A Esposa Virou Puta Para Sustentar O Marido Falido - Parte 5

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 5187 palavras
Data: 03/02/2026 01:20:49
Última revisão: 03/02/2026 01:34:46

Eram 11h da manhã quando Camila recebeu o pacote do entregador. O General tinha ligado no dia anterior para avisá-la que esperasse uma entrega. Foi informada de que estavam enviando uma roupa e que deveria vestir exatamente o que fosse entregue e estar pronta até no máximo meio-dia, quando ele viria até sua casa buscá-la. Também foi instruída de que, sob nenhuma circunstância, deveria mencionar nada disso ao marido. O não cumprimento dessas instruções levaria ao término imediato do relacionamento deles e ela nunca mais veria o General novamente.

Já fazia uns 10 dias desde aquele primeiro encontro brutal quando fora duplamente fodida pelo General e pelo Jorge. Desde aquele dia fatídico, ela não tinha, até ontem, ouvido de nenhum dos dois. Nesse meio tempo, Camila tinha decidido que nunca mais veria o General, Jorge ou qualquer pessoa do Clube Platinum. Apesar de saber que era uma puta e o quanto ansiava pelos paus grandes deles, ela queria tentar salvar seu casamento com o marido, Fábio.

Camila ainda achava que Fábio não fazia ideia sobre a dupla foda que ela fora forçada a suportar. Até onde ela sabia, ele apenas tinha visto ela se despir e se foder com um consolo. É claro que Fábio tinha visto muito mais e testemunhara tudo na sala ao lado enquanto sentava na sala de vídeo do Clube Platinum. Ele sabia muito bem o quanto sua esposa era puta. Mas, pelo bem do casamento, não tinha mencionado isso a Camila e, em vez disso, conversaram sobre o que ela achava que ele tinha testemunhado. E quando Fábio explicou sobre a promoção e por que não podia ter feito nada para parar as coisas, ela entendeu totalmente. Como resultado, ela concordou em não retornar nenhuma ligação do Clube Platinum e encerrar todo o contato. Fábio, pelo bem do emprego, continuaria membro, mas procuraria, com urgência, um emprego alternativo, após o qual poderia deixar o clube e se livrar do General e do Jorge.

Tudo parecia tão simples. Os dois fariam todos os esforços para consertar o casamento e, nesse sentido, mais tarde naquela semana ela tinha feito amor com Fábio. Ela esperava desesperadamente que o sexo com ele pudesse ser tão bom quanto tinha sido com Jorge e o General. Mas rapidamente percebeu que não poderia haver substituto para ser comida em gangbang por dois paus grandes e velhos. Ela sabia que isso a tornava uma puta. E durante o ato, ela fingiu o orgasmo várias vezes. Já tinha feito isso muitas vezes antes, mas desta vez pareceu ainda mais desonesto. Mas ela queria tanto salvar o relacionamento que tentou colocar esses pensamentos no fundo da mente e trabalhar no casamento.

Claro que a ligação do General mudou tudo isso.

— Alô, Camila, é o General Frederico Jackson, lembra de mim?

Assim que ouviu a voz comandante dele, sua boceta começou a ficar molhada. É claro que se lembrava dele. Desde que tinha saído do estúdio de filmagem naquele dia fatídico, ela não parou de pensar nele, no pau dele, na maneira como ele a forçou a chupá-lo, na maneira como ele bateu em sua bunda, na maneira como a tratou sem respeito algum e na maneira como a tomou sem sequer pedir permissão. E agora esse mesmo homem maligno estava ligando para ela naquela manhã quando seu marido estava fora trabalhando.

— G-General, alô. S-sim, claro que lembro do senhor. Mas, err, não acho que devemos estar conversando. Não acho que quero vê-lo mais ou ter mais nada a ver com o senhor ou sua organização. E-espero que esteja ok... — Camila balbuciou, tentando desesperadamente se livrar do General e salvar o que restava de seu casamento.

