Minha Filha Quis Treinar As Amigas Dela Para Fuder E Me Convidou Para Ser a Piroca De Teste - PARTE 6

Um conto erótico de PicaDeTeste
Categoria: Heterossexual
Contém 4961 palavras
Data: 24/02/2026 11:36:40

Helena e Amanda estavam se entreolhando com aquele sorriso — o tipo de sorriso que mulher só faz quando planejou alguma coisa e tá prestes a executar. Era um sorriso de conivência, de segredo compartilhado, de "a gente sabe algo que você não sabe ainda".

"A gente viu uma coisa num vídeo," Helena começou, andando devagar em direção à cama. Não tinha pressa no jeito dela se mover. Era calculado, como uma predadora que sabe que a presa não vai a lugar nenhum. "E desde então a gente não para de falar sobre isso."

"Que tipo de coisa?" perguntei, tentando soar mais alerta do que estava.

Amanda respondeu se despindo.

Ela não fez cerimônia — pegou o roupão de seda vermelho pelos ombros e deixou cair no chão com um sussurro de tecido. Ficou só com o conjunto de renda preta por meio segundo. Então tirou isso também. Puxou as alças pelos ombros, soltou o sutiã no chão, desceu a calcinha pelas coxas bronzeadas até cair nos pés. Chutou pra longe sem nem olhar pra onde foi.

E ficou nua. Completamente nua.

Amanda era pequena — metro e sessenta quando muito, ossatura fina, ombros estreitos. Mas o corpo dela era uma obra de arte compacta. Pele morena e lisa sem uma imperfeição, cintura tão fina que eu teria conseguido abraçar ela com as duas mãos. Peitos pequenos e altos, firmes como frutas maduras, com mamilos escuros e grossos que já estavam duros — duros antes de qualquer toque, só de me olhar deitado na cama. Barriga chapada, quadril leve, pernas longas pra um corpo tão miúdo. E a buceta — depilada, os lábios rosados e escuros já levemente inchados de excitação, visíveis mesmo com as coxas fechadas.

"A gente quer compartilhar você," ela explicou, subindo na cama, colocando os joelhos de cada lado dos meus tornozelos. "Ao mesmo tempo."

"Como assim 'ao mesmo tempo'?" perguntei.

Mas já estava começando a entender. E meu pau estava começando a entender também — um pulso lento, quase involuntário, um acorde grave em instrumento que eu jurava morto.

Helena se despiu do lado de fora da cama. Ela fez de um jeito diferente — mais deliberado, mais teatral. Helena sabia que tinha um corpo que pedia atenção, e ela gostava de dar esse presente devagar. O vestido escorregou pelos ombros e revelou o sutiã de renda branca que mal continha aqueles seios monumentais — peitos enormes, pesados, com a curva de baixo marcando um sulco de sombra que parecia feito pra guardar segredos. Ela soltou o sutiã. Eles caíram, pesados e perfeitos, balançando suavemente no ritmo da sua respiração. Os mamilos eram pálidos, grandes, e estavam tão duros quanto o da Amanda.

A calcinha branca desceu por quadris largos, revelando uma bunda que parecia desafiar a física — redonda, alta, densa, tremendo levemente a cada movimento como se fosse feita de algo mais que carne e osso. Helena era branca, mas do tipo que tem cor — aquela pele com rubor natural, que fica vermelha fácil, que marca fácil, que registra cada dedada, cada mordida.

Ela abriu a gaveta da mesinha de cabeceira e tirou algo.

Um consolo. Grande. Preto. Realista — nervuras, cabeça definida, veia lateral em relevo. Tinha o tamanho aproximado do meu pau, talvez um centímetro a menos em comprimento mas equivalente em espessura.

"A gente quer simular uma dupla penetração," Helena disse, e a voz dela era clara, direta, sem nenhum pudor. "Você vai ficar deitado. A Amanda vai sentar no seu pau. E eu vou usar isso," ela balançou o consolo na minha direção, "em mim mesma. A gente vai ficar juntinhas. Bem perto. Sentindo você e sentindo uma à outra."

