Cap 7 - Entrevista da minha namorada para ser modelo

Um conto erótico de Fire's Shadow
Categoria: Heterossexual
Contém 2861 palavras
Data: 24/02/2026 15:56:32

Como vocês ja sabem dos contos anteriores, desde que comecei a namorar a Naiara, há quase dois anos, minha vida virou uma montanha-russa de tesão, ciúme e uma excitação doentia que eu não consigo explicar nem pra mim mesmo. Ela é tudo que eu sempre quis: moreninha de pele canela brilhante, 1,65m, 52kg, seios pequenos (empinadinhos, biquinhos que endurecem com qualquer brisa), cintura fina e uma bunda que parece esculpida por Deus — redonda, empinada, firme, daquelas que balançam gostoso quando ela anda de salto ou rebola sem querer (ou querendo). O cabelo preto liso e longo descia quase até o cóccix, e quando ela jogava ele pro lado, eu sentia um arrepio na espinha.

Ontem ela me mandou um áudio à noite: “Amorzinho, amanhã na pracinha do costume, tenho uma coisinha pra te contar… vai ser bom, prometo. 😏” Voz manhosa, aquela que ela usa quando quer me deixar louco. Eu mal dormi pensando no que poderia ser. Hoje, segunda-feira, fim de tarde, calor abafado típico do Rio em fevereiro, sol laranja caindo atrás das árvores. Cheguei primeiro, pedi dois açaís médios com granola, banana e leite condensado, sentei no nosso banco de sempre — aquele de madeira descascada, de frente pro parquinho vazio, perto da barraquinha de caldo de cana.

Ela apareceu uns 12 minutos atrasada, como sempre. Caminhando devagar, chinelo Havaianas batendo no chão, short jeans jeans clarinho tão curto que mostrava a curva inferior da bunda a cada passo, cropped branco fininho sem sutiã (os biquinhos marcando levemente o tecido), cabelo solto balançando como uma cortina preta. Sorriu de longe, aquele sorriso de canto de boca que dizia “eu sei exatamente o que tô fazendo com você”.

“Oi, amor”, disse ela baixinho ao sentar do meu lado, já roubando minha colher e enfiando uma porção enorme de açaí na boca. Lambeu a colher devagar, olhando nos meus olhos.

“Por que demorou?” Eu ri nervoso, mas senti o estômago embrulhar. “Está tudo bem?”

Ela riu gostoso, encostou a coxa quente na minha e sussurrou: “Calma, amor. Primeiro come. Depois eu conto tudinho da entrevista de ontem. Foi… inesquecível.” Piscou e passou a língua nos lábios sujos de açaí.

Meu pau já deu sinal de vida dentro da bermuda. Ciúme misturado com tesão, a receita perfeita pra mim. “Tá, mas fala logo. Que entrevista foi essa de modelo que você foi ontem à noite?”

Naiara se ajeitou no banco, virou o corpo de lado pra ficar quase de frente pra mim, uma perna dobrada no banco, a outra pendurada. O short subiu mais ainda, mostrando a virilha quase toda. Ela começou a falar devagar, voz doce, provocante, parando de vez em quando pra lamber a colher ou dar beijinho no meu pescoço.

“Cheguei atrasada, amor. Trânsito louco na Avenida Brasil. Quando entrei no prédio, lá pelas 19:50, o lugar tava deserto. Só luz acesa na recepção e uma porta aberta no fundo. O cara, Julio, me esperava encostado na mesa. Uns 42, 43 anos, alto — tipo 1,85 —, ombros largos, barba bem aparada, cabelo curto com uns fios grisalhos nas têmporas. Camisa social preta aberta no primeiro botão, calça social cinza, cheiro forte de perfume caro. Olhou pra mim de cima a baixo, devagar, e sorriu: ‘Naiara, né? Pode entrar, você é a última do dia. Sorte sua que eu não sou de ir embora cedo’.”

Eu engoli seco. “Só ele? Sem secretária, sem mais ninguém?”

