A Secretária Capítlo 8 - O EVP

Da série A Secretária
Um conto erótico de Raquel
Categoria: Heterossexual
Contém 3334 palavras
Data: 25/02/2026 00:16:12
Última revisão: 07/03/2026 00:03:03

Eu havia desmaiado na sala do presidente da companhia, todo o estresse da semana, o boa noite cinderela, o assédio dos executivos, a situação que parecia rapidamente se complicar com o Cleiton, eu estava dormindo mal, pulando refeições, mas quando descobri que meu namorado era o EVP da empresa, eu só colapsei…

Quando acordo estou no sofá do escritório, uma das quatro poltronas para receber pessoas, estou apoiada no sofá, um médico parado do meu lado me avaliando, fazendo pergunta, ele obviamente, decretou logo, que eu preciso comer direito e dormir mais, de preferência o mais rápido possível, no que o Alê concordou.

“Está bem doutor, muito obrigado, vou garantir que ela vá para a casa e descanse.”, foi o que eu ouvi ele falando para o doutor, enquanto acompanhava ele até a porta, antes de voltar para ficar do meu lado, ele se ajoelhou do meu lado e segurou a minha mão, seus olhos, estavam tão preocupados, tão… Eu senti meu coração apertar, mas eu também estava magoada e com lágrimas nos olhos e acabei falando a única coisa que tinha na minha cabeça.

“Por quê?”... Ele respira fundo, “Eu ia te falar, só não consegui o espaço e eu não esperava que tudo ficasse tão ruim para você de repente.”, eu fico parada, movo os lábios digerindo e repetindo em silêncio, aos poucos o que ele acabou de falar, “Mas você nunca disse, você escondeu de mim.”, eu falo para ele já chorando, com voz de choro, ele se aproxima tentando me abraçar, mas eu me afasto.

“Eu não sei o que pensar Alê… Minha cabeça está uma bagunça, de verdade.”, “Desculpa amor, eu prometo que vou resolver tudo na empresa, e…”, eu acabo não deixando ele terminar, “Não é só a empresa Alê! A gente está namorando a meses, quase seis meses, você sabia que eu trabalho aqui, você fingia ser só o chefe ou o namorado em comunicações distintas! Eu mereço e quero saber o porquê?”

“Agora eu sei, porque sua mãe me quer tanto fora da sua vida.”, ele olha para o lado para a janela, “Não é ela que decide Raquel e não sabemos se foi ela no caso da droga.”, ele responde como se lesse meus pensamentos, eu sorrio magoada olhando para ele, “A sua noiva, disse que eu não estou segura aqui dentro… Isso serve de algo?”, ele se aproxima e dessa vez me abraça apertado, firme, eu percebo que ele está quase chorando.

“Raquel, só me deixa explicar? a gente têm um almoço agendado, não têm?", eu faço que sim com a cabeça devagar, ainda magoada, anestesiada também por tudo o que está acontecendo, “Então me deixa explicar?”, eu olho para ele, me lembro do almoço que ele fez eu eu agendar, era para eu estar lá, mas… “E a terceira pessoa?”, ele olha para mim e respira fundo, “É só o Alam.”, eu faço que sim com a cabeça, aceitando isso.

“Raquel a Camila nunca mais vai te tratar desse jeito, não aqui dentro, eu já me garanti disso… Por favor, eu te amo. Dá uma chance para nós?”, eu estava tão anestesiada, esgotada emocionalmente, que eu faço que sim com a cabeça, eu só aceito, confusa, emocionalmente confusa, mentalmente e fisicamente esgotada, nos braços do homem que eu mais amo no mundo e que me enganou por literal seis meses.

Alê me vê recuperando meu centro, apesar da confusão, sou uma secretária executiva, meus problemas emocionais dificilmente afetam meu trabalho, ou eu já teria feito besteira nos últimos meses, ele me passa instruções específicas do que ele como presidente precisa de mim para agora de manhã, já que depois do almoço estou dispensada para ir descançar. Depois eu vou perceber que ele literalmente ocupou minha mente, para desanuviar a confusão.

Ele simplesmente me conhece bem de mais, sabia que o trabalho iria separar a minha mente e meu emocional e que isso seria o melhor para mim, simplesmente para conseguir conversar com ele, ele precisava que eu estivesse calma e centrada, como aconteceu no café, eu entendi aquilo enquanto trabalhava no que ele me pediu e percebia, que não era tão emergencial assim, era só para matar tempo.

Eu levanto para tomar café e sinto uma mão no meu ombro, como sempre falo sou bem baixinha 1,58, não é difícil colocar a mão no meu ombro, eu me viro bruscamente, dou um tapa na mão que está no meu ombro fazendo sair, achando ser a Camila, quando percebo o Diretor Marcos me olhando, respiro aliviada que não chegamos nisso, mas ainda alerta.