Meu pau pulsou de novo. Com força dessa vez.

"Você tá preparada pra isso?" Helena perguntou pra Amanda, os olhos ainda nos meus.

Amanda virou pra ela com aquele sorriso de quem nunca teve medo de nada na vida.

"Nasci pronta."

***

Do lado, Júlia tinha arrastado uma poltrona de couro caramelo até ficar a menos de dois metros da cama. Ela se sentou na beirada, os cotovelos nos joelhos, o queixo nas mãos — toda atenção, toda concentração, aqueles olhos arregalados absorvendo cada detalhe como se estivesse assistindo o evento esportivo mais importante da vida dela. Kátia e Larissa ficaram um pouco mais atrás, encostadas na parede, também observando. Kátia tinha um copo de vinho na mão. Parecia relaxada. Larissa mordia o lábio.

Me deitei de costas no centro da cama. Meu pau estava crescendo de novo — mais devagar que antes, mais deliberado, como uma maré que sobe sem pressa mas não para. Quando Amanda subiu em mim e ficou ajoelhada sobre os meus quadris, eu já estava meio duro.

Ela cuspiu na palma da mão — um gesto prático, sem vergonha — e passou no pau com movimentos lentos, esfregando da base até a cabeça, sentindo o tamanho na mão enquanto eu crescia completamente entre os dedos dela.

"Caralho," ela murmurou, com admiração genuína. "Você ainda tá duro. Que máquina."

"Você me ajudou," respondi, e era verdade.

Ela abriu as próprias coxas mais, se abaixou levemente, e eu a vi levar a minha cabeça até a entrada da buceta — molhada, aquecida, os lábios se separando suavemente pra me receber.

O primeiro centímetro foi aquele aperto. Aquele calor específico de buceta apertada que não tem nada igual no mundo. Amanda fechou os olhos.

Ela desceu.

Devagar. Centímetro por centímetro, deixando o corpo se adaptar, as paredes internas cedendo e fechando ao redor de cada milímetro do meu pau enquanto ele afundava nela. Eu sentia tudo — cada contração dos músculos internos dela, cada pulsação, a umidade quente e densa que grudava em mim. A buceta da Amanda era apertada de uma forma específica: estreita na entrada, se abrindo levemente no meio, fechando de volta no fundo — como se tivesse sido esculpida pra me prender.

Quando ela finalmente sentou completamente — quando não havia mais espaço pra ir —, nós dois gememos ao mesmo tempo.

O dela foi um "ah" longo, com a cabeça jogada levemente pra trás, os peitos se movendo com a respiração funda. O meu foi mais baixo, mais involuntário, um som arrancado do diafragma.

"Que delícia," ela suspirou, sem mover. Só sentindo. "Sempre tão grande. Sempre tão gostoso."

Ela começou a se mover — não rebolar ainda, apenas um leve balanço de quadril, testando, calibrando. Os músculos internos contraindo e relaxando ritmicamente, como se ela estivesse apertando e soltando ao redor do meu pau propositalmente. E estava.

***

Helena se posicionou atrás da Amanda.

De costas pra mim.

Aquela visão — a bunda enorme da Helena, branca e redonda e perfeita, bem na minha frente — foi suficiente pra qualquer dúvida restante sobre a capacidade de recuperação do meu pau desaparecer de vez.

Ela cuspiu no consolo. Depois foi até a gaveta e pegou um frasco de lubrificante — algo que Kátia tinha deixado ali, previdente como sempre. Esfregou o lubrificante no consolo com movimentos longos e deliberados, cobrindo cada centímetro. Então passou os dedos lubrificados em si mesma — e eu vi, pela ângulo perfeito que a posição dela me dava, vi ela separar as próprias nádegas com uma das mãos e introduzir dois dedos no próprio cu, abrindo, preparando.

Ela gemeu baixinho. Um grunhido de trabalho, de concentração.

Júlia, da poltrona, levou a mão à boca.

Helena encostou a ponta do consolo contra si mesma e empurrou.

A cabeça sumiu.