“Exatamente. Ele trancou a porta da sala principal depois que eu entrei. Disse que era pra ‘ter privacidade’. Pediu meus documentos na hora. RG, CPF, comprovante de residência. Tirou foto de cada um com o celular, flash piscando. Depois pediu pra eu ficar de pé na frente da parede branca e tirou fotos minhas também: de frente sorrindo, de perfil, de costas, braços levantados. ‘Pra provar maioridade e identidade’, explicou. Eu ri, posei, joguei o cabelo pro lado. Ele elogiava: ‘Perfeita, pele linda, corpo proporcional’. Meu coração batia forte, amor. Tinha um clima… diferente.”

Ciúme cutucando levemente. “E depois?”

“Me levou pra sala de ‘audição’. Sofá de couro preto enorme, três lugares, encostado na parede. Câmera profissional em tripé apontada pro sofá, luz suave de estúdio, cheiro de ar-condicionado misturado com couro novo. Sentamos. Ele começou normal: idade (22), altura (1,65), peso (52), medidas, ele anotou tudo), se eu já tinha experiência (só fotos amadoras no Instagram). Depois perguntou se eu estava em relacionamento. Eu disse que sim, que tenho um namorado incrível.”

Olhei pra ela. “Você falou meu nome?”

“Não amor. Ele ergueu a sobrancelha e disse: ‘Que sorte a dele… mas que pena também. Uma menina como você merece ser admirada por muitos’. Eu corei, mas ri. Aí ele mudou de assunto: ‘Agora vamos ver sua atuação. Imagina que você tá numa boate VIP, luz neon, música alta, e tem um cara rico no camarote olhando pra você, querendo te chamar pro privado. O que você faria pra chamar atenção dele?’”

Meu pau começou a inchar. “E você respondeu o quê?”

“Eu levantei do sofá na hora. Comecei a andar devagar na frente dele, rebolando sutil, passando a mão no cabelo longo, mordendo o lábio inferior. Falei com voz rouca: ‘Eu ia olhar direto nos olhos dele, sorrir devagar, dançar um pouquinho, mostrar que tô interessada… talvez descer até o chão e subir rebolando, pra ele ver a bunda’. Ele adorou, amor. Pegou o celular e começou a filmar. ‘Mostra na prática. Dança pra mim como se eu fosse o VIP’.”

Naiara imitou ali no banco: rebolou sentada, subiu e desceu devagar, a bunda roçando na madeira, cabelo balançando. “Dancei um funk bem lento, daqueles coladinhos, girando de costas, descendo até quase encostar o chão, subindo com a mão na coxa. Ele gemia baixo: ‘Caralho, Naiara, você tem fogo mesmo. Essa bunda é criminosa’. Eu tava ficando molhadinha, amor. Sentia a calcinha grudando.”

Ciúme subindo um degrau. “Você dançou assim… sozinha com ele?”

“Sim… e ele disse que eu tinha potencial pra trabalhos mais quentes. ‘Não é pornô barato, é sensual e artístico. Lingerie, fotos semi-nuas, nudes e estas coisas. Mas pra isso eu preciso ver o corpo inteiro, sem roupa, pra avaliar proporções, marcas e tal’. Eu hesitei: ‘Mas… meu namorado…’ Ele cortou: ‘Ele não precisa saber. É profissional. Todas as meninas passam por isso. Se você quiser ir longe, tem que mostrar tudo’.”

Eu apertei o copo de açaí. “E você tirou?”

Ela fez biquinho, voz de menininha safada: “Primeiro só a cropped. Levantei devagar, tirei pela cabeça, peitinhos pequenos pularam livres, biquinhos já durinhos de nervoso e tesão. Ele elogiou: ‘Perfeitos. Pequenos, mas firmes, bicos lindos, vão ficar maravilhosos em close’. Depois o short. Desabotoei, desci devagar, fiquei só de calcinha preta fio-dental. Ele tirou fotos: eu de pé, mãos cobrindo os seios, depois mãos na cintura, virada de costas mostrando a bunda inteira, de lado com uma perna levantada. ‘Abre um pouco as pernas, amor… isso, mostra esta marquinha na calcinha’. Eu obedeci, amor. Tava encharcada.”

