Meu plano pra finalmente comer a minha mãe

Um conto erótico de Fabinho boy
Categoria: Heterossexual
Contém 1904 palavras
Data: 24/02/2026 07:44:34

Tendo meu pai como aliado, no meu plano de comer a minha mãe, as coisas entre eu e ela começavam a ficar mais quentes

Parte 2 - Minha mãe

Olhando para trás, hoje posso concluir que, mesmo antes daquele dia fatídico, quando descobri o segredo do meu pai, já existia uma crescente atração mútua entre minha mãe e eu. Nós só não sabíamos disso ainda. Mas hoje, revendo cada pequeno incidente, posso concluir que tudo entre nós começou há muito tempo.

Lembro-me de um incidente em particular, alguns meses depois do meu aniversário de dezoito anos: eu estava na cozinha preparando um lanche enquanto minha mãe guardava as compras e outras coisas que havia trazido. Primeiro senti, depois percebi, algumas vezes, que seus olhos seguiam meus movimentos.

Me virei repentinamente, com a mão ainda na porta da geladeira, e vi que ela estava olhando pra mim. Sem tempo de desviar os olhos, eles pareciam brilhar com uma ponta de excitação, enquanto ela tentava disfarçar. Ela sorriu, corando, e disse: “Você está se tornando um jovem tão bonito. Tenho orgulho de você, filho.”

Acho que ela deve ter sentido que precisava explicar por que estava me olhando. Então, deu um passo à frente e me deu um abraço rápido e apertado, seguido de um beijo na bochecha. Quando seus seios macios se pressionaram contra o meu peito, senti uma onda de conforto agradável que implorava para ser satisfeita, e minhas mãos retribuíram o seu abraço. Ela deu um tapinha na minha bunda, depois se afastou, sorriu e saiu da cozinha, indo pro seu quarto.

Meus olhos seguiram seu corpo no vestido curto e justo azul-claro que revelava sua bunda empinada. O vestido era curto o suficiente para revelar ainda uma boa parte de suas coxas lisas. A pele clara brilhava sedutoramente, e me peguei pensando que minha mãe era mesmo muito gostosa.

Claro que não era a primeira vez que eu tinha esses pensamentos, mas ultimamente eu tava quase tomando coragem de fazer alguma coisa. Mas tinha que continuar com meu plano.

Pra isso, passei a deixar bem claro minha admiração pelo seu corpo, elogiando sutilmente sua aparência e suas roupas. Ela retribuía da mesma forma, dizendo que eu a enchia de orgulho pelo garotão que tinha virado. Só ficava imaginando se era apenas orgulho o que ela tinha nos olhos aquela manhã.

Depois daquele dia, o tesão que eu tinha na minha mãe só cresceu — sem que ela tivesse ideia disso—, e transformou-se em uma consciência e um desejo incestuoso que, mesmo controlado, me deixava louco de excitação.

Dois dias depois do incidente com meu pai, assim que acordei, vi que estava com uma enorme ereção. Então, tirei a roupa fazendo meu pau saltar pra fora, duro feito pedra. Peguei uma toalha, enrolei em volta da cintura e fui correndo pro banheiro, sem me preocupar em apertá-la ou ajeitar a ponta. Minha cabeça estava voltada apenas pra uma bela punheta debaixo do chuveiro.

Abri a porta do quarto e saí com cuidado, pra que ninguém visse aquele enorme relevo que se revelava, denunciando a minha ereção. Mas, ao olhar pro quarto dos meus pais, não estava vendo pra onde ia... e quem vinha direto no meu caminho... isso mesmo, logo minha mãe.

Levei o maior susto quando trombei com ela, assim que virei no corredor. Assustada, ela deu um pulo para trás. E, por coincidência, ela também estava enrolada numa toalha. Na mesma hora, a toalha que envolvia o seu corpo caiu no chão, deixando ela completamente nua.