"Filho da puta," ela grunhiu, e havia uma tensão na voz que era metade dor e metade outra coisa completamente diferente. Ela parou, respirou. Empurrou mais. "Isso é... estranho. Mas é bom. Muito bom."

Ela continuou descendo. Centímetro por centímetro, o consolo preto desaparecendo entre as nádegas brancas — a imagem era obscena de um jeito que virava o estômago de uma forma boa, um choque visual que ia direto pra medula. Quando ela afundou completamente, a base do consolo encostando na pele dela, Helena soltou o ar pelos dentes numa expiração longa.

"Pronta," ela disse.

Ela se inclinou levemente pra frente e encostou as costas nas costas da Amanda.

Pele com pele. Calor com calor.

Amanda virou o rosto pra o lado, encontrou o rosto da Helena, e elas se beijaram — uma coisa breve, mais confirmação que paixão. Uma comunicação silenciosa de "vamos fazer isso".

Então começaram.

Amanda subiu no meu pau — lenta, deliberada, até só a cabeça estar dentro dela. Helena subiu no consolo na mesma velocidade. E então as duas desceram juntas.

O efeito foi imediato. Amanda afundou em mim e gritou um "sim" rouco. Helena afundou no consolo e grunhiu entre os dentes. E os corpos delas se moveram — não só verticalmente, mas em ondas, aquele balanço de quadril que vem de dentro, que não é técnica mas instinto.

Elas encontraram o ritmo em menos de um minuto.

Subiam juntas. Desciam juntas. Uma dança erótica com dois centros de gravidade perfeitamente calibrados.

O peso das duas me pressionava. A Amanda de frente — seus quadris se movendo, a buceta apertando a cada descida, os peitos balançando no ritmo. A Helena por trás — a bunda enorme e pesada dela quase tocando as coxas da Amanda a cada descida, as costas das duas grudadas, suadas, escorregando suavemente uma na outra.

"Encosta mais em mim," Amanda pediu, arfando.

Helena se inclinou mais pra frente, as costas colando completamente na barriga e nos peitos da Amanda — peitos pequenos contra costas largas. A Amanda tinha que se inclinar levemente pra frente pra compensar, e isso mudou o ângulo — o meu pau agora batia numa direção diferente dentro dela, e ela soltou um grito curto de surpresa que era puro prazer.

"Porra, aí," ela disse. "Fica aí."

Elas continuaram assim. Coladas. Suando juntas. Gemendo em uníssono ou em contraponto — às vezes a Amanda gemia quando subia, às vezes a Helena gemia quando descia, e o som delas criava uma melodia que eu nunca tinha ouvido antes e que ficaria gravada em mim pra sempre.

***

Júlia não conseguia ficar parada.

Eu a vi pelo canto do olho — e depois pelo espelho lateral. Ela tinha levantado a saia do uniforme e a mão tinha desaparecido entre as coxas. Os dedos se moviam em círculos pequenos, rítmicos. Os olhos dela não saíam da cena por uma fração de segundo, como se desviar o olhar fosse perder alguma coisa.

Helena notou também.

"Júlia," ela chamou, sem parar de se mover. A voz dela era rouca e direta. "Vem cá. Vem ver de perto."

Júlia hesitou. Levantou da poltrona com aquela hesitação de quem quer muito mas ainda não tem certeza se merece. Caminhou até a cama, se ajoelhou na beirada.

A visão daqui era diferente. Mais íntima. Mais brutal.

Helena pegou a mão da Júlia e a guiou sem perguntar — até o ponto exato onde meu pau desaparecia dentro da Amanda. Ela abriu os dedos da Júlia e os posicionou ao redor da base do meu pau, logo abaixo dos lábios da Amanda.

"Sente," Helena instruiu. "Sente como ele enche ela."

Júlia ficou imóvel por um segundo. Então os dedos dela se fecharam levemente. Senti o toque dela — diferente de qualquer outra coisa naquela cama, mais leve, mais cuidadoso, com uma tentatividade que era completamente diferente da confiança das outras.