Meu coração batia na garganta. “Você deixou ele fotografar sua buceta marcada na calcinha?”

“Uhum… aí ele sentou mais perto e começou as perguntas. ‘Quantos caras você já transou na vida?’ Eu respondi: ‘Uns oito ou nove’. ‘Já deu pra mais de um ao mesmo tempo?’ ‘j… já sim…’. ‘Gosta de dar o cuzinho?’ Fiquei vermelha, mas disse: ‘Gosto sim… quando tô muito excitada’. Ele sorria: ‘Boa menina. Agora quero ver sua sensualidade natural. Senta no sofá, abre as pernas e se toca pra mim. Só pra eu ver como você fica molhada e como reage’.”

Ciúme queimando agora. “Você se masturbou na frente dele?”

“Sim, amor… sentei, abri as pernas bem, puxei a calcinha pro lado, comecei a circular o clitóris devagar. Ele filmava de perto, zoom no meu dedinho entrando e saindo. ‘Mais rápido, delícia… molha esse dedo todo’. Eu gemia baixinho, enfiei dois dedos, rebolava o quadril. Gozei fraquinho, amor… tremi toda, suquinho escorrendo na coxa. Ele gemeu: ‘Perfeita. Você é exatamente o tipo que meus clientes querem’.”

“Clientes?” perguntei, voz rouca.

“Ele explicou: ‘Tenho contatos pra filmagens reais, se você se interessar. Alguns gravam para o OnlyFans e Privacy? Não é putaria, é conteúdo premium. Você ganha 5 a 10 mil por cena, viaja, conhece gente. Mas pra eu te indicar com confiança, preciso testar sua entrega total’.”

Naiara parou, bebeu o resto do açaí devagar, lambendo os lábios. “Aí ele levantou, abriu o zíper da calça bem na minha frente e puxou o pau pra fora. Meu Deus, Amor… era enorme. Uns 20 cm, grosso, veias pulsando, cabeça inchada brilhando. Balançava na frente da minha cara. Ele segurou na base e disse: ‘Entendeu agora, gostosa? Mostra que você merece a vaga’.”

Eu tava tremendo. “Você chupou?”

Ela apertou minha coxa por baixo da mesa, mão subindo até encostar no volume da minha bermuda. “Pensei em você… mas o tesão venceu. Segurei com as duas mãos — nem cabia tudo —, lambi a cabeça devagar. Fiquei passando a linguinha e ele ficou duro que nem pedra. Ele gemeu alto: ‘Isso, vadia… mama gostoso”. Ligou a câmera de novo, gravando de cima.”

A pracinha tava quase deserta. Só um casal longe e um cara passeando com cachorro. Naiara continuou, voz baixa e excitada:

“Ele segurou meu cabelo longo com uma mão, empurrou devagar. ‘Engole até onde aguentar, puta’. Eu forcei, engasguei, saliva escorrendo no queixo, pingando nos peitinhos. Ele perguntava sem parar: ‘Já traiu seu namoradinho antes?’ Tirei o pau da boca só pra responder: ‘Não… essa seria a primeira’. Ele riu: ‘Mentirosa. Agora fala a verdade safada. Fala a última vez”. Voltei a chupar fundo, baba escorrendo, e gemi: ‘F… Foi… numa festa... Bebi demais, um amigo meu me levou pro banheiro e me comeu encostada na pia’.”

“Você nunca me contou isso!” interrompi, voz falhando.

“Era segredinho, amor… pra não te magoar. Mas agora tô contando tudo.” Ela piscou. “Ele adorou: ‘E gozou onde?’ ‘Eu pedi para ele tirar, mas ele gozou dentro da buceta… quente, pulsando’. ‘Você gozou?’ ‘Gozei sim… Ele tampou minha boca para eu gritar baixinho pra ninguém ouvir’. Ele empurrou mais fundo: ‘Boa garota. Agora tira essa calcinha e abre tudo’.”

Ciúme explodindo dentro de mim, mas pau latejando tanto que doía.

