Festival de rola na sauna

Um conto erótico de Fabinho sjc
Categoria: Homossexual
Contém 1469 palavras
Data: 23/02/2026 22:16:07

Ah, a sauna...

Aquele lugar da cidade onde todos os caras, sem exceção, vão por um único motivo: fazer sexo bem gostosinho com outros caras.

Não tem paquera, não tem frescura, não tem sedução. É sexo e pronto. Você pode até escolher com quem, claro. Ninguém é obrigado a nada. Mas, ao menos quem não é de ficar indeciso na loja de guloseimas, é, quase sempre, um festival de rolas ao inteiro dispor.

No sábado agora, fui particularmente com sede de pica. Andei em jejum forçado por uns dias depois de ter sido literalmente arrombado por um pauzudo. Não me arrependi nem por um segundo. Amo ter o cuzinho rasgadoo por rolas massivas. Mas, na vida real, isso tem consequências, via de regra, ter de passar alguns dias se recuperando antes de colocar de novo o anel em ação... Ainda bem que temos boca!

Entrei, tomei uma ducha, aproveitando para me certificar com um, depois dois dedos, que não havia mais sequelas do massacre recente. Tudo ok. Meu buraquinho estava novo em folha e pronto para receber metros e metros de vara, em suaves frações de vinte e poucos centímetros.

Ainda era cedo, a sauna havia acabado de abrir. Mas já tinha um certo movimento, uma semana depois do Carnaval. Desfilei pelo corredor com a toalha mostrando mais de metade da minha linda, cheirosa e arredondada bundinha, chamando a atenção da geral. Fui direto para a sala da cama maior, estendi sobre ela a toalha e sentei só esperando os primeiros resultados.

Dos observadores, apenas um me seguiu, já exibindo sob a toalha o produto da minha passagem. Pau bem duro, que senti primeiro com a mão por cima do tecido felpudo, depois com o rosto se aproximando.

Adoro tirar uma toalha com a boca. Morder a beirada e puxar forte com os dentes, gesto meio animalesco, mas que excita ainda mais os machos. A rola salta para fora e para cima com vigor. É uma visão deliciante.

Curto também dar um gemido enquanto encho a boca com aquele monumento de carne rija, demonstrando toda a minha gula. Às vezes, o som é tão alto que atrai curiosos para assistir de perto à brincadeira. Ou, melhor ainda, participar.

E foi o que aconteceu.

Dois caras ficaram na porta da dark room, já sem as toalhas e se masturbando com a cena da minha mamada no guapo rapaz. Fiz com a mão chamando a ambos e multipliquei por três a oferta de pirocas.

Se uma rola vai bem, imagine três. Cada uma com um tamanho e calibre diferente. As duas que chegaram, aliás, maiores e mais grossas do que a primeira. Um púbis depilado, outro no estilo bigodinho aparado e o último ao natural, que solta até uns pelinhos na boca da gente. Não tenho preferência. Gosto de todos.

Com tanta fartura, a gente até perde o rumo, nem sabe direito o que faz. Quer fazer tudo ao mesmo tempo. Chupa a cabeça de um, as bolas do outro, engole inteiro, até engasgar, aqueles que se empolgam um pouco mais. Não dá pra dar aquele trato completo quando tem mais de um, dedicando tempo à virilha, passar a língua demoradamente por toda a extensão, chegar ali naquela costurinha que tem lá embaixo, no limite. Quando fazem comigo, eu amo. E quem recebe também costuma enlouquecer.

Mas também tem lá as suas vantagens. Você já teve duas rolas ao mesmo tempo dentro da boca? Eu sim, muitas vezes. É de delirar.

Nem toda chupeta coletiva acaba em bukkake, em banho de leite como a gente sonha nas melhores fantasias sexuais. Mas pelo menos um, menos resistente, sempre me presenteia com jatos quentes e melados. E daquele sabor inconfundível eu não enjoo nunca, pois mais vezes que sinta.

Com a cara toda melecada e as pernas bambas, misto de tesão e esforço, tive que voltar aos chuveiros para me recompor. Deixei os meninos brincando entre eles e fui me preparar para a sequência.

Já limpo de novo, notei uma diminuição no movimento. Como não era possível que todo mundo tivesse ido embora, suspeitei que os reservados é que estivessem cheios. Não vi todos, mas algumas portas fechadas e o som de batidas de pelve contra quadris, acompanhado de gemidos e sussurros logo me deram razão. Eu também queria, mas fui relaxar um pouco com um drinque na sala de vídeo.

