A APOSTA " QUEM SERÁ O PRIMEIRO A COMER A NOVA FUNCIONÁRIA " PARTE 2

Um conto erótico de BONECO
Categoria: Heterossexual
Contém 2491 palavras
Data: 25/02/2026 14:33:12

Será bem melhor ler primeira parte desta estória : A APOSTA " QUEM SERÁ QUE O PRIMEIRO A COMER A NOVA FUNCIONÁRIA" PARTE 1.

Casamos em seguida, eu com 23 e ela com 29 anos. A lua de mel foi em Gramado, num hotel super bom (presente), trepamos todas as noites, menos na quarta feira, por que tinha jogo ( copa do mundo deMas 8 dias depois começamos o novo lar, numa casa totalmente diferente da dos nossos pais.

Começaram os boletos, a manutenção da casa velha. Tinha que limpar a casa , cortar grama, fazer comida, lavar roupa, enfim, nós dois não estavamos acostumados a fazer tudo isso. Descobri que tinha recolher a roupa sujo após o banho, não deixar toalha molhada na cama, não secar a mão no pano de prato, sempre tinha alguma coisa para fazer ou alguma reclamação dela ou minha. Foi uma adapatação díficil. E claro que se refletiu na cama. O sexo passou a ser 2 vezes por semana, e no final do primeiro mes, já era o rotina dos sábados a noite.

E em 3 ou 4 meses, começaram as dores de cabeça, a mestruação, o estresse do trabalho. Enfim o sexo foi rareando, e o mal humor, de um ou do outro só aumentava. Quando conseguiamos superar tudo, eu a 15 dias sem gozar, só enviava na buceta dela e logo gozava, ela nem chegava a gozar. Como disse eu tinha pouca experiência com mulher, e ela demorava para gozar.

O mal humor dela estava irratante. Lembrei de uma frase que ela me contou, sobre uma briga que teve com um vendedor, que chamou ela de "mal comida". Não dei importância na hora, mas depois pensando bem, acho que foi uma fase em que ela era realmente Mal comida. Claro que tu isso eu pensei muito tempo depois, quando as fichas foram caindo , aos poucos.

Não lembro ao certo, mas uns 6 meses depois do casamento, numa sexta feira, ela chegou bem mais tarde do serviço. Eu sabia que não era fácil, ela pegava ônibus, eu ia de carro , e chegava mais cedo. Arruma a casa, inventava uma janta, ou adiantava o trabalho para ela. Ela disse que tinha ido no bar no uma amiga que estava com problemas, e eu claro, super entendi. Tomou um banho, jantamos ,ela estava super alegre e feliz. Logo foi dormir cansada. Lavei a louça, arrumei tudo e fui recolher as ropupas no banheiro. Peguei as meias, calcas, blusa, sutien, e quando peguei a calcinha, mas era uma calcinha vermelha , de renda, que eu nunca tinha visto. E ainda reparei que estava bem molhadinha naquela parte de algodão que protege a xaninha. Achei meio estranho. Botei tudo para lavar, e fui deitar. Ela já estava meio dormindo, mas perguntei sobre a calcinha vermelha, ela foi logo me abraçando, e respondeu :

---tive que trocar com a minha amiga. Fui pedir explicação, mas ela já estava me beijando. Abri a boca, e ela meteu a língua dentro, ao mesmo tempo em que agarrava meu pau por cima da cueca. O pau foi crescendo e já esqueci da calcinha.

Ela largou minha boca, e foi descendo para baixo do lençol, tirou minha cueca e abocanhou meu pau meia bomba. Que delícia, fazia tempos que ela não me chupava. Mas , claro que ela queria tbm, foi se virando e colocando as pernas na minha cara, e a buceta na minha boca. Eu não gosto muito de chupar, mas acabei metendo a língua na bucetinha dela, enquanto esfregava a barba no clitóris dela.