— Vadia, fica quieta e escuta com atenção. Um pacote vai chegar na sua casa amanhã de manhã, às 11h. Dentro vai ter uma roupa. Você vai vestir exatamente o que foi enviado pra você. Nada mais, nada menos. Ao meio-dia, meu motorista e eu vamos chegar e te levar para uma reunião na minha casa de campo, onde você vai ser solicitada a executar certos "serviços". Você não vai informar seu marido sobre nada disso. O não cumprimento exato do que eu digo vai levar ao término do nosso acordo. Como membro pleno do Clube Platinum, você, claro, vai receber uma remuneração pelos seus serviços. Tô sendo claro?

— G-General, eu não posso. Isso é errado, eu sou casada...

— Vadia, não me importo se você é casada. Isso não te impediu de agir como uma puta pra mim outro dia!

— No entanto, não sou um homem de forçar uma mulher aos meus serviços, então vou deixar inteiramente com você. Se você não estiver pronta amanhã, que seja, vou embora e você nunca mais vai me ver ou ouvir de mim ou de qualquer pessoa no Clube novamente. Você pode então continuar com essa farsa de casamento e nunca experimentar o tipo de prazer perverso que você tanto adorou antes. A escolha é sua. Tchau.

E com isso, o telefone ficou mudo.

Camila estava chocada e um pouco aliviada. O General estava disposto a deixá-la em paz! Ele tinha deixado a decisão com ela sobre seguir ou não as ordens dele. Se ela não estivesse pronta quando ele chegasse, ele a deixaria em paz e seria isso. Ela não podia acreditar que tinha sido tão indolor e mal podia esperar para contar ao marido as boas notícias quando ele voltasse do trabalho naquela noite.

Naquela noite, quando Fábio chegou em casa, por algum motivo Camila não mencionou a ligação com o General e que ele tinha oferecido uma saída a ela. Considerou desnecessário. Por que incomodá-lo com os detalhes? Ela poderia contar quando estivesse terminado. Amanhã de manhã ela apenas sairia cedo, o General chegaria, ela não estaria lá, e seria isso. Fim de jogo.

E ainda assim, na manhã seguinte, por algum motivo, Camila se viu ainda em casa às 10h45. Fábio tinha saído para o trabalho, como de costume, mas ela permaneceu, nervosamente tomando uma xícara de chá, esperando que esse pacote misterioso chegasse. Sem problemas, quando o entregador chegasse, ela não aceitaria a entrega, então não haveria roupa para vestir, ela teria desobedecido às ordens do General e seria isso. Fim de jogo.

E ainda assim, quando o entregador chegou, Camila se viu, com muita excitação, assinando pelo pacote e recebendo uma caixa pequena. Ela disse a si mesma que estava apenas curiosa para ver o que o General tinha enviado para ela vestir. Ela abriria a caixa, examinaria os itens, jogaria fora e, quando o General chegasse, ela teria desobedecido à ordem dele e seria isso. Fim de jogo.

Quando abriu a caixa, dentro encontrou o que parecia ser um uniforme de oficial do exército feminino. Mas, claro, era um uniforme de oficial do exército com uma diferença. Ela encontrou uma saia simples verde-oliva que não parecia de jeito nenhum estar dentro do regulamento do exército, já que era muito curta demais; uma simples camisa branca de algodão que, mesmo para a figura esbelta de Camila, parecia apertada demais; um paletó comum verde-oliva do exército que, preso a ele, tinha uma insígnia indicando que era um uniforme de oficial (não que ela soubesse, mas estava se vestindo como uma capitã); e, finalmente, havia um quepe redondo verde-oliva usado pelo corpo de oficiais do Exército Brasileiro. Além do uniforme, sem surpresas, o General tinha incluído roupas íntimas que ele exigia que ela usasse. Embora não pudesse ser de jeito nenhum regulamento do exército, pois havia um par de meias verde-oliva, cinta-liga branca e um fio-dental branco. Camila procurou cuidadosamente por um sutiã. Não havia nenhum. Seus mamilos ficaram mais duros.