“Não precisa ser rebelde, eu já falei que rebeldia é pior para você.”, eu olho para ele dessa vez desafiadora, “Acredito que o Sr. Jiang, não vai gostar de ver o senhor tomando liberdades e assediando a secretária pessoal dele.”, ele olha para mim, testando seu terreno, um terreno tão conhecido nos últimos meses, “Ele já sabe como você se comportou semana passada?”, eu desvio os olhos com as bochechas vermelhas, mas sinto que não posso continuar recuando, mesmo pelo bem do próprio Alê.

“Se encostar em mim de novo, a empresa inteira, terá que saber, porque eu vou quebrar o seu nariz.”, ele deu um passo para trás, olhando para mim um pouco aturdido, sem dúvida, não esperava por essa e está avaliando minha capacidade de cumprir, “O que o senhor gostaria? Devo anunciá-lo para o Sr Jiang?”, pela primeira vez vejo esse homem realmente se assustar, mudo minha postura para totalmente profissional e vejo ele recuar de verdade..

“Parece que algo mudou não é mesmo? Não precisa avisar, obrigado.”, ele se retira e eu respiro fundo, finalmente, conseguindo me impor, finalmente, com o EVP aqui, meu cargo vale o suficiente para calar a boca desse cara, mas isso me leva a outra questão, com o EVP sendo meu namorado, como isso vai acontecer? Como vou manter minha reputação? Já falavam que eu dava para o chefe antes e agora, eu realmente estou dando…

Essa situação é, no mínimo, desconcertante…

… … … … … … … … …

Chegamos no local, um restaurante chique longe suficiente para ser uma reunião, que ninguém nunca saberia, mal me sentei e o Alam chegou me levanto para cumprimentalo, ele cumprimentou primeiro o irmão depois me deu um beijinho no rosto antes de se sentar, fizemos os pedidos calmamente como o Alê fez comigo no café, antes de conversar.

“Raquel por que você não respondeu minhas mensagens?”, Alam me perguntou e eu fiquei totalmente sem jeito, “Eu não… Eu não queria te decepcionar pelo que aconteceu e resolvi que deveria falar com seu irmão antes.”, ele olha para mim e faz um sinal que compreende, “Eu estava preocupado até o Alessandro falar que você falou com ele.”, eu sorrio e fico sem jeito..

Respirei fundo, “Ele também só me respondia a noite.”, “Por que eu estava em Pequim…”, eu fico um tempo absorvendo aquela informação, confrontada com o quão pouco eu sei de tudo o que está acontecendo, sorrio um pouco magoada e ferida resolvendo que não quero mais ficar no escuro, “Ok gente me conta tudo.”, olho para o Alê, “Tudo mesmo! Por favor.”

Ele me olha e respira fundo, depois vira para o irmão, “Começa você Alam, acredito que seja o mais importante de já tirar do caminho.”, eu olho para o Alam que concorda com o irmão, “Ok, vamos falar primeiro de domingo passado.”, meu sangue gelou imediatamente, Alê segurou minha mão por cima da mesa, só aí que eu percebi que estava tensa e relaxei.

“Eu tentei entrar em contato com você por que fui eu quem te tirou da festa na noite do sábado.”, eu olho para ele com os olhos arregalados, “A Roberta demorou para escolher uma roupa para ela, então quando eu e a Roberta estávamos chegando, já era tarde, eu te vi andando no acesso ao estacionamento, você estava chorando e falando desconexamente, mas entendi que pedia socorro, só de meias e o vestido, sem sapatos e mal conseguia se manter em pé, eu te peguei no colo e coloquei no carro no banco de trás a Roberta se sentou com você para cuidar de você enquanto eu buscava suas coisas na casa.”

Na hora eu lembrava do flash de memória como um flashback a sensação de segurança quando ele me pegou no colo e colocou no banco do carro, mas depois vinha aquela cama, as luzes no rosto… “A Roberta desconfiou que você estava dopada. Veja, nós somos amigos a quanto tempo? Uns seis meses, já te vi bêbada, a Beta também, então resolvemos levar você diretamente para uma clínica particular.”, ele fala isso eu coloco a mão por instinto no meu braço onde sinto a dor aguda, na lembrança, ele percebe e explica antes de eu perguntar.

“Eles aplicaram soro e tiraram sangue para exames atrás de drogas.”, meu cérebro demora um pouco para processar, mas quando processa eu sorrio. “Então existe uma prova.”, ele sorri de volta e faz que sim com a cabeça e eu sinto que começo a chorar, “O médico me falou que foi sorte a gente te levar dentro das primeiras 12 horas, agradece a Beta depois, ela que teve a ideia e insistiu. Fica pronto semana que vêm.”, eu estava sorrindo e chorando, feliz, olhando para ele, tudo tinha jeito, eu tinha provas, só precisava descobrir quem…

“E como eu cheguei na minha cama.”, ele sorriu e deu de ombros, “Obviamente eu e a Beta te levamos até seu prédio, na porta do seu apartamento a Beta te levou para dentro para te ajudar com a meia calça já que você não estava bem e estava reclamando dela molhada nos pés, depois mandou você trancar a porta e ir dormir direto e pelo que você falou para o Alê suponho que foi o que você fez…”, eu queria abraçar o Alam, ele realmente tirou um peso de mim, me sentia mais leve mais segura, as lágrimas, escorrendo, “Obrigada.”, eu consigo dizer.