Não é uma TV grande e nem de boa qualidade, mas o tempo todo rolam filmes eróticos estrelados por guris bem dotados e passivos quase tão gulosos quanto eu. Um deles levava de quatro um pau que parecia um baobá de tão grosso. Meu cu chegou a formigar de invejinha.

Logo me enfadei do vídeo e fui procurar mais diversão ao vivo e a cores. Não tem uma seção de brinquedos por lá, mas um dos meus passatempos é pegar um sachê de gel lubrificante, besuntar toda a minha região anal com ele, de forma a fazer entrar qualquer coisa com facilidade. E me exibir em uma sala de porta aberta penetrando meu próprio ânus com os dedos. Já filmei em casa e acho particularmente linda a cena. E costuma também atrair interessados en passant para substituir os meus dedinhos safados por coisa bem melhor.

Não apareceu ninguém, apenas alguém passou por ali e não parou. Confesso que fiquei um pouco frustrado, mas não parei enquanto não gozei sem tocar no meu próprio grelo, aliás, pintinho. Esporrar tendo a próstata massageada, quem já sentiu sabe do que falo, é maravilhoso.

Já estava pensando em tomar outra chuveirada e ir embora, mas decidi me deitar de bumbum para cima, como gosto depois de foder. E se a minha siririca anal não fez sucesso, essa inocente posição de relaxamento atraiu outro potencial parceiro. Ele se aproximou por trás e acariciou desde a parte de trás das coxas até a nuca, provocando um arrepio quase tão bom quanto uma penetração. Me ganhou no ato. Empinei a bunda e ele deslizou a mão até lá, explorando o rego até encontrar o buraquinho todo lubrificado, em que seu dedo entrou sem nenhuma resistência.

A sala era pequena, mas o tesão era tão grande que foi ali mesmo, sem espaço nenhum. Ele simplesmente se deitou sobre mim e enfiou de uma vez sem dó. Talvez tivesse doído se fosse a seco. Com a overdose de gel, do lado de fora e empurrado para dentro pelos dedos da minha mão, encaixou sem atrito.

Lembrou aqueles tempos de moleque, sem experiência nenhuma e quase sempre com pressa, em lugares improvisados e morrendo de medo de ser flagrado. Dei assim para quase todos os meus amigos. Fiz muita gente que jurava ser hetero descobrir que gostava de viado. E levei muita leitada no rabo assim.

O flashback foi completo.

Com aquele rabo empinado e mais molhadinho que qualquer buceta, levei o cara ao êxtase e fui recompensado com a sensação mais gloriosa da vida. Ter o cu inundado de esperma, de porra, de leite de macho, como vocês prefiram chamar. Seja como for, é perfeito.

Estava plenamente satisfeito, mas do lado de fora, sentados em cadeiras, três caras se pegavam. O do meio era beijado na boca pelos outros dois e eles se revezavam pegando uns nos paus dos outros. Dois deles tinham ferramentas normais, nem enormes nem minúsculas. Mas o da cadeira central, o que era aquilo no meio das pernas dele? Uma anaconda?

Se não era o maior pau que eu já tinha visto, estava certamente no pódio. Um deslumbre, difícil até dizer de que comprimento, e com uma grossura que o deixava ainda mais hipnótico. Não dava simplesmente para deixar passar.

Agachei de frente, ainda pingando gala pelo rabo, e comecei a tentar mamar aquela enormidade. Não cabia inteiro na boca, nem em sonho e enchia quase tudo só com a largura. Inacreditável de tão grande. E delicioso.

Uma mamadeira daquelas seguramente estava cheia de leite quente. E eu precisava provar, de qualquer jeito.

Filmagens e fotografias, claro, são proibidas, mas como eu queria ter uma câmera ou celular para registrar, como um pescador que fisga o maior peixe da vida. E a quantidade de sêmen que ele soltou ao ejacular. Parecia encher um copo inteiro de uma vez só. Quis engolir tudo, mas não consegui. Babei um pouco, cuspi na mão e esfreguei pelo rosto, peito, barriga, quase todo o corpo. Um líquido precioso assim não se desperdiça.

Tive vontade de chamá-lo para um dos privativos e experimentar aquele tronco inteiro dentro de mim. Mas ficou para a próxima vez. Vou ficar ainda mais arregaçado que da última vez, que me fez passar os dias de folia de castigo, só punhetando os rapazes no bloquinho.

Mas que vou quicar naquela rola até não sobrar nada de fora, ah, vou.

Cola lá na sauna pra gente brincar também?

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Foto de perfil genéricaFabinho/SJCContos: 50Seguidores: 22Seguindo: 2Mensagem Curto sexo de todas as maneiras. Aqui eu conto um pouco mais das minhas aventuras com homens e travestis.

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