Finalmente, havia um par de saltos pretos de verniz com tira no tornozelo ridiculamente altos. O salto stiletto tinha pelo menos 12 centímetros de altura.

O General queria que ela se vestisse como uma oficial do exército sexy e vadia. Ele mencionou que ela estaria participando de uma reunião com ele onde, sem dúvida, haveria outros oficiais do exército. Claramente ele queria exibir seu corpo jovem e enxuto para aqueles homens para que pudessem babar nele e, sem dúvida, ela seria solicitada a fazer outras coisas, outras coisas safadas com eles. Sua boceta ficou molhada só de pensar na perspectiva.

Camila tentou desesperadamente se livrar desse estupor. Ela não ia se vestir assim para o General. Ela só queria ver o que havia na caixa. De jeito nenhum ela ia vestir o que era, admitidamente, uma roupa impressionantemente vadia. Ela ia apenas terminar sua xícara de chá, jogar fora a roupa e seria isso. Fim de jogo completo e definitivo.

E ainda assim, às 11h55, lá estava Camila na frente do espelho do quarto, banhada, cabelo e maquiagem prontos e vestindo exatamente o que o General tinha ordenado.

Como ela suspeitara, sua saia era curta demais, para o exército ou para qualquer outra coisa. Ela mal cobria sua bundinha linda, especialmente com os saltos altos que lhe pediam para usar. Esses tinham o efeito de levantar sua bunda e saia ainda mais, e toda vez que dava um passo à frente, descobria que sua saia se levantava e revelava o topo de suas meias verde-oliva, cinta-liga branca e a bela carne cremosa e inocente acima. Sua camisa era naturalmente muito apertada e o material muito transparente. Seus grandes peitos nus estavam estourando e, o fato de não estar usando sutiã, tornava seus peitos e mamilos (que estavam, claro, eretos) visíveis a todos. Por vontade própria, ela tinha decidido não abotoar os dois botões superiores, o que permitia que mais de seu decote delicioso ficasse à mostra. O paletó simples verde-oliva do exército tinha dois botões baixos, o que significava que, quando ela o vestisse, todo o seu decote ainda ficaria visível. O quepe de oficial feminina era provavelmente o único item autêntico de roupa do exército e era um toque legal, já que a fazia parecer uma oficial do exército, ainda que uma excitada e vadia. Com seu cabelo loiro cuidadosamente preso em um coque, e seus lábios vermelhos de batom, ela parecia tão sexy quanto naquele dia em que foi forçada a se vestir de colegial.

E enquanto admirava o quão gostosa e vadia parecia, ouviu um carro parar na entrada da garagem. Era meio-dia. Ela caminhou até a janela e olhou para baixo. Um Bentley preto havia parado e estava dando ré na entrada. O General tinha chegado.

Claro, ela não precisava descer e ir embora com ele, disse a si mesma. É verdade, ela tinha ficado em casa, recebido a entrega do pacote e se vestido conforme ordenado. Mas não precisava sair e entrar no carro do General. Se ficasse dentro de casa, estaria segura, seu casamento sobreviveria e esse mundo sexual depravado que ela tinha experimentado anteriormente (e tanto gostado) terminaria. Para sempre.

Era o que ela queria. Não era?

Por alguns minutos, ela apenas olhou pela janela para o carro. Esperou para ver se alguém sairia e bateria na porta da frente por ela. Mas nada aconteceu. O General claramente estava esperando para ver se ela sairia e se juntaria a ele. Ele estava realmente deixando para ela decidir seu próprio destino e não aplicando nenhuma pressão adicional. Ela percebeu que ele estava sendo supremamente arrogante, assumindo que ela desceria, assumindo que ela se vestiria assim para ele, assumindo que seria a puta dele...