“Raquel, você é família cunhada, não precisa agradecer, eu sei que vocês dois fariam o mesmo pela Beta.”, eu olho para o Alê que sorri para mim e aperta a minha mão, três apertões super leves, nunca falei sobre isso aqui. Mas temos esse pequeno código, três apertões leves, ou três toques em sequência, ‘eu.. te.. amo…’, mesmo durante nossos jogos de dominação, brincadeiras, castigos, enquanto apoia sua mão nas minhas costas, me dando cintada na bunda na frente de outras pessoas, três flexões com os dedos e ele me diz: “eu te amo”, sem dizer uma palavra, sem sair do personagem e eu correspondo igual, em toda e qualquer situação, sempre trocamos juras de amor em silêncio.

Mas agora era a vez do Alê explicar o porquê me deixar por meses no escuro de tudo isso…

“Vamos lá…”, ele começa, segurando minha mão como se quisesse me dar forças para algo, “Eu não sou só, filho da sócia da empresa brasileira, meu pai é o CEO e sócio majoritário da chinesa que comprou ela.”, ainda bem que eu não estava em pé, ou teria desmaiado de novo, senti todo o calor deixando meu corpo, ficando toda mole, ele aperta mais a minha mão eu respiro fundo, percebendo que havia prendido minha respiração por vários segundos, sinalizo para ele continuar.

“Quando você foi contratada meu pai mandou eu não aparecer na empresa e deixar você trabalhar sozinha por um tempo.”, “Porquê?”, minha voz saiu mais nervosa do que eu esperava. “Porque você é over qualificada mas inexperiente, Raquel, seu cargo é Secretária Executiva Nível III isso precisa de 6 anos de experiência no mínimo, que você não têm.”, eu olho para ele e relaxo, fazia sentido eu tenho 3 e não 6, ele aperta minha mão, três apertãozinhos que eu respondo de volta apertando também.

“Se você fosse nível II trabalharia para o Marcos, mas você é nível III mesmo sem ter experiência, apesar de sua juventude, você é super qualificada, mas… Meu pai está te testando, por isso você teria que passar um tempo sozinha e demonstrar que consegue assumir essa responsabilidade toda.”, eu faço que sim com a cabeça, demonstrando estar entendendo e aceitando esse fato, “E meu pai acha que você pode chegar a Nível C em poucos anos.”, eu olho para ele de olhos arregalados e queixo caído.

“Ok… Mas?”, eu indago pedindo para continuar, “Sim, com o aumento do assédio, eu viajei para Pequim para falar com o meu pai, para ele tirar essa restrição e me permitir te acompanhar, eu não quero que você continue sozinha e acho que o assédio vai acabar te ferindo muito e eu não quero isso.”, eu sorrio olhando para ele, “Ele concordou que eu poderia assumir o cargo de uma vez, com uma condição.”

Eu olho para ele querendo saber qual condição… “Eu me casar com você na china e a gente se estabelecer lá para criar nossos filhos.”, eu fico olhando para ele, toda vermelha, toda sem jeito, “A cor mais bela que uma mulher pode usar é vermelho, eu gostaria de ver você de vermelho um dia.”, ele recita o poema em chinês, (vermelho é a cor do vestido de noiva tradicional chinês), o poema é um pedido de casamento tradicional e eu começo a chorar.

“Pode me responder depois se quiser eu sei que é muita coisa.”, agora em português, eu faço que sim com a cabeça, me sentindo confusa e sem forças… Alam segura minha outra mão, me fazendo olhar para ele, “Bem vinda a família Ruiva.”, eu desabo chorando de vez, chorando de soluçar, Alessandro se levanta e abraça repousando meu rosto no peito dele, até que eu me acalme, acariciando meus cabelos, minhas costas, me dando todo o suporte que eu precisava nesse momento.

“Cuida bem do meu irmãozinho Raquel.”, “Eu prometo não tirar os olhos dele Alam, por nada nesse mundo, nem no trabalho.”, ele dá risada, “Duvido que ele vai deixar você sair de debaixo das asas dele no trabalho.”, todos demos risadas. “Agora posso falar de algo mais chato?”, eu olho para ele séria, faço que sim, algo me dizia que eu sabia qual seria o assunto, então vamos.

