A maldição de Páris 5

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1057 palavras
Data: 25/02/2026 06:33:36
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 5: A Mulher do Irmão

Thiago mal se ajeita na cadeira, os olhos arregalados de curiosidade, o relógio na parede marcando 12:40 PM enquanto o sol de junho aquece o quarto. “E o delegado, seu Alexandre? O que rolou depois da escola?” Eu dou um riso rouco, a voz tremendo com o peso das lembranças, o corpo velho ainda sentindo ecos daquele fogo. “O dom me tirou da mira do delegado, rapaz, mas me jogou num buraco ainda mais fundo. Volta comigo pra 73, que te conto a próxima noite.”

Depois do rolo com Teresa, o delegado começou a me rondar, o Fusca preto aparecendo nas esquinas como um corvo de mau agouro. Pra escapar, me enfiei na casa do meu irmão Heitor, um mecânico de mãos duras e paciência curta. A casa era um cubículo apertado, paredes finas de taipa rachadas, o teto baixo rangendo com o vento. O ronco de Heitor, o choro ocasional do filho João e a respiração pesada de Clara, a esposa, enchiam as noites, mas eu mal dormia. Desempregado, vivendo de favor, o dom pulsava em mim como um tambor de guerra, me deixando inquieto, faminto, como um animal preso. O calor da madrugada grudava na pele, o suor escorrendo enquanto eu virava na cama, os lençóis ásperos arranhando.

Uma noite, lá pelas duas da manhã, desci pra pegar água na cozinha. O silêncio era quebrado só pelo tique-taque do relógio na parede e o gotejar lento da torneira. Foi aí que vi Clara, a mulher de Heitor, 32 anos, uma figura que eu evitava olhar por muito tempo. Ela tava lavando uma panela, o corpo iluminado pela luz fraca da lâmpada pendente. Vestia uma camisola leve, quase transparente, que colava na pele morena, marcando os seios fartos, os mamilos escuros apontando como promessas, a cintura larga descendo pra quadris cheios e coxas grossas. O cabelo preto, solto e ondulado, caía até a base da espinha, e os olhos castanhos brilharam quando me viram, um misto de surpresa e algo mais.

Nossos olhares se cruzaram, e o dom explodiu, uma onda quente me atravessando. O peito dela subiu rápido, os lábios entreabertos, e ela deixou a panela na pia, as mãos trêmulas. “Fica quieta,” sussurrei, a voz rouca, avançando e agarrando-a pela cintura, a mão calejada tapando a boca antes que ela pudesse falar. Ela gemeu contra minha palma, o som abafado, o corpo tremendo, e eu a empurrei contra a pia, o metal frio contrastando com o calor da pele dela. Levantei a camisola, expondo a buceta, os lábios rosados e inchados, cobertos por um tufo de pelos negros, já brilhando de umidade. “Você quer isso, né?” rosnei, sentindo o poder me dominar.

Minha calça caiu, o pau duro latejando contra o ar abafado, e eu a virei de costas, a mão ainda na boca, os dedos sentindo o calor da respiração dela. “Não faz barulho, ou acorda todo mundo,” murmurei, alinhando-me e metendo de uma vez na buceta, o calor úmido me engolindo como um vício. Ela mordeu minha mão, abafando um gemido agudo, e eu comecei a foder, os quadris batendo contra a bunda redonda, o som molhado ecoando baixo na cozinha. A buceta dela pulsava, apertada e escorregadia, o cheiro doce e almiscarado subindo até mim, misturado ao suor que pingava do meu peito.

Tapei a boca com mais força, os dentes dela cravando na minha pele, e meti mais fundo, sentindo cada músculo dela se contrair. “Porra, tá gostosa,” rosnei, dando um tapa leve na bunda, a carne tremendo, a pele branqueando e vermelhando instantaneamente. Ela arqueou as costas, o corpo tremendo, e o primeiro orgasmo veio como um trovão, a buceta se apertando em volta do meu pau, o líquido quente escorrendo pelas coxas e pingando no chão de cimento. “Ai, meu Deus!” ela gemeu contra minha mão, o som abafado, os olhos revirando de prazer, as pernas fraquejando.

Eu não parei, fodendo com mais força, os quadris batendo num ritmo brutal, o som dos corpos colidindo misturado ao gotejar da torneira. O segundo orgasmo explodiu, o corpo dela convulsionando, um grito abafado escapando enquanto a buceta jorrava, encharcando minha virilha, o líquido escorrendo até os pés dela. “Mais, Páris!” ela implorou, a voz rouca contra minha palma, e eu a levantei pela cintura, metendo mais fundo, sentindo o terceiro orgasmo se aproximar. Ela agarrou a pia, as unhas arranhando o metal, e gozou de novo, o corpo tremendo descontroladamente, o suco quente molhando a cozinha, o gemido agudo abafado pela minha mão.

“Você aguenta mais,” rosnei, virando-a de lado, uma perna levantada sobre a pia, expondo a buceta ainda pulsante. Meti com força, o pau deslizando no calor dela, e o quarto orgasmo veio rápido, o corpo dela se arqueando, os seios balançando sob a camisola, o líquido jorrando e pingando no chão. “Páris, eu… ai!” ela gritou, o som abafado, os olhos fechados, o prazer a fazendo desmaiar por um instante. Eu a segurei, fodendo sem parar, o quinto orgasmo explodindo, a buceta se contraindo num ritmo frenético, o corpo dela colapsando contra a pia, o suco escorrendo em riachos, o cheiro de sexo impregnando o ar.

O gozo me pegou, um rugido baixo escapando enquanto eu gozava dentro dela, o esperma quente se misturando ao líquido dela, enchendo-a até transbordar, pingando no cimento. Soltei a boca, deixando-a ofegante, o rosto vermelho, o cabelo grudado no suor, os olhos vidrados de êxtase. “Isso fica entre a gente,” eu disse, o dom me enchendo de uma satisfação doentia, o peito subindo e descendo rápido.

Subi pro quarto, o coração disparado, o corpo ainda pulsando, sabendo que tinha cruzado uma linha que não tinha volta. De manhã, Clara me evitou, os olhos baixos, mexendo na cozinha com mãos trêmulas, o cheiro de sexo ainda pairando. Heitor me olhou estranho, o cenho franzido, como se sentisse algo no ar. O dom me dava poder, mas também me afundava num pântano de culpa e perigo.

Thiago engoliu em seco, o rosto pálido, o relógio agora marcando 12:50 PM. “Seu Alexandre, isso… é pesado demais.” Eu ri, a voz fraca, os olhos perdidos na janela. “Pesado é pouco, rapaz. O dom me fazia um monstro às vezes. Quer saber o que Heitor descobriu?” Ele assentiu, hesitante, e eu sorri. “Amanhã te conto, se eu aguentar.”

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