Em minutos eu tirei a cabeça dela do meu pau, por que já iria gozar. Ela tirou a boca, e falou :

----Tâ, mas me faz gozar. Continuei chupando, até sentir ele gemer alto e gozar na minha cara. Aí ela se levantou e sentou na minha pika. Deu duas ou tres quicadas e eu gozei. Ela ficou esfregando mais um pouco a buceta no meu pau que ia murchando. Quando escapou o pau, ela ficou esfregando a buceta no meu pau mole até descer toda a porra e deixar totalmente melado. Saiu de cima, se virou de bunda, meio frustada e dormiu.

No dia seguinte, fui puxar assunto de novo sobre a calcinha, mas ela me abraçou e disse que a noite tinha sido boa, e saiu cantaralondo. Pelo menos tinha ficado de bom humor.

Na sexta seguinte, ela ao acordar já me avisou que tinha um aniversário de amiga e iram ao bar comemorar. Tranquilo , amor. respondi, acho bom vc sair para se divirtir um pouco. Nossa vida era só trabalho e casa.

Eu estava cochilando quando escutei um carro parar na frente de casa, olhei o relogio , passava das 11 horas. Abri a porta e chegou bem faceira, meio trocando as pernas, cantarolando. Me deu um beijo na boca e foi direto para o quarto. Senti um gostinho diferente na boca, achei que era a cerveja.

Fechei a casa e quando cheguei no quarto , ela tinha deitado de roupa e tudo. Coitadinha, meio bêbada e muito cansada. Não iria deixar ela dormir assim. Tirei a blusa e sutien, depois quando fui tirar a leg, vi que estava bem molhada no meio das pernas. Puxei a leg, e de cara avistei aquela buceta de fusca pentelhuda. Já me deu tesão na hora, mas cadê a calcinha. Puxei a leg dos pés, pensando que talvez a calcinha tevisse decido junto, mas não encontrei a calcinha. Ela aproveitei que estava live e virou meio de lado abraçando o travesseiro, e deixando uma perna esticada e encolhendo a outra. A visão daquela bundinha arrebitada, me deu mais tesão. Apaguei a luz, tirei a roupa e deitei encoxando ela. Coloquei uma perna no meio das pernas dela, uma mão nos seios dela. Ela meio dormindo , resmungou :

---de novo não...Não entendi, insisti, coloquei a mão na buceta dela, e senti que estava bem molhadinha. Dei um chupão no pescoço, aos poucos foi acordando. Roçei o pau duro nas coxas dela, procurando a buceta, ela acordou. Mas se virou deitou de frente e falou :

----se quer me comer, primeiro me faz gozar. Estranhei o linguajar, mas estava com muita tesão. Ela forçou minha cabeça para baixo, e me fui ao encontrando da xaninha. Meti a língua na raxa e senti o caldinho, estava bem molhada, com um gosto estranho. Tinha cheiro de sexo, gosto de sexo. Estranho, parecia gosto de porra. Levantei a cabeça ´para perguntar, mas ela forçou para baixo . Meti o queicho barbudo no clítoris dela e lingua por baixo sugava o caldinho. Não coloquei meu pau na boca dela por que sabia que se ela desse duas chupadas eu iria gozar. Ela ficou procurando meu pau, mas forcei contra a cama. Ela sem opção, ficou alisando minha bunda (ela adorava fazer isso), as vezes tentava colocar o dedo no meu cuzinho , mas eu não deixava.