“Você desconfia de alguém?”, faço que não com a cabeça olhando para ele, “A Camila, foi um pouco dúbia hoje e deixou no ar que ela pode ter algo haver.”, ambos se ajeitam desconfortáveis, afinal, isso poderia implicar a mãe deles no assunto, mas o Alam quebra o silêncio, “Brother.”, olhando para o irmão, o próprio Alê completa o raciocínio, “Começa investigando as duas. Espero que não sejam elas, mas precisamos eliminar suspeitos e elas estão na primeira fila.”, Alam acena positivamente.

“E quanto ao Marcos e Cleiton?”, o Alê me pergunta, eu olho para ele, não sei se quem está me perguntando é o namorado ou o chefe e percebo que é um pouco de cada, “O Marcos eu consegui dar um cala boca nele hoje, sua chegada na empresa mudou tudo, porque agora, meu cargo carrega peso da sua palavra de forma mais inegável.”, Alê parece satisfeito com isso, “Isso é ótimo.”, eu olho para os dois, “Cleiton é uma vítima como eu, ele não sabia que eu estava drogada. Eu converso com ele.”, ambos se olharam, como se tivessem suas dúvidas.

De qualquer forma sinalizaram que ok, deixando essa decisão para mim. Pagamos o restaurante e enquanto voltávamos para o carro, eu abracei o braço do Alê, com a cabeça no ombro dele, como da outra vez, recuperando minhas forças para o que vai ser necessário… “O que minha linda secretária está pensando.”, o Alê pergunta, eu dou risada com as bochechas vermelhas, resolvi provocar um pouquinho.

“Pensando se vale a pena vir trabalhar de plug.”, ele dá risada com as bochechas vermelhas, “Não faça isso, da última vez você de plug foi…”, eu interrompi ele, “Interessante? Deliciosa?”, ele dá risada vermelho e me responde, “Engraçada.”, eu dou um soquinho no peito dele, “Safado, você judiou muito de mim aquele dia.”, ele dando risada, “Safado eu? Você está avisando seu chefe que vai vir trabalhar com um plug no rabo e eu que sou safado.”, Fiquei toda vermelha, “Te amo.”, falo em chinês, “Também te amo.”, eu ouço a resposta também em chinês, o que me dá forças.

… … … … … … … … …

Voltando para a empresa, eu queria falar com o Cleiton, antes de ir para casa, marquei com ele para conversarmos, precisaria colocar isso a limpo de uma vez por todas, “Quer ir para um café, eu te levo de carro, conheço um ótimo.”, “Cleiton, desculpa, mas não entro mais no seu carro por um bom tempo.”, “Tah bom ruivinha, como quiser.”, eu marquei em um café perto da empresa, a conversa precisava ser mais privada, mas não tinha necessidade de ser escondida e eu queria ir logo para casa descansar.

Alessandro havia concordado que eu falaria com o Cleiton, além disso, eu deveria isso há ele, por mais que tenha transado comigo enquanto eu estava sobre efeito de drogas, ele não sabia, ele é meu amigo desde infância, seus pais são amigos dos meus pais, ele frequentava a minha casa, não têm lógica eu me afastar dele sem nem uma consideração por isso, já que ele não era culpado de nada… Ao menos é como eu enxergo.

Estávamos em um café na Faria Lima, eu com o meu docinho mocaccino quente nas mãos e ele com um café puro. “Engraçado como você ainda têm paladar de criança...”, olho para ele intrigada, ele aponta para o meu copo eu fico vermelha, “Têm muito açúcar nisso aí Raquel. Só falta você dizer que ainda toma café com leite moça?”, “Tomo.”, sorrio e ele dá risada.

Eu sorrio sem jeito e olho para ele mais séria, “Você sabe porque te trouxe até aqui né?”, “Eu fui um babaca com você de novo né?”, “Sim. De novo.”, ele olha para mim e baixa os olhos, eu respiro fundo olho para fora do restaurante, “Mas a culpa também foi minha. Depois do que aconteceu, eu deveria ter me afastado, não fui justa com você também.”, de um jeito ou de outro eu sei o efeito que o meu corpo têm, usar ele de âncora foi uma péssima ideia…

“Raquel desculpa, mas, como você acha que isso vai funcionar? Seu namorado é o dono da empresa, a ex-noiva dele, trabalha lá e a mãe dela é acionista, tipo isso têm tudo para dar errado Ruivinha.”, ele percebe a dúvida nos meus olhos de como ele chegou aí, “O povo comenta, viram você e ela discutindo eu vi você e seu namorado voltando do almoço.”, eu me ajeito na cadeira e respiro fundo.

“Sinceramente eu não sei. Mas estou disposta a descobrir, eu preciso descobrir. Meu coração precisa disso.”, “Mas Ruivinha e se você acabar se machucando? Tipo é uma coisa séria, o seu namorado é o seu chefe, sua carreira está em risco. Você precisa entender que pode se machucar com esse caminho.”, eu sorrio e olho para ele, “Calma Cleiton ele não é o chefe da boca é um empresário!, Eu sou grandinha e sei me cuidar.”

