O que você faria se a mulher com quem você está saindo te oferecesse uma amiga dela como presente de Natal? Foi com essa proposta que minha festa particular começou, muito antes do dia 25.
Este conto é um clássico do meu acervo, uma daquelas histórias que formam a fundação do que sou hoje e que separei especialmente para a nossa seleção aqui. É uma memória de antes da Martha, crucial para entender a jornada até o nosso relacionamento.
Uma tarde, duas mulheres e um quarto de motel. Convido você a ser nosso voyeur.
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Precisei reler de novo e de novo a mensagem na tela do celular. Estava lá, com todas as letras: “quero uma mulher pra gente, posso?”. Me segurei pra não demonstrar toda minha alegria com a proposta e respondi que se fosse o desejo dela, eu atenderia.
Ela resolveu tudo: escolheu uma amiga, conversou com ela, criou o grupo, escolheu o local e agendou a data e horário. Tive que mexer meus pauzinhos com a agenda do trabalho, mas valeria a pena!
Quando peguei o Uber para encontrá-la, respirei aliviado. Minutos antes problemas na empresa ameaçavam impedir nosso encontro. Agora, era só cortar São Paulo e me juntar a elas no ponto combinado na rodovia.
Encontrei Tatiana sozinha. Marcela estava atendendo um paciente e nós a encontraríamos depois, em sua cidade. No carro fomos conversando e nos provocando, como sempre fazemos. Eu disfarçava a preocupação com a possibilidade da Marcela não se juntar à nós. Quando ela entrou no carro, respirei aliviado.
Marcela abriu um champagne e nos serviu. Depois nos contou que precisava da bebida para manter a coragem e não cancelar. Entramos no quarto do motel e começamos a nossa tarde dos sonhos.
Duas mulheres altas, esguias, bem cuidadas e senhoras de si. Elas se beijaram e começaram a tirar a roupa. Eu admirava e sorria, feliz com a oportunidade de estar ali.
Elas estavam abraçadas se beijando e eu abracei Marcela, que esfregou a bunda no meu cacete, procurando saber o que a esperava. Meu pau estava duro, pronto para entrar em ação, como há muito eu não o sentia. Nos beijamos e nos provocamos. Tirei minha camisa e calça. Logo elas puxaram minha cueca e Tatiana abocanhou meu cacete! Ela adora me chupar e faz isso muito bem. Marcela veio em seguida e percebi que também entendia do assunto. E muito!
Todos nus, elas se chupavam e eu participava como dava, ainda procurando meu espaço. Não era a primeira vez entre elas, como já haviam me contado.
Perguntei no ouvido da Tatiana se poderia lhe bater, como sempre faço. Ela confirmou com um sorriso. Coloquei ela no meu colo, sentado na beira da cama, e pedi que Marcela filmasse. Alguns tapas depois Tatiana disse a nossa palavra de segurança, bem antes do que ela normalmente faria. Não sei se estava intimidada pela amiga ou se queria foder logo.
Tatiana me pediu para meter na Marcela. Coloquei camisinha e fui pra cima dela. O pau entrou fácil naquela buceta molhada e quente. Coloquei suas pernas pra cima e meti com vontade. Em pouco tempo Marcela gozou. Um gozo demorado! Ela tremia e não parava de gozar! Que delícia assistir àquilo.
Puxei Tatiana e ela sentou no meu pau! Marcela logo se juntou à nós e em pouco tempo Tatiana também gozava!
Relaxamos um pouco e pedi a bunda da Tatiana. Ela gosta! E se orgulha de não precisar de KY. Meti nela de quatro, devagar, como ela sempre pede no começo. Meu pau entrou gostoso naquele cuzinho apertado, com a ajuda da Marcela que ficou olhando a amiga levar na bunda, e depois começou a chupar a buceta da amiga. Tatiana gemia mais alto e eu já precisava me segurar para não gozar logo.
Tirei meu pau da bunda da Tatiana e troquei a camisinha. Enquanto isso Tatiana convencia Marcela, que fazia um charminho, a me dar a bunda. Elas conversavam baixinho e eu esperava a ordem para meter naquele rabo delicioso e novo para mim. Comecei devagar e respeitei os gemidos da Marcela, mantendo o ritmo lento.
Algumas metidas depois, aumentei o ritmo, enquanto Tatiana tentava entrar por baixo da amiga e chupar sua buceta. Marcela não demorou a gozar de novo e caiu no colchão, tirando meu pau de sua bunda.
Sabendo que ela gozava de forma prolongada, troquei rapidamente a camisinha, fui pra cima dela, de bruços, e meti na sua buceta, fazendo ela gozar mais e mais. Já quase não aguentando mais, tirei e enfiei no seu rabinho, agora sem cuidado, e meti forte! Ela aguentou firme, mostrando que o charminho inicial era só aquilo mesmo, um charme.
Eu não aguentei muito tempo, tirei a camisinha e gozei na cara das duas putinhas que se lambuzaram com minha porra.
Que delícia!
Depois do chuveiro, uma conversa muito gostosa e fudemos de novo! Pau na bunda das duas, agora com força!
Que tarde! Que Festa de Natal!
Fechamos aquele encontro escolhendo nossa música e combinando os próximos passos, que prometem!
Merry Christmas!
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Ufa. Que presente de Natal, não é mesmo? A gente sai de uma experiência dessas com o corpo exausto e a mente em chamas, tentando processar cada detalhe.
Essa foi uma aventura do meu passado, um dos clássicos que fazem parte da minha formação. Se este capítulo te deixou assim, imagine ter acesso ao diário completo. No nosso site oficial, você não encontra apenas uma seleção de contos, mas o acervo integral com centenas de histórias, todas na ordem cronológica que revela como conheci a Martha e construímos o nosso mundo. É uma decisão de intimidade manter o diário completo lá.
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