"Tá tão quente," ela sussurrou, como se estivesse na igreja.

"E molhado," Amanda completou de cima, com uma voz já distante, perdida no próprio prazer.

"Aperta as bolas dele," Helena disse pra Júlia. "Delicado. Os homens gostam quando você faz isso certo."

Júlia obedeceu — um aluno perfeito. As mãozinhas dela envolveram meu saco com uma pressão que era quase gentil demais, pra viver no meio de tudo aquilo. Ela rolou o polegar devagar, testando a pressão, ajustando. A sensação era de uma camada extra de prazer — não urgente, não dominante, mas constante. Um fundamento embaixo de tudo.

"Você tá mastiiiigando ele," Amanda gemeu lá em cima, acelerando. "Que vontade de gozar."

"Aperta ele," Helena disse pra Amanda. "Os músculos. Usa eles."

Senti o momento exato em que Amanda obedeceu — a buceta dela se contraiu ao redor do meu pau como um torno hidráulico, uma pressão uniforme que foi de baixo a cima, espremendo, segurando. Era uma técnica que ela claramente tinha praticado e praticado até ficar perfeita.

"Porra," gemi. Não tinha vocabulário melhor. Era só isso.

"Eu sei," ela respondeu, sem parar, sem soltar. Ela fazia aquele aperto e depois usava os músculos de outro jeito — ondulando, pulsando, criando um efeito que era diferente de qualquer movimento físico. Era como se a buceta dela estivesse me chupando por dentro.

***

Helena acelerou.

Ela parou de sincronizar completamente com a Amanda e começou a montar no consolo no próprio ritmo — mais rápido, mais profundo, os quadris enormes batendo contra a própria mão que segurava a base do objeto. A bunda dela tremendo a cada impacto, ondas de carne e calor.

"Tô sentindo você se mover," Amanda disse pra Helena, surpresa. "Sinto o movimento das costas de você contra mim."

"Eu sei," Helena rosnou. "É bom demais."

"Deixa eu também." Amanda ajustou o ângulo, inclinou levemente o torso, e começou a rebolar em círculos em vez de subir e descer — um movimento de quadril lento e profundo que mudou completamente a dinâmica. Meu pau girava dentro dela, tocando paredes diferentes, ângulos diferentes.

"Caralho," gemi de novo.

"Esse é o único vocabulário que você tem quando tá chegando no limite," Amanda disse, com aquele humor dela mesmo no meio do orgasmo iminente.

Eu teria rido se conseguisse respirar direito.

O quarto estava quente. Não era temperatura — era a densidade do ar, o vapor de cinco corpos, o cheiro de suor e lubrificante e fluidos que se acumulavam em cada superfície. As velas que alguém tinha acendido mais cedo projetavam sombras dançantes na parede, e pelo espelho lateral eu via a cena de um ângulo que parecia tirado de um sonho — a Amanda de cima, os peitos se movendo no ritmo do rebolar, a Helena por trás encostada nela, a bunda enorme oscilando, Júlia ajoelhada na beirada da cama com os dedos em mim, e eu embaixo de tudo, sustentando o peso e o prazer e o calor de todas elas ao mesmo tempo.

Larissa, do outro lado do quarto, tinha encostado a cabeça no ombro de Kátia. As duas assistiam em silêncio. Kátia tinha posto o vinho de lado há muito tempo.

***

Helena foi a primeira.

O orgasmo dela foi aviso — ela parou de se mover por um segundo completo, o corpo todo tenso como corda de violino, as nádegas cerradas ao redor do consolo. Então veio a onda — e ela deixou sair.

"Porra sim," ela grunhiu, e o som saiu de algum lugar profundo, visceral. "Sim. Sim. Porra."

Ela começou a montar no consolo com força bruta — o impacto dela batendo nos próprios quadris a cada descida, a base do consolo visível e sumindo em alternância rápida. A bunda dela tremeu como se fosse se desintegrar. As costas dela empurraram contra a Amanda com mais força, e a Amanda, sentindo isso, deu um grito involuntário.