Ele sorri sem jeito e bebe seu café, “Meu único arrependimento, Raquel, foi ter perdido você lá atrás. Agora poderia ser a gente o casal dez.”, “Nunca saberemos Cleiton. Mas e então? Amigos?”, ele olha para mim, percebo que isso magoou um pouco, mas não há mais nada a ser dito ou discutido, o que eu ofereço é a amizade em nome da boa amizade dos nossos pais, não posso oferecer nada além disso..

“Amigos.”, ele aceita e eu respiro aliviada…

=== === === … … … FIM … … … === === ===

Plantei a sementinha da discórdia.

No próximo conto as coisas começam a se resolver e a Raquel a juntar a trilha de migalhas que eu deixei sobre o que aconteceu no sábado.

Todas as pistas estão no texto dos últimos três contos desde que ela teve os flashbacks. Estou curiosa com quem vai juntar as peças antes, ela ou vocês?

É isso povo, votem, comentem, façam uma autora feliz. 💗💗

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Foto de perfil de GizGizContos: 66Seguidores: 245Seguindo: 38Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

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Spoiler do mal 1° parte...

(Eu respiro fundo e vou para o ponto de ônibus, chegando em casa, descer no centro, caminhar até a praça do correio tarde da noite, percebo que alguém está me seguindo, olho para frente, estou próximo de um lugar mais movimentado, mas aqui, eu estou vulnerável e preciso ser rápida, sinto a adrenalina no meu corpo me mandando correr… Lenta de mais, dois homens correm e me alcançam, me empurrando contra a parede de um prédio.)

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Aí não... Porra, de novo, não!!!!!!!

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Só pode ser obra da desgraça da mãe do Alê...

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Ela não só despertou meu interesse no BDSM como agora tá querendo me transformar em um MASOQ... Rsrs

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Talvez… Te prometo que o mandante vocês descobrem no próximo conto. 😉

Como eu disse quando pedi teorias sobre o que aconteceu, tudo terá respostas nos próximos dois contos.

E toda a informação necessária está no texto.

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Spoiler do mal 2° parte...

(Dois caras me segurando a mão de um deles, me segura pelo ombro a mão do outro começa a alisar minha barriga, enquanto ele diz sua sentença… “Perdeu gostosa, mandaram a gente te dar um trato para servir de lição.”, eu olho para os dois sentindo meu corpo estremecer de raiva… Imediatamente eu penso na camila.)

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Essas portas é que me cegam!!! Isso tira minha objetividade todinha!!! Fico puto e com tanta raiva desses paradas e não consigo me ater aos detalhes importantes.

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É nos detalhes que mora a alma da coisa toda.

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Só vou dizer que próximo será o spoiler mais cruel que a série teve até hoje, antes de mudar a chave para a hora de todo mundo pagar o que deve para nossa ruivinha.

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O desmaio de Raquel é compreensível, ela está sob uma enorme carga de stress físico e emocional .

Parece estar lutando sozinha contra obstáculos gigantes .

E vc consegue passar toda essa emoção pra gente.

Vamos ver como ela vai conseguir equilibrar tudo isso, carreira, afeto, desejo, relacionamento.

Muito intenso Giz!

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Muito muito obrigada, sim o desmaio dela foi algo previsível depois da semana que ela teve, a droga, a festa, lutando contra forças muito maiores do que ela, agora a coisa tende a se estabilizar, já que ela o Alê e o Alam estão formando uma força tarefa para contra-atacar.

Como ela disse a dois contos atrás uma guerra está começando, ela desmaiar ela perdeu a primeira batalha, mas agora, ela está em condições de contra-atacar e no próximo conto a gente já vê o início do contra-ataque.

Por isso inclusive que eu terminei o conto, dizendo que quero ver as teorias de vocês sobre o que está acontecendo, porque a Raquel vai começar a juntar os pontos e olhar para as pontas soltas, para poder revidar em quem está tentando destruí-la.

Claro que avisar que vai quebrar o nariz do Marcos se ele encostar nela, mais uma vez, foi só o começo desse contra-ataque.

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A partir do próximo episódio eu começo a dar respostas para o que está acontecendo e a Raquel vai começar a juntar as peças desse quebra cabeça.. hehehehe...

Como eu disse, sementinha da discórdia, todas as peças, estão no texto, nada vai vir do nada. Eu sei quem está quente... Só não posso dizer.

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Inclusive, parabéns para quem disse, que ela se sentiu segura, porque era o Alam, ou o Alê tirando ela do meio da confusão, ela realmente foi salva pelo Alam, por isso no Flashback ela têm a sensação de segurança.

Principalmente por ter outra mulher com ela, no caso a Roberta a partir dali.

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Eu não sei vocês. Mas eu achei esse um dos pontos altos do casal.