Quanto tempo ele lhe daria antes de ir embora, ela se perguntou? Mais um minuto ou mais se passou, e ainda nada. Camila permaneceu enraizada no local, olhando para o Bentley. A carruagem cara lá embaixo simbolizava uma jornada para um destino desconhecido; um destino que, com toda probabilidade, acabaria com ela executando seus deveres como puta. Seria realmente esse seu destino, ela se perguntou?

Ela se afastou da janela e novamente se olhou no espelho. Ali viu uma linda, excitada e gostosa vadia. Mas também viu uma esposa que amava tanto seu marido, e o amava profundamente. Ela queria desesperadamente agora ser fiel a ele e tinha, quando acordou naquela manhã, toda intenção de ser aquela esposa fiel e amorosa. Mas agora, olhando para o carro do General, vestida como ele ordenara, com sua boceta encharcada, seus grandes mamilos gordos em seus grandes peitos eretos e estourando através de sua blusa fina de algodão branco, ela se perguntava se isso era realmente possível.

Lá embaixo no carro, o General esperava pacientemente. Ele estava 100% certo de que a vadia sairia e se juntaria a ele. A maneira como ela tinha respondido à foda infligida a ela outro dia indicava para ele que tal puta não recusaria a oportunidade de experimentar mais pau grande. Especialmente quando ele sabia o quão pouco seu marido podia oferecer a ela. E seu marido, Fábio, estava para receber mais humilhação, o General pensou consigo mesmo. Pois sentado no banco do motorista da limusine estava o marido de Camila, Fábio...

Fábio estava tremendo de medo, e não pouca raiva. Como ele tinha acabado aqui, fora de sua própria casa, esperando para pegar sua esposa para que ela pudesse ser fodida pelo General? Para responder essa pergunta, você tinha que voltar algumas horas no dia...

Fábio e Camila tinham concordado que ele continuaria a trabalhar para o Clube Platinum até conseguir um novo emprego e estar livre do domínio de Jorge, seu chefe. Bem, hoje, quando ele chegou ao escritório, Jorge lhe disse que havia uma crise no Clube Platinum e a assistência de Fábio era urgentemente necessária. O General precisava dele como motorista para o dia e para ajudar em uma reunião crucial. Ele estava lá embaixo esperando e Fábio deveria se juntar a ele imediatamente.

Fábio, na época, na verdade não ficou muito desapontado com isso. Com efeito, seu chefe estava dizendo para ele sair do trabalho mais cedo, ir e dirigir o carro do General para que ele pudesse pegar alguma vadia que, sem dúvida, seria então ordenada a executar algum tipo de ato degradante para o General e outros membros. Isso certamente era melhor do que ficar no escritório o dia todo.

Uma vez que chegou ao carro e encontrou o General, que estava vestido com uniforme militar completo, ele o informou que seu motorista de confiança tinha ficado doente e eles precisavam de um membro do Clube Platinum para ajudar. De fato, ele ia pegar uma vadia que era necessária para "ajudá-lo" a fechar um negócio importante que estava negociando para o governo. Como o tipo de "ajuda" que era necessária não era o tipo que você normalmente poderia encontrar de um funcionário do governo, o General simplesmente não podia pedir a um motorista do Ministério da Defesa. Apenas alguém do Clube Platinum poderia ser confiável. Daí a ligação para Fábio e, como ele era o membro mais júnior, cabia a ele executar essa tarefa bastante humilhante. Era como Fábio tinha suspeitado e não o incomodou inicialmente.

Isso foi, claro, até o General lhe contar quem eles iriam pegar. Era Camila, a esposa de Fábio.

Fábio congelou de medo ao ouvir essa notícia terrível. Como isso podia ser, ele perguntou a si mesmo? Camila tinha prometido a ele que permaneceria fiel. Isso fazia parte do acordo. E ainda assim aqui estava ela concordando em ver o General novamente e ser a puta dele. Seu coração afundou em uma onda de desânimo.