Depois de um tempinho, senti a respirar dela acelerar, ficou ofegante, gemendo alto, levantou o corpo para cima, e finalmente relaxou. Sabia que tinha gozado, me virei deitei, por cima dela, e meti meu pau na xaninha melada. Dei poucas estocadas e logo gozei, soltei todo meu corpo sobre o dela. Fiquei em cima até o pau escapar.Ela me virou, deitou cima de mim . Me beijou e foi subindo, esfregou a xaninha melada na minha cara, quase me afogando. Aos poucos fiz ela se virar e começamos um 69, mas ela continuava me afogando na buceta, consegui virar ela de lado e deitei a cabeça na sua coxa e fiquei fodendo a xana dela com a língua. Ela brincava com meu pau, e lambia meu saco. Mas foi descendo e chegou ao meu anelzinho, deu uma lambida, tirei o corpo para frente. Mas ela segurou. Passou o dedo na portinha do cu, e eu novamente me revirei. Ela deu um tapa na minha bunda e mandou eu ficar quietinho.

Levou a mão até a buceta e enviou o dedo lá junto com minha língua, logo tirou e tentou enviar no meu cu. Me contorci, não deixando ela colocar. Levei outro tapa na bunda:

----fica quietinho , deixa eu brincar aqui..só relaxa. Tentei relaxar, mas não queria deixar transparecer que eu pudesse gostar. Ela brincou mais um pouquinho na portinha, levou na minha cara e meteu um dedo na minha boca. Instintivamente chupei o dedinho dela. Ela tirou o dedo, e enviou no meu anelzinho, entrou a pontinha, meu pau deu sinal de vida. Ela continuou me punhetiando com uma mão e enviado o dedo da outra mão no meu cu. O filho da puta do pau, não se conteve, foi ficando duro. Ela mandou eu virar. Deitei de barriga para cima, ela levantou minhas pernas , tipo frango assaso e meteu sua buceta no meu pau. Ela que ficava fudendo. Eu de pernas abertas, sendo fudido pela buceta dela. Consegui segurar um pouco a ejaculação, só o tempo necessario para ouvir ela gemer e começar a gozar. Não parava mais, acho que gozou 3 vezes seguida. Aí sim gozei.

Ela foi ao banheiro, e nem vi ela voltar, dormi assim todo melado e fedendo a porra.

No dia seguinte ela acordou cantarolando, super feliz. Depois do café comentei que não tinha achado a calcinha dela. Ela me abraçou, beijou minha boca, apertou a minha bunda e falou no meu ouvido:

----eu nem lembro o que eu fiz ontem a noite. Passando a mão no rego . Perguntou :

----tu lembra ? Fiquei sem jeito, mas lembrei daquela musica da Rita Lee : Eu só me lembro, que não lembro de nada, eu só lembro que era bom ; era bom e eu gostava. Rimos juntos e passamos o fim de semana em paz.

Na semana seguinte, fui fazer uma entrega perto do shopping e comprei uma calcinha branca de seda, cheia de renda. Ela adorou o presente e disse que ia usar na sexta.

Fiquei muito ansioso esperando ela na noite de sexta. Perto da meia noite, ouvi um carro parar. Levantei correndo e abri a porta, era o mesmo carro da outra semana. Ela feliz meia escabelada. Me deu um beijo de língua molhado, com gosto de sexo,cheiro de Pika, e foi para o quarto. Fui logo atras. Ela estava de pé ao lado da cama, tirou o vestido e falou :

---olha o teu presente. Olhei para baixo e vi a calcinha branca atoxada na buceta, dividindo a perereca, deixando mais da metade dos pelos púbianos a mostra. Era a visão do paraiso. Meti a mão e senti bem molhadinha. Ela falou:

---tira para mim..... Me ajoelhei lambi a calcinha, e depois fui descendo até tirar, dei na mão dela. Ela pegou esfregou na minha cara, e depois puxou minha cabeça contra sua xana. Meti a lingua lá dentro, e sento os liquidos começarem a escorrer. Estava com cheiro se sexo, gosto de porra. Azar. Ela ficava mexendo na minha cabeça, tipo levando para onde ela queria se chupada. Abracei ela com força, e me concentrei no clítoris. Linguei sem parar, até ela gozar na minha cara. Senti as pernas dela tremerem. Mandou eu deitar.