O orgasmo da Helena durou tempo demais. Ele veio em ondas — uma, duas, três. Ela ficava quase parando entre cada onda, tremendo, e então a próxima chegava e ela gritava de novo, diferente, como se cada onda tivesse sua própria personalidade.

"Você não tem vergonha de gozar assim não?" Amanda disse pra ela, rindo e arfando ao mesmo tempo"

"Vergonha de quê?" Helena conseguiu responder, ainda tremendo.

***

A Amanda levou mais um pouco.

Ela mudou a técnica depois do orgasmo da Helena — parou de rebolar e voltou pro movimento vertical, mas mais rápido agora, batendo de cima no meu pau com força crescente. O barulho de pele batendo em pele começou a preencher o quarto, aquele som úmido e ritmado que é o som mais honesto do mundo.

"Me ajuda," ela disse pra mim. "Segura meu quadril. Me empurra pra baixo."

Peguei os quadris dela com as duas mãos. Meus dedos afundaram naquela carne morena e firme. E comecei a puxar ela pra baixo a cada descida — dobrando a força, duplicando o impacto.

Amanda jogou a cabeça pra trás.

A voz dela quebrou.

Era diferente de como ela tinha gemido antes — aquela confiança toda se dissolveu, e o que ficou foi mais puro, mais nu. Um som que ela não estava controlando, que estava saindo dela sem pedir permissão.

"Tô gozando," ela disse, quase surpresa consigo mesma. "Porra, tô gozando no seu pau."

Senti antes de ela terminar a frase. A buceta dela contraiu num espasmo que não tinha nada a ver com a técnica de antes — era involuntário, era o corpo tomando conta, apertando e soltando e apertando de novo em ondas que vinham de dentro pra fora. Calor subiu — um fluido quente escorrendo pela minha virilha, pela minha bunda, encharcando os lençóis.

"Goza!" Helena gritou, vendo, sentindo pelas costas coladas. "Enche ela!"

Júlia, na beirada da cama, olhava com os olhos tão abertos que parecia que iam cair da cabeça.

E eu não aguentei.

"Vou gozar," avisei — mas era mais reflexo do que aviso, porque já estava acontecendo.

Explodi dentro da Amanda.

Não foi delicado. Foi um jato longo e forte que foi seguido por outro e depois outro, cada um acompanhado de uma contração que vinha do centro do meu corpo e irradiava pra todo lugar. Minha visão escureceu nas bordas. Minha cabeça foi pra trás no travesseiro. Meus dedos apertaram tanto os quadris da Amanda que ela gritou — não de dor, mas do aperto somado ao prazer do próprio orgasmo, que ainda estava se dissolvendo em ondas menores dentro dela.

"Sim," ela gritou. "Sim! Enche! Enche tudinho!"

E eu enchi.

Continuei gozando por mais tempo do que qualquer coisa que meu corpo tinha feito naquela noite — como se os dois orgasmos anteriores tivessem sido só o aquecimento e esse fosse o evento principal. Cada jato arrancava um som diferente da Amanda, que ainda contraía, que ainda pulsava ao redor de mim, me ordenhando até a última gota com aquela buceta incrivelmente capaz.

Helena, sentindo as costas da Amanda tremer e ouvindo os sons de nós dois, teve mais uma onda — menor, mas intensa. Ela murmurou algo incompreensível e apertou a bunda novamente ao redor do consolo, o orgasmo anal dela se prolongando além de qualquer ponto esperado.

***

Quando tudo parou — quando os tremores finais se dissolveram, quando a respiração começou a voltar a algo parecido com o normal — o silêncio que ficou foi quase sagrado.

Helena se afastou devagar da Amanda, as costas se separando com um som úmido de suor e calor. Ela ficou ajoelhada, tremendo levemente nas coxas, antes de se deitar de lado na cama, puxando o consolo pra fora com um grunhido longo e satisfeito.

Amanda ficou imóvel em cima de mim por um longo momento. Seus peitos se movendo com a respiração irregular. Os olhos fechados. Uma expressão no rosto que era esgotamento completo e satisfação completa ao mesmo tempo.