O General se recusou a permitir que ele ficasse parado lá refletindo sobre as coisas por muito tempo. O tempo era precioso e ele estava ansioso para colocar suas mãos na esposa de Fábio novamente e humilhá-lo no processo. Então ele imediatamente ordenou que Fábio vestisse um uniforme do Ministério da Defesa, que estava na frente do carro, deu-lhe o endereço de casa de Camila, que ele já sabia, claro, e ordenou que ele dirigisse.

No mesmo estado sonâmbulo em que Fábio se encontrou durante o ensaio fotográfico, ele se vestiu conforme ordenado, subiu no carro e partiu. A princípio, ele pensou que sua esposa inevitavelmente descobriria que ele sabia o que estava acontecendo, já que ela o veria dirigindo o carro. Mas uma das primeiras coisas que ele notou quando entrou foi o espelho divisório escurecido que separava o motorista e os passageiros. O General explicou, durante a viagem via interfone, que isso foi especialmente projetado para que o motorista pudesse olhar para trás, mas os passageiros não pudessem ver o motorista. Dava um elemento de privacidade aos passageiros, mas ainda cumpria com as novas medidas de segurança.

Uma vez que chegaram à casa de Fábio, ele foi ordenado a dar ré na entrada em vez de dirigir de frente. O General lhe disse que queria que a vadia entrasse no carro o mais rápido possível sem alertar nenhum dos vizinhos. Isso também significava que a vadia não veria Fábio sentado no banco do motorista, o que era muito mais importante do que manter a dignidade de Camila.

Então é assim que o marido de Camila se viu, com o General, esperando para ver se sua esposa entraria no carro com todas as inevitáveis consequências que se seguiriam. Enquanto ambos esperavam, Fábio esperava desesperadamente que sua esposa não emergisse, que ela ficasse em sua casa e salvasse o casamento deles. Então, com isso em mente, ele fechou os olhos e silenciosamente rezou para que ela não aparecesse...

Claro, alguns metros atrás dele, o General esperava, não, esperava, um resultado diferente.

Quem estaria certo?

O General, claro.

Como ele tinha previsto com confiança, depois de apenas cinco minutos de espera, a porta do carro se abriu e entrou Camila, vestida exatamente como tinha sido ordenada e nervosamente lambendo os lábios na perspectiva do que se seguiria.

— Entre, minha querida, e fique à vontade — o General disse, enquanto ela se sentava no profundo banco de couro preto ao lado dele.

E quando o fez, sua minissaia subiu por suas deliciosas coxas revelando, aos olhos gulosos do General, todas as suas pernas. Como instruído, ela estava usando meias verde-oliva com cinta-liga branca, que agora estavam claramente à mostra para os olhos famintos do General. Camila não fez nenhuma tentativa de se cobrir, na verdade ela cruzou as pernas expondo mais da adorável carne acima do topo de suas meias. O General lambeu os lábios enquanto devorava seu corpo jovem.

— Motorista, vamos! — ele então latiu para Fábio.

Fábio, que tinha sido previamente dado direções para o retiro no campo do General, partiu.

Fábio não podia acreditar, sua vadia puta de esposa estava o traindo. De novo. E ele estava sendo forçado a ser parte deste ato hediondo. Claro, ele poderia parar o carro e confrontar Camila, mas se ele fizesse isso perderia o emprego e sem dúvida a esposa. E apesar da traição dela, de alguma forma ele ainda queria mantê-la. Ele sabia o que isso fazia dele, mas dirigir sua esposa para seu destino contava sua própria história. Assim, ele olhou de volta para o espelho retrovisor para ver o que o General estava fazendo com sua esposa.

O General tinha calmamente colocado sua grande mão velha em uma das pernas jovens e delicadas de Camila e estava lentamente movendo-as até o topo das meias dela, onde havia uma bela extensão de carne nua. O General levou um minuto ou dois para saborear a beleza delas. Ela era dele. E ele podia agora fazer o que quisesse.

— Então, você decidiu vir.

— Sim, Senhor.

— O que te fez mudar de ideia? Você parecia tão relutante no telefone. Preocupada com seu marido?