(aperta a minha mão, três apertões super leves, nunca falei sobre isso aqui. Mas temos esse pequeno código, três apertões leves, ou três toques em sequência, ‘eu.. te.. amo…’, mesmo durante nossos jogos de dominação, brincadeiras, castigos, enquanto apoia sua mão nas minhas costas, me dando cintada na bunda na frente de outras pessoas, três flexões com os dedos e ele me diz: “eu te amo”, sem dizer uma palavra, sem sair do personagem e eu correspondo igual, em toda e qualquer situação, sempre trocamos juras de amor em silêncio.)

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Por que esse trecho mostra o quão grude eles são. O Alê não perde a pose, não fala nada, no conto do plug por exemplo, se ele segurou a mão dela e apertou três vezes ele disse eu te amo sem perder a pose, ou ficar falando desnecessário.

Com ela no colo dele sentadinha, ele só precisa flexionar os dedos de leve três vezes e ela corresponde do mesmo jeito.

Comunicação silenciosa de amor, que acontece o tempo todo e ninguém percebe.

Pratico muito. Kkkkkkkkkkk

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É invasivo perguntar como? Porque sou homem e tapado. Sou de grandes gestos... Rsrs

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Começou por necessidade.

Hoje em dia a gente usa para dizer te amo meio sonolentas na cama, ou quando estamos em ambientes cheios ou quando estamos com amigos conversando e não queremos atravessar o assunto.

Mas começou por que quando tenho uma crise emocional eu fico confusa e não verbal.

Ou seja não consigo falar de forma coerente, pior começo a ficar histérica e entrar em pânico achando que todo mundo me odeia.

Poder dizer eu te amo e ela responder sem palavras me ajuda quando estou nesse lugar escuro da minha mente, porque me lembra que tem alguém que me ama do meu lado ali e eu não preciso ter medo.

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Outra coisa é que para eu dizer te amo com a frequência que ela merece eu teria que silenciar as vozes da minha cabeça.

Uma ação física é mais fácil.

Minha cabeça não intervém por que vem de um impulso de sentimentos e não preciso passar pelos meus pensamentos e todas as vozes.

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Profundo isso. E muito revelador também. Falando por mim, muitas vezes passo por não conseguir verbalizar sentimentos e deixar as pessoas próximas sem entender o que realmente sinto. Criar uma ação que indique como estou internamente seria uma forma muito interessante de contornar essa espécie de travamento.

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Sim essa ideia, uma comunicação não verbal.

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Acho que a gente nunca se daria bem pessoalmente... Rsrs não posso propor isso pra minha esposa. Acho que se falo isso, ela ia dizer que quando ela tenta enfiar o dedo no olho da goiaba é ela dizendo que me ama... Mulher ridícula... Deus, como eu a amo...

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Bom... Enfim... Cada um têm seu jeito de dizer eu amo, respeito o jeitinho dela..kkkkk... É visível que você ama ela muito toda vez que você fala de vocês.

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Isso explica muita coisa. Quando quiser e precisar, sabe onde nos encontrar. Quem sabe as vozes não se juntam, dão uma festa e deixam a gente em paz por alguns minutos... Rs

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HAHAHAHAHAHAAHAAHAHAHA isso seria ótimo... Alguns minutinhos que seja.

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Fico imaginando uma festa dos nossos divertidamente. O meu porralokíssimo chapado, o do sensatez de óclinhos gola rolê e analisando tudo, o do Carlos abraçando geral...

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Mano. Kkkkkkkkkkk Eu ri muito agora.

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Ele vai ficar pistola quando ler isso!!... E analisar. Rsrs

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Kkkkkkkkkkkkkkk

Ele leu meu conto do desafio de música, onde apresentei a personagem da próxima futura série.

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Esse eu não li!!!!!! Poooo... Aliás, vou marcar ele mas não vou ler! Suas personagens me fazem querer ser poligamico e eu só me lasco!! Elas(felizmente! MUITO felizmente!!) sempre acham pessoas melhores que eu e eu fico de coração melão... Rsrsrs quando o conto desse morangão gostoso acabar, eu leio o da música e me preparo pra próxima saga!

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Justo

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Giz, qual deles? Tem 3 musicais

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Têm mais, acho que eu publiquei uns 5 contos nesse desafio... Mas é o último Lucky, que eu publiquei hoje.

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Ah, sim. Os outros eu posso ler de boa que mão tem progressão. Cara, e você tá mexendo comigo... Esse lance de BDSM tá deixando meu corpo ardendo de calor e isso não é bom... Rsrs

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rsrsrsrsrsrsrsrs... Olhando pelo lado bom, quando a série acabar, só se você voltar e ler alguma das cenas. kkkk... Ou algumas... kkk

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Eu usei seus contos e seu know hall pra poder fazer as cenas da Carolina... Só que fui mexer mais e isso me deixou bem interessado, pra falar o mínimo

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Te entendo, definitivamente te entendo, é um fetiche que mexe bastante comigo também.