Então ela saiu.

Quando se levantou — quando afastou os quadris e o meu pau escorregou pra fora dela —, a cena foi daquelas que ficam. Um fio grosso, branco e escorregadio, uma mistura densa dos fluidos dos dois de nós, escorrendo dos lábios abertos e avermelhados da buceta dela, descendo pela coxa interna, pingando no lençol.

O silêncio durou meio segundo.

Júlia — que tinha ficado imóvel na beirada da cama o tempo todo, os dedos ainda levemente em contato com minha virilha, o rosto cor de tijolo — se inclinou.

Sem pedir permissão. Sem avisar.

Encostou a boca direto na buceta da Amanda e começou a lamber.

Amanda soltou um som de choque que virou um gemido em menos de um segundo. As mãos dela foram automaticamente pra cabeça da Júlia — não pra empurrar, mas pra segurar. Pra manter ali.

"Júlia!" Helena exclamou do outro lado da cama, mas a voz dela estava misturada com riso.

Júlia levantou o rosto. O queixo dela brilhava. Os lábios dela brilhavam. Havia uma expressão no rosto dela que era ao mesmo tempo orgulho, satisfação e leveza.

"Quê?" ela disse, com toda a inocência do mundo. "Você disse pra eu aprender tudo."

As garotas explodiram em risadas — aquele tipo de risada que só vem quando todo mundo está nu e feliz e exausto, quando os filtros sociais foram embora e o que ficou é só a leveza e a intimidade de ter dividido algo que não tem nome bonito.

Amanda caiu na cama do meu lado, rindo e recuperando o fôlego ao mesmo tempo. Helena rolou até ficar de barriga pra cima, a bunda enorme afundando no colchão, os seios caindo pra cada lado de um jeito que era ao mesmo tempo absurdo e magnifico. Júlia, com o queixo ainda brilhante, limpou com o dorso da mão e sorriu pra si mesma como quem acabou de passar num exame difícil.

O ar do quarto era quente e pesado e perfeitamente, completamente, irrevogavelmente marcado pelo que tinha acontecido ali.

"Ok," veio a voz de Kátia do outro lado do quarto. Clara. Decisiva. Ela bateu palmas duas vezes, como quem encerra um capítulo e abre o próximo. "Isso foi... uau. Mas agora acho que é hora da atração principal."

Ela olhou pra Larissa com um sorriso que tinha múltiplas camadas.

"Tá na hora de você mostrar pras suas amigas como é que se faz. De verdade."

—-

O celular vibrou na mesinha de cabeceira com aquela insistência específica de quem liga duas vezes seguidas.

Amanda tinha meu pau envolvido nas duas mãos e estava abaixando a cabeça com aquela lentidão sádica dela — a que ela usa quando quer me enlouquecer antes de engolir. Helena estava deitada ao lado, a coxa encostada na minha, o dedo dela fazendo círculos no meu peito enquanto assistia com interesse acadêmico.

A vibração parou. Voltou.

Larissa, que estava sentada no canto da cama, pegou o aparelho antes que eu pudesse me mover. Ela olhou a tela. O rosto dela não mudou. Ela virou o celular pra mim mostrar quem estava ligando.

*Cláudia — coração, coração, coração.*

Três coraçõezinhos. Minha esposa tinha emoji de coração no próprio contato. Eu coloquei isso ali três anos atrás.

Amanda parou o que estava fazendo. Levantou o olhar. Sorriu — devagar, de um lado só.

Não saiu da posição. Só parou.

"Atende," ela sussurrou.

"Larissa—"

Mas Larissa já tinha deslizado o dedo e levado o aparelho ao ouvido.

"Oi, mãe." A voz dela saiu limpa. Neutra. A voz de quem está sentada estudando numa tarde de sábado com uma xícara de chá. "Tudo bem?"

Eu não respirei.

Amanda voltou a se mover — devagar, mais devagar ainda do que antes, a língua descendo pelo comprimento do meu pau com uma precisão calculada que só podia ser intencional. Seus olhos estavam fixos no meu rosto. Ela queria me ver tentar manter a compostura.