— S-sim.

— Por quê? Abra suas pernas.

Ele ordenou e Camila obedeceu sem hesitação ou pergunta, imediatamente descruzando as pernas e abrindo-as bem para o General. A mão do General imediatamente foi para sua coxa interna e começou a acariciá-la. Sua mão estava agora a apenas centímetros de distância de sua boceta molhada.

— Eu amo meu marido, e não quero machucá-lo. Isso é errado, m-mas eu não consegui evitar...

— Por que você não conseguiu evitar, Camila? Por que, se você ama tanto seu marido, está aqui, sozinha com um homem com idade para ser seu pai, vestida de uma maneira que ele não poderia possivelmente aprovar?

— Ah, General, por favor. P-por favor não fale comigo assim. Eu estou aqui, não é isso que importa? Ah, General...

Naquele momento, a mão dele tinha se movido para a boceta da jovem esposa e ele tinha começado a esfregar o clitóris dela através do fio-dental.

— Ah, General, Senhor, ah isso é bom...

— Então responda a pergunta, vadia, ou eu paro. Por que você está aqui comigo?

— P-porque eu quero sentir seu pau gigante de novo, Senhor. Eu quero ser fodida de novo por homens que sabem como me foder, Senhor... Ah, isso é bom, estou tão molhada. Estou tão quente...

— E você não consegue isso do seu marido, consegue, Camila?

O General tinha agora conseguido inserir dois dedos na boceta pingando molhada de Camila e a vadia estava começando a ofegar como uma cadela no cio.

— Não, não General, não consigo. Não consigo.

— E você está disposta a trair o homem que ama por um pau grande? Tire seu paletó e abra sua camisa. Quero ver seus grandes peitos de casada, sua puta suja.

Como ordenado, ela desabotoou o paletó e o removeu. Ela então desabotoou alguns botões da camisa e abriu as dobras para revelar dois belos peitos nus. Durante todo o tempo, o General tinha mantido seus dedos na boceta pulsante dela, fodendo-a gentilmente.

— Sim, Senhor, estou disposta a trair meu marido para foder com você e qualquer outro pau que você me ordenar. Ah, Senhor, eu preciso tanto, sou uma puta que deseja pau grande. Ah! Ah! Ah...

O General olhou para a puta ofegante. Ela parecia tão sedutora, com as pernas bem abertas, a camisa aberta revelando seus grandes peitos, que balançavam deliciosamente enquanto ela ofegava em resposta à foda deliciosa dele.

— Sim, você precisa ser fodida. Você precisa ser tratada como uma puta. E não há momento melhor que o presente para você cumprir seu destino. Então, quero que você se ajoelhe entre minhas pernas, tire meu pau e chupe até eu gozar na sua garganta, sua vadia suja.

O General, para o pesar de Camila, já que ela estava perto de gozar, removeu os dedos da boceta da vadia, recostou-se, abriu as pernas e esperou que sua vadia seguisse suas ordens. Enquanto fazia isso, na frente, graças ao General deixar o interfone ligado (deliberadamente, claro), Fábio tinha conseguido ouvir cada palavra enquanto sua esposa fazia sua terrível confissão. Estranhamente, ele não sentiu nada além de excitação. Ver sua esposa se submeter ao General tão fácil e rapidamente e como ela tinha se vestido para ele (ela nunca usaria uma roupa assim para Fábio) fez seu pau ficar duro em antecipação. Ele agora sabia que não era nada mais que um corno triste e, como tal, aguardava ansiosamente o próximo estágio na degradação de sua vadia puta de esposa.

Camila, enquanto isso, deslizou sem esforço para os joelhos e engatinhou para se ajoelhar entre as pernas abertas do General. A parte de trás da limusine era luxuosa e grande, então havia muito espaço no qual Camila podia executar seus deveres de puta.

Os contornos do pau maciço do General já estavam visíveis através das calças do exército dele. Sem perder tempo, ela abriu o zíper e removeu seu enorme pau ereto de 28 centímetros. Ele saltou com força e bateu em seu rosto.