Só um detalhe... Perdão... É Know How a tradução é literalmente, "Saber como", e daí vem a implicação de conhecimento ou habilidade de uma área específica.

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Me corrija sempre. Aprender não dói e não faz mal! =]

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Mas como eu disse, eu submissa peste... Que é exatamente o estilo da Raquel, que usa, uma certa inocência e uma certa provocação pontual, esperando ser disciplinada, mas também precisa de momentos de carinho, intercalando os dois.

Acaba sendo complicado, porque ao contrário da Catarina fetiches mais pesados, como gancho anal, cordas e etc, têm que ser bem dosado.

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Já que você está interessado e eu acho a Carolina fascinante vamos falar de tipos de submissa... EU conheço cinco tipos pessoais de pessoas com quem convivo.

Age Player = A submissa que usa fantasia de colegial ou roupas de menina, ou mesmo brinquedos de criança como ursinhos durante situações sexuais, dando ao seu parceiro um controle sobre o seu corpo, geralmente envolve punição e sexo mais bruto.

Masoquista = Parece ser o caso da Carol, não têm muita brincadeira envolvida nas preliminares, pode ter como usar um gancho ou um plug e ser proibida de gozar, mas não é sobre isso, é sobre sentir dor, é sobre a dor ser o principal motor de desejo e prazer.

Pet Player = Essas são as meninas que vão usar coleira, beber leite em pires, o hipe delas é que entre quatro paredes, durante a brincadeira, o namorado as trate como um bichinho, pode incluir jaulas e outras restrições de movimento, além de fantasias, como plug com caudas e etc.

Escravinha = Essa geralmente gosta de brincar com restrição de movimentos e etc, mas o principal é ser humilhada, as vezes degradada durante o sexo, mas principalmente xingada e tratada como se fosse um brinquedo sexual, a que eu conheço fora do quarto é uma das mulheres mais fortes e brava que eu conheço, mas entre quatro paredes quando os filhos estão com a avó, ela gosta de ser humilhada, degradada e etc pelo marido em uma brincadeira dos dois.

Pestes = Me... kkkkk... O hype não está na dor, ou no tratamento abusivo, o hype está em merecer ser punida, provocar, brincar, o tesão de saber que está provocando sua punição e a parte da dor, está principalmente em apanhar, no meu caso especialmente no bumbum, tapas, chinelo, cinto, palmatória... Coisas assim.

Sempre sempre sempre... Palavra de segurança, é a única coisa que protege o corpo da garota... No caso da Raquel e do Alê eles têm cada um a sual.

A dela protege o corpo dela, para avisar que ele exagerou.

A dele protege o psicológico dele, para ela parar de provocar, se ele achar que ela está saindo dos limites e vai ficar bravo de verdade ou chateado com as atitudes dela.

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Raquel no caso é uma peste.

Catarina é uma masoquista clássica.

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Acho que a Carol tá mais pra masoq mesmo... Talvez um pouco do escravinha pela situacão do restaurante mas na maior parte, masoq.

Argh. Desculpa mas age player me aperta de um jeito muito desconfortável

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Todas nós temos um pouquinho de outras, ninguém é perfeitinha em uma caixinha...

Te entendo... Nada contra roupinha de colegial, mas mais do que isso começo a ficar SUPER DESCONFORTÁVEL.... Entendo quem curte, um casal adulto entre quatro paredes é problema deles... Mas.....

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O problema tá no mais que isso... Lembro de uns negócios no onlyfans que me deixaram completamente atônito. Roupa de colegial é divertido. E sempre de colégio normalista... Rsrs mas o passar disso é que me arrebenta!!

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Sim eu também concordo, ela parece até curtir ser escravinha, mas é uma masoquista clássica, assim como eu sou uma peste clássica, mas curto ser masoquista de vez em quando.

Tanto que nos meus contos aparecem os dois casos. E ninguém escreve um conto erótico sobre um fetiche que não têm.

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Podemos nos falar por email? mhcmm@yahoo.com.br. parar de poluir o espaço da amiga

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Eu achei isso lindo demais. Principalmente quando eles estão nos jogos. Se ela não quiser o alê, dá pu pae que noiz tá aí pra rolo!! Rsrs eu li isso com muito calor Zinho no coração... <3

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Achei muito fofinho essa parte. Sinal que o amor deles é muito mais profundo do que imaginava a príncipio.

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Sim, quis colocar eles como um casal fofinho.

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Quero primeiro dizer que estou muito triste. Agora não tenho mais chance mesmo com esse furacão vermelho de desejo e luxúria. Eu querendo um café da manhã com pão com ovo e aconchego e o cara oferecendo um café com brioches e brioco!! Na china!! Aí arrebenta pro mais fraco... Rsrs

Fé no alê! Que homenzarrão da porra!! E é importante ressaltar o valor que ele dá ao relacionamento deles que em nenhum momento ele titubeia sobre o possível envolvimento da mãe e faz de tudo pra manter nossa gata em segurança. Que homem!