“Eu tirei a calcinha, joguei no chão. Ele se ajoelhou, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta. Língua grossa lambendo o clitóris, sugando os lábios, enfiando dentro. Filmava tudo de perto. ‘Delícia… tão molhada, cheiro de puta no cio. Já deu para dois ao mesmo tempo?’ ‘Já sim…’ ‘Já levou rola no cu e na bucetinha ao mesmo tempo?’ ‘Sim… ’. Ele enfiou dois dedos na buceta enquanto chupava o clitóris: ‘...E como foi putinha?’.”

Acredita que a safada me contou tudo? A putinha com a mão em cima do meu pau começou a massagear e foi me falando.

“Ái amor, estava maluca com ele me chupando e gravando. Acabei contando tudo para ele. Naquele dia tínhamos brigado e tinha ido para a praia com umas amigas. Na praia eu e Luana conhecemos dois garotos. Só que Luana teve que ir embora e eu fiquei com os dois. Ele ficou maluco quando eu falei. Ele queria saber se eu gostei, saber onde eles gozaram. Eu disse que não deixei eles gozar em mim, mas sujaram toda meu rostinho de porra.”

Eu não conseguia mais falar. Estava hipnotizado pelo que ela me falava, mas ela continuava.

“Ele me virou de quatro no sofá, bunda empinada pro alto. Cuspiu na mão, esfregou no pau e encostou a cabeça na entrada da minha buceta. Empurrou devagar. Eu gritei: ‘Ai caralho, Julio… tá muito grosso!’ Ele riu e meteu até o talo. Senti ele abrindo tudo, batendo no fundo. Começou a meter forte, tapas estalando na minha bunda. ‘Toma, vadia. Isso é pra você aprender a ser modelo de verdade’. Cada metida fazia meus peitinhos balançarem pra frente, cabelo grudando nas costas suadas. Ele puxava meu cabelo como rédea: ‘Rebola nessa rola. Você rebola assim pro seu corno?’. Eu rebolava, gemia alto: ‘E…Eu tento, mas ele goza rápido demais!’ Ele perguntava sem parar: ‘Seu namorado sabe que você tá aqui levando rola de estranho?’ ‘Não… ele acha que é só entrevista’. ‘E se soubesse?’ ‘Eu… ahhh… não pararia… tá bom demais’. Ele metia mais rápido, bolas batendo no clitóris. De repente parou, pau pulsando dentro de mim, respirando pesado: ‘Caralho putinha… Ta foda… quase gozei’. Ele respirava ”

Ele sentou no sofá, pau pra cima, brilhando de mel. Me puxou pra cima dele. “Senta, gostosa. Mostra como cavalga.” Coloquei o pau dele bem na entrada da minha bucetinha, desci devagar. Senti cada centímetro abrindo, preenchendo até o útero. “CARALHO… tá me rasgando…” Subi e desci, bunda batendo forte nas coxas dele, peitinhos pulando na cara. Ele chupava os bicos, mordia, puxava. ‘Já deu o cu pra alguém que não fosse namorado?’ ‘Uma vez… num motel com um cara que conheci no Tinder’. Ele metia pra cima com força: ‘Hoje você vai dar de novo. Mas primeiro goza na rola’. Eu rebolava, clitóris roçando na base do pau dele, gozei forte, tremendo toda, suquinho escorrendo pelas bolas dele. Ele segurou minha cintura: ‘Boa puta… mas ainda não gozei’.”

Ele me puxou para a beirada do sofa, ficou de pé atrás de mim, eu ajoelhada no chão com o peito no sofá, bunda pra fora. Metia violento, mão no meu pescoço apertando forte. “Conta mais sobre a traição na festa.” Eu gemia entrecortado: “Foi com dois… um me comia por trás no banheiro enquanto eu chupava o outro na frente… gozei duas vezes.” Ele surtou: “Sua vadia safada! Toma mais rola então!” Metia tão forte que o sofá rangia. Quase gozou de novo — pau inchou dentro de mim, ele parou de repente, suor pingando nas minhas costas, gemendo rouco: “Porra… quase… segura aí, delícia.”