— Primeiro, quero que você lamba e chupe minhas bolas, vadia.

Camila imediatamente abaixou a cabeça e começou a lamber seu enorme saco. Enquanto fazia isso, manteve a mão em seu pau grande, esfregando-o gentilmente. Naquele momento, o carro tinha parado em um sinal vermelho. Os passageiros não precisavam se preocupar se alguém de fora podia olhar para dentro, já que todas as janelas eram escurecidas. Fábio, no entanto, aproveitou essa oportunidade para olhar para trás e ter uma visão melhor de sua esposa fazendo sexo oral nas bolas de outro homem. Ele não podia ver muito porque o General estava de frente para ele (ele estava sorrindo intensamente), mas teve uma boa visão da parte de trás de sua esposa.

Ajoelhada entre as pernas do General e lambendo suas bolas significava que Camila tinha que empinar sua bunda deliciosa para fora. Claro, usar uma minissaia era inútil para proteger sua bunda e todas as suas belas nádegas jovens, emolduradas por cinta-ligas e realçadas com um fio-dental branco, estavam à mostra para o marido. Seus peitos pendiam pesadamente para fora de sua blusa aberta, e balançavam para frente e para trás enquanto ela atendia as bolas gigantes do General. Fazia um espetáculo lindo para o corno observador que, não fosse o sinal mudando de vermelho para verde, ele poderia ter aproveitado felizmente por um bom tempo. Enquanto partia, ele continuou a assistir as atividades infiéis de sua esposa pelo espelho retrovisor.

— Agora, lamba meu pau, sua puta.

Mais uma vez, Camila obedeceu seu Mestre. Enquanto fazia isso, o General olhou para baixo e maravilhou-se com a rapidez com que tinha conseguido transformar essa jovem esposa religiosa e conservadora em uma puta amante de pau. Ele pensou em quão jovem ela era, e quão inocente tinha sido até conhecê-lo. De fato, aos 21 anos de idade, ela tinha a mesma idade de sua filha mais nova. Claro, o General pensou consigo mesmo, sua filha não era uma puta. [Nisso ele estava tristemente enganado, como todos eventualmente descobrirão na próxima história, "A Filha do General"]. De fato, ele nunca teve aversão a foder as amigas de sua filha, mesmo quando eram jovens de 16 anos.

Enquanto ele ponderava como amava a carne de mulheres jovens, Camila estava felizmente aplicando beijinhos doces de menina por todo o pau grande e feio do General. Era tão grande que, quando ela o esfregava, sua mão não conseguia agarrá-lo completamente. Ela também notou seu grande anel de noivado de diamante brilhante que contrastava fortemente com o pau que estava segurando. Isso a lembrou de seu casamento e marido amoroso.

Oh, pobre Fábio, ela pensou, ela o amava tanto, ele era tão doce, tão terno, mas ele nunca poderia tratá-la como uma puta suja. E ela precisava ser tratada como uma puta, como uma vadia cujo único propósito na vida era disponibilizar seu corpo para outros homens maus. Felizmente ele não fazia ideia de que sua esposa tinha se tornado uma puta amante de pau grande...

— Minha querida, você gosta do pau do Papai?

Era a primeira vez que o General já tinha se referido a si mesmo como "Papai", mas pensando na diferença de idade e em sua própria filha, ele achou apropriado. Por sua vez, Camila instantaneamente gostou da ideia, já que reconheceu o abismo de idade entre os dois e o fato de que um homem tão velho poderia se aproveitar de alguém tão jovem, bem, tornava tudo ainda mais perverso.

Esfregando o pau dele e olhando para ele, com aqueles olhos inocentes azuis de bebê, ela respondeu:

— Sim, meu macho, sua garotinha gosta do seu pau grande e feio. Você quer que eu chupe o pau do Papai? Você quer que sua garotinha chupe o pau do General até você gozar na boca levada dela? É isso que você quer, é isso que você quer que sua garota levada faça?

