra mim.

— Porra, Rayssa… eu adoro… me toca aí, amor… aaaahhh!

Ele metia mais rápido, louco. Eu tirei o pauzão da minha buceta com um “ploc” molhado, peguei o consolo de 15cm que a gente guarda na gaveta, todo preto e grosso, e mostrei pra ele.

— Agora você vai ficar com o cuzinho bem abertinho pra mim, usando a calcinha da sua mãe. Vou te comer gostoso, meu putinho. Imagina que eu tô comendo a puta preta vaca da mamãe… que eu tô enfiando esse consolo na buceta dela enquanto você assiste.

Ele ficou de quatro na cama, bundão preto empinado, a calcinha da mãe puxada pro lado, mostrando o cuzinho rosadinho no meio da pele preta. Eu me ajoelhei atrás, lambi devagar, circulando a linguinha naquele cuzinho lisinho, chupando, babando tudo.

— Hmmm… que cuzinho gostoso, preto… tão lisinho… tão apertadinho… — falei, enfiando a língua. Ele gemia alto.

— Aaaah, Rayssa… come meu cuzinho… por favor…

Eu deixei ele bem meladinho de saliva, posicionei a cabeça do consolo e comecei a enfiar devagar, enquanto batia punheta naquele pauzão que pulsava na minha mão.

— Isso, geme pra mim, putinha… geme igual a sua mãe quando eu imaginar que tô comendo ela… Fala “me fode, filhinha” como ela ia gemer.

Ele tava delirando, rebolando no consolo que eu enfiava cada vez mais fundo:

— Aaaaiiih… me fode, filhinha… come o cuzinho da mamãe… ahhh, que delícia… eu sou sua putinha preta… me arromba!

Eu metia o consolo ritmado, fundo, girando, enquanto minha mão subia e descia no pauzão dele, apertando a cabeça roxa.

— Isso, geme mais alto, safado! Imagina sua mãe gemendo assim enquanto eu como ela com esse consolo… você tá quase gozando, né? Olha como seu pau tá babando na minha mão…

Quando senti ele tremendo, as bolas apertando, tirei o consolo devagar e ordenei:

— Agora enfia esse pauzão na minha buceta, macho! Me come até gozar dentro, usando a calcinha da sua mãe!

Ele me virou de costas, abriu minhas pernas e meteu tudo de uma vez, socando forte, fundo, a calcinha da mãe roçando na minha coxa. Eu gritava:

— Isso, preto! Me arromba! Goza pra mim, vai! Goza pensando na buceta da mamãe!

Ele deu mais três estocadas brutais e gozou rugindo, jatos grossos e quentes enchendo minha buceta até transbordar. Eu gozei junto, esguichando na cama, corpo tremendo inteiro.

Caímos os dois, suados, ofegantes, ele ainda dentro de mim, a calcinha da mãe toda melada entre nós. Eu virei o rosto, beijei ele bem gostoso, língua com língua, agarradinhos.

— Te amo, meu preto safado… da próxima vez a gente chama sua mãe pra gente comer juntos de verdade, hein?

Ele riu, me apertando forte.

— Pode deixar, minha putinha… vai ser uma foda inesquecível.

E ficamos ali, coladinhos, cheirando a sexo, calcinha, suor e tesão proibido. O melhor flagra da minha vida.

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Foto de perfil genéricaMacho preto Contos: 2Seguidores: 2Seguindo: 0Mensagem Histórias com Mãe e esposa tesuda (aventuras diversas)

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