Milly geme deliciosamente. Puxo os dedos para fora deixando só as pontas, encaixo mais um, agora são três e empurro de uma vez enterrando até o fundo a seco.
Milly solta um gritinho abafado e fica na ponta dos pés.
Chego no seu ouvido e digo:
- Três dedos, é o quê você conseguiu sozinha? Não eram os meus! Tá doendo o bastante, monte de merda? Vem comigo, lixo...
Nessa época não tinha meus apetrechos, tive que improvisar.
Conduzo Milly pelo pescoço e pelo cu até o banheiro. Tiro os dedos do cu e segurando pelo cinto empurro ela com o pé pra dentro do boxe e mando:
- De joelhos e abre bem a boca!
Ela obedece. Está entregue.
Tiro o pau pra fora e puxo o cinto. O chopp fez efeito...
Miro na cara e na boca. Começo a mijar na minha escrava.
Quero humilhar. Eu prometi que faria.
Cada vez que ela desvia engasgando, puxo pelo cinto e a coloco em posição, bem no seu lugar.
Milly engasga com o mijo. Ordeno:
- Engole, puta de merda!
Ela engole com dificuldade, o cinto a asfixia.
Termino e mando ela ficar de pé. Vou puxando ela toda mijada pelo pescoço até sala. Solto o cinto, dou um tapa na teta esquerda e digo:
- Vou me servir um whisky e assistir, você vai se masturbar pra mim até esguichar. Nem pense em tocar no cu, esse é meu! Se eu não gostar do show, te dou uma surra de cinto, entendido, inútil?
Milly permanece em silêncio. Dou uma cintada estalada nas costas e repito:
- Entendido, inútil?
Milly responde já esguichando com o golpe de cinto:
- S-s-s-s-sssssiiiiiiiimmmm...
Assento no sofá com meu whisky e um charuto. Milly se vira pra mim, afasta as pernas e começa uma tímida siririca.
Ela lentamente sobe a mão esquerda e começa a torcer os mamilos e gemer baixinho. Não era aquilo que eu queria ver.
Mando Milly parar imediatamente, ficar de quatro e engatinhar até mim. Ela obedece. Mando ficar de joelhos na minha frente, agarro seus mamilos, torço com muita força e digo:
- Abre a boca e bota a língua pra fora, acho que você está precisando de um incentivo...
Milly obedece. Bato a cinza do charuto em sua língua. Encho o copo de whisky e digo:
- Não desperdice meu whisky...
Faço ela tomar o copo cheio numa só golada. Ela tosse mas engole.
Levanto ela pelo pescoço e enfio três dedos na buceta fundo e com força. Masturbo umas cinco vezes, dou um tapa em cada teta e falo:
- Aprendeu, vadia incompetente? Volta pra lá e me dê o show que eu ordenei!!!
Milly se vira para voltar ao centro da sala. Dou um incentivo extra.
Dou uma cintada forte nas costas dela que ela até enverga. Milly fala quase sussurrando:
- Obrigada senhor... Esta escória imunda precisava desse incentivo pra saber seu lugar.
Milly volta ao centro da sala, se ajoelha e arreganha bem as pernas. Começa uma siririca frenética.
Em alguns momentos ela praticamente enfia a mão na buceta.
Milly esguicha chorando, inunda meu tapete com jatos da buceta. Meu pau está uma rocha de tão duro.
Me levanto, agarro Milly pelos cabelos e a jogo de bunda pra cima no braço do sofá.
Ela já sabe o quê vai acontecer. Coloca as mãos para trás e afasta as nádegas. Sorrio e digo:
- Imunda! Estava esperando tanto por isso que está me oferecendo o cu...
Me seguro, não faço o quê ela quer. Dou dez cintadas a esmo, pegue onde pegar. Ela geme baixinho, esguicha novamente.
Decido premiá-la. Apago meu charuto em seu cóccix e enfio a pica em uma única esticada no cu dela. Ela não se contém e aos berros diz:
- IIIIIIISSSSSSOOOOO! ME ARREGAÇA!!! ESPEREI PO-O-O-ORRRR ISSO TANTO TEMPO... UM DONO... UM SENHOR... AAAAAIIIIIIIIII... ME MACHUCA, MESTRE...
Soco com força, fundo, quase tiro o pau e empurro novamente. Ela quer sofrer? Vai sofrer!!!
Alcanço a garrafa de whisky e dou uma golada no gargalo mesmo. Perco o controle.
Enquanto enterro, ao invés de socar as costelas como ela gosta, soco a região dos rins. Milly grita:
- PAU GROSSO DO CARAAAAAAAAALHO!!! TÁ ACA-ACA-ACABAAAAANDO CO-CO-COM MEEEEEEUUUUUU CUUUUUUU... AAAAAAHHHHHHH... FODE MAIS FORTE, MEU DONO... ACABA COM A MINHA RAÇAAAAAAAAHHHHHH...
O sangue do cu já se mistura com o mel da buceta escorrendo pelas coxas. Um cheiro característico toma conta do ambiente. Milly estava cagando no meu pau.
Vou bombando forte, sinto o gozo chegando. Puxo o cacete deixando só a cabeça.
Dou a última estocada e gozo no fundo das tripas dela.
Tiro. Está uma bagunça. Merda, sangue e porra escorrendo. O cu dela parece uma couve-flor, vai sentar de ladinho por um tempo...
Empurro Milly e a deixo de joelhos na minha frente. Dou um tapa na sua cara e mando:
- Me chupa até ficar limpo!
Milly esgotada obedece. Olha nos meus olhos e diz:
- Te amo!
Mando ela se levantar e vamos para o banho.
Digo a ela que tem uma escova de dentes nova na gaveta e se quiser ficar e dormir comigo é bem-vinda... Ela fica...
Ficamos juntos por 2 anos, tenho muito mais relatos com ela... Talvez eu conte mais.