O General estava agora ofegando de prazer com a rapidez com que a vadia estava preparada para seguir sua liderança.

— Sim, minha querida, chupa o pau do Papai. E se você for uma boa garotinha e chupar direito, vai ter mais presentes...

E com isso, Camila abriu a boca e imediatamente engoliu metade do grande pau do General.

— Ah, sim, isso aí vadia, chupa o pau grande do seu macho. Chupa bem. Você sabe que quer. Isso aí, chupa tudo, sua vadia suja.

Camila imediatamente obedeceu e abaixou a boca sobre o monstro de rola do General para que entrasse completamente em sua boca jovem. O General então colocou as mãos na parte de trás da cabeça dela para guiá-la gentilmente para cima e para baixo. Não que ela precisasse de muita orientação, tal puta chupadora de pau proficiente ela tinha se tornado.

— Ah sim, olha pra mim, olha pro Papai quando você chupa o pau dele. Isso aí. Ah sua coitadinha, você tá chorando, imagino que meu pau velho e feio tá fazendo sua garotinha chorar. Você quer parar? Você quer parar de chupar o pau grande do seu Papai porque tá te fazendo chorar?

Era verdade, a enormidade da fera que a pobre Camila estava sendo forçada a servir fazia lágrimas incharem em seus doces olhos inocentes e caírem por suas bochechas lindas. Claro que nada disso significava que ela queria parar de tentar agradar seu Mestre. Então, tirando o pau da boca e olhando para o General, ela respondeu:

— Não, gostoso, não quero parar de servir seu pau grande. Por favor, safado, por favor me deixe chupar você até que você possa ter seu prazer na boca da sua putinha. Então eu prometo engolir toda a sua porra safada. Por favor, mestre. Por favor...

E, para enfatizar o ponto, ela plantou numerosos beijinhos de menina por toda a enorme cabeça do pau dele.

— Sim, querida, chupa o pau do General até ele gozar. Ah sim, me chupa com força, sua putinha suja. Isso aí, pega todo meu pau, aperta minhas bolas... Sim! Sim! Você tá servindo bem o pau do seu macho...

Pelos próximos minutos, tudo que Camila fez foi chupar o membro maciço e massagear gentilmente as grandes bolas velhas do General. O General, enquanto isso, apenas se recostou no banco e permitiu que a pobre Camila fizesse todo o trabalho. Era o dever dela, afinal. E ela executou bem. Muito bem, de fato, pois não demorou muito para o velho chegar ao clímax.

— Isso aí vadia, chupa meu pau. Chupa tudo, sua puta suja. O Papai vai gozar na sua boca e você vai engolir tudo pra mim. Não vai? Não vai? Ah sim! Ah sim! O teu macho tá gozando. O macho tá gozando. Ah, o teu macho de verdade tá gozando, ahhhhhh...

E Camila, como ordenado, engoliu até a última gota da copiosa porra do General.

A apenas alguns metros de Camila, seu marido estava tendo dificuldade em se concentrar na estrada, tamanha era a excitação sendo gerada atrás dele. Em seu espelho retrovisor, ele podia ver o esforço que sua jovem esposa estava fazendo para chupar o pau do General. Claro, ela nunca tinha, apesar de seus numerosos pedidos, chupado o pau dele. Ela tinha sido uma virgem chupadora de pau até uma semana ou mais atrás, quando foi forçada a chupar o General. Agora ela parecia estar se tornando uma expert. E quando o General gozou na garganta de sua esposa, Fábio quase bateu em um carro à sua frente. Ele estava tremendo de excitação assistindo sua esposa se apresentar como uma puta e estava perto de gozar ele mesmo. Ele esperava que, com o General tendo tido seu prazer com sua esposa, ele teria um pouco de descanso e poderia se concentrar na estrada.

***

Continua… comentem e me digam oq estão achando que publico mais rápido a próxima parte!

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