Me deitou de costas, pernas no ombro dele. Metia devagar agora, fundo, girando o quadril pra esfregar o clitóris. “Onde eles gozaram naquela festa?” “Um gozou na minha boca… engoli tudo. O outro gozou dentro da buceta, quente, escorrendo na coxa.” Ele ficava enfiando o dedo minha boca e eu ficava chupando o dedo dele: “Boa menina. Hoje eu vou gozar onde eu quiser. Quer que eu encha essa bucetinha?” “Quero… me enche, por favor…”

Ele cuspiu no meu cuzinho, esfregou o pau na entrada, empurrou devagar. “Primeira vez anal com estranho?” “Essa é a terceira… ahhhh caralho… Muito grande!” Senti meu cuzinho dilatando, dor misturada com prazer. Ele meteu até as bolas, devagar no começo, depois mais rápido. Meu rabiho engolia o pauzão inteiro, eu gemia como louca. Ele gravava close: pau entrando e saindo, brilhando, meu cuzinho piscando apertado em volta dele. “Rebola esse rabo, Naiara. Mostra pra mim como você da o cuzinho.” Eu rebolava, dedos no clitóris, gozei de novo, cu apertando forte em volta dele. Ele gemeu: “Caralho… seu cu ta chupando meu pau… “

Ele deitou, eu montei de costas, sentei no pau no cu. Subia e descia, bunda quicando no colo dele, cabelo voando, tapas estalando. “Quer que eu te indique pra gangbang? Dar pra três, quatro caras?” “Quero… quero dar pra vários… ahhh!” Ele quase gozou de novo — pau inchou tanto que senti ele pulsar forte dentro do meu cu, ele segurou minha cintura, respirou fundo: “Ainda não…”

Metia forte, fundo, suado, gemendo meu nome. “Quer que eu goze dentro, vadia?” “Goza… me enche toda… enche meu cuzinho!” Ele acelerou, meteu umas dez vezes violentas me puxando para baixo com força e explodiu. Jatos quentes enchendo meu cuzinho, escorrendo pra fora enquanto ele tremia. Câmera gravando tudo: pau saindo devagar, porra branca escorrendo e o pau dele ainda sujo de porra e pingando.

Eu não sabia o que dizer. Enquanto ela contava e massageava meu pau discretamente em baixo da mesa… Acabei fozando dentro da calça com ela me contando.

Ele disse que ficou acabada deitada no sofá e respirando forte. Ele deu um tapa forte na bunda dela dizendo “Você passou, delícia. Te indico pra tudo. Amanhã mando o contrato. Pode se limpar e se vestir… e manda um beijo pro seu corno.”

Naiara terminou de contar, ofegante, nem tinha percebido que a mão dela ja estava dentro da minha bermuda agora, apertando meu pau melado de porra. “E aí, amor? Tá com muito ciúme? Porque eu gozei pensando em você o tempo todo… imaginando você vendo o vídeo depois.”

Eu tava destruído. Ciúme ardendo, raiva, tesão insano. “Caralho, Naiara… você é uma puta do caralho.”

Ela riu, me beijou com língua, apertando meu pau. “Sua puta, né? Quer ver o vídeo que ele me mandou hoje cedo? Tá no meu celular… 48 minutos de pura putaria. Quer assistir aqui mesmo, na pracinha?”

Abriu a galeria, apertou play. O som baixo do gemido dela veio no fone que ela colocou no meu ouvido. Eu assisti, coração disparado, enquanto ela me masturbava devagar por baixo da mesa.

E ali, com o sol se pondo no Rio, acredita que meu pau ficou duro outra vez?

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Comentários

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Naiara preencheu todos os quesitos para PUTA!

O namoradinho já era, aí da mais que assinou contrato!

O que nos reserva os próximos relatos?

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Espero que tenham gostado. Desafio ficar ate o final sem gozar. Vou ver com minha esposa para ela voltar a escrever o conto dela. Talvez voltamos a reativar nosso grupo do telegram.

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