Deitei de barriga para cima , já preparando o pau para receber a bucetinha da minha esposinha. Mas ela mandou eu virar. Obedeci.

Virei de bruços e ela deitou por cima de mim,esfregou sua buceta melada e pentelhuda na minha bundinha. Que delícia, que cosquinha boa. Abriu um pouco minhas pernas, passou o dedos na xaninha molhada, e sem cerimônia enviou o dedo no meu cu. Tentei sair, mas ela deu um tapa na minha bunda com a outra mão:

---fica quietinho que eu sei o que tu gosta. Me assustei , mas fiquei quietinho. Tentei colocar a mão por baixo do meu corpo para me punhetiar, mas levei outro tapa na bunda, um pouquinho mais forte agora. Ela colocou o mão por baixo, e puxou o pau para tras, ficou brincado um minuto, eu não aguentava mais:

----amor, eu vou gozar, não consigo mais segurar. Ela me fez virar. Aliviado sem o dedo no rabo, esperando a buceta dela, mas ela caiu de boca. Enviou um dedo de novo no meu rabo, e ficou chupando minha pika. Menos de um minutos eu gozei na boca dela. Acho que nunca tinha gozado tanto. Levantei o corpo 4 ou 5 vezes , tento uns espasmos. Ela segurou tudo na boca, e só quando eu parei de tremer e de gemer, tirou o mão do meu cuzinho. Foi subindo lentamente, deitou sobre mim e me deu beijo. Quando abri a boca, ela colocou a lingua dela dentro e senti a minha porra escorrer toda para dentro da mim. Tentei reagir, quase me engasguei, mas ela beijava firme e não deixava eu virar a boca. Acabei tento que engolir parte da porra. Ficamos nos beijando assim um tempinho. Ela agarrou meu pau murchando e disse :

----agora eu quero gozar.... Falei que não ia levantar , que eu estava muito cansado. Mas ela não me ouviu. Ficou brincando com meu Kacete, depois botou um coxa em cima do pau, e ficou forçando o saco. Já estava até dolorido, mas ela não parava, desceu lambeu a cabeça da pika, lambeu o saco. Levou uma mão até minha boca e me fez chupar um dedo, em seguida meteu outro dedo na minha boca. Levou por baixo de mim e enviou um dedo no meu rabo. Resmunguei:

í...amor....para.... Mas não fui muito convicente. Ela virou e colocou a xana na minha cara. Deitei a cabeça numa coxa dela, e fiquei cutucando sua xaninha com a lingua. Ela empurrou mais buceta e me fez roçar o queicho no seu clítoris. Comecou a fuder com dedo, botava e tirava, lambia o saco. O falecido despertou. Foi ficando meia bomba e quando ficou duro ela deitou em cima de mim, mas ficou meio atravessada, tipo um tesoura. Fiquei paardinho deixando ela jogar o corpo para baixo. Ficava brincando com a bundinha sem colocar o dedo no cuzinho dela (ela não gostava), e ela enviava a mão por baixo da minha bunda e ficava alisando, procurando meu anelzinho. As vezes conseguia e brincava na pontinha. Não demorou muito comecou a gemer alto e soltar uns gritinhos. Gozou 3 vezes eu acho. Esperou o pau escapar da xaninha e ficou esfregando no pau e saco, deixando seu caldinho descer em mim. Fiquei todo melado. Ja estava quase dormindo, quando ela saiu de cima e foi ao banheiro. Abraçei o travesseiro ficando de bruços e estava quase dormindo quando ela chegou. Jogou a calcinha branca na minha bunda e comentou:

----uma calcinha preta ficaria linda nessa bundinha branca. Nem respondi. Dormimos abraçadinhos.

Na outra semana estava passando perto do shopping, não resisti. Compei uma calcinha preta igual a branca.

Bom...de novo ficou longo. Vou ter que contar a APOSTA, no prôximo conto. Mas precisa contextualizar para vôces entenderem.

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