Alan é outro!! Desde o começo ficou dúbio em alguns momentos os sentimentos dele pela Raquel mas nessa agora ele foi brabissimo! Cuidou junto com a beta...

ACHO que a mãe não daria um golpe tão baixo. Principalmente por se tratar de uma mulher. Deixar a outra a mercê de um coquetel e pronta pra ser violentada. Isso, pra mim, não encaixa. Mas... Marcos com certeza tá envolvido e... Cleiton também. Ele sabia. Acho inclusive, que ele que drogou a quelzinha. Eles estavam juntos na festa. Pra drogá-la tinha que ser alguém muito de perto...

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk pegou a moça em casamento…

Sim ele fica desconfortável em acusar a mãe, mas se ela está na primeira fila dos suspeitos começar por ela é melhor.

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Alam só fez o que era o correto como ele fala, viu a namorada do irmão com problemas e fez o possível para tirar ela de lá com a ajuda da namorada.

Como ele mesmo diz para o casal vocês fariam o mesmo pela minha namorada, afinal, é o correto a se fazer.

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Marcos e / ou Cleiton parecem ser os suspeitos de todos…

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Mas lembra do que eu disse no texto dos contos está a resposta, pistas para e ninguém viu… Raquel junta as pessas no 10° capitulo. ;)

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Vou aproveitar esse fim de semana e ler de novo os capítulos pós estupro

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Louca para ver suas conclusões. 😉

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Então, o Alam foi realmente gente boa. Em alguns comentários, cheguei até a duvidar dele. Que bom que ele foi um cara firmeza. E tinha nem lembrado da Roberta. Lendo agora, parece até óbvio.

Agora é descobrir o que aconteceu com ela. Ainda não confio no Cleiton e acho que ele teve participação no caso. A mãe, pra mim, é a mandante de tudo. Resta saber porque a mãe prefere a ex.

Por fim, como se escreve/fala gêmeos em Mandarin, hein? kkkkk

Excelente, Giz! Parabéns por essa história gostosa de ler...

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双胞胎

Chuang bon hai

Lembre-se que o erro na pronuncia a palavra fica ou ininteligível ou vira outra coisa, por ser uma língua tonal. Mas isso é o simplificado.

Nossa Raquel usaria: 雙胞胎

Por que ela iria preferir escrever em tradicional.

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Muito legal sobre os gêmeos em outra língua kkkkk

Você sabe mandarin, Giz? Eu realmente sei muito pouco sobre essa língua.

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Eu não, minha esposa sim.

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Ela aprendeu por hobby ou por profissão ou pelas duas coisas?

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Ambos… Ela é editora, escritora e tradutora.

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Muito massa. Você me contou que ela não sabe que você escreve aqui, não é? Ou será que entendi errado? São tantas informações que posso acabar me perdendo...

Ela escreve sobre o que? (Não precisa detalhar muito para manter sua privacidade)

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Sabe ela sabe só não lê por que eu fico com vergonha.

Ela tem revistas publicadas como editora e escritora e um livro.

Fora isso é do universo de fanfic em inglês.

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Sim o Alam foi o herói que tirou ela de lá, a Roberta estava com ele embora ela não esteja nessa conversa, mas Os casais Alê e Raquel, Alam e Beta e César e Paloma sempre saem juntos as quartas como já foi falado.

Ou seja ela vai ter a visão da Roberta também da história.

Mas deixei pistas pelo caminho sobre o que pode ter acontecido.

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Muito bom!!!

Bom acertei que o Alan tinha algo a ver com a história...e que ele era o salvador não estuprador.

Acho que o Marcos ter citado o que aconteceu indício de que tem algo a ver...o carro novo do rapaz que apareceu do nada meio suspeito...e se o Alan e a Roberta encontraram ela "pedindo socorro", o erro do rapaz não foi apenas ter feito sexo num momento que ela foi dopada...ou realmente aconteceu um estupro com o rapaz ou pode ter acontecido algo junto ou depois com esse Marcos...

E acho que a participação da ex e da mãe muito provável...

Muito bom giz...eu acertei TB que o Alê sabia de algo antes dela contar...por isso a forma como ele recebeu a informação dela.

Tá vendo...há bina homens no mundo!!! Kkkk

Ótimo dia e obrigado pela história, está muito boa

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*há bins homens no mundo!!

Há BONS homens no mundo

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Sim você acertou bastante coisas, as teorias são boas, como eu falei o que aconteceu na festa tem pistas no texto, a Raquel só não juntou as peças ainda…

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Outro excelente capítulo!

Parabéns!

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

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Muito obrigada, fico muito feliz que esteja gostando da série.

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