Igualmente assustado e chocado com a visão diante dos meus olhos, também dei um pulo para trás, soltando a toalha que segurava. Então ficamos ali, mãe e filho nus, de olhos arregalados e boca aberta, encarando o corpo um do outro.

Eu olhava dos seios para a barriga, para a sua buceta peluda e as coxas grossas, e de volta para cima, na ordem inversa. Ela olhava, alternadamente, para apenas dois lugares: meu rosto e meu pau duro. Finalmente, nossos olhares se encontraram. Mamãe foi a primeira a falar.

"Bem, já ouvi falar de ereção matinal... mas o que é isso, filho, ereção do meio-dia?", ela disse, dando uma risadinha nervosa.

Na hora eu não percebi, de tão embaraçado e excitado ao mesmo tempo, mas, no meu quarto, mais tarde, me dei conta de um detalhe: Nenhum de nós parecia particularmente interessado em pegar nossas toalhas ou usar as mãos para nos cobrir. No meu caso, eu aproveitei a chance e queria exibir minha nudez... e o pauzão duro.

No caso dela, porém, não tenho certeza. Depois do reflexo de se cobrir com as mãos, ela me lançou aquele sorriso malicioso, diante do embaraço da situação. E ela continuava olhando, com olhos admirados, pra minha ereção. Mas, vendo que eu não tinha nenhuma reação, ela colocou as mãos na cintura, como que deixando que eu desse uma boa olhada.

Aos quarenta e três anos, o corpo esguio e curvilíneo, se fosse preciso escolher, diria que ela ofuscava muita garota da minha idade, e estava em ótima forma. Sua pele morena clara, pontilhada de sinais de nascença no busto, era lisa e ainda tinha um brilho jovial.

E agora bem diante dos meus olhos, sua virilha era um espetáculo à parte, um exemplo perfeito de tesão na forma de uma buceta. Sua vulva tinha um formato perfeito, um triângulo considerável de lábios salientes, pedindo pra ser chupada.

O monte de Vênus também era uma elevação bem definida. Como se isso não bastasse para atrair a atenção, a própria vagina acrescentava mistério e beleza, coberta de uma linda pelagem que encobria o caminho do paraíso. Nossa, como eu queria cair de boca naquela buceta maravilhosa!

Seus seios fartos se destacavam e chamavam a minha atenção. E, pra minha surpresa, seus mamilos pareciam levemente eriçados. E foi ela quem falou primeiro da minha ereção.

"Vai ficar aí olhando ou vai pegar a toalha pra sua mãe?", ela ainda me olhava.

Eu nem acreditava que ela tava ali parada, esperando que eu pegasse a toalha pra ela. Nossa, era a primeira vez que nos víamos completamente nus, eu de pau duro e ela com os "faróis acesos"... e eu estava adorando aquilo. Talvez não passasse de uma provocação sua, mas eu queria ver até onde ela ia.

Então, me abaixei à sua frente, a poucos centímetros da sua buceta, que eu olhei de relance, e peguei a toalha e lhe entreguei. Em seguida, peguei a minha

"Você tá em forma, hein, mãe!", eu sorri pra ela.

"Obrigada, querido, mas, pelo amor de Deus, cobre esse pau de uma vez!", ela disse, rindo da minha nudez.

"Podia muito bem tá na capa de uma revista!", eu nem sei como tive coragem de dizer aquilo pra minha mãe.

"Obrigada, mas tire isso da cabeça... Não deveria estar pensando na sua mãe nua numa revista pornô na mão de um garoto se masturbando."

Ela jogou a toalha por cima do ombro e passou por mim a caminho do quarto. Olhei pra bunda dela e senti meu pau endurecer de novo. Não sei o que ela quis dizer com aquilo, se estava só me provocando ou sei lá, mas me deixou muito excitado. E antes de entrar no quarto, ela se virou por um instante e me pegou olhando. Claro que assim que eu entrei debaixo do chuveiro, eu peguei no meu pau e me masturbei muito pensando nela.