"O papai?" Larissa repetiu, casual, olhando pra mim. "Tá bem, não tá aqui do lado não. Acho que foi buscar alguma coisa."

*Buscar alguma coisa.* A boca da Amanda me engoliu até a base.

Mordi o lábio com força suficiente pra deixar marca.

"A gente tá na casa da Kátia," Larissa continuou, a voz absolutamente imaculada. "Eu e as meninas. Sabe, aquele projeto da faculdade que eu te falei — a gente vai apresentar semana que vem e tinha umas coisas pra resolver hoje. O papai aproveitou pra conhecer os pais dela."

Kátia, que estava encostada na cômoda bebendo vinho, ouviu o próprio nome e ergueu a taça em saudação silenciosa.

"Projeto," Kátia murmurou, sem som, articulando com os lábios, o sorriso no rosto de quem acha a própria piada muito boa.

Helena se inclinou e desceu a mão até onde Amanda trabalhava. Envolveu meu saco com os dedos — suave, morna — e começou a massagear com aquela paciência dela. Os dois pares de olhos estavam em mim. Estudando. Esperando ver onde eu ia rachar.

Não raquei.

"Quer falar com ele?" Larissa disse ao telefone. Pausa. "Deixa eu ver se ele voltou."

Ela me estendeu o celular.

***

Os olhos de Amanda brilharam.

Ela não soltou. Continuou lá, a cabeça no meu pau, os lábios envolvidos na base, a língua fazendo aquela coisa que ela faz com o frênulo — aquela pressão pontual, ritmada, que me manda direto pra beira. E Kátia tinha saído da cômoda e agora estava sentada atrás de mim na cama, as mãos nas minhas costas, a boca perto do meu ouvido.

"Boa sorte," ela sussurrou, e eu senti o sorriso dela contra minha orelha.

Peguei o celular.

"Oi, amor."

Minha voz saiu estável. Milagre de Deus ou puro instinto de sobrevivência — não sei qual dos dois.

"Oi!" A voz da Cláudia era leve, doméstica, tranquila como quem acabou de sair do banho. "Tá tudo bem? Eu liguei duas vezes."

"Estava no banheiro," eu disse.

Amanda apertou levemente ao redor da base do meu pau. Punição suave por mentira não criativa.

"Ah, tá. Você tá bem? Você foi cedo essa noite—"

"Tô, tô ótimo." *Ótimo* não começava a descrever. "Só cansado. Como foi o jantar?"

Ela começou a me contar sobre o jantar. A cunhada que chegou atrasada. O vinho que estava azedo. O bolo que a sogra fez do zero e que ficou seco demais mas ninguém teve coragem de falar.

Amanda tinha retomado o ritmo. Lento. Profundo. A cabeça descendo e subindo com a regularidade de um metrônomo.

Helena tinha se debruçado na beirada da cama e estava olhando com atenção clínica, o queixo apoiado no punho, como quem assiste um documentário muito interessante.

"...e a Fernanda ainda disse que queria fazer outra data pra almoço mas eu falei que semana que vem fica difícil porque—"

"Hum-hm," eu disse.

Larissa, sentada ao meu lado agora, inclinou a cabeça e encostou os lábios no meu pescoço. Não era um beijo. Era a pressão dos lábios — morna, deliberada — e eu senti os dentes dela fecharem suavemente na pele do meu pescoço num mordisco que durou exatamente o tempo certo pra me fazer engolir saliva em silêncio.

"Ricardo? Você tá ouvindo?"

"Tô, tô," eu disse. "Disse que faz sentido."

"O quê que faz sentido?"

Merda.

"O... o almoço da semana que vem. Que fica difícil."

"Ah." Pausa breve. "Você falou que não tinha ouvido."

"Tava distraído. Desculpa."

Amanda escolheu esse momento pra aplicar sucção.

O som que quase escapou da minha boca eu transformei numa tosse no último milissegundo possível.

"Você tá bem? Parece que você tá rouco."