Superado o incidente da toalha, me surpreendi que conseguimos aceitar com alguma naturalidade a nudez um do outro. E acho que aquilo serviu bem no meu plano, e acabamos ficando um pouco mais íntimos. Mais tarde, conversando e brincando sobre o assunto sem constrangimento, percebi que o nosso relacionamento tinha mudado. Éramos mais do que apenas mãe e filho; especialmente nos últimos dias, havíamos nos tornado amigos... com algum nível de intimidade.

Conversávamos francamente e sem medo sobre qualquer coisa. Trocávamos piadas, até mesmo piadas picantes, e nos provocávamos ou desafiávamos regularmente, sem medo de julgamentos.

Ela gostava de se sentar no sofá de três lugares para poder se deitar quando quisesse, o que acontecia com frequência. Eu estava na minha poltrona, do outro lado da sala.

Ela usava um vestido curto florido e, quando se sentou com um livro e levantou uma perna, dobrando-a sob o corpo, o vestido se abriu e a parte da frente caiu, revelando parte de um seio de um lado. E quando ela trocava de pernas, dava pra ver na parte de baixo, o rosa da sua calcinha e ver uma generosa porção da coxa grossa.

Eu já a tinha visto com esse vestido antes, com outras combinações semelhantes, e nunca tinha dado muita importância à exposição, mas com a nudez dela ainda fresca na minha memória, vi tudo sob uma perspectiva diferente e não conseguia parar de lançar olhares furtivos. Quando ela se levantava pra pegar alguma coisa, meus olhos a seguiam, indo e vindo. Ela me flagrou algumas vezes e, em uma delas, revirou os olhos e suspirou, mas na maioria das vezes simplesmente me dava um sorriso de cumplicidade.

Eu apreciei cada olhar e cada minuto a observando. Mas quando fui pra cama, minha cabeça estava a mil, tentando processar e assimilar tudo o que havia acontecido nos últimos três dias, incluindo as mudanças na forma como eu via minha mãe e os sentimentos que me dominavam.

Com a visão do seu corpo nu diante de mim, agarrei meu pau duro, imaginei a buceta dela e seus seios fartos, a bunda carnuda e os lábios carnudos, feitos pra chupar, e me masturbei com vontade, até gozar com um gemido abafado no travesseiro. Pouco antes de gozar, minha mente me permitiu a fantasia de enfiar a cara no meio das suas pernas, onde cheguei tão perto aquele dia, e chupar muito a sua buceta.

A partir daquele incidente, comecei a dar mais atenção à minha mãe e a ser mais brincalhão com ela. E sempre que ela ia tomar banho, eu tentava ver se esbarrava com ela no corredor, pra ver se provocava um clima de tensão sexual entre nós. Além disso, passei a tomar banho primeiro, deixando sempre a porta do banheiro entreaberta. Depois do banho, saía com a toalha na cintura e ia pro meu quarto, deixando a porta também aberta o bastante pra que ela pudesse me ver.

O quarto dos meus pais ficava em frente ao meu e minha mãe estava se vestindo com a porta entreaberta. Então pensei que, se eu a visse seminua, deveria deixar que ela me visse também. Entrei no meu quarto, mas não fechei a porta quando fui jogar a toalha. Ela saiu do quarto dela e me viu parado ao lado da minha cômoda.

Ela olhou pra mim e disse: "Nossa, como você cresceu!" — como se ela já não tivesse visto o bastante. Me virei pra ela pra que pudesse ver tudo o que eu tinha a oferecer. Ela estava olhando pro volume do meu pau sobre a cueca boxer preta, então me sorriu e disse: "Você vai fazer alguma garota muito feliz um dia". Nós rimos e eu notei que ela ficou meio corada, o que fez o meu pau ficar ainda mais duro.

Pelo visto, meu plano estava indo muito bem. E se o estímulo visual tinha dado certo, eu pensava agora em conquistá-la pela palavra, abrindo meu coração e revelando minhas fantasias mais secretas.

Continua...

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