"Tô com um coceirinha na garganta. Nada."

Kátia, atrás de mim, tinha deslizado as mãos pelo meu torso e as estava pressionando no meu abdômen — não de forma sexual, de forma contida, como quem está segurando o riso dentro do próprio corpo pra não explodir.

***

"Deixa eu falar com a Larissa de novo," Cláudia disse. "Quero perguntar uma coisa do projeto dela."

Passei o telefone.

Larissa pegou com uma naturalidade que era quase insultuosa.

"Oi, mãe." Pausa. "É, a gente vai apresentar na quinta." Outra pausa. "Não, a gente já dividiu as partes. Eu fico com a introdução e a conclusão, a Kátia fica com o desenvolvimento central."

Kátia, ouvindo o próprio nome de novo, ergueu as sobrancelhas e fez um gesto de "é claro" com a mão como se estivesse numa conferência real.

"Quer falar com ela?"

Ela estendeu o telefone pra Kátia sem a menor cerimônia.

Kátia pegou. Limpou a garganta. Quando abriu a boca, a voz era completamente diferente — mais suave, mais formal, com aquele leve tom de aluna responsável que ela claramente tinha guardado em algum compartimento secreto:

"Boa noite, Dona Cláudia! Tudo bem?" Pausa. "Sim, tô muito animada com o projeto, a gente tá trabalhando bem. Larissa é incrível, ela que tá segurando a estrutura toda." Ela pausou. Sorriu de um lado só pra mim enquanto ouvia a resposta da Cláudia. "Com certeza. A senhora pode ficar tranquila."

Ela desligou o microfone por um segundo cobrindo com a mão e disse pro quarto inteiro, em voz normal: "*Projeto de quê*, gente?"

"Metodologia Científica," Amanda respondeu imediatamente, sem tirar a boca do meu pau.

"*Metodologia Científica*," Kátia repetiu ao telefone, com uma seriedade genuína que era de longe a parte mais absurda da noite inteira.

Helenda tinha a mão cobrindo o rosto. Os ombros sacudiam.

Kátia passou o telefone pra Helena, que o segurou por um segundo com o terror de quem não pediu pra estar nessa situação.

"Fala alguma coisa educada," Kátia sussurrou.

Helena levou ao ouvido.

"Boa noite, Dona Cláudia." A voz dela saiu firme. Profissional. Quase respeitosa demais, o que de alguma forma era ainda mais engraçado. "A Larissa falou muito bem da senhora." Pausa. "Sim. A gente vai se cuidar. Pode deixar."

Passou de volta pra Larissa, que fechou a ligação com um "beijo, mãe, a gente vai dormir logo" que soava completamente crível.

O silêncio que veio depois durou dois segundos.

Depois o quarto desabou em riso.

Helena dobrou. Amanda caiu de lado na cama, os ombros chacoalhando. Kátia levantou as mãos pro teto como quem celebra. Júlia estava com as mãos no rosto, os olhos apertados de tanto rir.

Larissa foi a única que não riu de imediato. Ela ficou me olhando, o celular ainda na mão, e havia algo no rosto dela que era mais fundo do que o humor da situação. Uma calma escura. Possessiva.

"Ela perguntou se você tinha jantado," ela disse.

"E você disse o quê?"

"Disse que sim." Uma pausa. "Disse que você tava bem cuidado."

Amanda, ainda gargalhando, levantou o polegar.

Eu olhei pro teto. Pro meu próprio reflexo no espelho. O homem que estava lá tinha a marca dos dentes da filha no pescoço, o pau lamido pelas amigas dela, e acabava de passar dois minutos conversando normalmente com a esposa enquanto tudo isso acontecia.

Não havia absolvição nenhuma num pensamento assim.

E ainda assim — ou talvez *por isso* — era a coisa mais excitante que havia acontecido na noite inteira.

***

Obs: próxima parte após 120 estrelas! Será que vai? Depende de vocês! Se curtir não esquece as estrelas rs

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Realmente. O telefonema foi melhor que a trepada. Cada vez melhor!

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